Mostrar mensagens com a etiqueta Energia Solar. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Energia Solar. Mostrar todas as mensagens

Energia solar pode ser possível sem células solares

0 comentários

Bateria óptica
 Um dramático e surpreendente efeito magnético da luz pode gerar energia solar sem as tradicionais células solares fotovoltaicas.
Os pesquisadores descobriram uma maneira de construir uma "bateria óptica".
"Você pode olhar para as equações de movimento durante todo o dia e você não vai ver essa possibilidade. Todos aprendemos na escola que isso não acontece," conta Stephen Rand, da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.
"É uma interação muito estranha. É por isso que ela passou batida por mais de 100 anos," diz ele.

Magnetismo da luz
A luz tem componentes eléctricos e magnéticos. Até agora, os cientistas acreditavam que os efeitos do campo magnético da luz eram tão fracos que eles poderiam ser ignorados.
 O que Rand e seus colegas descobriram é que, na intensidade certa, quando a luz viaja através de um material que não conduz electricidade, o campo de luz pode gerar efeitos magnéticos que são 100 milhões de vezes mais fortes do que o anteriormente esperado.
Nestas circunstâncias, os efeitos magnéticos da luz apresentam uma intensidade equivalente à de um forte efeito eléctrico.
"Isso pode permitir a construção de um novo tipo de célula solar sem semicondutores e sem absorção para produzir a separação de cargas," afirma Rand. "Nas células solares, a luz entra em um material, é absorvida e gera calor."
"Aqui, esperamos ter uma carga térmica muito baixa. Em vez de a luz ser absorvida, a energia é armazenada como um momento magnético. A magnetização intensa pode ser induzida por luz intensa e, em seguida, é possível fornecer uma fonte de energia capacitiva," explica o pesquisador.

Rectificação óptica
O que torna isto possível é uma espécie de "rectificação óptica" que nunca havia sido detectada, afirma William Fisher, co-autor da pesquisa.
Na rectificação óptica tradicional, o campo eléctrico da luz provoca uma separação de cargas, distanciando as cargas positivas das negativas no interior de um material. Isto cria uma tensão eléctrica, semelhante à de uma bateria.
Este efeito eléctrico só havia sido detectado em materiais cristalinos, cuja estrutura atómica apresenta uma certa simetria.
Rand e Fisher descobriram que, sob certas circunstâncias, o campo magnético da luz também pode criar rectificação óptica em outros tipos de material.

Bateria solar
"Acontece que o campo magnético começa desviando os elétrons, forçando-os a assumir uma rota em formato de C, e fazendo-os avançar aos poucos," disse Fisher. "Esse movimento das cargas em formato de C gera tanto um dipolo eléctrico quanto um dipolo magnético."
"Se pudermos configurar vários desses elementos em linha ao longo de uma fibra poderemos gerar uma tensão enorme; extraindo essa tensão, podemos usar a fibra como uma fonte de energia," explica ele.
Para isso, a luz deve ser dirigida através de um material que não conduz electricidade, como o vidro. E ela deve ser focalizada a uma intensidade de 10 milhões de watts por centímetro quadrado.
A luz do Sol sozinha não é tão intensa, mas o cientista afirma que seu grupo está procurando materiais que trabalhem com intensidades mais baixas. Por outro lado, concentradores solares de alta eficiência já conseguem aumentar a concentração da luz em quase 2.000 vezes.
"Em nosso trabalho mais recente, mostramos que uma luz incoerente como a luz solar é teoricamente quase tão eficiente em produzir a separação de cargas quanto a luz de um laser," disse Fisher.

Do laser ao Sol
Segundo os pesquisadores, esta nova técnica poderia tornar a energia solar mais barata.
Eles prevêem que, com materiais melhores, será possível alcançar uma eficiência de 10 por cento na conversão da energia solar em energia utilizável. Isso é praticamente equivalente à eficiência das células solares vendidas no comércio hoje, embora já existam células solares muito mais eficientes em escala de laboratório.
"Para fabricar as células solares modernas, você precisa de um enorme processamento dos semicondutores", defende Fisher. "Tudo o que nós precisamos são lentes para focar a luz e uma fibra para guiá-la. O vidro é suficiente para essas duas tarefas. Cerâmicas transparentes poderiam ser ainda melhores."
A seguir, os pesquisadores vão trabalhar na transformação da luz em electricidade usando uma fonte de raios laser. A seguir eles trabalharão com a luz solar.
Recentemente, outro grupo de cientistas construiu um meta-material capaz de interagir com o campo magnético da luz.
 Fonte: Inovação Tecnológica

Célula termossolar capta energia da luz e do calor simultaneamente

0 comentários

A empresa japonesa Fujitsu anunciou a criação de uma célula termossolar - um componente híbrido de uma célula solar e de um gerador termoelétrico, capaz de gerar energia elétrica tanto a partir da luz do Sol quanto do calor presente no ambiente.

Célula termossolar

A célula híbrida, que consiste em um dispositivo único, permite a captura simultânea de energia de duas fontes separadas, o que até agora só era possível combinando sistemas separados, como células solares e materiais termoelétricos.
O dispositivo pode ser o primeiro passo para viabilizar a chamada "colheita de energia", um conceito que vem ganhando espaço entre cientistas e ambientalistas, e que visa converter várias formas de energia disponíveis no meio ambiente em eletricidade.
A célula termossolar é feita de materiais orgânicos, com baixo custo de fabricação e processamento.

Alterando os circuitos elétricos que conectam dois tipos de materiais semicondutores - tipo P e tipo N, referindo-se a positivo e negativo - o dispositivo pode funcionar como uma célula fotovoltaica ou como um gerador termoelétrico.
O segredo do avanço está em um novo material orgânico, que é adequado para operar nos dois modos, solar e termoelétrico.

Sensores sem baterias

Segundo a empresa, o material é capaz de gerar eletricidade até mesmo a partir da luz presente em um ambiente interno, sem necessidade de exposição direta ao Sol.
Até agora, células fotovoltaicas - que geram eletricidade a partir da luz - e geradores termoelétricos - que geram eletricidade a partir de diferenciais de temperatura - só existiam como dispositivos separados.
Colocar tudo em um componente único pode ser importante, por exemplo, no campo médico, em sensores capazes de monitorar a temperatura corporal, a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos etc., sem precisar de baterias ou ligações elétricas.

A tecnologia também poderá ser usada no monitoramento ambiental em áreas remotas, onde seria problemático ir periodicamente para trocar as baterias dos sensores.
A Fujitsu afirma que seus cientistas vão se concentrar agora no aumento do desempenho da célula termossolar, que deverá estar no mercado por volta de 2015. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação Tecnológica

Descoberto novo processo de conversão da energia solar

0 comentários

Pesquisadores da Universidade de Stanford, nos Estados Unidos, descobriram como usar simultaneamente a luz e o calor do Sol para gerar eletricidade.
A técnica tem o potencial para produzir energia solar com o dobro da eficiência dos métodos existentes, tornando-a barata o suficiente para competir com as termelétricas que queimam derivados de petróleo.
Emissão termiônica
Batizado de "emissão termiônica de fótons otimizada", ou PETE (Photon Enhanced Thermionic Emission), o processo promete superar a eficiência tanto das atuais tecnologias de conversão fotovoltaica - os conhecidos painéis solares - quando das usinas termossolares - que usam o calor do Sol para aquecer líquidos que giram turbinas para gerar a eletricidade.
Ao contrário das células solares atualmente usadas nos painéis solares - que perdem eficiência quando a temperatura aumenta - o novo dispositivo se destaca justamente pelo bom funcionamento em altas temperaturas, o que permite seu funcionamento simultâneo no processo termossolar.
"Este é realmente um avanço conceitual, um novo processo de conversão de energia, não apenas um novo material ou uma variação levemente diferente," disse Nick Melosh, que liderou o grupo de pesquisa. "É realmente algo fundamentalmente diferente de como você pode coletar energia."
A célula solar PETE junta em um único componente o mecanismo quântico das células solares - os fótons excitam os elétrons - com o mecanismo termal - que usa a luz do Sol concentrada como fonte de energia termal para produzir eletricidade indiretamente por meio de um motor de calor.
O componente é baseado na emissão termiônica de elétrons fotoexcitados em um catodo semicondutor funcionando em alta temperatura.
Recentemente, cientistas do MIT também anunciaram a descoberta de uma nova forma de produzir eletricidade, usando nanotubos de carbono. Ver notícia completa-->

Indústria solar propõe tarifa fixa por 15 anos para a microprodução

0 comentários

Previsibilidade é a palavra-chave. A Associação Portuguesa da Indústria Solar (Apisolar) propôs à Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG) a criação de uma tarifa fixa durante 15 anos para a venda de electricidade nas instalações de microgeração. Objectivo: dar aos portugueses que querem ter painéis solares em casa melhor noção de quanto efectivamente receberão.

O regime jurídico da microprodução dá hoje a este tipo de instalações uma tarifa inicial que se reduz ao longo do tempo. A cada 10 megawatts (MW) de potência solar licenciada a tarifa de venda à rede desce 5%. Isso significa que um proprietário que agora instale um painel solar recebe 55,7 cêntimos por cada kilowatt-hora (kWh) produzido, mas se daqui a um ano o País já tiver mais 10 MW licenciados ele passará a receber 52,94 cêntimos. 

Concentrador solar de baixo custo otimiza células solares

0 comentários

Um novo projeto de concentrador solar poderá levar a dispositivos de concentração da luz do Sol que sejam mais baratos e que exijam menos células fotovoltaicas do que os concentradores solares atuais.

Concentradores solares

Já existem concentradores solares de alta eficiência, que basicamente usam lentes para focalizar o Sol, projetando uma intensidade de luz equivalente a centenas de vezes a incidência normal do Sol, aplicando o foco sobre células solares de alta eficiência.
Esses sistemas tipicamente utilizam matrizes de lentes individuais que focam diretamente em células fotovoltaicas individuais, numa relação uma para uma entre lentes e células. Isso exige um alinhamento preciso e a conexão das diversas células.

Sem montagem e sem ajustes

O novo concentrador solar coleta a luz do Sol com milhares de lentes individuais construídas sobre uma folha. Essas lentes são acopladas a um "guia de ondas" plano que afunila a luz para uma única célula fotovoltaica.
Jason Karp e seus colegas da Universidade da Califórnia construíram um protótipo com apenas dois componentes ópticos primários, reduzindo o material utilizado, além de eliminar a necessidade de montagem e ajustes.

Matriz de lentes

"O motivo real de estarmos tentando construir esse tipo de concentrador solar é certamente o custo," disse Karp, explicando que o projeto reduz o custo do aparato óptico ao usar lentes menores e mais simples.
Mesmo as lentes utilizadas tiveram seu custo reduzido. Partindo de matrizes de lentes disponíveis comercialmente, os pesquisadores empregaram técnicas de impressão como as utilizadas na fabricação de telas para televisores com telas grandes para fazer o acoplamento com a guia de ondas que "recolhe" a luz concentrada de cada lente.

Célula solar de nanotubo de carbono aproxima-se da eficiência máxima

0 comentários

Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, demonstraram o princípio de funcionamento de um novo tipo de célula solar que substitui o silício por nanotubos de carbono.

Em teoria, estas células solares de nanotubos poderão ser mais eficientes do que as células solares actuais, podendo superar não apenas as células solares orgânicas - que possuem carbono em sua composição em moléculas que não são nanotubos - mas também as células solares tradicionais à base de silício.


Fotodíodo


Os cientistas construíram um fotodíodo, um tipo extremamente simples de célula solar que converte a luz em electricidade de forma extremamente eficiente graças à excepcional condutividade eléctrica do nanotubo de carbono e à forma como ele conduz os electrões.

O nanotubo de carbono utilizado é do tipo de parede única, o que significa que ele é basicamente uma folha de grafeno enrolada, constituindo um tubo cujas paredes são formadas por uma única camada de átomos de carbono.

O nanotubo, com a dimensão aproximada de uma molécula de DNA, foi preso entre dois contactos eléctricos e posto próximo a duas portas eléctricas, uma com carga positiva e outra com carga negativa.


Eléctrons em fila indiana


Dirigindo feixes de raios laser de diversas cores ao longo do nanotubo, os cientistas descobriram que altos níveis de incidência de fotões têm um efeito multiplicador sobre a quantidade de electricidade que é produzida pelo fotodíodo.

Como o nanotubo é muito estreito, ele praticamente força os elétrons a andarem em fila indiana. Nessa situação, os electrões atingem um estado denominado "excitado", o que lhes permite gerar novos electrões a partir dos fotões da luz incidente que seriam desperdiçados em uma célula solar convencional. Isto faz com que a célula solar de nanotubo de carbono funcione em um regime praticamente ideal, convertendo quase toda a radiação da luz em electricidade.

A elevada taxa de conversão significa que a nova célula solar não perde quase nenhuma energia na forma de calor, eliminando o problema do super aquecimento. Contudo, o próprio experimento foi feito em uma temperatura extremamente baixa. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação Tecnológica

Células solares de alta eficiência são feitas com esqueletos de microorganismos

0 comentários

Cientistas descobriram como usar organismos marinhos unicelulares para gerar eletricidade a partir da luz solar de uma forma muito mais simples e eficientes do que as tradicionais células solares fotovoltaicas, construídos com
o mesmo silício usado para fazer os chips de computador.

Células solares de diatomáceas


O segredo da descoberta está nas diatomáceas, microorganismos que estão na base de grande parte da vida presente nos oceanos e que existem há pelo menos 100 milhões de anos.

Recentemente, um grupo de pesquisadores ingleses descobriu como reproduzir as diatomáceas em ambientes artificiais, produzindo um material iridescente que poderá ser explorado comercialmente em tintas, cosméticos e até em hologramas para a identificação de produtos - veja Material iridescente poderá obtido a partir do cultivo de algas.

Mesmo sendo organismos biológicos, as diatomáceas possuem conchas microscópicas que podem ser utilizadas para organizar partículas no diminuto mundo da nanotecnologia, criando estruturas altamente organizadas que imitam as soluções criadas pela natureza ao longo de milhões de anos de evolução.


Como numa máquina de fliperama


Usando esse princípio biomimético, que imita a biologia, em vez dos processos tradicionalmente utilizados na indústria de semicondutores, cientistas da Universidade do Oregon, nos Estados Unidos, criaram células solares nas quais os fótons ficam se debatendo no interior da cápsula que os aprisiona, evitando que eles escapem para o exterior sem gerar eletricidade. Esse bater e rebater aumenta significativamente a taxa de geração de energia das células solares.

As novas células solares orgânicas são do tipo DSC ("Dye-sensitized Solar Cells" - células solares sensibilizadas por corante). Para conhecer mais sobre elas, veja a reportagem Células solares orgânicas sem solventes são estáveis e eficientes. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação Tecnológica

Concentrador de luz torna energia solar competitiva com petróleo e carvão

0 comentários

A empresa emergente Sunrgi apresentou um novo sistema de lentes que concentra a luz do Sol, fazendo-a chegar às células solares com uma intensidade 1.600 vezes maior do que a luz do Sol normal, resultando no mais eficiente gerador de energia solar já feito.

Custo da energia solar

Segundo a empresa, seu equipamento permitirá a produção de energia solar a um custo de US$0,05 por kilowatt/hora (kWh), um preço competitivo com as fontes tradicionais de geração de electricidade, como as termoeléctricas a gás natural e até mesmo aquelas alimentadas a carvão, o combustível mais barato actualmente.

Em termos de custos, as mais promissoras células solares são as células orgânicas flexíveis ou orgânicas. Mesmo com todos os seus avanços, seu custo ainda é significativamente superior a este (veja Painéis solares flexíveis chegam ao mercado custando US$0,99/watt).

Concentrador solar

O protótipo do sistema, baptizado de XCPV (Xtreme Concentrated Photovoltaics), consiste em um conjunto de lentes e um sistema de resfriamento para as células solares, para que elas não se fundam com o extremo calor gerado.

Já existem diversos sistemas de concentração de luz solar, que atingem amplificações ao redor de 500 vezes (veja Forno solar usa combustão reversa para transformar CO2 em combustível e Energia solar é armazenada quimicamente de forma eficiente).

A Sunrgi afirma que conseguiu multiplicar várias vezes esse valor desenvolvendo uma tecnologia que mantém suas células solares feitas com o elemento semicondutor germânio a uma temperatura em torno de 20º C.

Disponibilidade comercial

A empresa afirma que é possível colocar o equipamento em comercialização em um período entre 12 e 15 meses porque todas as peças necessárias para a montagem do XCPV podem ser fabricadas pela indústria electrónica já instalada, sem a necessidade de construção de novas fábricas especializadas.

Fonte:Inovação tecnológica

Central termo-solar será a maior do mundo com 280 MW

0 comentários


O título de "maior central de energia solar do mundo" não parece fadado a permanecer por muito tempo nas mesmas mãos.


Central solar fotovoltaica

A central de Serpa, em Portugal, está em vias de começar a operar em escala industrial. Mas a vizinha Moura logo a superará, com seus 62 MW de energia gerada a partir de módulos fotovoltaicos.

Agora, a empresa espanhola Abengoa Solar anunciou que começará a construir uma central de energia solar capaz de gerar 280 megawatts de electricidade. A usina de Solana será instalada próxima à cidade de Phoenix, no estado norte-americano do Arizona.


Central termo-solar

Ao contrário das maiores centrais solares actuais, a central de Solana não utilizará módulos fotovoltaicos, mas um sistema de espelhos parabólicos que acompanham o movimento do Sol.

O recorde mundial de eficiência de conversão energia solar-electricidade pertence a uma central que utiliza um método semelhante (veja Batido recorde mundial de eficiência na conversão energia solar-electricidade).


Espelhos parabólicos

A luz do Sol captada pelos espelhos parabólicos é focalizada num encanamento no interior do qual um fluido atinge uma temperatura de quase 400º C. Esse vapor é então utilizado para movimentar turbinas que accionam os geradores que produzirão a electricidade.

A Abengoa já possui uma central solar com a mesma tecnologia em operação na Espanha, país no qual a empresa está actualmente construíndo outras três centrais termo-solares.


Solana

A central de Solana irá utilizar uma tecnologia proprietária chamada CSP ("Concentrating Solar Power": concentração de potência solar). Os espelhos parabólicos de captação da energia solar ficarão espalhados por uma área de quase 8.000 metros quadrados. A central está prevista para entrar em operação em 2011.


Fonte: Inovação Tecnológica

Batido recorde mundial de eficiência na conversão energia solar-eletricidade

0 comentários

Engenheiros do laboratório Sandia, nos Estados Unidos, bateram um novo recorde mundial na eficiência da conversão de energia solar para electricidade fornecida directamente à rede de distribuição. A eficiência do sistema alcançou 31,25%.

Gerando electricidade com calor

O recorde foi alcançado no prato número 3 da estação geradora que está sendo construída no estado do Novo México. A energia solar é capturada na forma de calor, que movimenta um motor Stirling para a geração da electricidade. Conheça o projecto completo na reportagem Sistema parabólico utiliza espelhos na geração de energia solar.

Eficiência na conversão

A eficiência da conversão energia solar-energia eléctrica é calculada medindo-se a energia líquida enviada para a rede de distribuição e dividindo-a pela energia solar que atinge os espelhos parabólicos. O recorde anterior havia sido estabelecido em 1984, e era de 29,4%.

"Ganhar dois pontos inteiros de eficiência de conversão neste tipo de sistema é fenomenal," afirmou Bruce Osborn, presidente da Stirling Energy. "Este é um avanço significativo que coloca nosso sistema parabólico-motor bem acima da capacidade de qualquer outro coletor parabólico-solar e um passo mais próximo de comercializarmos um sistema economicamente viável." Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação tecnológica

Cumprimento das novas metas energéticas dividem especialistas

0 comentários


«Para atingir, e se possível ultrapassar, os objectivos para 2020, é necessário fomentar a produção de biocombustíveis e aumentar o número de sistemas de aquecimento e arrefecimento ambiente, alimentados com energia solar». A opinião é de Armando Oliveira, director da Unidade de Novas Tecnologias Energéticas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em relação à nova meta europeia de 20 por cento da energia consumida em 2020 ser renovável.

Para o professor, apesar dos sistemas de climatização a partir de energia solar ainda não estarem abrangidos pela legislação existente, «poderão ter um peso significativo no balanço energético e ambiental final».

A eficiência energética poderá, segundo Armando Oliveira, contribuir, mas não de uma forma decisiva. A solução para as metas fixadas está, sim, «na conversão gradual de processos e equipamentos energéticos. O desenvolvimento das tecnologias energéticas renováveis é essencial para atingir as metas, não tanto de novas tecnologias, mas sobretudo a disseminação das tecnologias já existentes e demonstradas».

No entanto, na opinião de Ana Estanqueiro, directora da Unidade de Energia Eólica e dos Oceanos do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), a meta não vai ter tanto impacto na electricidade. Onde serão necessários maiores esforços, diz, «será na eficiência energética e nos transportes. Estes últimos poderão mesmo comprometer o cumprimento das metas. Ainda há muito a fazer na mudança de hábitos enraizados».

Já para António Sarmento, presidente do Centro de Energia das Ondas, as novas metas europeias «vêm basicamente dizer que todas as fontes renováveis têm que ser utilizadas, mesmo as que sejam economicamente menos competitivas». Também vêm permitir, segundo o responsável, «criar uma maior consciencialização na população, a geral e a de grupos específicos (gestores, ambientalistas, empresários, administração pública, pescadores – no caso da energia das ondas), para a necessidade de valorizar e facilitar a introdução de novas energias renováveis».


Fonte: Ambiente Online

Painel solar de nanoantenas gera energia mesmo depois do pôr-do-sol

0 comentários

Painéis de energia solar que conseguem capturar a energia do Sol mesmo depois que o Sol já se pôs. E não se trata de uma central solar espacial, mas de painéis solares que funcionam aqui mesmo na Terra.

Nanoantenas de infravermelho

É uma tecnologia assim que acaba de ser apresentada por cientistas do Laboratório Nacional de Idaho, nos Estados Unidos. Ao invés de células solares tradicionais, feitas de silício ou de materiais orgânicos, os novos painéis solares utilizam nanoantenas minúsculas, capazes de captar energia na faixa do infravermelho.

Energia solar depois do pôr-do-sol

O Sol irradia uma grande quantidade de energia infravermelha, uma parte da qual é absorvida pela Terra e liberada mais tarde como radiação. Essa libertação acontece depois do pôr-do-sol e normalmente dura várias horas. Como são antenas, as unidades básicas desse painel solar inovador poderão continuar captando essa radiação liberada pelo nosso planeta, gerando energia mesmo depois que o Sol já se pôs.

Antenas solares

As nanoantenas são construídas por uma técnica de impressão de tintas metálicas, que pode ser feita sobre vários tipos de substratos plásticos flexíveis, como o polietileno. Esse método produtivo é adequado para fabricação em larga escala, o que significa que os painéis solares de nanoantenas poderão ser produzidos a um custo muito baixo.

Cada um dos painéis construídos para os testes iniciais, medindo pouco menos de um metro quadrado, contém cerca de 260 milhões de nanoantenas, cujas dimensões individuais são determinantes para que elas capturem o comprimento de onda correcto do espectro electromagnético.

80% de eficiência

As nanoantenas absorvem energia da mesma forma que a antena de um rádio ou de uma TV. Antenas de rádios e TVs precisam ser grandes devido ao tamanho do comprimento de onda da energia que elas precisam capturar.

Enquanto as células solares tradicionais capturam menos de 20 por cento da luz solar na faixa visível do espectro, os painéis de nanoantenas conseguem capturar até 80 por cento da radiação infravermelha. As nanoantenas podem ser feitas de vários metais diferentes, variando ligeiramente o seu rendimento. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação tecnológica

Anúncio sobre energia solar para pensar...

0 comentários

Algumas noções sobre a Energia Solar..

0 comentários

Energia Solar

0 comentários

Varzim albergará maior fábrica mundial de painéis solares

0 comentários

A empresa portuguesa Energie inaugura em Setembro, na Póvoa de Varzim, a maior fábrica de painéis solares térmicos do mundo, um investimento de dois milhões de euros, refere a edição deste domingo do Jornal de Notícias.

A nova unidade permite sextuplicar a produção actual, para cerca de 90 mil painéis solares termodinâmicos por ano, indicou ao jornal o presidente da Energie, Luís Rocha.

Cerca de 60% da produção actual destina-se ao mercado nacional, sendo os restantes 40% exportados para países como Espanha, França, Estados Unidos, Irlanda, Reino Unido, Bélgica e Luxemburgo.

Luís Rocha referiu que a nova unidade tem por objectivo o reforço da produção e a expansão a dois mercados estratégicos: Itália e, principalmente, Alemanha.

O presidente da empresa prevê que, com a nova fábrica, o peso dos mercados internacionais na facturação da Energie suba para 50%.

Outro dos objectivos traçados é o incremento da facturação a um ritmo de um milhão de euros por ano até 2010. No ano passado, a Energie facturou seis milhões de euros.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt

Fábrica produz Painéis Solares

0 comentários

A SolarPlus vai começar a produzir, dentro de dois meses, painéis fotovoltaicos para o mercado nacional e para exportação, num investimento inicial de cerca de 16 milhões de euros.


O presidente da comissão executiva da SolarPlus, Rui Silva, disse ontem que a fábrica, instalada em Oliveira do Bairro, vai para já produzir 5,5 megawatts de painéis por ano, estando a infra-estrutura preparada para duplicar a produção. O investimento total é de 25 milhões de euros.

A empresa pretende assim criar 110 postos de trabalho, número que poderá duplicar numa segunda fase, disse o responsável.

Fonte: Correio da Manhã de 26/3/2007