Mostrar mensagens com a etiqueta Energia Eólica. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Energia Eólica. Mostrar todas as mensagens

Portugal constroi eólica flutuante

0 comentários

É um protótipo inovador a nível mundial. Já existem eólicas no mar, mas alicerçadas no fundo. A que a EDP vai lançar flutua e é ideal para águas profundas.



O projeto conta ainda com os parceiros A. Silva Matos, que tratará da parte metalomecânica, a canadiana Principle Power, que inventou o conceito e o fundo Inovcapital. A maioria do capital deste consórcio (41,6%) é controlado pela EDP.
Até junho as peças serão levadas de Sever do Vouga (instalações da A. Silva Matos) para os estaleiros da Lisnave, em Setúbal, onde se procederá à montagem final da estrutura. A torre eólica será fornecida pela dinamarquesa Vestas.
Em agosto ou setembro será rebocada por mar até a Aguçadoura, na Póvoa de Varzim. É ai, a cinco quilómetros da costa, que ficará em experiência pelo menos durante um ano. Em 2012 a EDP espera montar o primeiro parque eólico offshore do mundo em águas profundas.

 Fonte: Expresso

Etapas na construção de um Parque Eólico

0 comentários

Siemens fornecerá 175 turbinas para construção do maior parque eólico offshore do mundo.

0 comentários


O maior parque eólico offshore do mundo vai operar com equipamentos Siemens. A empresa vai fornecer e instalar 175 turbinas SWT de 3.6 MW da usina London Array, na Inglaterra – propriedade da Dong Energy, E.On e Masdar. Após sua finalização, o London Array será capaz de gerar inicialmente 630 megawatts (MW) e possibilidade, no futuro, de chegar a mil megawatts. Localizada a 20km da costa inglesa de Kent e Essex, a nova usina será capaz de gerar energia para abastecer cerca de 750 mil casas – ou um quarto da Grande Londres. Além disso, poderá reduzir 1,9 milhão de emissões de CO² por ano, graças a viabilização dessa nova fonte de energia renovável.

(Fonte: Brasil/Portal Fator/09-V-28).

Ventominho inaugura maior parque eólico da Europa

0 comentários

Investimento acima dos 361 milhões de eurosA VentoMinho, Energias Renováveis, inaugura esta quarta-feira o maior parque eólico da Europa, em Monção. O investimento ultrapassou os 361 milhões de euros.

O novo parque eólico vai contar com 120 aerogeradores e tem uma capacidade instalada de 240 megawatts.

Está prevista uma produção anual de 530 gigawatts por hora.

A cerimónia de inauguração vai contar com a presença do primeiro-ministro, José Sócrates, e do ministro da Economia, Manuel Pinho.


Na cerimónia será também assinado o segundo protocolo entre a Comédias do Minho-Associação para a Promoção de Actividades Culturais do Vale do Minho e a EEVM-Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho, para o triénio 2009/11, o qual estabelece a continuidade da cooperação para a dinamização dos valores culturais no Vale do Minho.

Fonte: Agência Financeira

Portugal pode avançar em breve para parques de energia eólica em alto mar

0 comentários

Portugal pode avançar em breve com as primeiras experiências de parques de energia eólica no alto mar. O ministro da Economia revelou que o Governo está a ser contactado por várias empresas do sector que querem utilizar a plataforma marítima continental para a instalação de moinhos produtores de electricidade.

No entanto, Manuel Pinho frisou que a aposta do Governo continua a ser a ocupação das serras portuguesas.

«Ainda temos muito espaço para instalar torres eólicas em terra, mas como queremos experimentar um pouco de tudo nisto das energias renováveis, é intenção do Governo fazer algumas experiências na área das off-shore», disse, acrescentando que existem «algumas empresas interessadas» em avançar nesse sentido.

O titular da pasta da Economia ressalvou que o Executivo tem de ter «consciência que qualquer experiência que seja feita ao nível do off-shore não é comparável com o que está a ser feito com as eólicas instaladas em terra».

Os últimos dados apontam para que daqui a sete anos esteja esgotado o espaço útil em Portugal para a instalação de parques eólicos. Neste sentido, a partir de 2015, os parques eólicos em alto mar deverão ser encarados como alternativa para a produção de electricidade a partir do vento.

Os especialistas apontam para a produção, numa primeira fase, de 3500 megawatts, um potencial bastante abaixo dos planos do Reino Unido que espera, em 2020, ter instalados 25 gigawatts de energia eólica off-shore.

Fonte: TSF

EDP Renováveis inaugura parque eólico em França com 35 MW

0 comentários


Empresa prevê construir novos parques neste mercado durante 2008 e 2009


A EDP Renováveis inaugurou este fim-de-semana em França, na Normandia, o parque eólico do Pays e Bray com 35 megawatts (MW) em operação.

Esta dimensão, segundo a empresa, «contrasta com a média habitual» que ronda os 12 MW em França.


«A energia produzida anualmente neste parque, estimada em 84 GWh/ano, irá assegurar o consumo de energia eléctrica de cerca de 90 mil pessoas, evitando em simultâneo a emissão de 24.500 toneladas de CO2 para a atmosfera», revela em comunicado.


Segundo a companhia, conta actualmente com 22 MW brutos em operação no mercado francês, estando ainda em construção mais 135 MW ou em fase avançada de desenvolvimento, que se prevê que entrem em construção durante 2008 ou 2009.



Fonte: Agência Financeira

AreanaTejo avança com projectos em energias renováveis

0 comentários

A Agência Regional de Energia e Ambiente do Norte Alentejano e Tejo (AreanaTejo) está a promover, em parceria com o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação, a instalação de um parque eólico na sua região. Já em Junho será colocada no concelho de Nisa uma torre de medição para avaliação do potencial eólico. Simultaneamente, a agência está a avaliar a conformidade do projecto, através da elaboração de um enquadramento ambiental que será utilizado como base para promover este mesmo investimento.
Outros estudos estão a ser feitos para testar a viabilidade da microgeração em edifícios municipais. Este tipo de projectos permitirá «não só a criação de uma fonte de receita para os municípios, como permitirá também dar um contributo em termos de produção de energias renováveis», salienta a AreanaTejo.Ver notícia completa-->

Balão que gera eletricidade a partir do vento começa a ser testado

0 comentários


A empresa emergente Magenn, do Canadá, afirmou que está em vésperas de tornar realidade um projeto que, segundo os seus fundadores, deverá revolucionar a forma como a energia eólica pode ser aproveitada.


Testes no hangar

Em vez de gigantescos cata-ventos, instalados em postes, a idéia é utilizar balões insufláveis dotados de um sistema que os faz girar ao longo do seu eixo horizontal.

Nos últimos dias, a empresa está a conduzir os testes finais com o seu primeiro balão em escala real, enchendo-o com hélio. Inicialmente o sistema será testado no interior de um gigantesco hangar, com mais de 60 metros de altura. Se tudo caminhar dentro do planeado, o balão será esvaziado, retirado do hangar, e finalmente posto em testes ao ar livre.


Eficiência eólica

O balão deverá funcionar ancorado por um cabo de aço a 300 metros de altitude. O vento fará girar a sua parte externa, movimentando um gerador interno. A eletricidade gerada chegará ao solo por meio de um cabo anexo ao cabo de ancoragem.

Dependendo das dimensões do balão, o sistema será capaz de gerar desde 10 kilowatts de potência - o que o tornará útil também para pequenas propriedades - até a faixa dos Megawatts.

Como o balão ficará em altitude bastante superior à das turbinas eólicas convencionais, seu funcionamento será mais constante, tirando maior proveito das correntes de vento. Segundo cálculos da Magenn, o seu sistema MARS ("Magenn Power Air Rotor System") terá uma eficiência na conversão do vento em eletricidade de 50%, enquanto as turbinas eólicas instaladas no solo têm eficiência entre 20 e 25%.


Dirigível estável

O conceito MARS para geração de eletricidade a partir do vento é uma adaptação da "Aeronave Magnus", um conceito de dirigível inventado nos anos 1970 por Fred Ferguson, um engenheiro aeronáutico que é também o fundador da Magenn.

O dirigível Magnus foi projetado de forma a girar à medida que se movia para frente. A rotação permite que ele ganhe sustentação, estabilidade, e possa manter-se posicionado em uma área restrita e totalmente controlada - um fenômeno agora conhecido como efeito Magnus.


Fonte: Inovação Tecnológica

Bragança é o distrito que mais energia renovável produz

0 comentários

O distrito de Bragança, com 1000 MW, é aquele que regista maior produção de energia eléctrica a partir de fontes de energia renováveis (FER), segundo as estatísticas rápidas da Direcção-Geral de Energia e Geologia, relativas ao mês de Dezembro de 2007.

Na lista dos distritos com maior produção seguem-se Viana do Castelo (830 MW), Viseu (766 MW), Coimbra (731 MW), Vila Real (628 MW) e Braga (614 MW). Excluindo a grande hídrica, Viseu, Coimbra, Castelo Branco, Lisboa, Vila Real, Braga, Santarém e Guarda são os principais distritos em termos de potência instalada, correspondendo a potência destes oito distritos a 74 por cento do total. No final de Dezembro, Portugal tinha 7 409 MW de capacidade instalada para produção de energia eléctrica a partir de FER.

O acréscimo de potência instalada, relativamente a Novembro, deveu-se à entrada em funcionamento de uma nova central eólica. A potência eólica instalada no final de Dezembro situava-se em 2 108 MW, distribuída por 152 parques, com um total de 1 132 aerogeradores ao longo de todo o território.
A incorporação de FER no consumo bruto de energia eléctrica foi de 36 por cento em 2006. Portugal foi, em 2005, o sexto país da União Europeia (UE15) com maior incorporação de energias renováveis. A descida de um lugar, relativamente a 2004, deve-se ao forte decréscimo da produção hídrica em 2005.
Fonte: AmbienteOnline

Publicidade da GE (General Electric)

0 comentários

Publicidade engraçada sobre as energias eólicas...

EDP duplica produção eólica

0 comentários

Em 2007, a EDP mais do que duplicou a produção da energia eólica, atingindo os 3,8 gigawatts/hora, anunciam os dados previsionais do último trimestre de 2007, da eléctrica nacional.

A capacidade eólica bruta instalada da EDP também duplicou, atingindo, no ano passado, 2072 MW instalados. Para este crescimento contribuiu a compra da Horizon, que, em Julho de 2007, já tinha 1142 MW de capacidade eólica instalada. Na Europa esse valor aumentou 61 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, o equivalente a 1764 MW alcançados em Dezembro de 2007.

No mercado ibérico, a produção liberalizada aumentou 2,8 por cento, enquanto que o volume de electricidade distribuída aumentou 2,9 por cento, em relação ao período homólogo, para os 56,5 terawatts/hora, «reflectindo a recuperação do crescimento da procura no quarto trimestre de 2007 em virtude das temperaturas mais baixas que se fizeram sentir em relação ao mesmo período do ano anterior», justifica a companhia.
Fonte: Ambiente Online

Enersis e Enernova lideram energia eólica em Portugal

0 comentários

A Enersis liderava, em Dezembro, as quotas de mercado dos promotores de energia eólica que operam em território nacional, com uma fatia de 24,4 por cento e cerca de 525 MW de potência ligada. No segundo posto encontrava-se a Enernova, com 18,6 por cento e 400 MW de potência ligada. Os dados ao que o AmbienteOnline teve acesso constam de um relatório sobre parques eólicos elaborado pelo Instituto de Engenharia Mecânica e Gestão Industrial.

No entanto, com os parques que estão neste momento em construção e os adjudicados, a empresa do grupo EDP ultrapassará a Enersis, com a ligação de quase mais 600 MW, o que lhe dará uma quota de mercado de 19,1 por cento. Em terceiro lugar surge a Generg, com 16,7 por cento e cerca de 365 MW de potência ligada. A empresa tem em construção mais 325 MW. Por ordem decrescente estão colocadas a Electrabel (15,7 por cento), a Finerge (7 por cento), a Tecneira (4,1 por cento), a empresa Empreendimentos Eólicos do Vale do Minho (3,7 por cento), a Energiekontor (2,6 por cento), a EDF en Portugal (2,4 por cento), a Iberdrola (2,4 por cento) e outros promotores não especificados (2,3 por cento).

Em relação aos fabricantes, a maior fatia da quota de mercado de parques já ligados à rede cabe à Enercon, com 32,9 por cento. No entanto, com os parques em construção e com os já adjudicados essa percentagem subirá para 45,6 por cento.

Em segundo lugar está a Vestas, com 22,9 por cento, mas que verá sua quota descer para 16,6 por cento. No terceiro posto encontra-se a Gamesa, com 15,6 por cento, seguida da Nordex (9,1 por cento), Gewe (5 por cento), Ecotecnia (4,7 por cento), Bonus (3,5 por cento), Repower (3,3 por cento), Suzlon (1,9 por cento) e Furlander (0,5 por cento).Ver notícia completa-->

Fonte: Ambiente Online

Cumprimento das novas metas energéticas dividem especialistas

0 comentários


«Para atingir, e se possível ultrapassar, os objectivos para 2020, é necessário fomentar a produção de biocombustíveis e aumentar o número de sistemas de aquecimento e arrefecimento ambiente, alimentados com energia solar». A opinião é de Armando Oliveira, director da Unidade de Novas Tecnologias Energéticas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em relação à nova meta europeia de 20 por cento da energia consumida em 2020 ser renovável.

Para o professor, apesar dos sistemas de climatização a partir de energia solar ainda não estarem abrangidos pela legislação existente, «poderão ter um peso significativo no balanço energético e ambiental final».

A eficiência energética poderá, segundo Armando Oliveira, contribuir, mas não de uma forma decisiva. A solução para as metas fixadas está, sim, «na conversão gradual de processos e equipamentos energéticos. O desenvolvimento das tecnologias energéticas renováveis é essencial para atingir as metas, não tanto de novas tecnologias, mas sobretudo a disseminação das tecnologias já existentes e demonstradas».

No entanto, na opinião de Ana Estanqueiro, directora da Unidade de Energia Eólica e dos Oceanos do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), a meta não vai ter tanto impacto na electricidade. Onde serão necessários maiores esforços, diz, «será na eficiência energética e nos transportes. Estes últimos poderão mesmo comprometer o cumprimento das metas. Ainda há muito a fazer na mudança de hábitos enraizados».

Já para António Sarmento, presidente do Centro de Energia das Ondas, as novas metas europeias «vêm basicamente dizer que todas as fontes renováveis têm que ser utilizadas, mesmo as que sejam economicamente menos competitivas». Também vêm permitir, segundo o responsável, «criar uma maior consciencialização na população, a geral e a de grupos específicos (gestores, ambientalistas, empresários, administração pública, pescadores – no caso da energia das ondas), para a necessidade de valorizar e facilitar a introdução de novas energias renováveis».


Fonte: Ambiente Online

Sistema de registo de microprodução inicia-se este mês

0 comentários


Tem início, no próximo dia 27 de Fevereiro, às 12 horas, o processo de registo no Sistema de Registo de Microprodução (SRM), anunciou a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).


Até à data de entrada em funcionamento do SRM, as sociedades comerciais ou empresários em nome individual que pretendam exercer a actividade de “entidade instaladora de unidades de microprodução”, poderão remeter para a DGEG os elementos necessários para proceder à sua inscrição.


No que respeita à certificação de inversores, podem as entidades apresentar junto da DGEG os certificados de conformidade, comprovando o cumprimento do prEN 50438. Enquanto não estiver definido o procedimento para auditoria energética, serão aceites termos de responsabilidade de peritos qualificados.


Na mesma instalação de produção só pode existir, segundo despacho do director-geral de Energia e Geologia, Miguel Barreto, um dos dois regimes previstos no diploma, ou o geral, ou o bonificado, correspondendo a uma instalação de consumo uma e só uma instalação de produção.


Ainda segundo o despacho, sempre que no período de um mês de aplicação do diploma, o somatório da potência dos pré-registos atingir 20 por cento do limite anual de potência de ligação, o SRM apenas aceitará novos registos para o regime bonificado, um mês após a data em que se atingiu o montante referido.


Fonte: Ambiente Online

Neo Energia adquire 222 aerogeradores para países europeus

0 comentários


A Neo Energia assinou com a Gamesa um contrato para o fornecimento de 60 aerogeradores que serão instalados em parques eólicos na Polónia, numa potência total de 120 megawatts (MW). Esta operação do grupo EDP, responsável pelo crescimento do mercado eólico na Europa, ascende aos 130 milhões de euros, e surge na sequência de um conjunto de projectos eólicos desenvolvidos em 2007 na Polónia, num total de 1022 MW de capacidade eólica instalada.
«Este é um dos países da Europa central e de leste com grande potencial de crescimento no sector das energias renováveis», explica a EDP em comunicado. O objectivo da Neo Energia é alcançar a fasquia de 10,4 por cento de energia consumida entre 2010 e 2014 com base em fontes de energias renováveis, o que representa cerca de 4000 MW de capacidade eólica instalada em 2014. Para Espanha o fornecimento da Gamesa à Neo Energia é de 46 aerogeradores, cuja potência total é de 92 MW e o investimento ascenderá aos 80 milhões de euros. A França vai contar com 16 aerogeradores, que totalizam 19 MW e representam um investimento de 18 milhões de euros.
«No total, os 122 aerogeradores contratados representam uma economia em emissões de CO2 de 346 500 toneladas por ano, cerca de 180 mil toneladas na Polónia, 138 mil toneladas em Espanha e 28 500 toneladas em França», conclui a EDP.

Fonte: Ambiente Online

Principal argumento contra energia eólica não tem fundamento, diz estudo

0 comentários

Pesquisadores finlandeses descobriram que o argumento freqüentemente levantado de que a energia eólica exigiria um sistema de reserva de igual potência não é correcto. Segundo esse argumento, a produção de energia a partir do vento é muito variável e difícil de se prever, o que tornaria essa forma de energia renovável inadequada para atender às flutuações da demanda.

Rede atual já possui tolerância
O novo estudo descobriu que a rede de distribuição de energia atual já contém uma capacidade de ajuste e uma tolerância que praticamente a torna imune em grande medida a essas flutuações da energia eólica. Uma série de outras medidas relativamente simples poderiam eliminar de vez os impactos de tais flutuações.

O relatório da pesquisa apresenta as estimativas do impacto da energia eólica sobre a segurança e os custos operacionais do sistema elétrico em 11 europeus. O impacto da adição de uma grande parcela de energia gerada a partir do vento pode ser controlada por meio de conexões apropriadas às redes nacionais de distribuição, pela ampliação e reforço das redes de transmissão e pela integração das previsões de produção das fazendas de vento pelos operadores do sistema. Ver notícia completa-->

Martifer adquire dois parques eólicos em operação na Alemanha

0 comentários

A Martifer informou esta sexta-feira o mercado da aquisição de dois parques eólicos em operação na Alemanha, com capacidade instalada total de 53,1 MW a subsidiárias do Grupo Macquarie.

Segundo a empresa, a aquisição valoriza os parques em 91 milhões de euros.
Os activos serão consolidados na Eviva SGPS, subsidiária do Grupo Martifer para a área de negócios de Geração Eléctrica.

Os parques apresentam uma produção média anual de 118GWh, beneficiando de umna tarifa média de 86,2 euros/MWh desde 2005.

«Estima-se que a contribuição dos dois parques para as receitas operacionais da Eviva durante o próximo ano de 2008 seja cerca de 10,1 milhões de euros e que a contribuição para o EBITDA corresponda a cerca de 8,2 milhões de euros», informa a Martifer em comunicado divulgado na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários (CMVM).

Durante o próximo ano, a Eviva estima iniciar a construção de parques eólicos na Europa do Leste com uma potência total de 78 MW, repartindo-se 28 MW pela Polónia e 50 MW na Roménia.

As acções da Martifer seguem a valorizar 0,48 por cento para os 8,35 euros.

Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Parque Eólico de Arga – Principais características..

0 comentários

À algum tempo atrás, tive a oportunidade de visitar um dos parques eólicos instalados na região norte, o parque eólico de Arga. Foi uma óptima oportunidade para ver “in loco” a grandiosidade destas estruturas, mas para além disso, pude comprovar alguns dos impactos que este tipo de aproveitamento energético apresenta. Em breve, espero apresentar um post relativo a este tema, ou seja, os principais impactos (positivos e negativos) originados por este tipo de construções. De seguida apresento algumas das características deste aproveitamento, dando desta forma uma ideia geral dos valores e grandezas envolvidas.

O Parque Eólico de Arga Está localizado na Serra de Arga, nas freguesias de Arga de Baixo e Arga de Cima do conselho de Caminha distrito de Viana do Castelo.

O parque eólico é constituído por 12 aerogeradores, Modelo V90 – 3 MW perfazendo uma potência instalada de 36 MW. Cada aerogerador é composto por uma torre de 80 metros, uma “nacelle” (elemento que suporta as pás) e três pás de 42 metros de comprimento cada.

A energia eléctrica gerada em cada aerogerador chega à subestação através de uma rede de cabos, enterrada, de 20 kV, que se estende ao longo dos acessos. Na subestação a energia eléctrica passa para uma tensão de 60kV, através de um transformador de potência de 40 MVA, sendo injectada na rede eléctrica pública.

A produção média anual do parque eólico é de 71,6 GWh, o que equivale a um ano e meio de consumo de energia eléctrica no concelho de Caminha (DGGE 2004).

O parque eólico de Arga poupa cerca de 50 mil toneladas por ano de emissões de dióxido de carbono (CO2, e de outros gases que contribuem para o efeito de estufa, que seriam libertados para a atmosfera pela queima de combustíveis (petróleo, carvão e gás natural) em centrais termoeléctricas.

Neste momento está em fase de construção um outro parque eólico, que se estenderá por vários concelhos. Este será um dos maiores parques eólicos da Europa, sendo composto por cerca de 120 aerogeradores.

Escrito por: Florindo Sousa

Fonte dos dados recolhidos: Empreendimentos Eólicos da Espiga, S.A

Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW

0 comentários

A energia eólica é vista de forma muito simpática por todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente. Os especialistas em energia, contudo, afirmam que a electricidade produzida pelo vento necessitará de mais tecnologia e menos custos se quiser entrar para valer como uma fonte de geração definitiva.

Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização económica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cataventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contacto com outras partes mecânicas - e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Viabilização económica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo - o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas actuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cataventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por... 500 anos. Ver notícia completa -->

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Montagem de um gerador eólico Vestas V90

0 comentários