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EDP já só tem 40% do mercado liberalizado

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As espanholas Endesa e a Iberdrola controlam hoje cerca de metade das vendas de electricidade. A EDP prepara-se para contra-atacar.
A EDP continua a perder terreno no mercado liberalizado de electricidade para as suas concorrentes espanholas, sobretudo para a Endesa e a Iberdrola. Os dados mais recentes da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), com data de Abril, aos quais o Diário Económico teve acesso, revelam que o grupo liderado por António Mexia já só fornece 40,9% da energia vendida no mercado liberalizado. Em Dezembro de 2007, a EDP Comercial possuía 76% de quota de mercado.
O aumento da competitividade no sector - que se faz sentir sobretudo no segmento dos consumidores empresariais - fez surgir um número crescente de operadores que, gradualmente, conquistaram uma fatia substancial do negócio que era dominado pela EDP. É o caso da Endesa, da Iberdrola, da Unión Fenosa, da Galp, da EGL e da Fortia. Só as duas primeiras comercializadoras reivindicam actualmente 26,3% e 24,4% do consumo de electricidade. "Não há um único consumidor de electricidade que não peça três ou quatro propostas. É um mito dizer que não há concorrência", afirma Cruz de Morais, administrador da EDP.
Responsável por mais de 60% do consumo nacional de electricidade, o sector empresarial e, em particular, a indústria tornaram-se o alvo predilecto das comercializadoras de electricidade. Estratégia que tem penalizado as famílias portuguesas, que continuam a contar apenas com um comercializador alternativo à EDP Comercial, a Endesa.

Fonte: Económico

Concha de 19 milhões

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A EDP vai construir um novo edifício em forma de "concha" na frente ribeirinha, no prolongamento das instalações do Museu da Electricidade. 
O imóvel, um investimento de 19 milhões de euros, que será financiado através da alienação de vários prédios que a EDP tem espalhados por Lisboa, já tem todas as autorizações (da Câmara de Lisboa e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico) e o concurso público para a sua construção deverá ser lançado ainda este ano. A arquitecta responsável pelo projecto é a inglesa Amanda Levete e, de acordo com os responsáveis da EDP, "terá um espaço livre para exposições de 1600 m2".
A Fundação EDP vai ainda remodelar o pequeno cais de embarque de Belém, de modo a criar uma ligação turística entre o Museu da Electricidade e o Terreiro do Paço.
A eléctrica espera também lançar, ainda este ano, o concurso para a sua nova sede na avenida 24 de Julho, em Lisboa. Um projecto da autoria de Manuel e Francisco Aires Mateus.
Na apresentação das contas da Fundação EDP, o presidente da eléctrica, António Mexia, anunciou que a EDP espera uma autorização do regulador para colocar na factura de electricidade um pedido de doação voluntário aos clientes de 30 a 50 cêntimos por mês para projectos de mecenato social.

Fonte:Correio da Manhã

Portugal constroi eólica flutuante

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É um protótipo inovador a nível mundial. Já existem eólicas no mar, mas alicerçadas no fundo. A que a EDP vai lançar flutua e é ideal para águas profundas.



O projeto conta ainda com os parceiros A. Silva Matos, que tratará da parte metalomecânica, a canadiana Principle Power, que inventou o conceito e o fundo Inovcapital. A maioria do capital deste consórcio (41,6%) é controlado pela EDP.
Até junho as peças serão levadas de Sever do Vouga (instalações da A. Silva Matos) para os estaleiros da Lisnave, em Setúbal, onde se procederá à montagem final da estrutura. A torre eólica será fornecida pela dinamarquesa Vestas.
Em agosto ou setembro será rebocada por mar até a Aguçadoura, na Póvoa de Varzim. É ai, a cinco quilómetros da costa, que ficará em experiência pelo menos durante um ano. Em 2012 a EDP espera montar o primeiro parque eólico offshore do mundo em águas profundas.

 Fonte: Expresso

Contadores inteligentes não sobem factura

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António Martins da Costa, administrador da EDP, explicou ao CM que pode não ser o consumidor a pagar a implementação dos contadores inteligentes de electricidade, que melhoram a eficiência energética, adiantando que é um tema que o regulador está analisar. O valor poder ser absorvido pelo distribuidor, admitiu Martins da Costa.
Actualmente, cada contador inteligente custa ainda cerca de 70 euros, mas o custo tem vindo a diminuir. Estes equipamentos estão a ser utilizados no âmbito do projecto piloto InovGrid, em fase de teste com 1300 consumidores de Évora, e que se traduz num sistema mais eficiente de distribuição de electricidade com poupanças ao nível do consumo.
De acordo com o administrador da EDP, o investimento também é compensado pelos beneficíos que este novo sistema de distribuição inteligente acarreta, "quase como instalar um computador em casa dos clientes", explica Martins da Costa, sublinhando que acabam as leituras de energia com estimativas e a alteração da potência contratada ou do plano tarifário feita de imediato sem deslocação de técnicos. Uma mudança que, afirmou, reduz os custos com 'outsourcing'.
Martins da Costa esteve esta quarta-feira na EXPO em Xangai a apresentar aos chineses este modelo revolucionário de consumo de energia eléctrica. Segundo o administrador da EDP, houve já abordagens de grupos internacionais interessados neste modelo.
Fonte: CM

Portugueses pagaram 600 milhões a mais em electricidade este ano

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A factura de electricidade dos consumidores portugueses até Setembro poderia ter sido mais barata. A redução do custo médio da energia este ano face ao que era previsto provocou nos primeiros nove meses do ano um excedente tarifário de 601 milhões de euros, segundo as contas da EDP.

Ou seja, em média cada um dos 5,3 milhões de consumidores com tarifa regulada podia ter pago menos 112 euros de electricidade até Setembro, caso se reflectisse nos preços a redução dos custos da energia.

Factura da luz sobe um euro por mês em 2010

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As tarifas de electricidade vão aumentar 2,9% no próximo ano em Portugal Continental, o que representa um agravamento médio de um euro por mês para as famílias portuguesas, de acordo com a proposta avançada hoje pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

A proposta do regulador de subida de 2,9%, que será ainda alvo de um parecer não vinculativo do Conselho Tarifário da ERSE, aplica-se aos consumidores domésticos, às pequenas e médias empresas à indústria e a grandes consumidores industriais.

Para a região Autónoma dos Açores (2,7%) e para a Região Autónoma da Madeira (2,8%), os aumentos são mais reduzidos.

A subida das tarifas em Portugal Continental no próximo ano iguala a ocorrida em 2008 e compara com o aumento de 4,9% registado no início deste ano.

São mais de 5 milhões os consumidores domésticos afectados por esta subida. Sendo que cada um tem em média uma factura mensal de 39 euros, o agravamento em resultado da subida das tarifas em 2,9% corresponde a 1,07 euros.

Menos consumo, mais renováveis e défice pressionam tarifas

No comunicado a apresentar a proposta de tarifas, a ERSE adianta quais os factores que motivam este incremento.

Um deles diz respeito à queda do consumo ocorrida este ano. Uma vez que há uma componente de custos fixos incorporados na fixação das tarifas, como o consumo é mais baixo, tal pressiona em alta as tarifas.

“Quando há aumento do consumo de energia eléctrica verifica-se a diminuição destes custos por unidade de energia eléctrica sendo que a redução do consumo de energia eléctrica provoca um efeito oposto”, explica o regulador. A previsão da ERSE aponta para uma queda de 3% no consumo este ano, uma diminuição explicada pela recessão da economia.

Também a pressionar em alta as tarifas para 2010 estão os incrementos dos custos da produção em regime especial, que por outras palavras, traduzem os apoios à produção eléctrica através de energias renováveis.

A ERSE estima que estes apoios – corresponde à diferença entre o custo de produzir através de renováveis e o mercado organizado – vão aumentar no próximo ano face a 2009, traduzindo o aumento da produção através de fontes renováveis e também o aumento da diferença do custo entre esta fonte e o mercado organizado. Ver notícia completa-->

Fonte: Jornal de Negócios

EDP apoia projecto de valorização de Picote

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A EDP vai apoiar o projecto de valorização do ambiente e do património rural de Picote, promovido pela Frauga – Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote.

A acção de intervenção na aldeia de Picote, tem como objectivo a recuperação e valorização do património natural, da paisagem e dos núcleos populacionais em meio rural, contemplando um conjunto de acções que visam a recuperação e a valorização do núcleo tradicional da aldeia, tais como a recuperação de fontes, requalificação de fachadas e requalificação de espaços públicos.

O projecto dará também inicio à constituição de um eco-museu, que pretende dar continuidade a estas intervenções, assim como ao trabalho desenvolvido pela associação ao longo da última década. Este apoio por parte do grupo EDP surge no âmbito do reforço da barragem do Picote e vai permitir uma maior ligação entre a população local e a eléctrica nacional, cujo relacionamento surgiu nos anos 50, aquando da construção da barragem.
Fonte: Ambiente Online

Subsidiária da EDP cria unidade de negócios para energias renováveis na América do Sul

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A Energias do Brasil, subsidiária da EDP - Energias de Portugal (EDP), anunciou hoje a criação de uma unidade de negócios voltada para a produção de energias renováveis na América do Sul.

A Enernova terá como meta atingir uma produção de mil MW (megawatts) de energia eléctrica a partir de pequenas barragens, fábricas de biomassa de cana-de-açúcar e de parques eólicos até 2012.

"O Brasil é um país verde, tem grande potencial, e a Energias do Brasil terá um crescimento baseado nas renováveis", disse o presidente da empresa, António Pita de Abreu, numa conferência de imprensa em São Paulo.

"Somos um operador de longo prazo, essa é a nossa matriz genética em Portugal e em todo lado onde estamos a operar", salientou.

Estatísticas oficiais mostram que o Brasil tem um potencial de 17 mil MW em projectos de produção de energias renováveis.

A Enernova já nasce com uma carteira de 13 pequenas barragens, com potencial de 160 MW, da Energias do Brasil, em vários estados brasileiros.

Pita de Abreu sublinhou que a Enernova contará com uma estreita cooperação com a unidade de renováveis da EDP (EDP Renováveis), grupo que já é o quarto maior produtor mundial de energia eólica.

A EDP Renováveis tem em operação cerca de 3600 MW em parques eólicos em Portugal, Espanha, França, Estados Unidos e Polónia.

A nova unidade de negócios tem participação accionista da EDP Renováveis (55 por cento) e da Energias do Brasil (45 por cento).

Miguel Setas, responsável pela nova unidade de negócios, disse que a Enernova avaliará igualmente oportunidades de investimentos em outros países da América do Sul.

"Temos consciência de que o Brasil tem um grande potencial nessa área, mas teremos flexibilidade necessária para encontrar oportunidades em outros países da América do Sul", afirmou.

A Energias do Brasil é uma holding controlada pela EDP - Energias de Portugal que controla empresas de produção, distribuição (Bandeirante, Enersul e Escelsa) e comercialização (Enertrade) de energia.
Fonte: Público

EDP duplica produção eólica

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Em 2007, a EDP mais do que duplicou a produção da energia eólica, atingindo os 3,8 gigawatts/hora, anunciam os dados previsionais do último trimestre de 2007, da eléctrica nacional.

A capacidade eólica bruta instalada da EDP também duplicou, atingindo, no ano passado, 2072 MW instalados. Para este crescimento contribuiu a compra da Horizon, que, em Julho de 2007, já tinha 1142 MW de capacidade eólica instalada. Na Europa esse valor aumentou 61 por cento em relação ao mesmo período do ano anterior, o equivalente a 1764 MW alcançados em Dezembro de 2007.

No mercado ibérico, a produção liberalizada aumentou 2,8 por cento, enquanto que o volume de electricidade distribuída aumentou 2,9 por cento, em relação ao período homólogo, para os 56,5 terawatts/hora, «reflectindo a recuperação do crescimento da procura no quarto trimestre de 2007 em virtude das temperaturas mais baixas que se fizeram sentir em relação ao mesmo período do ano anterior», justifica a companhia.
Fonte: Ambiente Online

UBS prevê que a EDP apresente resultados líquidos de 900 milhões

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A UBS prevê que a Energias de Portugal (EDP) tenha terminado 2007 com um resultado líquido de 900 milhões de euros, número que será revelado no início de Março, altura em que a empresa liderada por António Mexia fará uma actualização quanto ao "timing" da colocação da Renováveis no mercado de capitais.

A EDP fechou 2006 com um lucro de 940,8 milhões de euros. No ano passado a eléctrica nacional terá apresentado um resultado líquido menor, em 4,3%, de 900 milhões de euros, com o "cash flow" operacional, o EBITDA, a fixar-se nos 2,7 mil milhões de euros, segundo a UBS.

Na apresentação de resultados, a 6 de Março, os analistas da UBS esperam que a EDP "faça uma actualização para o mercado do calendário" para a colocação da unidade de energias renováveis que deverá ocorrer durante o segundo trimestre deste ano, tal como anunciado no último "Dia do Investidor" da empresa.Ver notícia completa-->

Fonte:Jornal de Negócios

EDP adjudica reforço da potência da barragem de Bemposta à Somague

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A EDP, assinou hoje com a Somague, o contrato da empreitada geral de construção relativo aos trabalhos do reforço de potência da barragem de Bemposta, no valor de cerca de 42 milhões de euros, e que compreende a totalidade dos trabalhos de construção civil. A nova central hidroeléctrica de Bemposta II, vai exigir um investimento total de 130 milhões de euros e aumentará em 80 por cento a potência da central existente.

Prevê-se que entre em funcionamento no segundo semestre de 2011.
A central será constituída por uma central subterrânea em poço, a cerca de 60 metros de profundidade, por um circuito hidráulico em túnel e diversos poços e túneis auxiliares e de acesso. A central será equipada com um grupo gerador constituído por uma turbina tipo Francis e por um alternador com potência nominal de 191 MW/ 212 MVA, cujo fornecimento será objecto de contrato especifico, actualmente em fase de concurso público, e que deverá ser adjudicado no próximo mês de Março.

Este investimento insere-se no âmbito do plano de investimentos do grupo EDP em energias renováveis, no domínio hídrico, aumentando a sua presença e explorando o potencial existente, e surge passados 10 meses após o início das obras de reforço de potência de Picote.

Até 2010 dois terços dos investimentos da EDP vão ser em energias renováveis

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Dois terços dos investimentos da Energias de Portugal (EDP), entre 2008 e 2010, vão ser em energias renováveis, anunciou, esta manhã, o presidente executivo da empresa, António Mexia. Os activos eólicos e hídricos serão o "factor chave" para o crescimento da eléctrica nos próximos cinco anos.

"Os activos eólicos e hídricos vão representar cerca de 68% dos investimentos operacionais entre 2008 e 2010, sendo o factor chave para o crescimento da EDP nos próximos cinco anos", revelou o CEO da eléctrica.

Cerca de 31% deste investimento vai ser realizado nos Estados Unidos, na área da energia eólica, 27% na Europa, também no sector eólico. Do restante, 6% vai ser aplicado na Península Ibérica e 4% no Brasil no desenvolvimento de centrais hídricas.

De acordo com o plano estratégico da EDP, vão ser desenvolvidos parques eólicos nos Estados Unidos, Espanha, Portugal, França, Bélgica e Polónia.

Na área da energia hídrica, a EDP vai realizar três repotenciações em Portugal, construir 24 centrais minihídricas no Brasil. Em Portugal, o investimento será canalizado para o desenvolvimento das centrais de Baixo Sabro e Riberadio.

"A EDP tem a possibilidade única de aumentar a sua capacidade hídrica em 50% entre 2007 e 2015, suportado no potencial hídrico não desenvolvido", revela o plano estratégico da empresa.

A eléctrica prevê que em 2010, os activos eólicos e hídricos representem 45% do EBITDA consolidado e 70% do EBITDA por tecnologia. Em 2005, estes activos representaram 30% do EBITDA consolidado e 43% do EBITDA por tecnologia.

Em 2010, as energias renováveis vão representar, aproximadamente, 54% do "mix" de produção da Energias de Portugal, o que irá permitir reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) em 35%.

A eléctrica prevê que em 2010 a EDP Renováveis atinja uma capacidade instalada de 7.600 mega watts. "Entre 2011 e 2013 espera construir 1.200 mega watts por ano", de acordo com o plano estratégico.

Fonte: Jornal de Negócios Online

Neo Energia adquire 222 aerogeradores para países europeus

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A Neo Energia assinou com a Gamesa um contrato para o fornecimento de 60 aerogeradores que serão instalados em parques eólicos na Polónia, numa potência total de 120 megawatts (MW). Esta operação do grupo EDP, responsável pelo crescimento do mercado eólico na Europa, ascende aos 130 milhões de euros, e surge na sequência de um conjunto de projectos eólicos desenvolvidos em 2007 na Polónia, num total de 1022 MW de capacidade eólica instalada.
«Este é um dos países da Europa central e de leste com grande potencial de crescimento no sector das energias renováveis», explica a EDP em comunicado. O objectivo da Neo Energia é alcançar a fasquia de 10,4 por cento de energia consumida entre 2010 e 2014 com base em fontes de energias renováveis, o que representa cerca de 4000 MW de capacidade eólica instalada em 2014. Para Espanha o fornecimento da Gamesa à Neo Energia é de 46 aerogeradores, cuja potência total é de 92 MW e o investimento ascenderá aos 80 milhões de euros. A França vai contar com 16 aerogeradores, que totalizam 19 MW e representam um investimento de 18 milhões de euros.
«No total, os 122 aerogeradores contratados representam uma economia em emissões de CO2 de 346 500 toneladas por ano, cerca de 180 mil toneladas na Polónia, 138 mil toneladas em Espanha e 28 500 toneladas em França», conclui a EDP.

Fonte: Ambiente Online

Electricidade colocada em leilão foi totalmente vendida

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A electricidade hoje oferecida pela EDP e pela Ren Trading no terceiro leilão de capacidade virtual organizado pelo Operador do Mercado Ibérico de Energia foi totalmente vendida, afirmou à Lusa fonte oficial do Ministério da Economia.

«A potência foi toda comprada, o leilão foi um sucesso», afirmou a mesma fonte.


«No fundo, as empresas compraram uma central de produção virtual com uma capacidade de 300 MW«, afirmou.


Isto representa, por exemplo, para Fevereiro, que as empresas podem vender um total de energia de 208 gigawatts/hora.

Os preços de venda variaram entre os 57 e os 69 euros por megawatt/hora (MWh).

O preço de exercício foi fixado em 56 euros por MWh, tendo o preço de reserva variado entre os 1,05 e os 12,69 euros.

No caso de Fevereiro, o preço pago foi de 68,69 euros por megawatt/hora, o que representa um contrato no valor de 14 milhões de euros.


Participaram nos leilões 10 empresas: Galp Power, Iberdrola, Unión Fenosa, Gas Natural, Endesa, Enel Viesgo, EDF Trading, Centrica Energia, Sempra Energy e EGL.

A REN Trading e a EDP colocaram em leilão uma capacidade de 300 MW, repartidos em 150 MW cada, para cada uma das maturidades: Fevereiro, Março, 2º trimestre de 2008, 3º trimestre de 2008 e 4ºtrimestre de 2008.

Os leilões de capacidade virtual de produção são mecanismos destinados a transaccionar opções de compra de energia eléctrica, através dos quais se disponibiliza aos comercializadores ou grandes consumidores a utilização da capacidade de produção de centrais existentes, contribuindo, assim, para a dinamização do mercado.

Fazem parte do acordo estabelecido entre Portugal e Espanha, a 8 de Março, no sentido de aprofundar o MIBEL.

Esta é a primeira vez que a EDP participa nos leilões, uma obrigação que decorre da sua posição de operador dominante no mercado eléctrico português.


Pinho congela contadores de electricidade e recua na subida de preços

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Ministro diz que ERSE apontava para resultados incertos
«Palavra de ministro», garante o responsável pela pasta da Economia, Manuel Pinho. Vai ser adiada a polémica mudança dos contadores de electricidade, prevista para arrancar em 2010 e que deverá custar cerca de mil milhões de euros, a reflectir na tarifa paga pelos consumidores.
Manuel Pinho reage assim às críticas de vários deputados socialistas, e da DECO, que ontem se manifestaram contra a telecontagem, uma medida que foi acordada precisamente pelo Governo de Sócrates e Zapatero, no início deste ano.

Barragem Ribeiradio - Ermida adjudicada à Eviva Energy e EDP

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A adjudicação da concessão do aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio - Ermida vai ser feita hoje ao agrupamento composto pela Eviva Energy e pela EDP – Gestão de Produção de Energia, para a concepção, construção e exploração daquela unidade.

A iniciativa será presidida pelo ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, no Instituto Politécnico de Viseu. Esta adjudicação resulta da aplicação de todos os procedimentos previstos na Lei nº58/2005, de 29 de Dezembro e no Decreto-Lei nº 226-A/2007, de 31 de Maio desencadeados por um pedido de implantação e captação de água para a produção energia hidroeléctrica, no local de Ribeiradio-Ermida, informa o ministério do Ambiente.

O aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio – Ermida terá como finalidade principal a produção de energia hidroeléctrica, com uma potência total instalada de 78,1 MW. Garantirá ainda os volumes necessários para o abastecimento público, industrial e rega, tanto a jusante do aproveitamento como a partir das albufeiras que serão criadas (Ribeiradio e Ermida). Decorrida a fase de Avaliação de Impacte Ambiental e aprovação do projecto, prevê-se que a construção do aproveitamento, cujo custo estimado é da ordem dos 122,9 milhões de euros, fique concluída em 47 meses.
Fonte: www.ambienteonline.pt

EDP paga indemnizações de um milhão por falhas de luz

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A EDP Distribuição pagou, em 2006, mais de um milhão de euros aos clientes em compensações por interrupções no abastecimento de electricidade superiores a seis horas, refere um relatório elaborado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), e citado pela «Lusa».

De acordo com o relatório de Qualidade de Serviço de 2006, relativo ao transporte e distribuição de energia eléctrica em Portugal, ocorreram 115.429 incumprimentos, pelos quais a EDP teve de pagar cerca de um milhão de euros aos clientes.

Dentro destes incumprimentos, situam-se todos os clientes que durante o ano passado sofreram interrupções de abastecimento superiores a seis horas, valor a partir do qual os consumidores têm de ser compensados pela empresa fornecedora de electricidade.

Os dados do relatório da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apontam para interrupções médias muito inferiores aos 360 minutos (seis horas) para a generalidade dos consumidores que vivem nas várias zonas do País.

Contudo, estes valores, que variam entre os 98,03 minutos dos clientes residentes nas grandes zonas urbanas e os 205,59 minutos dos clientes que vivem em zonas mais pequenas, com menos de 2.500 habitantes, cumprem os padrões de qualidade definidos pela ERSE. Ver notícia completa-->

Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

EDP aposta em redes inteligentes

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A EDP Distribuição lançou, ontem, o projecto InovGrid, que vai permitir, numa primeira fase, com um investimento de 70 milhões de euros, investir em redes de distribuição inteligentes e instalar 200 mil Energy Box com funcionalidades de telecontagem, até 2009. A EDP é, assim, a primeira empresa em Portugal a apresentar um projecto de investimento nas redes de distribuição de electricidade inteligentes ("smarts grids"), associada à instalação de Energy Box na casa dos clientes.
Com este projecto, a eléctrica nacional procura responder a um novo paradigma energético que passa pela aposta nas renováveis, pela microgeração e pela procura de um uso mais eficiente da energia. O projecto InovGrid, cujo de-senvolvimento vai ser feito em parceria com o INESC Porto, a Efacec, a Janz e a Edinfor, vai obrigar a uma forte intervenção na rede de distribuição de electricidade, introduzindo-lhe funcionalidades avançadas de telegestão de energia, capacidade de integração da microgeração e mecanismos inteligentes que vão permitir uma nova forma de gerir e controlar a rede. Ver notícia completa-->

EDP aumenta em 50 por cento a capacidade instalada na eólica

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O aumento de 50 por cento na capacidade instalada da energia eólica contribuiu para o endividamento da EDP na ordem dos 165 milhões de euros. A dívida liquida, que ficou nos 9,4 mil milhões de euros, deverá aumentar nos próximos trimestres, consequência da estratégia de expansão do grupo na área das energias renováveis. Nos primeiros seis meses do ano, a EDP investiu 554 milhões de euros nesta área, o que representa um crescimento de 15 por cento relativamente ao mesmo período de 2006.

«A alteração significativa no perfil da companhia consolida-se com a compra da Horizon Energy, a terceira maior operadora de energia eólica dos Estados Unidos, num investimento da ordem dos dois mil milhões de euros, que será financiado com recurso a capitais allheios», disse ontem António Mexia, presidente da eléctrica, em conferência de imprensa.

«Foi um excelente semestre para o grupo EDP como um todo, em termos de crescimento operacional apenas por via orgânica. Sem aquisições, já que a compra da Horizon tem apenas impacto no segundo semestre», anunciou António Mexia na apresentação dos resultados do primeiro semestre.

Até o período pós-aquisição da Horizon, coincidente com o final de 2007, «será melhor do que o final de 2005», adiantou o gestor. Quanto aos valores de endividamento, só está prevista uma melhoria significativa em 2010, mas António Mexia garantiu que o grupo está «numa situação muito tranquila em termos de rácios». Ver resto da notícia-->

Fonte: http://www.ambienteonline.pt