REN investe 54 milhões de euros na melhoria da rede

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A REN - Redes Energéticas Nacionais inaugurou este mês três novas subestações, num investimento de 54 milhões de euros.


Na Trafaria a REN investiu cerca de 10 milhões de euros para, «com o mínimo impacto ambiental possível, garantir o reforço do abastecimento de energia eléctrica nos concelhos de Almada e Seixal». Esta subestação entrou em funcionamento a 1 de Dezembro e, quando concluída a linha Fernão Ferro Trafaria, garantirá um transporte de energia que proporciona «fiabilidade e segurança».


A 10 de Dezembro entrou em funcionamento, no Alqueva, uma subestação que custou cerca de 16 milhões de euros. Esta unidade proporcionará, de acordo com a REN, um melhor apoio à central fotovoltaica de Moura.


Pedralva, no conselho de Braga, recebe a subestação mais cara, na qual a REN investiu quase 30 milhões de euros. O objectivo desta subestação será o escoamento de energia hídrica e eólica na região do Minho e zonas próximas.


Fonte: Ambiente Online

Gastos de iluminação natalícia voltam a baixar

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A falta de verbas que nos últimos anos tem assolado as autarquias tem sido o mote para a redução de gastos com a tradicional iluminação natalícia, uma das características mais distintas do Natal. No ano passado, o município de Lisboa terá sido o mais gastador ao dispender 1,2 milhões de euros com a iluminação de Natal, montante que representa perto de metade de todas as outras capitais de distrito juntas. Este ano, embora o valor seja ainda desconhecido, mas assumindo que a política de redução de despesas encetada por António Costa seja para continuar, o montante deverá baixar.

Ainda na Área Metropolitana de Lisboa, o destaque vai para Oeiras, onde Isaltino Morais reduziu o orçamento de 308 mil euros, em 2005, para 250 mil, em 2006, continuando a ser dos mais elevados. Cascais também cortou nas verbas (de 214 700 euros para 170 900) e a Amadora manteve (150 mil euros), enquanto Loures se quedou pelos 100 mil euros, em 2006. Já no Porto, a verba gasta em enfeites de Natal é a mesma desde 2002, ou seja, desde que Rui Rio assumiu a presidência.

Melhor ideia teve, por exemplo, o município de Paris que resolveu inverter a tendência de gastos desmedidos com a famosa iluminação de Natal da Avenida Champs-Elysées, na capital parisiense. Pela primeira vez utilizaram-se lâmpadas ecológicas, uma medida que poderá traduzir-se num consumo 70 por cento inferior ao de anos anteriores, apesar do número de lâmpadas utilizadas ser maior. No total, foram instaladas um milhão de lâmpadas em 415 árvores. Em Portugal, o município de Caldas da Rainha, por exemplo, também resolveu apostar numa iluminação mais económica e amiga do ambiente, tendo optado pelos LED (Light Emitting Dioxide).


Fonte: Ambiente Online

Bush vê energia nuclear a melhor solução contra efeito estufa

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O presidente norte-americano, George W. Bush, garantiu hoje que leva a sério o efeito estufa e considera a energia nuclear a «melhor solução», ao mesmo tempo que cobre as crescentes necessidades energéticas.

Em conferência de imprensa na Casa Branca para fazer um balanço do ano, Bush declarou ter dito ao Prémio Nobel da Paz e ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore que leva «a sério» a questão das emissões de gases de efeito estufa e que o seu governo está a desenvolver uma estratégia para abordar o problema.

Acrescentou que a Administração norte-americana está a trabalhar numa forma de tornar os carros mais eficientes em termos de consumo de combustível, mas que a energia nuclear é uma peça fundamental.

«Se alguém é verdadeiramente sério sobre como enfrentar os gases de efeito estufa, deveria ser um maior simpatizante da energia nuclear», assinalou.

«Eu, por certo, sou, e aplaudo os esforços dos membros do Congresso para dar incentivos para a construção de novas centrais. É a melhor solução para assegurar que tenhamos crescimento económico e, ao mesmo tempo, sejamos bons administradores do ambiente», disse.

Fonte: Diário Digital

Alta/Tensão: REN vai desligar a linha Fanhões-Trajouce

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«Tendo tido, hoje, conhecimento da decisão do Tribunal Constitucional que nega provimento ao recurso (...) a REN procederá ao desligamento imediato da Linha decorrente de acórdão do Tribunal Central Administrativo Sul», justifica a empresa em comunicado.

A REN alerta, no entanto, que esta linha «é fundamental para o abastecimento de energia a várias centenas de milhar de pessoas na região ocidental da Grande Lisboa», incluindo os concelhos de Oeiras, Cascais e Sintra, e que o seu desligamento afectará populações e actividades económicas, «dada a evidente perda de qualidade técnica».

Em Outubro, o Supremo Tribunal Administrativo negou à REN um pedido de reavaliação do processo cautelar movido pela Junta de Freguesia de Monte Abraão, no qual o Tribunal Central Administrativo do Sul ordenou a suspensão do transporte de energia nesta linha.

A REN recorreu da decisão do STA para o Tribunal Constitucional, alegando inconstitucionalidades, e viu esta instância considerar o «recurso improcedente». Ver notícia completa-->

Fonte: diariodigital

Martifer adquire dois parques eólicos em operação na Alemanha

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A Martifer informou esta sexta-feira o mercado da aquisição de dois parques eólicos em operação na Alemanha, com capacidade instalada total de 53,1 MW a subsidiárias do Grupo Macquarie.

Segundo a empresa, a aquisição valoriza os parques em 91 milhões de euros.
Os activos serão consolidados na Eviva SGPS, subsidiária do Grupo Martifer para a área de negócios de Geração Eléctrica.

Os parques apresentam uma produção média anual de 118GWh, beneficiando de umna tarifa média de 86,2 euros/MWh desde 2005.

«Estima-se que a contribuição dos dois parques para as receitas operacionais da Eviva durante o próximo ano de 2008 seja cerca de 10,1 milhões de euros e que a contribuição para o EBITDA corresponda a cerca de 8,2 milhões de euros», informa a Martifer em comunicado divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Durante o próximo ano, a Eviva estima iniciar a construção de parques eólicos na Europa do Leste com uma potência total de 78 MW, repartindo-se 28 MW pela Polónia e 50 MW na Roménia.

As acções da Martifer seguem a valorizar 0,48 por cento para os 8,35 euros.

Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Energia Solar

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Recet lança guia de boas práticas de utilização de energia

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A RECET – Associação dos Centros Tecnológicos de Portugal, lança, amanhã, o Guia de Boas Práticas de Medidas de Utilização Racional de Energia e Energias Renováveis. O lançamento decorrerá no Auditório do Pavilhão de Portugal, em Coimbra, e será apresentado por Francisco Van Zeller, presidente da Confederação das Indústria Portuguesa.


O guia nasceu do projecto Renovare, que decorreu no âmbito da iniciativa Interreg II. O projecto foi executado em conjunto com três centros tecnológicos da região Centro, CTCV, CITEVE e CTIC, e com um parceiro espanhol: CARTIF - Centro de Automatización, Robótica y Tecnologías de la Información y de la Fabricación.

Segundo a RECET, «o guia é um dos resultados visíveis do projecto que, para além de ser editado em Portugal e em Espanha, se reveste de uma grande importância para as empresas e para os comuns utilizadores de energia».

Fonte: http://www.ambienteonline.pt


Projeto quer represar o Mar Vermelho para gerar 50 gigawatts de eletricidade

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A proposta é provavelmente o maior projeto de engenharia já concebido pelo homem: represar o Mar Vermelho, eliminando a sua comunicação com os outros oceanos da Terra, para construir uma represa capaz de gerar 50 gigawatts de eletricidade por meio de um processo chamado helio-hidroelectricidade.


Represa do Mar Vermelho

A represa formaria uma barreira que eliminaria o influxo de água do oceano para o Mar Vermelho. A barragem exigirá a construção de um muro de 100 quilómetros de comprimento e 150 metros de altura, ligando a Eritréia ao Yemen.

Depois que a represa fosse fechada, a evaporação natural faria com que o nível do Mar Vermelho baixasse em 100 metros. Depois de três séculos, quando então teria sido transformado numa enorme piscina de água super salgada, o "novo" Mar Vermelho faria a extinção do Mar de Aral parecer o esvaziamento de um tanque de lavar roupas.

A diferença de altitude entre a superfície do Oceano Índico e a do Mar Vermelho seria aproveitada para gerar até 50 gigawatts de electricidade. Como o Mar Vermelho possui um altíssimo índice de evaporação, a água que entrasse e movimentasse as turbinas evaporaria constantemente, mantendo o desnível e permitindo a geração continuada de energia. É por causa do papel essencial que a evaporação desempenha no projeto que os engenheiros chamam essa forma particular de geração de energia de helio-hidroelectricidade.


Impactos globais

"Um projeto destes irá afetar dramaticamente a região em termos económicos, políticos e ecológicos, e seus efeitos poderão ser sentidos bem além dos limites físicos e políticos do projecto," afirma Roelof Dirk Schuiling, um dos autores de um estudo que acaba de ser publicado e discute os diversos impactos da eventual construção da já batizada represa de Bab-al-Mandab - o nome do estreito que liga o Mar Vermelho ao Oceano Índico.

Os cientistas destacam que o custo e o tempo envolvido na criação de uma central hidroelétrica como a de Bab-al-Mandab estão muito além das considerações meramente econômicas. Um projeto de macro-engenharia dessa magnitude certamente terá impactos que não podem ser totalmente previstos, podendo devastar ecossistemas inteiros. Ver notícia completa -->


Fonte: http://www.inovacaotecnologica.com.br

Pinho congela contadores de electricidade e recua na subida de preços

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Ministro diz que ERSE apontava para resultados incertos
«Palavra de ministro», garante o responsável pela pasta da Economia, Manuel Pinho. Vai ser adiada a polémica mudança dos contadores de electricidade, prevista para arrancar em 2010 e que deverá custar cerca de mil milhões de euros, a reflectir na tarifa paga pelos consumidores.
Manuel Pinho reage assim às críticas de vários deputados socialistas, e da DECO, que ontem se manifestaram contra a telecontagem, uma medida que foi acordada precisamente pelo Governo de Sócrates e Zapatero, no início deste ano.

Parque Eólico de Arga – Principais características..

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À algum tempo atrás, tive a oportunidade de visitar um dos parques eólicos instalados na região norte, o parque eólico de Arga. Foi uma óptima oportunidade para ver “in loco” a grandiosidade destas estruturas, mas para além disso, pude comprovar alguns dos impactos que este tipo de aproveitamento energético apresenta. Em breve, espero apresentar um post relativo a este tema, ou seja, os principais impactos (positivos e negativos) originados por este tipo de construções. De seguida apresento algumas das características deste aproveitamento, dando desta forma uma ideia geral dos valores e grandezas envolvidas.

O Parque Eólico de Arga Está localizado na Serra de Arga, nas freguesias de Arga de Baixo e Arga de Cima do conselho de Caminha distrito de Viana do Castelo.

O parque eólico é constituído por 12 aerogeradores, Modelo V90 – 3 MW perfazendo uma potência instalada de 36 MW. Cada aerogerador é composto por uma torre de 80 metros, uma “nacelle” (elemento que suporta as pás) e três pás de 42 metros de comprimento cada.

A energia eléctrica gerada em cada aerogerador chega à subestação através de uma rede de cabos, enterrada, de 20 kV, que se estende ao longo dos acessos. Na subestação a energia eléctrica passa para uma tensão de 60kV, através de um transformador de potência de 40 MVA, sendo injectada na rede eléctrica pública.

A produção média anual do parque eólico é de 71,6 GWh, o que equivale a um ano e meio de consumo de energia eléctrica no concelho de Caminha (DGGE 2004).

O parque eólico de Arga poupa cerca de 50 mil toneladas por ano de emissões de dióxido de carbono (CO2, e de outros gases que contribuem para o efeito de estufa, que seriam libertados para a atmosfera pela queima de combustíveis (petróleo, carvão e gás natural) em centrais termoeléctricas.

Neste momento está em fase de construção um outro parque eólico, que se estenderá por vários concelhos. Este será um dos maiores parques eólicos da Europa, sendo composto por cerca de 120 aerogeradores.

Escrito por: Florindo Sousa

Fonte dos dados recolhidos: Empreendimentos Eólicos da Espiga, S.A

Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW

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A energia eólica é vista de forma muito simpática por todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente. Os especialistas em energia, contudo, afirmam que a electricidade produzida pelo vento necessitará de mais tecnologia e menos custos se quiser entrar para valer como uma fonte de geração definitiva.

Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização económica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cataventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contacto com outras partes mecânicas - e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Viabilização económica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo - o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas actuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cataventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por... 500 anos. Ver notícia completa -->

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Montagem de um gerador eólico Vestas V90

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Redes ibéricas de energia procuram mais interligações

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Governo espanhol já solicitou investigação


As redes ibéricas de electricidade estão à procura de uma solução para evitar a redução da capacidade de interligações entre os dois países, como recentemente se verificaram. Nesse sentido, o Comité Técnico do Conselho de Reguladores do MIBEL (mercado ibérico de electricidade) esteve esta quarta-feira reunido em Lisboa, para debater esta, entre outras matérias.

«A título excepcional, o Comité Técnico do Conselho de Reguladores do MIBEL, contou com a presença dos dois operadores de sistema ibéricos (REN e REE) que, apresentaram informação justificativa para as ocorrências verificadas e as medidas adoptadas», refere a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) em comunicado.

O regulador adianta ainda que este comité «solicitou aos dois operadores de sistema ibéricos uma proposta consensualizada para identificação de medidas de harmonização adicionais tendentes a evitar que tais ocorrências possam vir a repetir-se».

E terminam: «O Comité Técnico do Conselho de Reguladores do MIBEL foi informado pelo Regulador Sectorial Espanhol (CNE) de que o Governo Espanhol tomou, já, a iniciativa de lhe solicitar uma investigação tendente a analisar a conjugação desfavorável de indisponibilidades verificadas no parque electroprodutor espanhol».

Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Burocracia e tarifas travam renováveis

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Vários projectos de pequenas centrais hídricas (PCH) e de energia solar termoeléctrica podem ser iniviabilizados graças à redução das tarifas pagas aos promotores e à lentidão dos processos de licenciamento, denunciou ontem a Associação de Renováveis (APREN). No caso das chamadas mini-hídricas (até 20 MW de potência), alerta o presidente da APREN, estão em causa investimentos de 400 a 450 milhões de euros.

Em declarações ao JN, António Sá da Costa lembra que o Executivo baixou em 6% a tarifa das PCH depois de, no Governo anterior, se ter já reduzido de 35 para 15 anos o período em que estava garantida a remuneração destes projectos. E desde 2005, adianta, a tarifa deixou de ser actualizada com base na inflação, pelo que "o seu valor cai 2,5% ao ano".

Também o licenciamento destes projectos continua "muito moroso" e "burocrático", levando alguns a não sair do papel, apesar de as renováveis - e as hídricas em especial - estarem no topo das prioridades do Governo para as energias renováveis. Nalguns casos, conforme o JN noticiou recentemente, o licenciamento arrasta-se durante mais de 10 anos, graças à burocracia e, por vezes, porque há câmaras que recusam licenciar projectos, apesar de haver "luz verde" do Ministério do Ambiente. Ver notícia completa-->

Fonte:http://jn.sapo.pt

Osmose será utilizada para geração de energia limpa

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As ondas, as marés, a luz do Sol e o vento são todos fenômenos facilmente observáveis e que estão na crista da onda quando o assunto são fontes alternativas de energia. Mas existe uma outra fonte nesta mesma categoria que pode ser aproveitada e que não é tão fácil de se entender - quando um rio desagoa no oceano, há uma libertação gigantesca de energia, que tem todo o potencial para ser aproveitada para geração de eletricidade.

Energia da osmose

Osmose será utilizada para geração de energia limpaPara verificar a existência dessa energia - chamada de energia da osmose - basta colocar uma membrana capaz de reter íons de sal entre dois reservatórios, o primeiro contendo água doce e o segundo água do mar. Será imediatamente gerado um fluxo de água em direção à água salgada.

Se o compartimento que contém a água do mar estiver selado, a pressão no seu interior irá aumentar gradativamente até um máximo teórico de 26 bars, o equivalente a uma coluna de água de 270 metros de altura. Essa pressão pode ser então utilizada para a geração de electricidade de forma limpa.--> Ver notícia original e completa

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br


Microgeração pode poupar 6 milhões de euros por ano

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A microgeração pode permitir poupar cerca de 6 milhões de euros por ano em electricidade. A conclusão foi apresentada esta manhã por Ana Estanqueiro, directora da unidade de energia eólica e dos oceanos do INETI, no 2º Fórum para a Energia, organizado pelo jornal Água&Ambiente.

Para a especialista, as vantagens da microgeração são evidentes: diminui perdas de transmissão e distribuição de electricidade, reduz a sobrecarga da Rede Nacional de Transporte (RNT) e a necessidade de novos investimentos e, aliada à eficiência energética, reduz a necessidade de novas centrais.

«Ao preço actual de 500 euros por megawatt, as potenciais 1 500 instalações ficariam gratuitas para o sistema electroprodutor», explica Ana Estanqueiro, acrescentando que a microgeração irá empurrar temporalmente a necessidade de novas centrais». Para o cumprimento desse objectivo falta, segundo a especialista, o desenvolvimento de equipamentos e de sistemas de gestão e integração.

A responsável alertou ainda para a necessidade de sistemas de gestão de consumo, «unidades descentralizadas que fazem a gestão de produção e consumo da electricidade», isto no âmbito de uma produção distribuída, em oposição ao actual sistema centralizado.


Fonte: Ambiente Online

Barragem Ribeiradio - Ermida adjudicada à Eviva Energy e EDP

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A adjudicação da concessão do aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio - Ermida vai ser feita hoje ao agrupamento composto pela Eviva Energy e pela EDP – Gestão de Produção de Energia, para a concepção, construção e exploração daquela unidade.

A iniciativa será presidida pelo ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, no Instituto Politécnico de Viseu. Esta adjudicação resulta da aplicação de todos os procedimentos previstos na Lei nº58/2005, de 29 de Dezembro e no Decreto-Lei nº 226-A/2007, de 31 de Maio desencadeados por um pedido de implantação e captação de água para a produção energia hidroeléctrica, no local de Ribeiradio-Ermida, informa o ministério do Ambiente.

O aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio – Ermida terá como finalidade principal a produção de energia hidroeléctrica, com uma potência total instalada de 78,1 MW. Garantirá ainda os volumes necessários para o abastecimento público, industrial e rega, tanto a jusante do aproveitamento como a partir das albufeiras que serão criadas (Ribeiradio e Ermida). Decorrida a fase de Avaliação de Impacte Ambiental e aprovação do projecto, prevê-se que a construção do aproveitamento, cujo custo estimado é da ordem dos 122,9 milhões de euros, fique concluída em 47 meses.
Fonte: www.ambienteonline.pt

EDP paga indemnizações de um milhão por falhas de luz

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A EDP Distribuição pagou, em 2006, mais de um milhão de euros aos clientes em compensações por interrupções no abastecimento de electricidade superiores a seis horas, refere um relatório elaborado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), e citado pela «Lusa».

De acordo com o relatório de Qualidade de Serviço de 2006, relativo ao transporte e distribuição de energia eléctrica em Portugal, ocorreram 115.429 incumprimentos, pelos quais a EDP teve de pagar cerca de um milhão de euros aos clientes.

Dentro destes incumprimentos, situam-se todos os clientes que durante o ano passado sofreram interrupções de abastecimento superiores a seis horas, valor a partir do qual os consumidores têm de ser compensados pela empresa fornecedora de electricidade.

Os dados do relatório da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apontam para interrupções médias muito inferiores aos 360 minutos (seis horas) para a generalidade dos consumidores que vivem nas várias zonas do País.

Contudo, estes valores, que variam entre os 98,03 minutos dos clientes residentes nas grandes zonas urbanas e os 205,59 minutos dos clientes que vivem em zonas mais pequenas, com menos de 2.500 habitantes, cumprem os padrões de qualidade definidos pela ERSE. Ver notícia completa-->

Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

Zona piloto para projectos de energia das ondas privilegia tecnologia Pelamis

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Apesar de o Governo ter aprovado, em Conselho de Ministros, o decreto-lei que estabelece o regime jurídico de acesso e exercício das actividades de produção de energia eléctrica a partir da energia das ondas, essa decisão poderá não ser suficiente para impulsionar esta fonte de energia renovável. «A definição de uma zona-piloto é meritória, no entanto, essa zona tem características de ondulação boas para quando as tecnologias tiverem atingido outra fase de evolução», lembra João Bártolo, presidente da comissão executiva da Generg, empresa que tem atribuída uma potência de 3 MW para a instalação de equipamentos para aproveitamento da energia das ondas.

Situada a oeste de São Pedro de Moel, «para uma fase preliminar a zona piloto definida tem uma ondulação excessivamente forte. Apesar do empenho do Governo, se não forem criadas condições para acolher equipamentos de escalas mais pequenas, corremos o risco de perder a fase de maior criatividade no desenvolvimento das tecnologias. Neste momento há uma sensibilização para esta questão, mas até se passar à criação das condições necessárias ainda vai uma grande diferença». Ver notícia completa-->

Fonte: http://www.ambienteonline.pt

3M associa-se à Clinton Climate Initiative

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3M acaba de se associar ao acordo de abastecimento global da Clinton Climate Initiative.

Segundo o acordo, a 3M vai passar a comercializar películas para janelas que permitem uma poupança de energia, em 40 das maiores cidades do mundo, em grandes volumes e a preços reduzidos, ajudando os edifícios a minimizar a energia que consomem, a qual está associada às emissões de dióxido de carbono. (CCI) para reduzir as emissões de dióxido de carbono, tornando as tecnologias de poupança de energia viáveis e acessíveis às cidades de todo o mundo.
Cinco tipos de películas 3M entram nesta iniciativa, bloqueando o calor que entra pelas janelas, sem prejudicar os sistemas de ar condicionado, e diminuindo os custos gerais de energia durante os meses de Verão ou em países com climas mais quentes. Entre estes materiais estão duas películas da gama Prestige, as primeiras translúcidas e sem metal, que reduzem o calor e impedem que os raios UV entrem em edifícios comerciais, permitindo todavia que a luz natural passe.

Bill Clinton, ex-presidente norte-americano e fundador da Clinton Climate Initiative, afirmou que «Ao disponibilizar estes produtos a uma taxa mais baixa podemos garantir que mais cidades e cidadãos têm acesso a eles e que o mercado para a tecnologia de energia limpa cresça. Em conjunto, espero que possamos ter impacto na redução de emissões de gases com efeito estufa em todo o mundo».

Fonte: Ambiente Online

Aprovação do decreto-lei para energia das ondas deixa mercado na expectativa

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O Governo já aprovou, em Conselho de Ministros, o decreto-lei que estabelece o regime jurídico de acesso e exercício das actividades de produção de energia eléctrica a partir da energia das ondas. Depois da eólica e da biomassa, esta poderá ser a próxima aposta governamental em matéria de energias renováveis. Falta agora avançar com a publicação da legislação, que estabelece uma zona piloto, situada a oeste de São Pedro de Moel, para além dos 30 metros de profundidade. O objectivo? «A criação de condições para o desenvolvimento de um cluster de produção de energia com elevado potencial, que deverá envolver os centros de excelência nacionais e tornar-se internacionalmente competitivo», de acordo com informação do Executivo.

A concessão para a exploração da zona piloto será atribuída a uma entidade gestora, escolhida através de um concurso público. Pode também ser entregue, por ajuste directo, a uma entidade estatal. A licença de exploração a atribuir não pode ir além dos 35 anos.

A publicação do decreto é mesmo uma das condições em falta para que os possíveis investidores possam avançar com os seus projectos. É o caso da Tecdragon. «A Assembleia da República emitiu um despacho há cerca de três meses, no qual deu 90 dias ao Governo para fazer sair o decreto. O prazo termina no final deste mês. Estou convencido de que poderá haver novidades até ao final do ano», diz Manuel Borges da Cunha, accionista da empresa que pretende investir 150 milhões de euros na construção de um parque de aproveitamento da energia das ondas de 50 MW na costa marítima nacional.

Além deste projecto, actualmente, já se encontra em processo de instalação um primeiro parque de produção de energia a partir das ondas, situado ao largo da Póvoa do Varzim. Esta iniciativa da Enersis será agora enquadrada na nova legislação.

As ondas são, aliás, um dos segmentos das renováveis com maior potencial ainda por explorar. Num período de 20 a 30 anos, acredita António Sarmento, director do Centro de Energia das Ondas, «poderão ser atingidos os 5000 MW na costa ocidental portuguesa, ao qual devem ser adicionados os potenciais da Madeira e dos Açores», que implicariam um investimento superior a 5000 milhões de euros. Mas para que tal possa acontecer, «primeiro é necessário que sejam superados problemas de natureza tecnológica, que envolvem uma maior fiabilidade dos equipamentos, a redução de custos de fabrico, instalação e operação, refere o especialista. Por outro lado, é preciso que «seja criado um mercado de energia das ondas que coloque encomendas aos tecnólogos, que lhes permita investir na tecnologia e ganhar experiência na operação das centrais de energia das ondas, e que sejam disponibilizados pontos de ligação à rede, criados procedimentos de licenciamento simplificados e um tarifário subsidiado sem os quais não é possível criar um mercado emergente».


Fonte: Ambiente Online


Novo magneto hiper-forte possui câmara para experimentos em seu interior

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Engenheiros da Universidade da Flórida, nos Estados Unidos, testaram com sucesso um design revolucionário de um magneto que poderá literalmente lançar novas luzes no campo das nanociências e das pesquisas com materiais semicondutores.

Intensidade magnética

O novo magneto consegue dirigir e espalhar a luz de um laser não apenas em seu centro, mas também a partir de quatro portas em suas laterais. Ainda assim ele consegue manter um campo magnético acima de 25 tesla.

O mais forte magneto de divisão de campo hoje existente alcança 18 tesla. Tesla é a unidade de medida da intensidade de um campo magnético - 1 tesla é igual a 20.000 vezes o campo magnético da Terra.

Estudando novos materiais

O novo magneto permitirá que os cientistas projectem luz sobre cristais a partir de ângulos que não podem ser alcançados hoje no interior de campos magnéticos ultra-fortes.

Na pesquisa com materiais, seja para a construção de equipamentos de ressonância magnética ou para a fabricação de discos rígidos, os pesquisadores precisam analisar quais tipos de luz são absorvidos ou refletidos a diferentes ângulos dos cristais, o que lhes dá insights sobre a estrutura electrónica fundamental do material que está sendo pesquisado.Ver notícia completa-->

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

Três entidades disputam construção da central solar fotovoltaica no MARL

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Até ao final de 2007, a entidade gestora do MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa vai anunciar o resultado do concurso para atribuição de licença para a construção e exploração de uma central solar fotovoltaica.


A entidade seleccionou três das nove propostas inicialmente apresentadas por cinco concorrentes. À segunda fase do concurso passaram as empresas Earthlife, Dalkia/Edifer/FDO/Rui Ribeiro e Fomentinvest/Caixa Capital/Global Solar Fund.

O contrato a celebrar prevê a venda de participação qualificada na sociedade MARL Eneregia, mantendo-se cinco por cento na posse da MARL, a entidade gestora do mercado. A concessão da exploração corresponde a um período de 25 anos.

De acordo com a empresa, a unidade a instalar «será a maior do mundo em ambiente urbano e a terceira maior Em Portugal». Terá uma potência instalada de 6 MW, o que se pode traduzir pelo abastecimento em energia solar a mais de três mil lares, cerca de 12 mil pessoas.
O investimento no projecto ronda os 30 milhões de euros, devendo este estar concretizado até ao final de 2008.

Fonte: Ambiente Online

Renováveis custam este ano perto de cem euros a cada consumidor

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As energias renováveis vão custar, este ano, a cada consumidor de baixa tensão em Portugal, cerca de 100 euros, segundo as contas do Água&Ambiente. Isto significa que os consumidores vão pagar perto de o triplo do montante pago em 2006, que ascendia a 38 euros. Esta subida exponencial do sobrecusto das energias renováveis deve-se à alteração da legislação que entrou em vigor a partir de 1 Julho de 2006, que penaliza os consumidores de baixa tensão em detrimento dos de alta tensão, que ficaram praticamente isentos desta contribuição.

Na globalidade, o sobrecusto com as renováveis – co-geração, eólica, biogás, outros, fotovoltaica, hídrica, biomassa, resíduos sólidos urbanos, e ondas - ascendeu a cerca de 510 milhões de euros em 2007, de acordo com informação da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Deste montante, cerca de 269 milhões de euros será pago pelos consumidores de baixa tensão (5, 4 milhões) que têm a seu cargo 99,05 por cento dos custos que os subsídios das energias renováveis representam. Os restantes 241 milhões de euros, correspondentes aos subsídios pagos à co-geração, e que não é abrangida pela nova legislação, são repercutidos por todos os consumidores nacionais (5,9 milhões).Ver notícia completa-->

SERMA 2007 – Salão das Energias Renováveis e do Meio Ambiente

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Promovido pela Associação Comercial de Braga, o SERMA 2007 pretende divulgar, junto de empresários, profissionais e público em geral, produtos, equipamentos e serviços, bem como novos conceitos e soluções, associados às energias renováveis e à eficiência energética.

OBJECTIVOS:

  • Identificar os principais intervenientes deste mercado;

  • Divulgar a oferta de produtos, serviços e equipamentos em desenvolvimento no âmbito das energias renováveis;

  • Divulgar novos conceitos na aplicação das energias renováveis;

  • Apresentar novas soluções para a racionalização do consumo de energia;

  • Analisar as vantagens da utilização das energias renováveis.

  • Consciencializar empresários e particulares para a importância da eficiência energética;


ÁREAS DE NEGÓCIO:


  • Energia Solar (Térmica e Fotovoltaica)

  • Energia Termodinâmica;

  • Energia eólica;

  • Energia hidráulica;

  • Micro-geração de energia;

  • Hidrogénio como combustível;

  • Gestão de resíduos;

  • Eficiência energética.

Tratando-se de um sector com potencial e em franco crescimento, acreditamos que este certame constitui uma boa oportunidade para a concretização de negócios, na medida em que cada vez mais aumenta o número de consumidores/cidadãos exigentes e conscientes da importância da preservação do meio ambiente e promoção da qualidade de vida.

Assim, consideramos que este evento é essencial para despoletar consciências e esclarecer os consumidores, empresários e demais cidadãos, da importância da utilização das Energias Renováveis, sendo primordial conseguir obter um maior número de agentes económicos presentes neste evento, a fim de proporcionar ao público uma vasta oferta de produtos, serviços e equipamentos disponíveis no mercado ao nível das energias renováveis.


DESTINATÁRIOS DESTA INICIATIVA:

- Empresários do sector provenientes do Norte de Portugal e Galiza;

- Profissionais de arquitectura, engenharia, construção civil e consultoria;
- Autarcas e responsáveis da Administração pública central e local;
- Profissionais relacionados com a eficiência energética e meio ambiente;

- Empresários da Hotelaria e Restauração;
- Público em geral.


PERFIL DO EXPOSITOR:
- Fabricantes, Importadores, Distribuidores, e Instaladores;
- Empresas de produção, transporte e distribuição de energia;
- Equipamentos, tecnologias e serviços para a eficiência energética;
- Instaladores e consultores do sector energético;


A questão das Energias Renováveis está na ordem do dia, sendo determinante abordar temáticas pertinentes, de modo a quebrar barreiras entre a oferta e a procura destes serviços.

Atendendo às especificidades do tecido empresarial da Região e às estratégias de participação das diversas entidades neste Salão das Energias Renováveis e do Meio Ambiente, a ACB dinamizará, em parceria com os expositores, um apelativo programa de actividades.


TEMÁTICAS A ABORDAR:

  • Legislação em vigor no âmbito das energias alternativas;

  • Produção de Biocombustível (biodiesel, bioetanol) através da Biomassa;

  • Optimização e inovação tecnológica ao serviço da energia solar:

  • Combustíveis alternativos para os transportes;

  • Hidrogénio como combustível;

  • Gestão de resíduo;

  • Eficiência energética e sustentável em edifícios

  • Energia: A Era da micro geração.


Fonte: Associação Comercial de Braga

Cascais monitoriza consumos de energia em edifícios municipais

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O Municí­pio de Cascais, através da Agência Cascais Energia, está actualmente a identificar, com recurso à Internet e em tempo real, os padrões de consumo de energia em 20 edifí­cios municipais numa área monitorizada superior a 10 000 metros quadrados de área edificada.

O projecto, que teve iní­cio em Julho de 2007, permite uma leitura dos consumos de electricidade, por edifí­cio, de forma a ser identificado o padrão de consumo real, o desejado e os desperdí­cios existentes. A iniciativa visa a implantação eficaz e localizada de medidas correctivas, bem como de programas de boas práticas na utilização de energia nos locais de trabalho, com recurso ou não a tecnologias que melhorem a eficiência energética, na utilização dos edifí­cios.

Numa segunda fase, o projecto envolverá a gestão do consumo de energia em cada um dos centros de consumo, controlado por um gestor de energia e apoiado por um sistema de alarme que notificará, via SMS e correio electrónico, qualquer ocorrência de consumo excessivo.
Estas e outras iniciativas e projectos da Agência Cascais Energia visam de uma forma paralela a preparação dos edifí­cios para o novo Sistema de Certificação Energética. O municí­pio prepara-se para certificar o seu primeiro edifí­cio público, já no iní­cio de 2008. Esta iniciativa será, segundo a autarquia, um passo no sentido de familiarizar a população com o sistema e com o significado das classes energéticas nos edifí­cios.

A implementação de medidas de optimização energética nos edifí­cios municipais poderá evitar a emissão de cerca de 1700 toneladas nos próximos cinco anos. Até 2012 a Agência Cascais Energia espera ajudar o Municí­pio de Cascais a reduzir cerca de 8820 toneladas de CO2 resultantes da implantação de projectos iniciados em 2007.

Fonte: Ambiente Online

EDP quer investir 361 milhões na construção de central em Gijón

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A EDP, através da HC Energia, apresentou o projecto de construção de uma central de ciclo combinado, propriedade do Porto de Gijón.O objectivo da eléctrica é obter a concessão administrativa para a construção e exploração desta central.

«A construção desta central, que implicará um investimento de 361,4 milhões de euros, não esgota a superfície disponível na parcela assinalada, e o seu funcionamento não prevê nenhum tipo de afectação significativa, dada as suas características especificas, bem como os sistemas inovadores de que ficará dotada», refere a empresa em comunicado.

Central tem potência de 865 MW

A EDP diz que a apresentação, realizada esta sexta-feira, foi feita dentro do prazo estabelecido. Esta central tem uma potência de 865 MegaWatts (MW), em terrenos explanados de Abono.

«A documentação apresentada contém, conforme os requisitos estabelecidos neste processo, um projecto básico com a descrição das actividades a desenvolver, as características das obras e das instalações que se executarão, e um estudo de impacto ambiental», adiantam. Ver noticia completa-->

Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

REN lucra 144,8 M€ até Setembro

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A REN- Rede Eléctrica Nacional registou 144,8 milhões de euros de lucro nos primeiros nove meses deste ano, anunciou esta terça-feira a empresa.

A empresa refere que os resultados não são comparáveis com os do ano passado devido à integração do negócio do gás, ocorrida no terceiro trimestre de 2006.

As receitas operacionais ascenderam a 404,9 M€, enquanto o EBITDA ajustado se cifrou em 294,6 M€.

Os números divulgados superaram as previsões dos analistas, que apontavam para lucros na ordem dos 119 M€.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt

Material magnético moldável simplifica fabricação de motores elétricos

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(...)

Fabricação de motores eléctricos

Calcula-se que em uma residência típica existam cerca de 60 motores eléctricos. Um automóvel moderno, por sua vez, possui mais de 100. A construção da maioria deles utiliza como elemento magnético uma série de placas metálicas montadas umas sobre as outras, com bobinas de fios de cobre enroladas ao seu redor.

A montagem dessa estrutura é tecnicamente simples, mas trabalhosa - o processo de fabricação de um motor eléctrico desses possui cerca de 60 etapas.


Material magnético moldável

O que os engenheiros desenvolveram agora foi um novo tipo de material magnético que pode ser moldado em qualquer formato, eliminando a necessidade da montagem das placas e enrolamento dos fios, reduzindo o processo de fabricação de um motor para poucas etapas.

O material magnético é uma mistura de uma liga de ferro em pó com um polímero - cuja composição não foi divulgada pelos cientistas - que demonstrou uma excelente rendimento energético. Mantendo as dimensões dos motores, a substituição das tradicionais bobinas enroladas sobre chapas metálicas pelo novo material mais do que dobrou o rendimento do motor.

"A técnica não é adequada para motores de alto desempenho, como servo-motores. Mas para ventiladores, bombas, aplicações domésticas e automóveis ela é uma solução perfeita," diz Alküla.

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

Portgás investe 2,3 milhões para levar gás natural a Ponte de Lima

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A Portgás vai investir 2,3 milhões de euros até 2010 para levar a rede de gás natural a Ponte de Lima. Até agora já foram construídos 40 quilómetros de rede primária e 5562 quilómetros de rede secundária, o que permitirá abastecer, numa primeira fase, as freguesias de Arca, Feitosa, Ponte de Lima e Ribeira.

Até ao final de 2007, a empresa do grupo EDP disponibilizará mais 550 mil euros para investir no prolongamento da rede secundária do concelho, o que representa a construção de 21 quilómetros. No final de 2008 ficarão instalados 31 quilómetros de rede secundária de abastecimento, num investimento global que rondará os 5,5 milhões de euros.

«A Portgás dá, assim, continuidade à expansão da rede pública de distribuição de gás natural e contribui para o desenvolvimento dos concelhos, para a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes e para o reforço da competitividade das empresas da região», sublinha a EDP.
Dos 29 concelhos pertencentes aos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, que constituem a área de concessão da Portgás, 21 já são abastecidos com gás natural.

Energia mais cara em Portugal que na UE penaliza domésticos

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Os preços da energia em Portugal continuam muito acima da média europeia, mas são sobretudo as famílias e empresas mais pequenas que pagam a maior diferença. Esta conclusão, tirada a partir dos últimos dados do Eurostat para as tarifas do primeiro semestre de gás e electricidade (com IVA), é sobretudo válida para o gás natural, do qual as grandes indústrias gozam em Portugal de preços melhores que a média da UE e que a própria Espanha.

Segundo os dados revelados pela Direcção-Geral de Energia, os domésticos portugueses pagavam valores 26% a 27% acima da média europeia na electricidade. Esta média refere-se a dois tipos de clientes, um com um consumo anual de 1200 kilowatt/hora (kWh) e outro com 3500 kWh. Já para os clientes industriais, a diferença de preços continua a penalizar Portugal, mas menos. Um cliente-tipo com consumo anual de 1,25 gigawatt por hora (GWh) tem uma tarifa que era na primeira metade do ano 4,4% acima da média da União Europeia. Ver notícia completa-->

EDP aposta em redes inteligentes

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A EDP Distribuição lançou, ontem, o projecto InovGrid, que vai permitir, numa primeira fase, com um investimento de 70 milhões de euros, investir em redes de distribuição inteligentes e instalar 200 mil Energy Box com funcionalidades de telecontagem, até 2009. A EDP é, assim, a primeira empresa em Portugal a apresentar um projecto de investimento nas redes de distribuição de electricidade inteligentes ("smarts grids"), associada à instalação de Energy Box na casa dos clientes.
Com este projecto, a eléctrica nacional procura responder a um novo paradigma energético que passa pela aposta nas renováveis, pela microgeração e pela procura de um uso mais eficiente da energia. O projecto InovGrid, cujo de-senvolvimento vai ser feito em parceria com o INESC Porto, a Efacec, a Janz e a Edinfor, vai obrigar a uma forte intervenção na rede de distribuição de electricidade, introduzindo-lhe funcionalidades avançadas de telegestão de energia, capacidade de integração da microgeração e mecanismos inteligentes que vão permitir uma nova forma de gerir e controlar a rede. Ver notícia completa-->

Novo LED de luz branca é esperança promissora para revolução na iluminação

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Cientistas indianos anunciaram um feito longamente esperado e que poderá revolucionar o mundo da iluminação. Eles produziram um LED capaz de emitir luz branca, o elo que faltava para que essas lâmpadas de estado sólido venham a substituir de vez as lâmpadas fluorescentes e as incandescentes que ainda restam.
LED de luz branca
Os cientistas anunciaram ter conseguido fabricar um LED baseado em um novo composto de fósforo utilizando nanocristais do semicondutor sulfeto de cádmio misturado com manganês. Ele produz uma tênue luz branca estável que se mantém constante ao longo do tempo e apresenta um desempenho geral superior à das gerações anteriores de LEDs.
O novo LED de luz branca está no primeiro estágio de desenvolvimento e, mesmo sendo promissor, ele deverá ser aprimorado para que possa vir a ser utilizado em aplicações práticas.
Luz de estado sólido
Os LEDs são muito mais eficientes do que as lâmpadas fluorescentes e incandescentes e poderão representar um corte substancial no consumo de eletricidade para iluminação. Para isso, entretanto, é necessário que os cientistas consigam produzir um LED capaz de emitir luz branca pura, e não como fruto da mistura de LEDs vermelho, azul e verde.
Cientistas japoneses recentemente relataram progressos nesse mesmo sentido, embora não tenham divulgado maiores detalhes sobre seu LED de luz branca. Para outros avanços na área, veja Criado material fosforescente capaz de emitir luz branca e Luz branca emitida por dispositivo sólido.

Política fiscal promete incentivar renováveis em 2008

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O Orçamento de Estado (OE) para 2008 veio dar um novo empurrão às energias renováveis, ao alterar o actual panorama fiscal que permite que apenas os contribuintes sem empréstimo à habitação possam deduzir à colecta (IRS) os investimentos feitos em equipamentos de energias renováveis.

A proposta de OE possibilita que qualquer pessoa possa agora fazer uma dedução à colecta de 30 por cento do custo do equipamento e até 777 euros, quando a actual legislação não permitia que esta dedução fosse cumulável com a do empréstimo de habitação. Abrangidos são todos os equipamentos novos para utilização de energias renováveis e, de equipamentos para a produção de energia eléctrica e ou térmica (com potência até 100 kW), que consumam gás natural, incluindo equipamentos complementares indispensáveis ao seu funcionamento.

A alteração responde, assim, às mais diversas críticas de personalidades do sector e não só, que alertaram para o facto da legislação desincentivar a proliferação de equipamentos de energias renováveis pelo consumidor final, contrariamente ao que o Governo anunciava como seu propósito, nomeadamente com a publicação da legislação relativa à microgeração.

O produto da venda de electricidade feita pelos microgeradores, ou seja os consumidores que produzam electricidade em suas casas, passa a estar isenta de IRS, o que vem simplificar o sistema e representa uma situação incentivadora da instalação deste tipo de aparelhos.

No entanto, uma das críticas que também se têm vindo a fazer sentir, mas que não foram acatadas neste OE, respeita à redução de 12 para 5 por cento da taxa de IVA aplicada a equipamentos de energias renováveis.

Fonte:
Ambiente Online

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O projecto social do Rock in Rio – Lisboa, dedicado este ano ao ambiente, lançou a sua primeira grande acção: o concurso «Rock in Rio Escola Solar». O concurso é um desafio às escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário de todo o País que deverão apresentar projectos que conjuguem benefícios de carácter ambiental e social. As 20 escolas vencedoras receberão os painéis fotovoltaicos, sendo que terão de vender parte da energia produzida à rede eléctrica. As receitas provenientes desta venda deverão reverter para outros projectos sociais, através da SIC Esperança, bem como para os três melhores projectos. Os sistemas fotovoltaicos, com uma capacidade de até 3,5 kWp cada, vão permitir, ainda, divulgar a temática das energias renováveis e das alterações climáticas junto do público jovem.
Os sistemas instalados serão complementados com terminais informáticos para que possam monitorizar online os resultados de produção de energia dos sistemas de cada escola e, ao mesmo tempo, aceder a informação útil sobre questões relacionadas com a utilização racional de energia e com as alterações climáticas.

As inscrições dos projectos a concurso decorrem até 30 de Outubro e deverão ser efectuadas através do site oficial do Rock in Rio, em www.rockinrio-lisboa.sapo.pt - , até ao final do corrente ano. Os projectos apresentados deverão poder ser implementados até ao final do ano lectivo 2007/ 2008.

Electricidade sem concorrência em 2008

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Ainda não deverá ser em 2008 que haverá concorrência no mercado eléctrico para os clientes domésticos. Pelo menos foi esse o sinal deixado ontem pelos potenciais competidores da EDP durante o Fórum da Energia promovido pelo Diário Económico, um dia depois da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) ter anunciado uma subida das tarifas de 2,9% para 2008, abaixo das expectativas. Galp, Unión Fenosa, Endesa e Iberdrola foram claras quanto à inexistência de condições no mercado eléctrico português para avançar com novas ofertas ou reforçar as já existentes para o segmento empresarial. O baixo nível das tarifas reguladas e a insuficiente capacidade de interligação de Espanha são os argumentos dos potenciais concorrentes da EDP que só deverão avançar quando tiverem produção própria em Portugal. Ou seja, a partir de 2009, quando estiverem a operar as primeiras centrais a gás.

Depois de ter anunciado, na apresentação dos resultados semestrais, o objectivo de entrar no mercado de venda final de electricidade em 2008, o presidente da Galp Energia veio ontem dizer que, afinal, não entrará nesta actividade enquanto não tiver produção própria. Ferreira de Oliveira tinha revelado em Agosto a intenção de comprar energia a terceiros, através de leilões de capacidade, em Portugal ou Espanha, para a venda. Ontem realçou que não existe um mercado grossista que permita abastecer o retalhista (consumidor final). No último leilão, a REN só vendeu um terço da energia porque o preço era alto. Por outro lado, não há entre Portugal e Espanha interligações físicas suficientes para haver concorrência. A Galp só vai comercializar electricidade "quando existirem condições para operar sem perder dinheiro" e quando for possível ter uma oferta integrada da produção à venda.

E foi de prejuízos que falou o administrador da Unión Fenosa, Luis Díaz Lopez. Apesar de "estar para ficar" no mercado português, a eléctrica galega diz que as comercializadoras, onde se inclui a EDP e a Endesa, perderam entre Julho e Setembro 18 milhões de euros, por não conseguirem aceder à energia mais barata, do lado espanhol, para abastecer os seus clientes em Portugal. Para além das tarifas a clientes finais, Díaz Lopez queixa-se das elevadas tarifas de acesso às redes de distribuição, que servem as pequenas e médias empresas, e que diz "são 80% superiores às de Espanha".

O presidente da Iberdrola Portugal, Pina Moura, insistiu que enquanto a escassez da oferta e distribuição não se reflectir nas tarifas - que por imperativos políticos não cobrem os custos da energia - continuará a haver distorções na eficiência e no mercado. Já o presidente da Endesa Portugal, que na semana passada tinha ameaçado abandonar o mercado de venda nacional, diz que a eléctrica vai manter a estratégia para Portugal, apesar de ter novos accionistas. "Mas é preciso que nos deixem actuar". Aos jornalistas, Nuno Ribeiro da Silva, não quis falar da proposta de aumento da electricidade: "o ministro da Economia não quer que as empresas espanholas falem das tarifas portuguesas". Não deixou contudo de comentar, ironicamente, as contas da ERSE sobre a subida de um euro, ou duas bicas por mês na factura mensal, dizendo que são "bicas fiadas", ou seja, vão custar mais a prazo.

Fonte: DN Online