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Home Energy lança serviço de monitorização de consumos

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A Home Energy e a ZON lançaram um serviço de eficiência energética, o WATT, que permite aos clientes acompanhar o consumo de electricidade da sua casa na sua televisão ou através da internet, utilizando um PC, tablet ou até o telemóvel. 
 
O serviço regista o histórico dos consumos e recomenda a melhor potência contratada e sistema tarifário. Adicionalmente, o cliente passa a conhecer o seu consumo instantâneo, o que lhe permite reduzir os consumos de stand-by e substituir ou desligar os equipamentos mais ineficientes, poupando até 25 por cento nos custos de electricidade.
Os clientes ZON irão ficar ainda a conhecer a pegada de carbono da sua casa e, no futuro, poderão compensar as suas emissões através de um simples comando na sua televisão. O serviço será lançado em 2011.
Fonte: Ambiente Online

Governo promete 121 mil empregos

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Nova Estratégia Nacional é hoje aprovada e visa reduzir a dependência externa, promover as renováveis e criar emprego.

O Governo aprova amanhã, em Conselho de Ministros, a Estratégia Nacional para a Energia, programa que tem por horizonte o ano de 2020, período no qual permitirá a criação de 121 mil novos postos de trabalho "verdes". Um número "perfeitamente fazível", assegurou ontem o ministro da Economia, Vieira da Silva, na apresentação do Plano Novas Energias.

A Estratégia Nacional para a Energia tem como metas a redução da dependência energética do País face ao exterior para 74% (o equivalente a 31% da energia final) e o cumprimento dos acordos de Portugal no contexto das políticas europeias de combate às alterações climáticas, de modo a que 60% da electricidade produzida tenha origem em fontes renováveis.

Para tal, o primeiro-ministro anunciou que será aprovada também uma proposta para aumentar a potência da energia eólica em 400 megawatts, o que representa um investimento de 400 milhões de euros.

O plano ontem apresentado visa, ainda, reduzir em 25% o saldo importador energético com a energia produzida a partir de fontes endógenas, o que permitirá poupanças de dois mil milhões.

Sobre os 121 mil postos de trabalho, Vieira da Silva salientou a "matriz de investimento privado" em que assenta o plano. Já Carlos Zorrinho, secretário de Estado da Energia, garantiu que a aposta nas renováveis "é equivalente à aposta numa central nuclear".

Fonte: Diário de Notícias 

Wireless Power - Electricidade por Wireless! O fim dos cabos de alimentação??

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O vídeo que se segue diz respeito a uma apresentação pública de uma das tecnologias mais inovadoras deste ano. Esta tecnologia (Wireless Power), consiste basicamente em fornecer energia aos equipamentos eléctricos como televisores, telemóveis, aparelhagens, entre outros, sem a necessidade de recorrer a cabos de alimentação.




Esta tecnologia já foi já adoptada por algumas aplicações comerciais das quais se destacam TED Talks e Sony prototype.
Para mais informação sobre esta tecnologia, aconselho o seguinte  link: Wireless Power

Governo aposta na energia, PME e obras públicas

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O Governo elege, no programa que apresentou esta segunda-feira na Assembleia da República, várias prioridades para relançar a economia. Entre elas está o apoio às pequenas e médias empresas (PME), a revolução energética e o investimento em obras públicas.

...

Liderar na revolução energética é uma das metas, por exemplo eliminando as importações de electricidade até 2020 ou multiplicando por 10 a actual meta da energia solar.
«O desafio do aquecimento global e das alterações climáticas é uma extraordinária oportunidade para Portugal», designadamente para «adoptar medidas para aumentar a autonomia energética», além de «diminuir fortemente o défice externo e o endividamento do país».

Para isso, é necessário aumentar a produção de energia a partir de fontes renováveis, melhorar a eficiência energética, expandir a fileira industrial ligada à energia e introduzir uma nova mobilidade eléctrica, apostando, por exemplo, em carros eléctricos.
No domínio das obras públicas, o Executivo mantém a abertura da ligação a Espanha em alta velocidade até 2013 e a construção do novo aeroporto em Alcochete.
Nesse investimento inclui-se assim a Rede Ferroviária de Alta Velocidade, com as Linhas Porto-Vigo e Lisboa-Madrid a concluir até 2013 e a linha Lisboa-Porto até 2015, bem como a terceira travessia do Tejo, entre Chelas e o Barreiro, cuja decisão de construção o Governo anunciou em Abril de 2008.

Fonte:IOL diário

Portugal importou mais 9,3 por cento de energia em 2007

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O saldo importador de energia de Portugal sofreu um agravamento de 9,3 por cento em 2007, segundo a factura energética do País, relativa ao ano passado, colocada recentemente no sítio da Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG). O saldo corresponde a 6 448 milhões de euros, contra 5 901 milhões de euros em 2006 devido, fundamentalmente, explica a DGEG, ao aumento das cotações internacionais do petróleo bruto.

Em 2007 Portugal gastou 8 mil milhões de euros em importação de energia, da qual 81 por cento é petróleo, 10,3 por cento é gás natural, 4,9 por cento electricidade, 3,4 por cento hulha e 0,4 por cento coque de petróleo. O valor das exportações de energia (reexportação de refinados e exportação de electricidade) sofreu um decréscimo de 19,6 por cento, 1 558 milhões de euros em relação a 1 939 milhões de euros em 2006.

A exportação de refinados decresceu 11,9 por cento, enquanto a electricidade decresceu 28,2 por cento. Por sua vez, a importação de energia eléctrica cresceu 9,6 por cento, a de gás natural aumentou 13,4 por cento, registando a maior subida, e a de refinados aumentou igualmente, 12,3 por cento. A energia importada teve um peso na balança de mercadorias de 14,7 por cento.

Segundo a DGEG, o agravamento do saldo importador foi mitigado devido à acção conjugada de um ano de 2007 relativamente húmido, «onde a redução de necessidades de fuel ( menos 17,1 por cento) e de carvão ( menos 18 por cento) para a produção de electricidade foram significativas. Para além disso, diz, houve uma redução de stocks de produtos de petróleo de cerca de 400 mil toneladas e uma quebra geral no consumo de derivados de petróleo de 2,2 por cento.

Fonte: Ambiente Online

Quercus aponta "deficiências graves" no Plano de Acção do Governo

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A associação ambientalista Quercus defende que o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), que esteve em discussão pública até sexta-feira, apresenta "deficiências graves", nomeadamente por conter medidas pouco claras e estruturadas.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a associação ressalva que o PNAEE integra um "conjunto de ideias relevantes" e é "fundamental" para uma política energética mais sustentável, mas afirma que o documento é "demasiado sintético", "não se percebendo algumas das medidas apresentadas", nem quais as que já estão em vigor ou que são novidade.

A Quercus considera ainda que as verbas afectas pelo Governo a este Plano de Acção ficam "muito aquém" do que seria possível, defendendo que o diploma poderia ser "mais ambicioso".

Apresentado pelo ministro da Economia no final de Fevereiro, o PNAEE prevê uma redução do consumo de energia em 10 por cento até 2015, o que permitirá baixar em cerca de 1 por cento o crescimento esperado da factura energética.

Para alcançar essa meta, o Governo criou um conjunto de 12 programas abrangentes a vários sectores - transportes, indústria, residencial, serviços e Estado - para os quais prevê um investimento anual de 30 milhões de euros.

No âmbito deste Plano, serão atribuídos incentivos financeiros às famílias que gastarem menos energia, nomeadamente uma redução em 2,5 por cento da tarifa de electricidade para os clientes que consumirem menos do que dois megawatts por ano.

Considerando que "a componente de apoio financeiro tem um peso excessivo", a Quercus defende que os incentivos deveriam ser atribuídos em função do rendimento das famílias para promover a equidade social.

A associação refere, por outro lado, que o documento não esclarece a forma como os agregados familiares vão comprovar que a redução do consumo de electricidade ficou a dever-se a um aumento da eficiência energética e não a outras circunstâncias.

Outra das medidas questionadas pelos ambientalistas é a distribuição de cheques de desconto na aquisição de frigoríficos de classe de eficiência energética A+ ou A++, uma vez que, sustenta, a aquisição desses electrodomésticos já é "custo-eficiente" para os consumidores.

"Antes de se propor esta medida deveria perceber-se quais as razões para os electrodomésticos mais eficientes representarem ainda uma percentagem pequena de vendas no mercado português. Um eventual estudo poderia chegar inclusive à conclusão de que não será necessário um apoio financeiro, mas apenas mais informação ao consumidor", adianta a Quercus.

No parecer relativo ao PNAEE, a associação propõe a antecipação do fim da venda de lâmpadas incandescentes de 2015 para 2011, assim como a proibição de comercialização de todos os electrodomésticos a partir da classe C e inferiores.

"A Quercus espera que o Governo, com base nos contributos recebidos, faça os ajustamentos necessários para tornar melhor o PNAEE", conclui.


Fonte: Lusa

Energia: Utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 M€ em Portugal, diz estudo da Union Fenosa

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A Union Fenosa elaborou um índice de eficiência energética para o sector doméstico em Portugal que constata que uma utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 milhões de euros por ano.

Segundo este índice, que foi elaborado pela primeira vez em Portugal, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC) lançado pela ERSE, os lares portugueses atingiram um valor de 6 pontos num máximo de 10.

Isto significa que os clientes domésticos portugueses podem poupar cerca de 10 por cento da energia que consomem, ou seja, 1.857 gigawatts/hora, o que daria para iluminar 714 mil casas durante um ano.

Em Espanha, a Union Fenosa realizou um estudo semelhante, tendo os clientes domésticos obtido uma pontuação de 6,3 pontos, o que permitiria uma poupança de 1.600 milhões de euros.

O estudo da Fenosa, que quer também apostar em Portugal na prestação de serviços de consultadoria de eficiência energética, conclui que com a adopção de melhores hábitos de consumo, se poderia evitar em Portugal a emissão para a atmosfera de 700 mil toneladas de dióxido de carbono.

Os pontos a melhorar por parte dos portugueses são a utilização de lâmpadas de baixo consumo e a utilização das panelas de pressão em vez das panelas tradicionais.

O estudo conclui que são os casais mais jovens e sem filhos ou com filhos com menos de 10 anos que têm lares mais eficientes e que essa eficiência sobe em relação directa com o nível socioeconómico.

Lisboa e Vila Real são os distritos que apresentam lares mais eficientes (6,2 pontos) e Leiria é o que tem lares menos eficientes com uma pontuação de 5,6, abaixo da média nacional.

A Union Fenosa elaborou este índice com base em 1.800 entrevistas telefónicas nos 18 distritos de Portugal continental.

A empresa afirma que vai elaborar o índice de eficiência no sector doméstico para este ano e alargar esse índice ao sector industrial.

"Queremos ser uma empresa diferente, que tenha a eficiência energética como motor de desenvolvimento das suas actividades", afirmou o administrador Comercial da Fenosa, Alfonso Gonzalez Heredia.


Fonte: Lusa

Bush vê energia nuclear a melhor solução contra efeito estufa

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O presidente norte-americano, George W. Bush, garantiu hoje que leva a sério o efeito estufa e considera a energia nuclear a «melhor solução», ao mesmo tempo que cobre as crescentes necessidades energéticas.

Em conferência de imprensa na Casa Branca para fazer um balanço do ano, Bush declarou ter dito ao Prémio Nobel da Paz e ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore que leva «a sério» a questão das emissões de gases de efeito estufa e que o seu governo está a desenvolver uma estratégia para abordar o problema.

Acrescentou que a Administração norte-americana está a trabalhar numa forma de tornar os carros mais eficientes em termos de consumo de combustível, mas que a energia nuclear é uma peça fundamental.

«Se alguém é verdadeiramente sério sobre como enfrentar os gases de efeito estufa, deveria ser um maior simpatizante da energia nuclear», assinalou.

«Eu, por certo, sou, e aplaudo os esforços dos membros do Congresso para dar incentivos para a construção de novas centrais. É a melhor solução para assegurar que tenhamos crescimento económico e, ao mesmo tempo, sejamos bons administradores do ambiente», disse.

Fonte: Diário Digital

Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW

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A energia eólica é vista de forma muito simpática por todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente. Os especialistas em energia, contudo, afirmam que a electricidade produzida pelo vento necessitará de mais tecnologia e menos custos se quiser entrar para valer como uma fonte de geração definitiva.

Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização económica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cataventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contacto com outras partes mecânicas - e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Viabilização económica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo - o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas actuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cataventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por... 500 anos. Ver notícia completa -->

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

3M associa-se à Clinton Climate Initiative

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3M acaba de se associar ao acordo de abastecimento global da Clinton Climate Initiative.

Segundo o acordo, a 3M vai passar a comercializar películas para janelas que permitem uma poupança de energia, em 40 das maiores cidades do mundo, em grandes volumes e a preços reduzidos, ajudando os edifícios a minimizar a energia que consomem, a qual está associada às emissões de dióxido de carbono. (CCI) para reduzir as emissões de dióxido de carbono, tornando as tecnologias de poupança de energia viáveis e acessíveis às cidades de todo o mundo.
Cinco tipos de películas 3M entram nesta iniciativa, bloqueando o calor que entra pelas janelas, sem prejudicar os sistemas de ar condicionado, e diminuindo os custos gerais de energia durante os meses de Verão ou em países com climas mais quentes. Entre estes materiais estão duas películas da gama Prestige, as primeiras translúcidas e sem metal, que reduzem o calor e impedem que os raios UV entrem em edifícios comerciais, permitindo todavia que a luz natural passe.

Bill Clinton, ex-presidente norte-americano e fundador da Clinton Climate Initiative, afirmou que «Ao disponibilizar estes produtos a uma taxa mais baixa podemos garantir que mais cidades e cidadãos têm acesso a eles e que o mercado para a tecnologia de energia limpa cresça. Em conjunto, espero que possamos ter impacto na redução de emissões de gases com efeito estufa em todo o mundo».

Fonte: Ambiente Online

REN lucra 144,8 M€ até Setembro

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A REN- Rede Eléctrica Nacional registou 144,8 milhões de euros de lucro nos primeiros nove meses deste ano, anunciou esta terça-feira a empresa.

A empresa refere que os resultados não são comparáveis com os do ano passado devido à integração do negócio do gás, ocorrida no terceiro trimestre de 2006.

As receitas operacionais ascenderam a 404,9 M€, enquanto o EBITDA ajustado se cifrou em 294,6 M€.

Os números divulgados superaram as previsões dos analistas, que apontavam para lucros na ordem dos 119 M€.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt

Portgás investe 2,3 milhões para levar gás natural a Ponte de Lima

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A Portgás vai investir 2,3 milhões de euros até 2010 para levar a rede de gás natural a Ponte de Lima. Até agora já foram construídos 40 quilómetros de rede primária e 5562 quilómetros de rede secundária, o que permitirá abastecer, numa primeira fase, as freguesias de Arca, Feitosa, Ponte de Lima e Ribeira.

Até ao final de 2007, a empresa do grupo EDP disponibilizará mais 550 mil euros para investir no prolongamento da rede secundária do concelho, o que representa a construção de 21 quilómetros. No final de 2008 ficarão instalados 31 quilómetros de rede secundária de abastecimento, num investimento global que rondará os 5,5 milhões de euros.

«A Portgás dá, assim, continuidade à expansão da rede pública de distribuição de gás natural e contribui para o desenvolvimento dos concelhos, para a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes e para o reforço da competitividade das empresas da região», sublinha a EDP.
Dos 29 concelhos pertencentes aos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, que constituem a área de concessão da Portgás, 21 já são abastecidos com gás natural.

Lisboa Energy Fórum 2007 quer debate internacional das questões petrolíferas

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A Galp Energia e a Fundação Mário Soares querem que o "Lisbon Energy Fórum 2007", que se realiza no próximo dia 2 de Outubro, em Lisboa, se transforme numa referência a nível internacional enquanto fórum de debate das questões petrolíferas.

O presidente da Galp Energia, Manuel Ferreira de Oliveira, afirmou durante a apresentação do evento, onde também esteve presente Mário Soares, que a organização pretende repetir o fórum em 2008 e posteriormente realizá-lo, pelo menos, de dois em dois anos em Lisboa.
"Queremos que seja um fórum global com a presença dos gestores de topo das maiores empresas energéticas mundiais", afirmou Ferreira de Oliveira.

O objectivo é juntar empresas produtoras e empresas distribuidoras e comercializadoras de petróleo a nível mundial para reflectirem sobre o tema "Segurança do abastecimento e segurança dos mercados".
No fórum vão estar presentes os líderes de algumas das maiores produtoras de petróleo e gás a nível mundial como a russa Gazprom, a argelina Sonatrach, a empresa nacional iraniana do petróleo (NIOC), a brasileira Petrobras, a venezuelana PDVSA e a indiana ONGC .
As multinacionais BP, Eni, Chevron, Repsol e Total vão também estar presentes ao mais alto nível.
Ferreira de Oliveira afirmou que o objectivo da organização foi ter presentes no evento os líderes de empresas dos países economicamente emergentes BRIC -Brasil, Rússia, Índia e China - não tendo sido possível contar com a presença da China.

Esta opção justifica-se porque "grande parte das tensões energéticas em que vivemos é motivada pelo crescimento económico destes países", afirmou.

Fonte:http://economia.publico.clix.pt