Mostrar mensagens com a etiqueta Consumidores. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Consumidores. Mostrar todas as mensagens

Governo cria nova tarifa social para electricidade

0 comentários

Clientes que usufruam da nova tarifa não verão a sua factura aumentada além de 1% em 2011.

Mais de 670 mil famílias deverão passar a usufruir de uma tarifa social de electricidade, cujo aumento em 2011 não poderá passar de 1%, segundo aprovou hoje o Conselho de Ministros.

De acordo com o comunicado divulgado no final da reunião, a tarifa social de fornecimento de energia eléctrica destina-se "a clientes finais que se encontrem numa situação de carência sócio-económica", entre os quais: os beneficiários do complemento solidário para idosos, do rendimento social de inserção, do subsídio social de desemprego, do primeiro escalão do abono de família e da pensão social de invalidez.

Com a tarifa social, o Governo diz que "passa a ter um instrumento que permite limitar a variação da tarifa para os clientes finais que se encontrem numa situação de carência sócio-económica, independentemente do seu comercializador, através de um desconto nas tarifas de acesso às redes", que resulta num desconto na factura final destes consumidores. 

Fonte: RR

Portugueses pagaram 600 milhões a mais em electricidade este ano

0 comentários


A factura de electricidade dos consumidores portugueses até Setembro poderia ter sido mais barata. A redução do custo médio da energia este ano face ao que era previsto provocou nos primeiros nove meses do ano um excedente tarifário de 601 milhões de euros, segundo as contas da EDP.

Ou seja, em média cada um dos 5,3 milhões de consumidores com tarifa regulada podia ter pago menos 112 euros de electricidade até Setembro, caso se reflectisse nos preços a redução dos custos da energia.

Factura da luz sobe um euro por mês em 2010

0 comentários

As tarifas de electricidade vão aumentar 2,9% no próximo ano em Portugal Continental, o que representa um agravamento médio de um euro por mês para as famílias portuguesas, de acordo com a proposta avançada hoje pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

A proposta do regulador de subida de 2,9%, que será ainda alvo de um parecer não vinculativo do Conselho Tarifário da ERSE, aplica-se aos consumidores domésticos, às pequenas e médias empresas à indústria e a grandes consumidores industriais.

Para a região Autónoma dos Açores (2,7%) e para a Região Autónoma da Madeira (2,8%), os aumentos são mais reduzidos.

A subida das tarifas em Portugal Continental no próximo ano iguala a ocorrida em 2008 e compara com o aumento de 4,9% registado no início deste ano.

São mais de 5 milhões os consumidores domésticos afectados por esta subida. Sendo que cada um tem em média uma factura mensal de 39 euros, o agravamento em resultado da subida das tarifas em 2,9% corresponde a 1,07 euros.

Menos consumo, mais renováveis e défice pressionam tarifas

No comunicado a apresentar a proposta de tarifas, a ERSE adianta quais os factores que motivam este incremento.

Um deles diz respeito à queda do consumo ocorrida este ano. Uma vez que há uma componente de custos fixos incorporados na fixação das tarifas, como o consumo é mais baixo, tal pressiona em alta as tarifas.

“Quando há aumento do consumo de energia eléctrica verifica-se a diminuição destes custos por unidade de energia eléctrica sendo que a redução do consumo de energia eléctrica provoca um efeito oposto”, explica o regulador. A previsão da ERSE aponta para uma queda de 3% no consumo este ano, uma diminuição explicada pela recessão da economia.

Também a pressionar em alta as tarifas para 2010 estão os incrementos dos custos da produção em regime especial, que por outras palavras, traduzem os apoios à produção eléctrica através de energias renováveis.

A ERSE estima que estes apoios – corresponde à diferença entre o custo de produzir através de renováveis e o mercado organizado – vão aumentar no próximo ano face a 2009, traduzindo o aumento da produção através de fontes renováveis e também o aumento da diferença do custo entre esta fonte e o mercado organizado. Ver notícia completa-->

Fonte: Jornal de Negócios

Portugueses vão investir em média 3.500 euros em renováveis

0 comentários

Preço é a principal condicionante! Cerca de 25% dos consumidores portugueses garante que vai investir em equipamento de produção de energia renovável, nos próximos 12 meses, revela o estudo «O Observador Cetelem».

Segundo o relatório, para 22% dos entrevistados, o preço foi mencionado como factor decisivo (em 64% dos casos).

As preocupações com o ambiente (40%), a redução na despesa mensal com a electricidade (37%) e poderem rentabilizar o investimento através da venda de energia excedentária (14%), são apontados como os principais motivos para a compra do equipamento.

Obstáculos ao investimento

Os equipamentos serem caros (35%), o facto não existirem condições financeiras para o fazer (32%) e por a habitação não possuir as condições necessárias à instalação (20%) sai apontados como os principais obstáculos à aquisição de equipamentos e que poderão levar os consumidores a não adquirem os mesmos.

Já cerca de 1% dos inquiridos afirma que irá comprar equipamento de produção de energia através de um crédito. Os principais motivos para a compra através de um crédito são a possibilidade de investir na compra de mais e melhor equipamento (57%) e o facto de possibilitar a aquisição mesmo não possuindo a totalidade do investimento (43%).

Montante a investir

Mais de metade dos inquiridos (51%), que planeiam adquirir equipamentos de produção de energias renováveis, prevêem investir mais de 1.000 euros na aquisição de equipamento de produção de energia renovável, sendo os painéis fotovoltaicos (71%) e os recuperadores de calor/lareiras (14%) os equipamentos mais referidos. Em média, os inquiridos pretendem investir cerca de 3.500 euros.Ver notícia completa-->

Fonte:agenciafinanceira