Lucros da EDP Renováveis disparam para 46 milhões

0 comentários


Os lucros da EDP Renováveis atingiram os 46 milhoes de euros no quarto trimestre de 2008, o que contrasta com os 4 milhões alcançados um ano antes. Já no conjunto do ano passado, o resultado líquido ficou nos 104 milhões, mas não tem base comparável uma vez que a empresa só foi criado no final de 2007. De acordo com a empresa, os lucros beneficiaram de baixos custos financeiros.
Os resultados foram divulgados esta manhã e superaram as expectativas dos analistas.


As receitas chegaram aos 532,4 milhões de euros em 2008.
O forte crescimento da margem bruta, em conjunto com as economias de escala registadas, levou a um aumento de 91% do EBITDA e a uma melhoria da margem EBITDA para 75,3%.


Empresa diz que cumpriu objectivos propostos


«A EDP Renováveis cumpriu os objectivos anuais a que se tinha proposto no IPO. Durante os últimos 12 meses, a empresa instalou 1.413 MW, o que demonstra a sua capacidade de execução», refere a eléctrica.
Deste modo, a EDPR aumentou a sua capacidade instalada em 40%, ultrapassando em Dezembro de 2008 os 5 Giga Watts (GW) de capacidade instalada bruta. A forte performance operacional de 2008 teve reflexo no aumento de 91% no EBITDA para 438 milhões.


Dívida líquida diminuiu para 1.070 milhões


Dos 1.413 Mega Watts (MW), 744 MW foram instalados na Europa e 669 MW nos EUA. Neste momento, a EDPR tem 769 MW em construção, 569 MW na Europa e 199 MW nos EUA, o que lhe dá uma boa visibilidade da capacidade a instalar durante 2009.
A margem bruta aumentou 82%, alcançando 581 milhões de euros, beneficiando do aumento da produção para 7.807 GWh (mais 78% vs 2007) e dos atractivos preços de venda de 98 euros/MWh na Europa e de 86 dólares /MWh nos EUA (incluíndo benefícios fiscais).
«A dívida líquida diminuiu para 1.070 milhões, com os investimentos a serem financiados maioritariamente pelo encaixe do IPO (1.567 milhões) e cash flow. Em Dezembro 2008, a dívida líquida representava apenas 16% do EV da EDPR, o que demonstra a solidez do seu balanço», adianta.


Ventominho inaugura maior parque eólico da Europa

0 comentários

Investimento acima dos 361 milhões de eurosA VentoMinho, Energias Renováveis, inaugura esta quarta-feira o maior parque eólico da Europa, em Monção. O investimento ultrapassou os 361 milhões de euros.

O novo parque eólico vai contar com 120 aerogeradores e tem uma capacidade instalada de 240 megawatts.

Está prevista uma produção anual de 530 gigawatts por hora.

A cerimónia de inauguração vai contar com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e do ministro da Economia, Manuel Pinho.


Na cerimónia será também assinado o segundo protocolo entre a Comédias do Minho-Associação para a Promoção de Actividades Culturais do Vale do Minho e a EEVM-Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, para o triénio 2009/11, o qual estabelece a continuidade da cooperação para a dinamização dos valores culturais no Vale do Minho.

Fonte: Agência Financeira

Portugal pode avançar em breve para parques de energia eólica em alto mar

0 comentários

Portugal pode avançar em breve com as primeiras experiências de parques de energia eólica no alto mar. O ministro da Economia revelou que o Governo está a ser contactado por várias empresas do sector que querem utilizar a plataforma marítima continental para a instalação de moinhos produtores de electricidade.

No entanto, Manuel Pinho frisou que a aposta do Governo continua a ser a ocupação das serras portuguesas.

«Ainda temos muito espaço para instalar torres eólicas em terra, mas como queremos experimentar um pouco de tudo nisto das energias renováveis, é intenção do Governo fazer algumas experiências na área das off-shore», disse, acrescentando que existem «algumas empresas interessadas» em avançar nesse sentido.

O titular da pasta da Economia ressalvou que o Executivo tem de ter «consciência que qualquer experiência que seja feita ao nível do off-shore não é comparável com o que está a ser feito com as eólicas instaladas em terra».

Os últimos dados apontam para que daqui a sete anos esteja esgotado o espaço útil em Portugal para a instalação de parques eólicos. Neste sentido, a partir de 2015, os parques eólicos em alto mar deverão ser encarados como alternativa para a produção de electricidade a partir do vento.

Os especialistas apontam para a produção, numa primeira fase, de 3500 megawatts, um potencial bastante abaixo dos planos do Reino Unido que espera, em 2020, ter instalados 25 gigawatts de energia eólica off-shore.

Fonte: TSF

Martifer entra nas energias renováveis no Brasil

0 comentários

A Martifer anunciou hoje que a sua participada Rosa dos Ventos inaugurou dois parques eólicos, no Estado do Ceará, no Brasil.

Num comunicado a Martifer refere que este parques têm uma potência total de 14,7 MW, estimando a empresa que a produção anual combinada dos parques eólicos de Canoa Quebrada e Lagoa do Mato ascenda a 61.000 MWh, “energia suficiente para abastecer uma cidade de 50 mil habitantes evitar a emissão de cerca de 25.800 toneladas de CO2 para a atmosfera”.

A mesma fonte salienta que as turbinas destes parques são das maiores instaladas no Brasil até hoje, quer em termos da potência unitária quer na altura das torres instaladas, sendo que estes parques inserem-se no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e no Programa de Incentivo às Fontes Alternativas de Energia Eléctrica (Proinfa), promovidos pelo governo brasileiro, para estimular a produção de energia a partir de fontes renováveis.

Jorge Martins, o CEO da empresa do grupo para as energias renováveis, a Martifer Renewables, está presente no Brasil para a inauguração dos dois projectos, que são os primeiros 14,7 MW a serem concluídos dos 110 MW que a Martifer Renewables tem actualmente em construção, os quais se juntam aos 53 MW em funcionamento que o Grupo tem na Alemanha”.

A Martifer Renewables passa agora a ter parques em operação na Alemanha e Brasil, 96MW de parques eólicos em construção em Portugal, Polónia Roménia e soma em projectos em operação e desenvolvimento, um valor superior a 4,000MW.

A companhia está neste momento presente em Portugal, Alemanha, Espanha, Polónia, Roménia, Eslováquia, Ucrânia, Estados Unidos da América, Brasil, Bulgária, Austrália, Grécia e Itália.
Fonte:Jornal de Negocios

Esponja high-tech armazena hidrogênio para carros

0 comentários

Aquele futuro no qual o hidrogénio será utilizado como combustível, produzindo apenas água como subproduto, está um pouco mais próximo da realidade graças a uma descoberta feita por um grupo de pesquisadores gregos.

George Froudakis e seus colegas da Universidade de Creta idealizaram uma esponja capaz de reter 6,1% de seu peso em hidrogénio em condições ambientes de temperatura e pressão.

Armazenamento de hidrogénio


A nova esponja high-tech supera o nível de 6% estabelecido pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos como o limite acima do qual a utilização do hidrogênio para alimentação de automóveis se torna viável.

O hidrogénio é um combustível extremamente promissor, mas ainda há grandes desafios tecnológicos a serem vencidos antes que seu uso possa se disseminar. Além de sua própria produção, hoje feita à base de gás natural, um combustível fóssil como o petróleo, armazená-lo é um grande problema, exigindo altas pressões ou temperaturas criogênicas.

A solução mais promissora é o armazenamento sólido, no qual o hidrogénio passa a fazer parte da estrutura atómica de um material, sendo liberado aos poucos, na medida necessária para alimentar o veículo.

Esponja de alta tecnologia


A nova esponja, por enquanto demonstrada apenas em simulações de computador, deverá ser fabricada com folhas de grafeno - estruturas com apenas um átomo de carbono de espessura no formato de telas de galinheiro - separadas por pilares de nanotubos, também de carbono, medindo 1,2 nanômetro de altura.

Quando dopada com íons de lítio, a esponja high-tech consegue reter as moléculas de hidrogénio que se difundem facilmente entre seus poros, graças às suas pequenas dimensões.

Agora é esperar pela sintetização das primeiras amostras desse novo material teórico para que as previsões das simulações possam ser verificadas.

Fonte:Inovação tecnológica

Dependência dos combustíveis fósseis com fim à vista

0 comentários


O estudo “Energy (R) evolution” prevê que as energias renováveis, até 2090, possam substituir os combustíveis fósseis com o objectivo de travar o aquecimento global. Seria necessário que os investimentos nas energias se efectuassem até 2030 e, de acordo com a EREC e a Greenpeace, esta mudança é necessária, de forma a evitar os perigos inerentes às alterações climáticas.

Algumas das medidas a tomar, propostas pelo estudo, passam por um corte faseado dos subsídios ao nuclear e combustíveis não renováveis, pelo reforço do sistema de limitação e comércio de emissões de dióxido de carbono e redução do aumento de emissões de CO2 com efeito de estufa. Pretende-se, também, criar estruturas de energias renováveis com modelos eficientes aplicáveis aos edifícios e veículos.

O relatório diz que os mercados de energias renováveis estão em crescimento e que poderão vir a crescer ainda mais, de forma a proporcionar uma sustentabilidade global. As projecções são bastante mais optimistas que as da Agência Internacional da Energia que prevê, através dos recurso energéticos renováveis, o abastecimento de só 13% da energia mundial. Já o relatório “Enregy (R) evolution” antevê um abastecimento de 30% até 2030 e 50% até 2050.
Sven Teske da Greenpeace, num e-mail que escreveu à Reuters diz que “a actual instabilidade sentida nos mercados é um forte argumento para aplicar este conceito sobre a evolução energética”.

A aplicação deste projecto, segundo o líder do grupo ambiental Greenpeace, poderá salvar a actual crise, num modelo parecido ao aplicado nos anos 30 depois do “crash” na bolsa de Nova Iorque.
O líder da Greenpeace está, também, convencido de que este processo de crescimento das energias renováveis não será limitado aos países em desenvolvimento, facto que não aconteceu com a internet e o sector financeiro.

Fonte: Rádio Renascença

Painéis solares acompanham Sol sem uso de motores usando liga bimetálica

0 comentários

Um grupo de estudantes do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveu um equipamento de automação para painéis solares que faz com que os painéis acompanhem o movimento do Sol sem a necessidade de motores e nem de sistemas de controle.
Acompanhamento do movimento do Sol
O dispositivo foi inspirado na forma como as plantas acompanham o movimento do Sol ao longo do dia. Sensores detectam a variação de temperatura entre as áreas de sol e sombreadas do painel solar para verificar a necessidade de movimentação. O próprio calor altera as propriedades do material de suporte dos painéis solares, fazendo com eles se movimentem.Depois de pronto, o equipamento é totalmente passivo, não exigindo nenhuma fonte de energia, ou sequer consumindo energia gerada pelo painel solar, e nem mesmo um equipamento de controle eletrônico.
Painéis solares mais eficientes
Os estudantes testaram diversos materiais, entre eles vários polímeros e fitas bimetálicas, até descobrir o que melhor servia à tarefa. O conjunto que se mostrou mais promissor tem a forma de um arco feito de dois tipos diferentes de metais, como o aço e o alumínio. Os painéis solares são montados no topo desse arco.O calor do Sol aquece mais um lado do arco do que o outro, fazendo com que ele se curve, virando os painéis solares na direção do Sol. Segundo testes feitos pelos estudantes, os painéis que acompanham o Sol chegam a ser 38% mais eficientes do que os painéis solares fixos.
Liga bimetálica
"Nossos protótipos são mais baratos do que os sistemas existentes de rastreamento do Sol," afirmou o estudante George Whitfield, que ajudou a construir o aparelho. Além disso, a utilização da liga bimetálica de aço e alumínio garante que o equipamento poderá funcionar por muito tempo sem desgaste ou necessidade de manutenção.

Painéis solares acompanham Sol sem uso de motores usando liga bimetálica

0 comentários

Um grupo de estudantes do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveu um equipamento de automação para painéis solares que faz com que os painéis acompanhem o movimento do Sol sem a necessidade de motores e nem de sistemas de controle.Acompanhamento do movimento do SolO dispositivo foi inspirado na forma como as plantas acompanham o movimento do Sol ao longo do dia. Sensores detectam a variação de temperatura entre as áreas de sol e sombreadas do painel solar para verificar a necessidade de movimentação. O próprio calor altera as propriedades do material de suporte dos painéis solares, fazendo com eles se movimentem.Depois de pronto, o equipamento é totalmente passivo, não exigindo nenhuma fonte de energia, ou sequer consumindo energia gerada pelo painel solar, e nem mesmo um equipamento de controle eletrônico.Painéis solares mais eficientesOs estudantes testaram diversos materiais, entre eles vários polímeros e fitas bimetálicas, até descobrir o que melhor servia à tarefa. O conjunto que se mostrou mais promissor tem a forma de um arco feito de dois tipos diferentes de metais, como o aço e o alumínio. Os painéis solares são montados no topo desse arco.O calor do Sol aquece mais um lado do arco do que o outro, fazendo com que ele se curve, virando os painéis solares na direção do Sol. Segundo testes feitos pelos estudantes, os painéis que acompanham o Sol chegam a ser 38% mais eficientes do que os painéis solares fixos.Liga bimetálica"Nossos protótipos são mais baratos do que os sistemas existentes de rastreamento do Sol," afirmou o estudante George Whitfield, que ajudou a construir o aparelho.Além disso, a utilização da liga bimetálica de aço e alumínio garante que o equipamento poderá funcionar por muito tempo sem desgaste ou necessidade de manutenção.

Falta de chuva fez cair produção de electricidade a partir de renováveis em Julho

0 comentários

A produção de energia eléctrica, a partir de fontes de energia renováveis, caiu 9% em Julho, contrariando a tendência de crescimento dos três meses anteriores. A Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGGE) justifica o menor contributo das renováveis para o “mix” energético nacional com a quebra da componente hídrica. “A produção total de energia eléctrica, a partir de FER, contrariamente ao verificado nos três últimos meses, regista em Julho um decréscimo (-9%), relativamente ao mês homólogo do ano anterior, como consequência do comportamento verificado na produção da sua componente hídrica, tendo-se registado decréscimos na produção das bacias do Lima (-50%), Tejo (-47%), Mondego (-40%) e Douro (-25%)”, explica a DGGE numa nota publicada na sua página na Internet. O total da potência instalada renovável atingiu 7.868 megawatts (MW), no final de Julho de 2008.O aumento de potência, relativamente a Junho, verificou-se na potência instalada eólica, minihídrica e fotovoltaica, de acordo com a DGGE. A produção eólica, de Janeiro a Julho de 2008, cresceu 37% relativamente a igual período de 2007. Em Julho a produção foi 6% superior à registada no mês homólogo do ano anterior. De Junho para Julho a produção volta a crescer de acordo com a sazonalidade, diz ainda o organismo tutelado pelo Ministério da Economia e Inovação.

Tony Blair: «Problemas globais, soluções globais»

0 comentários

«Problemas globais exigem soluções globais». Poderá parecer um cliché para um estudante de Relações Internacionais, mas foi esta a mensagem que o antigo primeiro-ministro britânico Tony Blair sublinhou de forma mais vincada esta tarde, em Lisboa. Na conferência que proferiu esta segunda-feira, a convite do Diário Digital e sem direito a perguntas por parte dos jornalistas («a pedido do orador»), elogiou a aposta portuguesa nas energias renováveis, mas alertou que a competição é apertada num mundo construído cada vez mais sobre uma teia de «imprevisibilidade».
As palavras de Blair foram servidas à sobremesa de um almoço com dezenas de individualidades de diversos quadrantes, desde a política ao mundo empresarial, entre eles o ministro da Economia, Manuel Pinho, que saudou a vinda do britânico, actual representante do Quarteto para o Médio Oriente, como «um dos políticos mais influentes do nosso tempo» e lhe deixou um convite para regressar e «visitar o maior parque solar do mundo e o maior parque eólico da Europa». Ver notícia completa-->

Fonte:IOL