Portugal constroi eólica flutuante
Assunto: EDP, Energia Eólica, Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Vestas 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a domingo, fevereiro 20, 2011
Trabalho em conjunto nas renováveis pode poupar 10 mil milhões por ano
Assunto: Energias Renováveis, Investimentos 0 comentáriosReforçando que a probabilidade de os objetivos serem alcançados aumenta “se os Estados-Membros puserem totalmente em prática os respetivos planos de ação nacionais e se os instrumentos de financiamento forem melhorados”, a Comissão sublinha igualmente “a necessidade de reforçar a cooperação entre os Estados-Membros e de integrar melhor a energia produzida a partir de fontes renováveis no mercado único europeu”.
“Segundo as estimativas, estas medidas poderão permitir realizar 10 mil milhões de euros de economias por ano”, enfatiza o executivo comunitário, tendo o comissário europeu responsável pela Energia, Günther Oettinger, comentado que “se os Estados-membros trabalharem em conjunto e produzirem energia renovável onde ela custa menos, as empresas, os consumidores e os contribuintes irão beneficiar”.
A nível da cooperação entre os Estados-membros, a Comissão aponta três mecanismos que a podem favorecer, designadamente as “transferências estatísticas” (através das quais um Estado-membro com um excesso de energia renovável a pode “vender” estatisticamente a outro Estado-membro cujas fontes de energia renováveis sejam mais caras), projetos conjuntos de cofinanciamento (e consequente partilha estatística), e ainda planos de apoio conjuntos (de harmonização integral ou parcial dos mesmos).
Destak/Lusa
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, janeiro 31, 2011
Célula termossolar capta energia da luz e do calor simultaneamente
Assunto: Célula termossolar, Energia Solar, Energias Renováveis, Inovação tecnológica 0 comentáriosCélula termossolar
A célula híbrida, que consiste em um dispositivo único, permite a captura simultânea de energia de duas fontes separadas, o que até agora só era possível combinando sistemas separados, como células solares e materiais termoelétricos.
O dispositivo pode ser o primeiro passo para viabilizar a chamada "colheita de energia", um conceito que vem ganhando espaço entre cientistas e ambientalistas, e que visa converter várias formas de energia disponíveis no meio ambiente em eletricidade.
A célula termossolar é feita de materiais orgânicos, com baixo custo de fabricação e processamento.
Alterando os circuitos elétricos que conectam dois tipos de materiais semicondutores - tipo P e tipo N, referindo-se a positivo e negativo - o dispositivo pode funcionar como uma célula fotovoltaica ou como um gerador termoelétrico.
O segredo do avanço está em um novo material orgânico, que é adequado para operar nos dois modos, solar e termoelétrico.
Sensores sem baterias
Até agora, células fotovoltaicas - que geram eletricidade a partir da luz - e geradores termoelétricos - que geram eletricidade a partir de diferenciais de temperatura - só existiam como dispositivos separados.
Colocar tudo em um componente único pode ser importante, por exemplo, no campo médico, em sensores capazes de monitorar a temperatura corporal, a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos etc., sem precisar de baterias ou ligações elétricas.
A tecnologia também poderá ser usada no monitoramento ambiental em áreas remotas, onde seria problemático ir periodicamente para trocar as baterias dos sensores.
A Fujitsu afirma que seus cientistas vão se concentrar agora no aumento do desempenho da célula termossolar, que deverá estar no mercado por volta de 2015. Ver notícia completa-->
Fonte: Inovação Tecnológica
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, janeiro 18, 2011
Schneider Electric constrói projecto solar de referência em Itália
Assunto: Energia Fotovoltaica, Energias Renováveis, painéis solares, Schneider Electric 1 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a sexta-feira, outubro 08, 2010
A tempestade que chegou ao negócio das renováveis
Assunto: Energias Renováveis, Investimentos 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a terça-feira, setembro 28, 2010
Novo projecto de energia das ondas em Portugal
Assunto: Energia das ondas, Energias Renováveis, Investimentos 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a domingo, setembro 19, 2010
Energia geotérmica
Assunto: energia geotérmica, Energias Renováveis 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, setembro 16, 2010
Maior turbina movida a marés do mundo começa a ser instalada
Assunto: Energia das Marés, Energias Renováveis, Turbinas 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a terça-feira, agosto 17, 2010
Descoberto novo processo de conversão da energia solar
Assunto: Energia Solar, Energias Renováveis, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, agosto 05, 2010
Renováveis: Portugal cada vez mais limpo
Assunto: Energias Renováveis, Produção de Energia Eléctrica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a sexta-feira, julho 23, 2010
Governo admite acabar com subsídios às renováveis
Assunto: Energias Renováveis, Política energética 1 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a segunda-feira, julho 19, 2010
Indústria solar propõe tarifa fixa por 15 anos para a microprodução
Assunto: Energia Solar, Energias Renováveis, Sistemas Fotovoltaicos, Tarifas 0 comentáriosO regime jurídico da microprodução dá hoje a este tipo de instalações uma tarifa inicial que se reduz ao longo do tempo. A cada 10 megawatts (MW) de potência solar licenciada a tarifa de venda à rede desce 5%. Isso significa que um proprietário que agora instale um painel solar recebe 55,7 cêntimos por cada kilowatt-hora (kWh) produzido, mas se daqui a um ano o País já tiver mais 10 MW licenciados ele passará a receber 52,94 cêntimos.
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, maio 24, 2010
Governo promete 121 mil empregos
Assunto: Empregos, Energia, Energias Renováveis, Investimentos 0 comentáriosNova Estratégia Nacional é hoje aprovada e visa reduzir a dependência externa, promover as renováveis e criar emprego.
O Governo aprova amanhã, em Conselho de Ministros, a Estratégia Nacional para a Energia, programa que tem por horizonte o ano de 2020, período no qual permitirá a criação de 121 mil novos postos de trabalho "verdes". Um número "perfeitamente fazível", assegurou ontem o ministro da Economia, Vieira da Silva, na apresentação do Plano Novas Energias.
A Estratégia Nacional para a Energia tem como metas a redução da dependência energética do País face ao exterior para 74% (o equivalente a 31% da energia final) e o cumprimento dos acordos de Portugal no contexto das políticas europeias de combate às alterações climáticas, de modo a que 60% da electricidade produzida tenha origem em fontes renováveis.
Para tal, o primeiro-ministro anunciou que será aprovada também uma proposta para aumentar a potência da energia eólica em 400 megawatts, o que representa um investimento de 400 milhões de euros.
O plano ontem apresentado visa, ainda, reduzir em 25% o saldo importador energético com a energia produzida a partir de fontes endógenas, o que permitirá poupanças de dois mil milhões.
Sobre os 121 mil postos de trabalho, Vieira da Silva salientou a "matriz de investimento privado" em que assenta o plano. Já Carlos Zorrinho, secretário de Estado da Energia, garantiu que a aposta nas renováveis "é equivalente à aposta numa central nuclear".
Publicada por Florindo Sousa a quarta-feira, março 17, 2010
Biocélula usa fotossíntese para gerar eletricidade
Assunto: Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Produção de Energia Eléctrica 0 comentáriosA pesquisa demonstra uma nova rota para fotossíntese artificial, uma área de pesquisas promissora que pretende desenvolver uma estratégia de conversão da luz solar em eletricidade de forma ainda mais eficiente e mais ambientalmente correta do que as células solares.
Além do campo da energia, a nova biocélula poderá ter aplicações médicas.
O que é fotossíntese
A fotossíntese é o processo pelo qual as plantas convertem a energia do Sol em energia química. Na presença da luz visível, o dióxido de carbono (CO2) e a água (H2O) são transformados em glicose e em oxigênio (O2) por meio de uma complexa série de reações químicas que ainda não são bem compreendidas pelos cientistas.
Em vez de tentar reproduzir toda a fotossíntese de forma artificial, o que é uma meta desejável, mas ainda distante de ser alcançada, os pesquisadores franceses criaram uma célula alimentada por um biocombustível que é justamente o produto da fotossíntese de uma planta viva (glicose e oxigênio).
De desenho aparentemente muito simples, a célula a bicombustível é formada por eletrodos cujas superfícies foram modificadas com a adição de duas enzimas.
Domando a fotossíntese
Os pesquisadores inseriram sua biocélula em uma planta viva - neste experimento eles utilizaram um cacto.
Assim que os eletrodos, que são muito sensíveis tanto à glicose quanto ao O2, foram inseridos na folha do cacto, os cientistas puderam monitorar a fotossíntese em tempo real, in vivo, o que, por si só, já seria um grande feito científico.
Durante os experimentos, os pesquisadores puderam fazer a primeira observação direta dos níveis de glicose durante a fotossíntese, em tempo real.
Ou seja, além das aplicações tecnológicas, a técnica será de grande utilidade para o entendimento pormenorizado da própria fotossíntese, um objetivo longamente perseguido pelos biólogos - "domar" a fotossíntese significaria uma revolução radical na forma de geração de energia e de alimentos para a humanidade. Ver notícia completa -->
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, março 01, 2010
Investimentos em energia eólica ameaçam subir preços da energia
Assunto: Energias Renováveis, m, Mercado de Energia 0 comentáriosActualmente, está em construção o maior parque eólico em alto mar, a 24Km da costa sueste de Inglaterra. Os postes estão a ser instalados 300 metros acima do mar e têm turbinas Siemens que se elevam a cerca de 1.200 metros acima do mar. O projecto Greater Gabbard - parceria entre a britânica Scottish & Southern Energy e a alemã RWE - é um protótipo do que se espera venha a ser uma expansão significativa da energia eólica nas águas costeiras do Reino Unido. O projecto tem um custo estimado de 115 mil milhões de euros e contará com 140 turbinas. No entanto, o objectivo do governo britânico é instalar diversos milhares nas suas águas até ao final da década.
Para Frank Mastiaux, director do segmento das renováveis no grupo energético alemão Eon, a energia eólica e demais energias alternativas "evoluíram de um nicho para uma escala industrial". A expansão de parques eólicos planeada pelo Reino Unido corresponde apenas a uma parte do investimento gigantesco que a indústria energética da União Europeia (UE) terá de fazer. Nesta década, as empresas da UE terão de investir cerca de um bilião de euros para cumprir as metas governamentais para o desenvolvimento de energias renováveis e redução das emissões de gases com efeito de estufa, substituindo paralelamente muitas das infra-estruturas envelhecidas. A dimensão prodigiosa deste compromisso vai, sem sombra de dúvida, ajudar a moldar a economia, as finanças e a política da Europa nos próximos anos.
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, fevereiro 09, 2010
Programa Renováveis na Hora gera polémica: Potenciais produtores de energia dizem-se enganados
Assunto: Energias Renováveis, Microgeração, Renováveis na Hora 2 comentáriosSó depois de efectuado o registo é que pode avançar com o licenciamento e com a obra de instalação de painéis fotovoltaicos. O problema está no dia e na hora dos registos, em que as dificuldades são muitas até se conseguir o mesmo.
No dia 9 de Dezembro abriu a 6º fase de registos no Regime Bonificado, neste dia confirmou-se também a desilusão de muitos particulares e empresas do Vale do Sousa, que poucos ou nenhum registo efectuaram. A dificuldade de registos, há muito detectada, foi mais uma vez verificada, pessoas que pela segunda ou terceira vez vêem adiado o projecto de microprodução, empresas que perdem novamente inúmeras oportunidades de negócio.
António Manuel, de 37 anos, natural de Paredes, fez em Dezembro a terceira tentativa de registo de uma unidade de produção energética para a sua residência, mais uma vez sem sucesso. A desmotivação começa a ocupar-lhe os sentimentos, afirma haver uma "sensação de fraude". Da primeira vez achou que era uma questão de sorte, ou falta dela, na segunda vez tinha várias pessoas a tentar o registo em computadores diferentes e nada, à terceira começa a pensar que é um sistema de registo sem eficácia.
Vários são os sites na internet que denunciam fraude no sistema de registos, num fórum sobre electricidade lê-se acusações à EDP e à Martifer, onde há também informação sobre uma manifestação em frente ao Ministério da Economia, no passado dia 15 de Dezembro.
Na blogosfera as acusações de fraude multiplicam-se, os testemunhos a afirmar que há empresas que garantem os registos também, mas apesar das suspeitas nenhuma empresa da região quis dar a cara por este assunto, com receio de serem futuramente prejudicados nos próximos registos.
No entanto, a empresa SUNLIS, de Alcobaça, publica o seguinte comunicado no seu site: "Informamos os nossos estimados clientes que o sistema de registo de microgeração 'Renováveis na Hora' voltou a demonstrar-se um verdadeiro pesadelo. Esta situação revela-se uma verdadeira fraude para os clientes".
Assim como também já circula uma petição online com o nome de "Renováveis na Hora para todos" dirigida ao Ministro da Economia, para denunciar a pouca transparência do processo, tendo, com o objectivo de alterar o sistema de registo de microgeração de Energias Renováveis.
Publicada por Florindo Sousa a quinta-feira, dezembro 31, 2009
País vai poupar 15 mil milhões de euros com renováveis
Assunto: Energias Renováveis, Estudos, Investimentos, Notícias 0 comentáriosCom o programa do Governo e os projectos previstos na área das renováveis, este negócio vai praticamente duplicar de 2008 até 2015. O sector das energias eficientes, sobretudo graças à hídrica e a eólica, vão passar de 1,3% (2 mil milhões) para 2,4% (4 mil milhões) do Produto Interno Bruto (PIB) português. «Estamos a atravessar uma crise, também a sentimos, mas não deixamos de ter uma evolução nesta área», afirmou o presidente da Associação Portuguesa de Energia Renováveis, na apresentação do estudo aos jornalistas, adiantou que o crescimento deste sector tem sido de 10% e assim se deve manter. Para os próximos anos, a taxa de crescimento esperada é de 8%, superior à perspectivada para o mundo e União Europeia (6%).
Podemos reduzir a nosso dependência energética de 85 para 75% daqui a 10 anos
Além do peso na economia nacional, as energias renováveis vão ainda ter efeitos positivos no emprego. «Entre hoje e 2015, vão ser criados 5.800 postos de trabalho directos e 55 mil indirectos, o que no total representa 6% do nível de desemprego actual», comentou António Sá da Costa.
No entanto, o responsável sublinhou que estes números são «conservadores» e ainda não incluem os projectos de grande hídrica que só devem começar a dar frutos a partir de 2016, bem como não foi tido em conta os 1.500 Mega Watts (MW) solares que o Governo recentemente anunciou. Além disso, Sá da Costa aponta que as conclusões foram alcançadas tendo como base o petróleo nos 65 dólares por barril.
O presidente da APREN diz ainda que Portugal pode reduzir a dependência energética de outros países dos actuais 85% para 75% em 2020, se todos os projectos planeados e resultados em curso se cumprirem - nomeadamente as oito barragens, parques eólicos, biomassa e geotermia -, passando de uma produção de renováveis de 40 para 70%.
Outra conclusão do estudo é que a produção esperada corresponderá a 50% do consumo nacional em 2015. Nesse ano, o sector das renováveis em Portugal produzirá mais de 30 TWh (TerraWatts/hora) de electricidade.
Publicada por Florindo Sousa a quinta-feira, dezembro 03, 2009
Espanha autoriza mais 8 mil MW em renováveis até 2012
Assunto: Energias Renováveis, Investimentos 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a domingo, novembro 15, 2009
Etapas na construção de um Parque Eólico
Assunto: Construções, Energia Eólica, Energias Renováveis, Vídeos 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a sexta-feira, novembro 13, 2009
Google está perto de descobrir energia limpa mais barata que carvão
Assunto: Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Investimentos 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a segunda-feira, novembro 09, 2009
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