Energia solar pode ser possível sem células solares
Assunto: Células Fotovoltaicas, Energia Solar, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a terça-feira, abril 26, 2011
Quer uma casa mais inteligente?
Assunto: Automação, Casa inteligente, Climatização, Domótica, Iluminação, Inovação tecnológica, Tecnologia 0 comentáriosMais do que uma palavra estranha, a Domótica é um conceito que se vai massificar e que vai mudar a forma como vivemos e como lidamos com as tarefas domésticas. Neste artigo, damos-lhe algumas ideias de como as soluções tecnológicas podem revolucionar a sua casa. O objectivo não é criar uma lista dos principais produtos ou fabricantes, mas antes indicar-lhe formas de como a tecnologia se poderá ajustar às suas necessidades e às da sua casa.
As soluções de domótica servem para conferir maior conforto e qualidade de vida a quem delas beneficia. Um bom exemplo são as ofertas na área de controlo inteligente de iluminação e de climatização. É hoje possível controlar qualquer circuito de iluminação recorrendo a interruptores, teclados de computador, controlos remotos, telefones ou ecrãs tácteis.
Se a família estiver deitada mas ainda estiver a trabalhar no escritório lá de casa, pode - a partir de uma consola central instalada no seu computador - desligar todas as tomadas e luzes que não são necessárias, bem como controlar os sistemas de aquecimento ou arrefecimento e garantir que as diferentes divisões de sua casa têm temperaturas adequadas.Ver notícia completa=>
Publicada por Florindo Sousa a quinta-feira, abril 07, 2011
Rumo aos ciborgues: componente eletrônico é feito com sangue humano
Assunto: Ciborgues, Electrónica, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a domingo, abril 03, 2011
Portugal constroi eólica flutuante
Assunto: EDP, Energia Eólica, Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Vestas 0 comentáriosÉ um protótipo inovador a nível mundial. Já existem eólicas no mar, mas alicerçadas no fundo. A que a EDP vai lançar flutua e é ideal para águas profundas.
Fonte: Expresso
Publicada por Florindo Sousa a domingo, fevereiro 20, 2011
Célula termossolar capta energia da luz e do calor simultaneamente
Assunto: Célula termossolar, Energia Solar, Energias Renováveis, Inovação tecnológica 0 comentáriosCélula termossolar
A célula híbrida, que consiste em um dispositivo único, permite a captura simultânea de energia de duas fontes separadas, o que até agora só era possível combinando sistemas separados, como células solares e materiais termoelétricos.
O dispositivo pode ser o primeiro passo para viabilizar a chamada "colheita de energia", um conceito que vem ganhando espaço entre cientistas e ambientalistas, e que visa converter várias formas de energia disponíveis no meio ambiente em eletricidade.
A célula termossolar é feita de materiais orgânicos, com baixo custo de fabricação e processamento.
Alterando os circuitos elétricos que conectam dois tipos de materiais semicondutores - tipo P e tipo N, referindo-se a positivo e negativo - o dispositivo pode funcionar como uma célula fotovoltaica ou como um gerador termoelétrico.
O segredo do avanço está em um novo material orgânico, que é adequado para operar nos dois modos, solar e termoelétrico.
Sensores sem baterias
Até agora, células fotovoltaicas - que geram eletricidade a partir da luz - e geradores termoelétricos - que geram eletricidade a partir de diferenciais de temperatura - só existiam como dispositivos separados.
Colocar tudo em um componente único pode ser importante, por exemplo, no campo médico, em sensores capazes de monitorar a temperatura corporal, a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos etc., sem precisar de baterias ou ligações elétricas.
A tecnologia também poderá ser usada no monitoramento ambiental em áreas remotas, onde seria problemático ir periodicamente para trocar as baterias dos sensores.
A Fujitsu afirma que seus cientistas vão se concentrar agora no aumento do desempenho da célula termossolar, que deverá estar no mercado por volta de 2015. Ver notícia completa-->
Fonte: Inovação Tecnológica
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, janeiro 18, 2011
ITER vai realizar primeiro teste com hidrogénio em 2019
Assunto: Fusão Nuclear, Inovação tecnológica, Investimentos, ITER, Produção de Energia Eléctrica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, setembro 30, 2010
Transístor de grafeno bate recorde mundial de velocidade
Assunto: Electrónica, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, setembro 09, 2010
Cientistas britânicos produzem eletricidade a partir da urina
Assunto: Electricidade, Inovação tecnológica, tecnologias 0 comentários
Cientistas britânicos das universidades de Heriot-Watt (Edimburgo) e de St. Andrews (Escócia), desenvolveram uma célula de combustível que produz eletricidade diretamente da urina, a partir da ureia.Publicada por Florindo Sousa a quarta-feira, setembro 01, 2010
Descoberto novo processo de conversão da energia solar
Assunto: Energia Solar, Energias Renováveis, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, agosto 05, 2010
Cabo supercondutor bate record mundial de intensidade de corrente
Assunto: Condutores Eléctricos, Electricidade, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, maio 27, 2010
Concentrador solar de baixo custo otimiza células solares
Assunto: Concentradores solares, Energia Solar, Inovação tecnológica 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a sexta-feira, maio 07, 2010
Automontagem molecular: vêm aí os chips que se constroem sozinhos
Assunto: Electronica, Inovação tecnológica 0 comentáriosUma das alternativas que os cientistas têm explorado é a criação de minúsculos circuitos usando moléculas que se organizam automaticamente em padrões funcionais - um processo conhecido como automontagem.
Em um artigo publicado nesta semana na revista Nature Nanotechnology, pesquisadores do MIT, nos Estados Unidos, deram um passo importante para tornar a automontagem de chips uma alternativa prática.
Fotolitografia
Atualmente, os chips são construídos camada por camada, por meio de um processo chamado fotolitografia. Uma camada de silício, metal ou algum outro material é depositada sobre uma pastilha e revestida com um material sensível à luz, chamado fotorresiste.
Ao atravessar uma espécie de stencil - uma "máscara" - a luz projeta sobre o fotorresiste uma sombra que é um modelo detalhado do circuito eletrônico que se quer construir. Onde a luz atinge o fotorresiste, ele endurece. A parte não endurecida é lavada com produtos químicos adequados, deixando o circuito "impresso" sobre a pastilha.
O problema é que os componentes que formam o chip - os transistores e outros componentes - já são significativamente menores do que o comprimento de onda da luz usada na sua construção. Os fabricantes têm desenvolvido vários truques para conseguir que a luz produza estruturas menores do que o seu próprio comprimento de onda, mas esses truques não vão funcionar em escalas cada vez menores.
Litografia por feixe de elétrons
A maneira mais óbvia de continuar miniaturizando os componentes eletrônicos que formam o chip seria utilizar feixes de elétrons para transferir os padrões impressos na máscara para a camada de fotorresiste.
Mas, ao contrário da luz, que permite expor um chip inteiro de uma vez, um feixe de elétrons tem que se mover para a frente e para trás ao longo de toda a superfície de um chip, traçando linhas paralelas, como uma colheitadeira trabalhando ao longo das ruas de uma lavoura.
"A diferença é a mesma entre escrever a mão e imprimir uma página de uma vez só," afirma Karl Berggren, que orientou o desenvolvimento da nova tecnologia em conjunto com sua colega Caroline Ross. A lentidão dos passos precisos da litografia por feixe de elétrons torna-a significativamente mais cara do que a litografia óptica convencional. ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a quarta-feira, março 24, 2010
Películas ferroelétricas oferecem nova rota para a energia solar
Assunto: conversão de energia, Energia Fotovoltaica, Inovação tecnológica 0 comentáriosFilmes ferroelétricos
O Sol parece ser a nossa única fonte realmente confiável de energia renovável. Sabendo disso, os cientistas estão constantemente em busca de formas inovadoras para converter a luz solar em eletricidade.
Apenas nos últimos dias, foram relatados dois recordes mundiais e duas novas células solares uma biocélula, um circuito molecular capaz de transformar luz em eletricidade e até um passo importante rumo à fotossíntese artificial.
Agora foi a vez dos cientistas de Cingapura demonstrarem o potencial dos filmes finos ferroelétricos para captarem a energia do Sol e gerarem energia limpa.
Junção p-n
Os dispositivos fotovoltaicos, incluindo as células solares, produzem eletricidade quando a absorção de luz fornece elétrons com energia suficiente para atravessar uma barreira, chamada de bandgap.
Para gerar uma corrente elétrica útil, porém, esses portadores de carga devem ser guiados em uma direção determinada, não podendo fluir de forma aleatória.
Na maioria dos materiais fotovoltaicos utilizados hoje, como o silício, os cientistas conseguem dirigir os elétrons construindo a célula solar com uma interface conhecida com junção p-n.
Na junção p-n, dois materiais com naturezas diferentes - positivo-negativo ou doador de elétrons e receptor de elétrons - se juntam, facilitando a difusão dos elétrons do material n em direção ao material p. ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a sábado, março 13, 2010
Descoberto novo modo de produzir eletricidade
Assunto: Electricidade, Inovação tecnológica 0 comentáriosUm grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, descobriu um fenômeno inédito que faz com que ondas de energia sejam criadas ao longo de nanotubos de carbono.
Segundo os pesquisadores, o fenômeno até agora desconhecido poderá levar a uma nova forma de produzir eletricidade.
O fenômeno, descrito como "ondas termoelétricas", "abre uma nova área de pesquisa na área de energia, o que é raro," afirmou Michael Strano, um dos autores do estudo que foi publicado neste domingo (7/3) na revista Nature Materials.
Da mesma foram que um monte de detritos é atirado pelas ondas em uma praia depois de terem viajado pelo oceano, a onda térmica - um pulso de calor em movimento - viajando ao longo do fio microscópico de carbono pode arrastar elétrons em seu caminho, criando uma corrente elétrica.
O ingrediente principal dessa nova receita de energia é o nanotubo de carbono, uma estrutura com dimensões na faixa dos bilionésimos de metro, na qual os átomos de carbono estão dispostos como se fossem uma tela de arame enrolada. Os nanotubos de carbono fazem parte de uma família muito promissora de novas materiais, que inclui ainda os buckyballs e o grafeno.
Princípio de funcionamento
No estudo, cada um dos nanotubos de carbono, que são bons condutores tanto de eletricidade quanto de calor, foram recobertos com uma camada de um combustível altamente reativo e que gera um forte calor à medida que se decompõe.
O combustível é então inflamado em um dos lados dos nanotubos, o que pode ser feito por um feixe de laser ou por uma faísca elétrica, resultando em uma onda térmica que se desloca velozmente ao longo do nanotubo de carbono.
O calor do combustível é transferido para o nanotubo, onde ele passa a se deslocar milhares de vezes mais rapidamente do que a própria queima do combustível. À medida que o calor, que caminha mais rápido do que a chama, realimenta a camada de combustível, cria-se uma onda térmica que caminha ao longo do nanotubo.
Com uma temperatura de mais de 2.700º C (3.000 K), o anel de calor se espalha ao longo do nanotubo a uma velocidade 10 mil vezes maior do que o espalhamento normal da reação química de queima do combustível. O calor produzido pela combustão também desloca elétrons pelo nanotubo, criando uma corrente elétrica significativa. Ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, março 08, 2010
Biocélula usa fotossíntese para gerar eletricidade
Assunto: Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Produção de Energia Eléctrica 0 comentáriosA pesquisa demonstra uma nova rota para fotossíntese artificial, uma área de pesquisas promissora que pretende desenvolver uma estratégia de conversão da luz solar em eletricidade de forma ainda mais eficiente e mais ambientalmente correta do que as células solares.
Além do campo da energia, a nova biocélula poderá ter aplicações médicas.
O que é fotossíntese
A fotossíntese é o processo pelo qual as plantas convertem a energia do Sol em energia química. Na presença da luz visível, o dióxido de carbono (CO2) e a água (H2O) são transformados em glicose e em oxigênio (O2) por meio de uma complexa série de reações químicas que ainda não são bem compreendidas pelos cientistas.
Em vez de tentar reproduzir toda a fotossíntese de forma artificial, o que é uma meta desejável, mas ainda distante de ser alcançada, os pesquisadores franceses criaram uma célula alimentada por um biocombustível que é justamente o produto da fotossíntese de uma planta viva (glicose e oxigênio).
De desenho aparentemente muito simples, a célula a bicombustível é formada por eletrodos cujas superfícies foram modificadas com a adição de duas enzimas.
Domando a fotossíntese
Os pesquisadores inseriram sua biocélula em uma planta viva - neste experimento eles utilizaram um cacto.
Assim que os eletrodos, que são muito sensíveis tanto à glicose quanto ao O2, foram inseridos na folha do cacto, os cientistas puderam monitorar a fotossíntese em tempo real, in vivo, o que, por si só, já seria um grande feito científico.
Durante os experimentos, os pesquisadores puderam fazer a primeira observação direta dos níveis de glicose durante a fotossíntese, em tempo real.
Ou seja, além das aplicações tecnológicas, a técnica será de grande utilidade para o entendimento pormenorizado da própria fotossíntese, um objetivo longamente perseguido pelos biólogos - "domar" a fotossíntese significaria uma revolução radical na forma de geração de energia e de alimentos para a humanidade. Ver notícia completa -->
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, março 01, 2010
Nasce o primeiro transístor molecular
Assunto: Electrónica, Inovação tecnológica 0 comentáriosCientistas conseguiram fabricar experimentalmente o primeiro transístor feito com uma única molécula, levando a miniaturização da eletrônica ao seu limite e começando a tornar realidade as promessas de uma eletrônica molecular.
Exatamente ontem, dia 23 de Dezembro, o transístor original completou
Outros cientistas já haviam feito propostas teóricas para a criação de um transístor de benzeno e, há cerca de dois meses, uma equipe demonstrou o funcionamento do primeiro diodo molecular, uma junção semicondutora essencial para a construção dos transistores.
Transístor molecular
Agora, os pesquisadores da Universidade de Yale, nos Estados Unidos, e do Instituto de Ciência e Tecnologia da Coreia do Sul, apresentaram o primeiro transistor molecular que funciona na prática, ainda que em escala de laboratório.
Eles demonstraram que, conforme haviam sugerido cientistas da Universidade do Arizona, uma molécula de benzeno ligada a contatos de ouro comporta-se como um transistor de silício.
Os pesquisadores conseguiram manipular os diferentes estados de energia da molécula variando a tensão aplicada através dos eletrodos de ouro. Ao manipular os estados de energia, eles foram capazes de controlar a intensidade da corrente elétrica que passa através da molécula. Exatamente o mesmo comportamento de um transístor eletrônico de silício.
"É mais ou menos como rolar uma bola colina acima, onde a bola representa a corrente elétrica e a altura da colina representa os diferentes estados de energia da molécula," tenta explicar o Dr. Mark Reed. "Fomos capazes de ajustar a altura da colina, permitindo que a corrente passasse por ela quando ela era mais baixa, e interrompendo a corrente quando ela se elevava."
Ferramentas moleculares
A parte mais desafiadora da construção do transístor molecular foi justamente conectar os eletrodos metálicos à molécula, uma técnica que o Dr. Reed e sua equipe vêm aprimorando há quase 20 anos.
O feito somente foi alcançado graças ao desenvolvimento de novas técnicas e equipamentos que permitem a medição das correntes super tênues e a "visualização" do que está ocorrendo em nível molecular.
O desafio pode ser visualizado na imagem, que contrasta as dimensões dos contatos elétricos, construídos com a tecnologia atual de litografia, e a molécula individual que funciona como transístor.
Uma década de trabalho
Há um grande interesse em utilizar moléculas em circuitos de computador porque os transistores tradicionais, feitos de silício, não são viáveis em escalas tão pequenas.
Contudo, embora represente um marco importante para a criação da eletrônica molecular, este transístor é ainda um dispositivo em escala de laboratório. Mesmo sua reprodução por outros grupos de pesquisadores será difícil. A fabricação em escala industrial terá que esperar ainda muitos anos de novos aprimoramentos e de novos equipamentos.
"Ainda não estamos prestes a criar a próxima geração de circuitos integrados," afirma Reed. "Mas, depois de muitos anos de trabalho nos preparando para isto, terminamos um trabalho de uma década de duração, conseguindo demonstrar que as moléculas de fato podem funcionar como transistores."
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, dezembro 28, 2009
A máquina do Big Bang bateu recorde de energia
Assunto: CERN, Inovação tecnológica, Notícias 0 comentários"É fantástico", disse do director-geral do CERN. Rolf Heuer afirmou que as experiências vão continuar "por etapas porque ainda há muito a fazer antes de" começarem "a fazer física em 2010".
O recorde era até agora detido pelo Fermilab de Chicago, nos EUA, que já tinha atingido a energia de 0,98 TeV em 2001.
O acelerador de partículas do CERN foi reactivado a 20 de Novembro, 14 meses após a paragem devido a um avaria grave que aconteceu apenas três dias depois de terem ocorrido as primeiras colisões.
Como começou o Universo
O CERN pretende, com esta experiência, simular a criação do Universo, tal como terá acontecido há 13,7 mil milhões de anos.
Para tal, o LHC irá provocar uma colisão de protões a uma velocidade próxima da luz para simular os primeiros milésimos de segundo do Universo.
A construção do acelerador de partículas demorou mais de 12 anos, com um custo de 3,76 mil milhões de euros. Milhares de físicos e profissionais de várias áreas participaram nesta que é considerada a maior experiência científica de sempre.
Portugal é membro do CERN desde 1986. Várias empresas nacionais contribuíram para a construção do acelerador de partículas e na Suíça. Em Meyrin, perto de Genebra, na Suíça, sede do laboratório, trabalham vários portugueses.
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, dezembro 01, 2009
Impacto dos raios sobre a poluição e o efeito estufa está subestimado, diz NASA
Assunto: Descargas Atmosféricas, Inovação tecnológica, Poluição 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quinta-feira, novembro 26, 2009
Wireless Power - Electricidade por Wireless! O fim dos cabos de alimentação??
Assunto: Energia, Inovação tecnológica, Vídeos 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a sábado, novembro 21, 2009
Circuito híbrido marca chegada da eletrônica orgânica aos processadores
Assunto: Electrónica, Inovação tecnológica 0 comentáriosAlternativa aos computadores de silício
"Nós conseguimos colocar vários transístores feitos de nanofios orgânicos juntos para formar um nanocircuito electrónico. Este é o primeiro passo rumo à viabilização futura dos circuitos electrónicos feitos de materiais orgânicos - um possível substituto para as actuais tecnologias baseadas em silício," resume o Dr. Thomas Bjornholm, da Universidade de Copenhague.
Os transístores funcionam basicamente como chaves liga-desliga - a conexão de várias dessas chaves permite a construção de todos os blocos lógicos com que são construídos os processadores de computador e todos os demais circuitos electrónicos - veja mais detalhes na reportagem Criado microprocessador que funciona com ar.
Já existem dispositivos electrónicos orgânicos no mercado, principalmente as telas feitas com LEDs orgânicos (OLEDs). Embora promissor, permitindo a construção de transístores do tamanho de moléculas, o enfoque da electrónica orgânica ainda não chegou integralmente aos processadores.
A viabilização dos blocos lógicos em materiais à base de carbono, agora demonstrada, dá mais uma prova do potencial da electrónica orgânica e do novo patamar de dimensões que ela permitirá alcançar. Enquanto isso, os transístores de silício estão cada vez mais próximos dos limites físicos de sua miniaturização. Ver notícia completa-->
Fonte: Inovação Tecnológica
Publicada por Florindo Sousa a domingo, novembro 15, 2009
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