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EDP já só tem 40% do mercado liberalizado

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As espanholas Endesa e a Iberdrola controlam hoje cerca de metade das vendas de electricidade. A EDP prepara-se para contra-atacar.
A EDP continua a perder terreno no mercado liberalizado de electricidade para as suas concorrentes espanholas, sobretudo para a Endesa e a Iberdrola. Os dados mais recentes da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), com data de Abril, aos quais o Diário Económico teve acesso, revelam que o grupo liderado por António Mexia já só fornece 40,9% da energia vendida no mercado liberalizado. Em Dezembro de 2007, a EDP Comercial possuía 76% de quota de mercado.
O aumento da competitividade no sector - que se faz sentir sobretudo no segmento dos consumidores empresariais - fez surgir um número crescente de operadores que, gradualmente, conquistaram uma fatia substancial do negócio que era dominado pela EDP. É o caso da Endesa, da Iberdrola, da Unión Fenosa, da Galp, da EGL e da Fortia. Só as duas primeiras comercializadoras reivindicam actualmente 26,3% e 24,4% do consumo de electricidade. "Não há um único consumidor de electricidade que não peça três ou quatro propostas. É um mito dizer que não há concorrência", afirma Cruz de Morais, administrador da EDP.
Responsável por mais de 60% do consumo nacional de electricidade, o sector empresarial e, em particular, a indústria tornaram-se o alvo predilecto das comercializadoras de electricidade. Estratégia que tem penalizado as famílias portuguesas, que continuam a contar apenas com um comercializador alternativo à EDP Comercial, a Endesa.

Fonte: Económico

Concha de 19 milhões

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A EDP vai construir um novo edifício em forma de "concha" na frente ribeirinha, no prolongamento das instalações do Museu da Electricidade. 
O imóvel, um investimento de 19 milhões de euros, que será financiado através da alienação de vários prédios que a EDP tem espalhados por Lisboa, já tem todas as autorizações (da Câmara de Lisboa e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico) e o concurso público para a sua construção deverá ser lançado ainda este ano. A arquitecta responsável pelo projecto é a inglesa Amanda Levete e, de acordo com os responsáveis da EDP, "terá um espaço livre para exposições de 1600 m2".
A Fundação EDP vai ainda remodelar o pequeno cais de embarque de Belém, de modo a criar uma ligação turística entre o Museu da Electricidade e o Terreiro do Paço.
A eléctrica espera também lançar, ainda este ano, o concurso para a sua nova sede na avenida 24 de Julho, em Lisboa. Um projecto da autoria de Manuel e Francisco Aires Mateus.
Na apresentação das contas da Fundação EDP, o presidente da eléctrica, António Mexia, anunciou que a EDP espera uma autorização do regulador para colocar na factura de electricidade um pedido de doação voluntário aos clientes de 30 a 50 cêntimos por mês para projectos de mecenato social.

Fonte:Correio da Manhã

REN investe 1 600 milhões de euros no sector da electricidade

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O presidente da Rede Eléctrica Nacional (REN) Rui Cartaxo revelou esta segunda-feira que a empresa vai investir 1 600 milhões de euros no sector da electricidade em Portugal até 2016.


Rui Cartaxo disse que "há condições" para que a REN possa "financiar" o plano de investimento de 1 600 milhões de euros no sector da electricidade em Portugal até 2016.
"A REN é uma empresa muito sólida do ponto de vista financeiro" e consegue financiar-se "independentemente da situação que o país atravessa", garantiu ainda Cartaxo. 

Fonte:Portugalmail

Home Energy lança serviço de monitorização de consumos

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A Home Energy e a ZON lançaram um serviço de eficiência energética, o WATT, que permite aos clientes acompanhar o consumo de electricidade da sua casa na sua televisão ou através da internet, utilizando um PC, tablet ou até o telemóvel. 
 
O serviço regista o histórico dos consumos e recomenda a melhor potência contratada e sistema tarifário. Adicionalmente, o cliente passa a conhecer o seu consumo instantâneo, o que lhe permite reduzir os consumos de stand-by e substituir ou desligar os equipamentos mais ineficientes, poupando até 25 por cento nos custos de electricidade.
Os clientes ZON irão ficar ainda a conhecer a pegada de carbono da sua casa e, no futuro, poderão compensar as suas emissões através de um simples comando na sua televisão. O serviço será lançado em 2011.
Fonte: Ambiente Online

Governo cria nova tarifa social para electricidade

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Clientes que usufruam da nova tarifa não verão a sua factura aumentada além de 1% em 2011.

Mais de 670 mil famílias deverão passar a usufruir de uma tarifa social de electricidade, cujo aumento em 2011 não poderá passar de 1%, segundo aprovou hoje o Conselho de Ministros.

De acordo com o comunicado divulgado no final da reunião, a tarifa social de fornecimento de energia eléctrica destina-se "a clientes finais que se encontrem numa situação de carência sócio-económica", entre os quais: os beneficiários do complemento solidário para idosos, do rendimento social de inserção, do subsídio social de desemprego, do primeiro escalão do abono de família e da pensão social de invalidez.

Com a tarifa social, o Governo diz que "passa a ter um instrumento que permite limitar a variação da tarifa para os clientes finais que se encontrem numa situação de carência sócio-económica, independentemente do seu comercializador, através de um desconto nas tarifas de acesso às redes", que resulta num desconto na factura final destes consumidores. 

Fonte: RR

Cientistas britânicos produzem eletricidade a partir da urina

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Cientistas britânicos das universidades de Heriot-Watt (Edimburgo) e de St. Andrews (Escócia), desenvolveram uma célula de combustível que produz eletricidade diretamente da urina, a partir da ureia.

O processo de produção não precisa da aplicação de voltagem para separar a ureia mas apenas de um elétrodo de baixo custo, que faz com que a reação química aconteça espontaneamente. Segundo a revista britânica "New Scientist", os detalhes técnicos deste elétrodo são por enquanto secretos.

Shanwen Tao, o cientista que lidera este projeto, calcula que cada adulto produza anualmente urina suficiente para um automóvel andar 2700 km, devido à energia que a ureia contém. A ureia representa cerca de 2% do peso da urina.
Um dos resíduos mais abundantes da Terra

A urina é um dos resíduos mais abundantes na Terra: os quase sete mil milhões de habitantes do planeta produzem dez mil milhões de litros por dia. Se adicionarmos a produção dos animais criados pela indústria pecuária, este número é várias vezes superior.

Mas depurar a urina nas estações de tratamento de esgotos, de modo a evitar a contaminação dos rios, mares e ecossistemas, é um processo que exige avultados recursos financeiros e que consome muita energia.

A nova tecnologia poderá vir a ter no futuro uma grande diversidade de aplicações, não apenas nos automóveis mas também no fornecimento de eletricidade aos edifícios de escritórios e das explorações agropecuárias, ou a aparelhos de rádio e telemóveis em regiões remotas.
Automóveis: rede de estações de serviço já existe na Europa

Curiosamente, já existe na Europa (tal como em vários países da Ásia) uma rede de mais de 6.000 estações de serviço que vendem combustível com 32,5% de ureia para abastecer camiões e autocarros a diesel, no âmbito de um diretiva europeia que entrou em vigor em 2006 destinada a minimizar o impacto ambiental da combustão do diesel. Isto significa que "a infraestrutura já está montada", salienta Shanwen Tao.

Há ainda outras tecnologias que estão neste momento a ser testadas. Na Universidade de Ohio, em Athens (EUA), os cientistas estão a fabricar hidrogénio a partir da urina usando células eletrolíticas. E na Universidade do Estado da Pensilvânia, em University Park, a aposta vai para a produção de energia a partir de bactérias.

Os efluentes dos esgotos contêm bactérias e matéria orgânica, e quando as bactérias a consomem produzem eletrões que se combinam com o oxigénio. Se este processo acontece em reservatórios sem oxigénio, os eletrões podem ser aproveitados para a produção de eletricidade. 

Fonte: Expresso

Contadores inteligentes não sobem factura

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António Martins da Costa, administrador da EDP, explicou ao CM que pode não ser o consumidor a pagar a implementação dos contadores inteligentes de electricidade, que melhoram a eficiência energética, adiantando que é um tema que o regulador está analisar. O valor poder ser absorvido pelo distribuidor, admitiu Martins da Costa.
Actualmente, cada contador inteligente custa ainda cerca de 70 euros, mas o custo tem vindo a diminuir. Estes equipamentos estão a ser utilizados no âmbito do projecto piloto InovGrid, em fase de teste com 1300 consumidores de Évora, e que se traduz num sistema mais eficiente de distribuição de electricidade com poupanças ao nível do consumo.
De acordo com o administrador da EDP, o investimento também é compensado pelos beneficíos que este novo sistema de distribuição inteligente acarreta, "quase como instalar um computador em casa dos clientes", explica Martins da Costa, sublinhando que acabam as leituras de energia com estimativas e a alteração da potência contratada ou do plano tarifário feita de imediato sem deslocação de técnicos. Uma mudança que, afirmou, reduz os custos com 'outsourcing'.
Martins da Costa esteve esta quarta-feira na EXPO em Xangai a apresentar aos chineses este modelo revolucionário de consumo de energia eléctrica. Segundo o administrador da EDP, houve já abordagens de grupos internacionais interessados neste modelo.
Fonte: CM

Electricidade sobe em Portugal e cai na Europa

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Portugal é dos países da União Europeia com preços de energia mais elevados, tendo em conta o poder de compra das famílias. Apesar da queda dos custos na média dos 27, em Portugal eles mantinham-se acima dos parceiros europeus.
Os preços da energia caíram na média dos países da União Europeia entre a segunda metade de 2008 e a segunda de 2009. Em Portugal, isto aconteceu para o gás doméstico mas não para a electricidade.
Contra a corrente, os preços da electricidade desceram 1,5% entre os 27 países comunitários mas em Portugal subiram 4,5%, segundo os dados do Eurostat, o gabinete de estatísticas da Comissão Europeia.
O preço da electricidade em Portugal era, era no entanto, mais baixo que o da média comunitária (16,45 euros), o que não invalidada o facto de ser o sétimo mais alto entre os 27, em termos de paridade do poder de compra. Ou seja, embora, em Portugal, o preço real pago por cada cem "quilowatts" fosse de 15,41 euros, quando relativizado, os portugueses pagaram o equivalente a 18,61 pontos acima.
Os países com pior capacidade de poder de compra que Portugal neste campo foram a Hungria, a Polónia e a Alemanha. Em termos de descida de preço real, ela foi mais acentuada em Chipre, na Itália, na Irlanda e na Dinamarca.
Em Espanha, o preço da electricidade também subiu 8,2% - cada cem unidades de electricidade custavam entre 2008 e 2009 16,84 euros, um valor próximo da média europeia.
De notar que em Janeiro de 2009, e também segundo os números do Eurostat, o salário mínimo em Portugal era de 525 euros (475€x14 meses/12 meses=525€) enquanto era de 728 euros em Espanha ou 1642 euros no Luxemburgo, o mais alto de toda a UE.
Quanto ao gás doméstico, tanto os portugueses como os europeus pagaram menos entre 2008 e 2009, mas em Portugal esta descida foi na ordem dos 5,5% enquanto a factura da média da União a 27 diminuiu, nesse período, 16%.

Gás é o quinto mais caro da UE

Ainda assim, as famílias portuguesas pagaram por cada "gigajoule" de gás doméstico mais (16,52 euros) que as europeias (14,67 euros). Em termos de poder de compra, o valor pago pelos lares portugueses era o quinto mais caro no espaço europeu - 19,28 pontos acima. No que respeita o poder de compra só pagaram mais que os portugueses, os suecos, os polacos, os húngaros e os búlgaros. A maior descida dos preços do gás doméstico foram na Bélgica, na Itália, na Letónia e da Eslovénia.
Os vizinhos espanhóis viram os preços do gás descer 18% pagando apenas 14,88 euros por cada unidade.

Fonte: JN

Cabo supercondutor bate record mundial de intensidade de corrente

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Recorde electrizante
Pesquisadores da Universidade Autônoma de Barcelona, na Espanha, construíram um cabo supercondutor que bateu o recorde mundial de intensidade de corrente elétrica, atingindo 3.200 amperes a 24.000 volts.
Os resultados dos testes indicaram que o novo cabo supercondutor tem uma capacidade de 100 MVA (milhões de volt-ampere), cinco vezes mais do que um cabo de cobre convencional com as mesmas dimensões.
Além do cabo, medindo 30 metros, feito de material supercondutor de alta temperatura, os pesquisadores construíram todos os terminais para conectá-lo à rede comum de distribuição.
Cabo supercondutor
Segundo os pesquisadores, se for usado nas linhas de transmissão, o cabo elétrico supercondutor poderia reduzir as perdas de energia entre 50% e 70%, desde que utilizado em pontos-chave da rede de distribuição.
Por ser capaz de transportar uma quantidade de electricidade muito superior em relação aos cabos convencionais, a tecnologia supercondutora torna-se uma alternativa viável para se obter a eficiência desejada dos sistemas de distribuição eléctrica.
As perdas de energia ao longo dos linhões de transmissão, que levam a energia das usinas até os pontos de consumo, representam um desperdício maior de energia do que todas as demais ineficiências somadas.
A economia obtida com o uso de cabos supercondutores já computa o gasto energético com o próprio cabo, que precisa ser resfriado para manter a supercondução. Embora sejam chamados de materiais supercondutores de alta temperatura, essa temperatura é ainda muito menor do que a temperatura ambiente.
Demanda mundial de energia
A demanda mundial de energia deverá dobrar até a segunda metade deste século.
Desta forma, ganhos de eficiência na construção de motores, geradores, transformadores, além do uso de cabos supercondutores, ajudariam a satisfazer essa demanda de energia sem exigir que se dobre o número de usinas existentes hoje.
Segundo os pesquisadores, a tecnologia de transmissão baseada em materiais supercondutores também aumenta a segurança e a confiabilidade da rede, uma vez que os transformadores de material supercondutor não são inflamáveis.

Fonte: Inovação Tecnológica

Descoberto novo modo de produzir eletricidade

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Ondas de energia
 
Um grupo de pesquisadores do Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT), nos Estados Unidos, descobriu um fenômeno inédito que faz com que ondas de energia sejam criadas ao longo de nanotubos de carbono.

Segundo os pesquisadores, o fenômeno até agora desconhecido poderá levar a uma nova forma de produzir eletricidade.

O fenômeno, descrito como "ondas termoelétricas", "abre uma nova área de pesquisa na área de energia, o que é raro," afirmou Michael Strano, um dos autores do estudo que foi publicado neste domingo (7/3) na revista Nature Materials.

Da mesma foram que um monte de detritos é atirado pelas ondas em uma praia depois de terem viajado pelo oceano, a onda térmica - um pulso de calor em movimento - viajando ao longo do fio microscópico de carbono pode arrastar elétrons em seu caminho, criando uma corrente elétrica.

O ingrediente principal dessa nova receita de energia é o nanotubo de carbono, uma estrutura com dimensões na faixa dos bilionésimos de metro, na qual os átomos de carbono estão dispostos como se fossem uma tela de arame enrolada. Os nanotubos de carbono fazem parte de uma família muito promissora de novas materiais, que inclui ainda os buckyballs e o grafeno.

Princípio de funcionamento

No estudo, cada um dos nanotubos de carbono, que são bons condutores tanto de eletricidade quanto de calor, foram recobertos com uma camada de um combustível altamente reativo e que gera um forte calor à medida que se decompõe.

O combustível é então inflamado em um dos lados dos nanotubos, o que pode ser feito por um feixe de laser ou por uma faísca elétrica, resultando em uma onda térmica que se desloca velozmente ao longo do nanotubo de carbono.

O calor do combustível é transferido para o nanotubo, onde ele passa a se deslocar milhares de vezes mais rapidamente do que a própria queima do combustível. À medida que o calor, que caminha mais rápido do que a chama, realimenta a camada de combustível, cria-se uma onda térmica que caminha ao longo do nanotubo.

Com uma temperatura de mais de 2.700º C (3.000 K), o anel de calor se espalha ao longo do nanotubo a uma velocidade 10 mil vezes maior do que o espalhamento normal da reação química de queima do combustível. O calor produzido pela combustão também desloca elétrons pelo nanotubo, criando uma corrente elétrica significativa. Ver notícia completa--> 

Google vai vender energia

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A gigante norte-americana conseguiu uma autorização da Comissão Reguladora da Energia dos EUA e vai passar a negociar electricidade. A nova unidade do grupo vai chamar-se 'Google Energy'.

A Google está a alargar os seus horizontes e vai passar agora a negociar energia. A empresa já tinha anunciado a sua intenção de entrar no mercado energético, e, em 2008, apresentou um plano de eficiência onde garantia que era possível satisfazer, exclusivamente através de energias renováveis, 100% das necessidades dos Estados Unidos.

Com a autorização das autoridades federais, a Google pode agora criar a sua própria companhia de electricidade e controlar os seus custos de produção. A autorização também permite que a Google comercialize energia, embora não seja um objectivo a curto prazo da empresa.

A gigante pretende, com a nova unidade 'Google Energy', tornar-se uma empresa de ponta ao nível das energias renováveis.

Fonte: Diário Económico 

Central de Ciclo Combinado da EDP em Lares é inaugurada hoje

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A central de ciclo combinado da Energias de Portugal (EDP) em Lares, Figueira da Foz, um investimento de cerca de 400 milhões de euros, é inaugurada hoje, três meses após ter entrado em funcionamento.

Os dois grupos de 431 Megawatts (MW) cada entraram em produção em Agosto e Setembro, representando uma potência total de 862 MW e uma produção anual de electricidade calculada em 4.000 GigaWatts /hora (GWh).



A central de Lares, que utiliza como combustível principal o gás natural, é a primeira das quatro centrais de ciclo combinado licenciadas em 2006 a entrar em produção, referiu, na altura, a EDP.

Apagão: electricidade regressa após noite de caos

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A central eléctrica de Itaipu já voltou a operar normalmente, voltando a fornecer energia às 18 unidades que servem o Brasil e o Paraguai. Os problemas na linha de transmissão provocaram um gigantesco apagão, que deixou 50 milhões de pessoas sem electricidade durante várias horas durante a noite e madrugada.

Ainda não são conhecidas as causas do problema, mas serão entregues relatórios ao Ministério de Minas e Energia para que se possa estabelecer exactamente a causa do corte de energia, informa as agências internacionais.
Foi uma noite de caos, com problemas no trânsito, assaltos e situações delicadas em hospitais. A cidade de São Paulo ficou literalmente às escuras durante várias horas, condicionando várias rotinas diárias e os transportes públicos.
Registaram-se várias discussões de trânsito, com troca de agressões, o que obrigou à intervenção da Polícia Militar. Os telefones de emergência ficaram sobrecarregados e a rede da Polícia Civil inoperacional. Autocarros lotados, metro parado, táxis super-concorridos e final de aulas antecipado, nomeadamente nas faculdades.Ver notícia completa-->

Fonte: IOL

Portugueses pagaram 600 milhões a mais em electricidade este ano

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A factura de electricidade dos consumidores portugueses até Setembro poderia ter sido mais barata. A redução do custo médio da energia este ano face ao que era previsto provocou nos primeiros nove meses do ano um excedente tarifário de 601 milhões de euros, segundo as contas da EDP.

Ou seja, em média cada um dos 5,3 milhões de consumidores com tarifa regulada podia ter pago menos 112 euros de electricidade até Setembro, caso se reflectisse nos preços a redução dos custos da energia.

Descoberta nova forma de electricidade

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Cientistas britânicos conseguiram criar uma forma de energia equivalente à electricidade, através da manipulação de descargas magnéticas.

Na base da descoberta está o uso revolucionário que os investigadores liderados por Stephen Bramwell conseguiram aos monopólos existentes em pequenos cristais conhecidos como spin ice.

No estudo publicado na revista ‘Nature’, a equipa de Bramwell mostrou como estes monopólos se juntam para formar uma «corrente magnética» que interage de forma semelhante à electricidade.

O fenómeno, intitulado «magneticidade», pode vir a desempenhar um papel importante nas próximas décadas.

«Não vamos começar a ver lâmpadas magnéticas, nem nada do género», afirmou Bramwell à ‘BBC’, antes de explicar que a descoberta poderá antes ser usada na criação de aparelhos de «memória magnética», a aplicar em computadores e dispositivos de armazenamento de informação.

Fonte: A Bola

Factura da luz sobe um euro por mês em 2010

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As tarifas de electricidade vão aumentar 2,9% no próximo ano em Portugal Continental, o que representa um agravamento médio de um euro por mês para as famílias portuguesas, de acordo com a proposta avançada hoje pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

A proposta do regulador de subida de 2,9%, que será ainda alvo de um parecer não vinculativo do Conselho Tarifário da ERSE, aplica-se aos consumidores domésticos, às pequenas e médias empresas à indústria e a grandes consumidores industriais.

Para a região Autónoma dos Açores (2,7%) e para a Região Autónoma da Madeira (2,8%), os aumentos são mais reduzidos.

A subida das tarifas em Portugal Continental no próximo ano iguala a ocorrida em 2008 e compara com o aumento de 4,9% registado no início deste ano.

São mais de 5 milhões os consumidores domésticos afectados por esta subida. Sendo que cada um tem em média uma factura mensal de 39 euros, o agravamento em resultado da subida das tarifas em 2,9% corresponde a 1,07 euros.

Menos consumo, mais renováveis e défice pressionam tarifas

No comunicado a apresentar a proposta de tarifas, a ERSE adianta quais os factores que motivam este incremento.

Um deles diz respeito à queda do consumo ocorrida este ano. Uma vez que há uma componente de custos fixos incorporados na fixação das tarifas, como o consumo é mais baixo, tal pressiona em alta as tarifas.

“Quando há aumento do consumo de energia eléctrica verifica-se a diminuição destes custos por unidade de energia eléctrica sendo que a redução do consumo de energia eléctrica provoca um efeito oposto”, explica o regulador. A previsão da ERSE aponta para uma queda de 3% no consumo este ano, uma diminuição explicada pela recessão da economia.

Também a pressionar em alta as tarifas para 2010 estão os incrementos dos custos da produção em regime especial, que por outras palavras, traduzem os apoios à produção eléctrica através de energias renováveis.

A ERSE estima que estes apoios – corresponde à diferença entre o custo de produzir através de renováveis e o mercado organizado – vão aumentar no próximo ano face a 2009, traduzindo o aumento da produção através de fontes renováveis e também o aumento da diferença do custo entre esta fonte e o mercado organizado. Ver notícia completa-->

Fonte: Jornal de Negócios

UBS prevê que a EDP apresente resultados líquidos de 900 milhões

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A UBS prevê que a Energias de Portugal (EDP) tenha terminado 2007 com um resultado líquido de 900 milhões de euros, número que será revelado no início de Março, altura em que a empresa liderada por António Mexia fará uma actualização quanto ao "timing" da colocação da Renováveis no mercado de capitais.

A EDP fechou 2006 com um lucro de 940,8 milhões de euros. No ano passado a eléctrica nacional terá apresentado um resultado líquido menor, em 4,3%, de 900 milhões de euros, com o "cash flow" operacional, o EBITDA, a fixar-se nos 2,7 mil milhões de euros, segundo a UBS.

Na apresentação de resultados, a 6 de Março, os analistas da UBS esperam que a EDP "faça uma actualização para o mercado do calendário" para a colocação da unidade de energias renováveis que deverá ocorrer durante o segundo trimestre deste ano, tal como anunciado no último "Dia do Investidor" da empresa.Ver notícia completa-->

Fonte:Jornal de Negócios

Electricidade colocada em leilão foi totalmente vendida

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A electricidade hoje oferecida pela EDP e pela Ren Trading no terceiro leilão de capacidade virtual organizado pelo Operador do Mercado Ibérico de Energia foi totalmente vendida, afirmou à Lusa fonte oficial do Ministério da Economia.

«A potência foi toda comprada, o leilão foi um sucesso», afirmou a mesma fonte.


«No fundo, as empresas compraram uma central de produção virtual com uma capacidade de 300 MW«, afirmou.


Isto representa, por exemplo, para Fevereiro, que as empresas podem vender um total de energia de 208 gigawatts/hora.

Os preços de venda variaram entre os 57 e os 69 euros por megawatt/hora (MWh).

O preço de exercício foi fixado em 56 euros por MWh, tendo o preço de reserva variado entre os 1,05 e os 12,69 euros.

No caso de Fevereiro, o preço pago foi de 68,69 euros por megawatt/hora, o que representa um contrato no valor de 14 milhões de euros.


Participaram nos leilões 10 empresas: Galp Power, Iberdrola, Unión Fenosa, Gas Natural, Endesa, Enel Viesgo, EDF Trading, Centrica Energia, Sempra Energy e EGL.

A REN Trading e a EDP colocaram em leilão uma capacidade de 300 MW, repartidos em 150 MW cada, para cada uma das maturidades: Fevereiro, Março, 2º trimestre de 2008, 3º trimestre de 2008 e 4ºtrimestre de 2008.

Os leilões de capacidade virtual de produção são mecanismos destinados a transaccionar opções de compra de energia eléctrica, através dos quais se disponibiliza aos comercializadores ou grandes consumidores a utilização da capacidade de produção de centrais existentes, contribuindo, assim, para a dinamização do mercado.

Fazem parte do acordo estabelecido entre Portugal e Espanha, a 8 de Março, no sentido de aprofundar o MIBEL.

Esta é a primeira vez que a EDP participa nos leilões, uma obrigação que decorre da sua posição de operador dominante no mercado eléctrico português.


Energia: Portugal baixou pela primeira vez em 2007 a intensidade energética no consumo de electricidade

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Portugal reduziu o ano passado, pela primeira vez em cinco anos, a intensidade energética no consumo de electricidade, que cresceu menos que o Produto Interno Bruto (PIB), afirma hoje a Quercus em comunicado.

O consumo de electricidade subiu 2,6 por cento, entre 2005 e 2006, enquanto que entre 2006 e 2007 o aumento foi apenas de 1,8 por cento, refere a associação ambientalista com base nos dados da REN-Redes Enegéticas Nacionais.


A Quercus afirma que pela primeira vez nos últimos cinco anos, o consumo de electricidade em 2007 cresceu menos que o PIB, que subiu 1,9 por cento, tendo-se verificado uma redução do valor de intensidade energética, ou seja, a electricidade que é necessária para produzir uma unidade de riqueza.


Em Portugal, o valor da intensidade energética é ainda um dos mais elevados a nível europeu, sendo um indicador de desperdício de energia.


Segundo a Quercus, a redução deste valor é bastante positiva, mas parece estar mais relacionada com questões conjunturais, como o clima ameno, do que com questões estruturais, como a melhoria da eficiência energética.


O facto do consumo continuar a crescer, mas a um ritmo muito mais lento em 2007 que em 2006, deve-se, segundo a Quercus, a um conjunto de factores como o clima ameno, poupança de energia motivada por questões económicas e uma maior sensibilidade ambiental e a maior eficiência energética dos novos equipamentos.



Fonte: Lusa

Mercúrio perigoso na luz económica

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A agência governamental para o Ambiente (Department of Environment), no Reino Unido, está preocupada com os potenciais riscos para a saúde e para o ambiente colocados pelas lâmpadas de baixo consumo.

Em causa, segundo a BBC, está a presença de mercúrio neste tipo de iluminação, que implica cautelas adicionais que actualmente não estarão a ser tomadas.


O mercúrio, que no corpo humano tende a acumular-se sobretudo nos tecidos do cérebro, é altamente nocivo a partir de determinadas quantidades. No entanto, de acordo com o governo londrino, a generalidade dos fabricantes ainda não avisam os consumidores sobre os riscos.

Segundo toxicologistas citados pela cadeia televisiva britânica, uma lâmpada de baixo consumo normal contém entre seis a oito miligramas de mercúrio, uma quantidade considerada "bastante baixa" e não passível de colocar em risco os consumidores. Mas se, por exemplo, seis destas lâmpadas fossem partidas numa divisão pequena e sem ventilação, a quantidade da substância libertada já significaria que os utentes se encontravam numa situação de "risco a curto prazo".
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Fonte: DN