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ISA lança nova solução de eficiência energética

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A empresa portuguesa ISA vai lançar publicamente, amanhã, a solução iMeter, que permite monitorizar em tempo real o consumo de electricidade, gás e água de uma habitação, de forma a fomentar a eficiência energética.

Constituído por sensores de consumo, por um display que permite a visualização de informação em tempo real e por um concentrador que recolhe toda a informação possibilitando o acesso através da Internet, o iMeter é lançado publicamente pela ISA como forma de assinalar o final da Cimeira de Copenhaga. A solução tecnológica permite uma redução nas facturas das famílias de 15 a 20 por cento.

«O objectivo da ISA é reduzir a emissão de pelo menos 1,6 milhões de toneladas de CO2 até 2015, evitando danos ambientais muito sérios que construiriam uma injusta herança para os nossos filhos e netos», comenta José Basílio Simões, CEO da ISA.

Através dos consumos globais de de electricidade, gás e água, é possível a cada morador traçar o seu perfil de consumo, fazendo um “Electrocardiograma da Casa”. O iMeter vai ser também instalado nas escolas, ao abrigo do programa EnerEscolas, que pretende optimizar recursos energéticos e diminuir emissões de CO2 nos estabelecimentos de ensino.

A nova solução, já instalada em casa de mais de 100 famílias portuguesas, vai estar disponível para comercialização durante o primeiro trimestre de 2010. O iMeter engloba ainda um portal web, Enerbook, onde os consumidores poderão integrar uma comunidade de utilizadores e partilhar a sua experiência através de redes sociais
 

Governo aposta na energia, PME e obras públicas

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O Governo elege, no programa que apresentou esta segunda-feira na Assembleia da República, várias prioridades para relançar a economia. Entre elas está o apoio às pequenas e médias empresas (PME), a revolução energética e o investimento em obras públicas.

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Liderar na revolução energética é uma das metas, por exemplo eliminando as importações de electricidade até 2020 ou multiplicando por 10 a actual meta da energia solar.
«O desafio do aquecimento global e das alterações climáticas é uma extraordinária oportunidade para Portugal», designadamente para «adoptar medidas para aumentar a autonomia energética», além de «diminuir fortemente o défice externo e o endividamento do país».

Para isso, é necessário aumentar a produção de energia a partir de fontes renováveis, melhorar a eficiência energética, expandir a fileira industrial ligada à energia e introduzir uma nova mobilidade eléctrica, apostando, por exemplo, em carros eléctricos.
No domínio das obras públicas, o Executivo mantém a abertura da ligação a Espanha em alta velocidade até 2013 e a construção do novo aeroporto em Alcochete.
Nesse investimento inclui-se assim a Rede Ferroviária de Alta Velocidade, com as Linhas Porto-Vigo e Lisboa-Madrid a concluir até 2013 e a linha Lisboa-Porto até 2015, bem como a terceira travessia do Tejo, entre Chelas e o Barreiro, cuja decisão de construção o Governo anunciou em Abril de 2008.

Fonte:IOL diário

Edifício Solar XXI é «ex-líbris da eficiência energética»

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Antecipando os efeitos do diploma Sistema de Certificação Energética aplicados a todos os edifícios, já a partir de 2009, o Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI) fez hoje a visita guiada ao Edifício Solar XXI, que se situa nas instalações deste instituto.

Este edifício «concretiza os esforços do departamento de energias renováveis do INETI de projectar e construir de raiz um edifício que possa constituir um ex-líbris da eficiência energética em edifícios e da utilização das energias renováveis», vincou hoje Hélder Gonçalves, coordenador deste projecto de investigação, do INETI.

Encarado enquanto caso de estudo, o Edifício Solar XXI, que passa a ser a casa do departamento de energias renováveis do INETI, combina uma estratégia de optimização da envolvente com a utilização de sistemas solares, activos e passivos, onde se destaca a integração de sistemas fotovoltaicos nas fachadas com aproveitamento térmico e um sistema de arrefecimento passivo pelo solo.

Estas são soluções que «permitem assegurar as condições de conforto térmico do edifício, reduzindo ou anulando quaisquer consumos energéticos para esse efeito», referiu Hélder Gonçalves. Aliás, o investigador do INETI afiança que o futuro dos edifícios a nível mundial caminha para a aplicação do conceito Zero Energy Building, ou seja, «edifícios auto-sustentáveis, que produzem a mesma energia que consomem».

Nutroton Energias investe 40 milhões de euros até 2010 em eficiência energética

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N Energias é o nome que dá corpo ao programa lançado hoje pela Nutroton Energias na área da eficiência energética e microgeração. Até 2010 o investimento de 40 milhões de euros da empresa, que conta com a parceria da Iberfer, será aplicado em edifícios públicos, de carácter municipal, «de norte a sul do País», referiu Luís Marques Mendes, administrador-delegado da Nutroton Energias, hoje em conferência de imprensa.

A escolha de autarquias como «destinatário prioritário» do programa justifica-se não só pela existência de um «parque imobiliário muito significativo», mas também porque «não há ainda uma cultura de eficiência energética enraizada nem disponibilidade financeira para realizar o investimento», salientou o administrador-delegado da Nutroton Energias.

A realização de estudos de eficiência energética, nas vertentes técnica, económica e financeira, a elaboração de planos e projectos de eficiência energética e a adequação ao sistema de certificação energética de edifícios são as acções a realizar no âmbito dos contratos protocolados com os municípios e cujo investimento se prevê na ordem dos 2 milhões de euros. Segundo Marques Mendes, embora o programa arranque oficialmente hoje, a Nutroton Energias já tem assinado um protocolo com uma associação de municípios da região norte e prepara-se para celebrar contratos de «chave-na-mão» com mais três autarquias. Até 2010 o objectivo da empresa é contratualizar este serviço com cerca de 50 municípios.

Fonte: AmbienteOnline

Carris distinguida pelo seu comportamento energético

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A Comissão Europeia distinguiu a Carris com o prémio GreenBuilding Partner Award 2008, reconhecendo a boa prática energética da empresa implementada no Edifício “A” do Complexo de Miraflores. Esta distinção, criada em 2008, premeia a eficiência no comportamento energético em edifícios não-residenciais.

O Prémio foi atribuído durante a quinta conferência do Improving Energy Efficiency in Commercial Buildings 08, que decorreu em Frankfurt (Alemanha), em Abril.

O GreenBuilding é um programa voluntário criado pela Comissão Europeia, que visa a melhoria dos níveis de poupança energética e ambiental. Os proprietários de edifícios não-residenciais são aconselhados e motivados a implementarem medidas de poupança de energia, recebendo, assim, o reconhecimento público por estas acções.

Fonte: Ambiente Online

Quercus aponta "deficiências graves" no Plano de Acção do Governo

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A associação ambientalista Quercus defende que o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), que esteve em discussão pública até sexta-feira, apresenta "deficiências graves", nomeadamente por conter medidas pouco claras e estruturadas.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a associação ressalva que o PNAEE integra um "conjunto de ideias relevantes" e é "fundamental" para uma política energética mais sustentável, mas afirma que o documento é "demasiado sintético", "não se percebendo algumas das medidas apresentadas", nem quais as que já estão em vigor ou que são novidade.

A Quercus considera ainda que as verbas afectas pelo Governo a este Plano de Acção ficam "muito aquém" do que seria possível, defendendo que o diploma poderia ser "mais ambicioso".

Apresentado pelo ministro da Economia no final de Fevereiro, o PNAEE prevê uma redução do consumo de energia em 10 por cento até 2015, o que permitirá baixar em cerca de 1 por cento o crescimento esperado da factura energética.

Para alcançar essa meta, o Governo criou um conjunto de 12 programas abrangentes a vários sectores - transportes, indústria, residencial, serviços e Estado - para os quais prevê um investimento anual de 30 milhões de euros.

No âmbito deste Plano, serão atribuídos incentivos financeiros às famílias que gastarem menos energia, nomeadamente uma redução em 2,5 por cento da tarifa de electricidade para os clientes que consumirem menos do que dois megawatts por ano.

Considerando que "a componente de apoio financeiro tem um peso excessivo", a Quercus defende que os incentivos deveriam ser atribuídos em função do rendimento das famílias para promover a equidade social.

A associação refere, por outro lado, que o documento não esclarece a forma como os agregados familiares vão comprovar que a redução do consumo de electricidade ficou a dever-se a um aumento da eficiência energética e não a outras circunstâncias.

Outra das medidas questionadas pelos ambientalistas é a distribuição de cheques de desconto na aquisição de frigoríficos de classe de eficiência energética A+ ou A++, uma vez que, sustenta, a aquisição desses electrodomésticos já é "custo-eficiente" para os consumidores.

"Antes de se propor esta medida deveria perceber-se quais as razões para os electrodomésticos mais eficientes representarem ainda uma percentagem pequena de vendas no mercado português. Um eventual estudo poderia chegar inclusive à conclusão de que não será necessário um apoio financeiro, mas apenas mais informação ao consumidor", adianta a Quercus.

No parecer relativo ao PNAEE, a associação propõe a antecipação do fim da venda de lâmpadas incandescentes de 2015 para 2011, assim como a proibição de comercialização de todos os electrodomésticos a partir da classe C e inferiores.

"A Quercus espera que o Governo, com base nos contributos recebidos, faça os ajustamentos necessários para tornar melhor o PNAEE", conclui.


Fonte: Lusa

eMonitor ganha concurso da EDP sobre eficiência energética

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Um grupo de alunos finalistas do curso de Engenharia Electrotécnica e de Computadores, da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade de Coimbra (FCTUC), venceu o Concurso Nacional Ideias Luminosas - Eficiência Energética. A iniciativa foi promovida pela EDP, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo, da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

A apresentação do eMonitor, projecto sob orientação de Humberto Jorge, que valeu um prémio no valor de 50 mil euros, está agora em fase final de implantação no edifício de electrotécnica da FCTUC e já «é um dos edifícios com melhores índices de eficiência energética», salienta a faculdade em comunicado. Numa fase seguinte, será comercializado pela EnerEfficiency, uma nova empresa da FCTUC, que vai apostar também na manutenção remota de edifícios, um serviço que permitirá analisar e interpretar todos os dados monitorizados, enviando aos clientes relatórios com resultados da análise e sugestões para racionalização de consumos.

O eMonitor é um sistema de monitorização flexível na sua aplicação e permite manter um histórico dos consumos do edifício (electricidade, gás e água), dos respectivos custos associados e de variáveis ambientais, como, por exemplo, a temperatura. «Caracteriza-se, essencialmente, pela sua flexibilidade de instalação, adaptando-se facilmente ao edifício e aos requisitos pretendidos pelo cliente, e pelos custos moderados de instalação, possibilitando a interligação a diversos equipamentos já instalados no edifício, bem como a outros existentes no mercado», completa a mesma fonte.

Segundo o orientador do projecto, Humberto Jorge, o eMonitor «permite à manutenção da instalação definir alertas automáticos, através de envio de mensagens de correio electrónico ou de SMS, informando sobre a detecção de consumos anómalos ou sensibilizando os utentes do edifício». Com este sistema é ainda possível o armazenamento contínuo de dados relativos aos consumos totais do edifício, desagregados por secções ou até por equipamentos, criando-se um histórico de consumos que poderá ser utilizado nas auditorias e inspecções periódicas a que os edifícios estarão sujeitos, ao abrigo do novo diploma de certificação energética.

Fonte: Ambiente Online

Plano de eficiência energética com «boas ideias» para explorar

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Mais do que o impacto que possam ter na redução do consumo de energia, muitas das medidas previstas no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética têm de ser encaradas do ponto de vista da sua capacidade para induzir comportamentos. Quem o diz é António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa das Energias Renováveis (Apren).

Por exemplo, o plano pretende que 75 mil lares sejam electroprodutores, atingindo uma potência instalada de 165 MW. Ora, «esta meta é interessante, mas não representará mais do que 3 por cento da potência instalada na eólica. De qualquer modo, uma pessoa que instale painéis solares na sua casa pode tentar aproveitar as receitas que obtiver para aplicar em medidas de eficiência energética», salienta Sá da Costa, para quem o plano apresenta boas ideias para serem exploradas.

Para Luís Ribeiro, director comercial da Ewen, o documento «demonstra a vontade do poder político em se manter na vanguarda europeia da eficiência energética». No entanto, medidas como o cheque eficiência (prémio por redução efectiva do consumo de electricidade) ou o Programa Renove +, que é aplicado na troca de um electrodoméstico mais antigo por outro mais eficiente, poderão não ser suficientes para estimular a mudança de comportamentos. «As alterações comportamentais terão reflexo apenas num prazo bastante dilatado e de difícil quantificação», refere o responsável da Ewen, empresa que promove a redução dos custos energéticos em instalações industriais, comerciais ou residenciais.

Do seu ponto de vista, a área industrial tem um efeito de escala «que permitiria atingir os objectivos estipulados de uma forma mais rápida, mas nesse caso seria necessário apresentar às empresas condições de financiamento orientadas para projectos de eficiência e racionalização energética mais atraentes, por forma a permitir reduzir os prazos de retorno desses investimentos».

Fonte: Ambiente Online

Governos europeus levantam objecções no arranque das negociações climáticas

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Os secretários de Estado europeus para a Energia levantaram hoje em Bruxelas uma série de objecções no arranque das negociações do plano climático da União Europeia, deixando antever um processo complicado sobre o acordo quanto à redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE, sigla em inglês) e à promoção das energias renováveis.

A maioria dos Estados membros da União Europeia considera que o plano apresentado pela Comissão Europeia a 23 de Janeiro para uma economia de “baixo carbono” é um bom começo para as negociações. Os problemas chegaram com as medidas específicas, como as alterações ao comércio europeu de emissões e as metas nacionais para a energia produzida a partir de fontes renováveis.

No ano passado, os líderes europeus definiram como metas uma redução das emissões de dióxido de carbono em, pelo menos, um quinto em 2020, a níveis de 1990, um aumento da produção de renováveis em 20 por cento e a integração de dez por cento de biocombustíveis nos transportes. “As propostas da Comissão são um bom começo para o nosso debate... Mas é essencial que o custo-eficiência esteja no centro das nossas discussões”, comentou Shriti Vedera, secretária de Estado britânica para a Competitividade.

Marco Stradiotto, secretário de Estado italiano para a Energia, considera que “a proposta da Comissão não deu à eficiência energética a relevância devida”. Ver notícia completa-->
Fonte: Público

Instalações mais consumidoras de energia sujeitas a plano de racionalização

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As entidades exploradoras de instalações com consumos intensivos de energia, ou seja, que tenham tido um consumo anual superior a 500 toneladas equivalentes de petróleo (tep), vão ser obrigadas a realizarem, periodicamente, auditorias energéticas de verificação das condições de funcionamento e a encetar acordos com a Direcção Geral de Energia e Geologia de racionalização desses consumos.

Este novo decreto-lei, aprovado ontem em Conselho de Ministros, vem revogar o Decreto-Lei n.º 58/82, de 26 de Novembro e o Decreto-Lei n.º 428/83, de 9 de Dezembro. Anteriormente, apenas as instalações que consumiam mais de 1000 tep eram obrigadas a fazer auditorias. Por outro lado, todas as empresas abaixo do limiar das 500 tep podem aderir voluntariamente ao sistema.

A nova legislação vem, assim, rever o Regulamento Geral dos Consumos de Energia na indústria, datado de 1982, à luz das orientações e medidas preconizadas no Programa Nacional para as Alterações Climáticas, refere uma nota do Conselho de Ministros.

«A preocupação ao nível da eficiência e racionalização de consumos deverá ser uma questão a ser levada em conta por qualquer unidade industrial ou grande edifício. Sendo assim, a "baliza" dos 500 tep é aceitável», refere Luís Ribeiro, director comercial da Ewen, empresa que promove a redução dos custos energéticos em instalações industriais, comerciais ou residenciais.
Fonte: AmbienteOnline

Energia: Utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 M€ em Portugal, diz estudo da Union Fenosa

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A Union Fenosa elaborou um índice de eficiência energética para o sector doméstico em Portugal que constata que uma utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 milhões de euros por ano.

Segundo este índice, que foi elaborado pela primeira vez em Portugal, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC) lançado pela ERSE, os lares portugueses atingiram um valor de 6 pontos num máximo de 10.

Isto significa que os clientes domésticos portugueses podem poupar cerca de 10 por cento da energia que consomem, ou seja, 1.857 gigawatts/hora, o que daria para iluminar 714 mil casas durante um ano.

Em Espanha, a Union Fenosa realizou um estudo semelhante, tendo os clientes domésticos obtido uma pontuação de 6,3 pontos, o que permitiria uma poupança de 1.600 milhões de euros.

O estudo da Fenosa, que quer também apostar em Portugal na prestação de serviços de consultadoria de eficiência energética, conclui que com a adopção de melhores hábitos de consumo, se poderia evitar em Portugal a emissão para a atmosfera de 700 mil toneladas de dióxido de carbono.

Os pontos a melhorar por parte dos portugueses são a utilização de lâmpadas de baixo consumo e a utilização das panelas de pressão em vez das panelas tradicionais.

O estudo conclui que são os casais mais jovens e sem filhos ou com filhos com menos de 10 anos que têm lares mais eficientes e que essa eficiência sobe em relação directa com o nível socioeconómico.

Lisboa e Vila Real são os distritos que apresentam lares mais eficientes (6,2 pontos) e Leiria é o que tem lares menos eficientes com uma pontuação de 5,6, abaixo da média nacional.

A Union Fenosa elaborou este índice com base em 1.800 entrevistas telefónicas nos 18 distritos de Portugal continental.

A empresa afirma que vai elaborar o índice de eficiência no sector doméstico para este ano e alargar esse índice ao sector industrial.

"Queremos ser uma empresa diferente, que tenha a eficiência energética como motor de desenvolvimento das suas actividades", afirmou o administrador Comercial da Fenosa, Alfonso Gonzalez Heredia.


Fonte: Lusa

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O Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética, apresentado na semana passada pelo Governo, poderá contribuir para dinamizar a reabilitação urbana. O parque nacional residencial conta com cerca de 5,5 milhões de fogos, dos quais menos de dois terços estão em bom estado de conservação.
De acordo com Miguel Barreto, director-geral de Energia e Geologia, apenas 62 por cento dos fogos existentes estão em bom estado de conservação. Por outro lado, há cerca de 1,2 milhões a necessitar de pequenas reparações e quase 800 mil a necessitarem de médias ou grandes reparações. Para incentivar este mercado o plano define três medidas: Janela eficiente, isolamento térmico e Calor verde. A primeira traduz-se num incentivo à substituição de superfícies vidradas não eficientes, prevendo-se que, neste âmbito, possam vir a ser reabilitados cerca de 200 mil fogos até 2015. A segunda passa pelo incentivos ao isolamento térmico, estimando-se que em 2015, 100 mil fogos sejam abrangidos. A terceira medida, designada de «Calor verde», respeita a um programa para instalação de 200 mil sistemas de aquecimento de ambiente eficientes, como por exemplo, recuperadores de calor a biomassa. Ver notícia completa-->

Plano de eficiência energética poupa 10 por cento no consumo de energia

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Até dia 21 de Março, estará em consulta pública o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética. Foram criados 12 programas, que procuram incentivar a utilização de novas tecnologias, a melhoria de processos organizativos e a mudança de comportamentos e de valores que conduzam a hábitos de consumo mais sustentáveis.

Estes programas, além de permitirem uma redução do consumo de energia em 10 por cento, permitirão ainda «mitigar em cerca de um por cento ao ano o crescimento esperado da factura energética até 2015», salientou o ministro da Economia, Manuel Pinho, durante a apresentação do documento.

O plano vai permitir uma redução de 2,5 por cento na tarifa de electricidade aos consumidores com menores consumos de energia e um incentivo tarifário aos usos menos eficientes. Está prevista a atribuição de um cheque eficiência, durante dois anos, no valor de 10 por cento ou 20 por cento dos gastos anuais de electricidade aos consumidores com reduções verificadas de 10 por cento ou 20 por cento, respectivamente, para investimentos em eficiência energética. A criação de uma linha de crédito bonificado com 250 milhões de euros anuais para investimentos em medidas de eficiência energética, com forte enfoque na reabilitação urbana, é outra das iniciativas que o plano prevê. Ver notícia completa-->
Fonte:Ambiente Online

Batido recorde mundial de eficiência na conversão energia solar-eletricidade

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Engenheiros do laboratório Sandia, nos Estados Unidos, bateram um novo recorde mundial na eficiência da conversão de energia solar para electricidade fornecida directamente à rede de distribuição. A eficiência do sistema alcançou 31,25%.

Gerando electricidade com calor

O recorde foi alcançado no prato número 3 da estação geradora que está sendo construída no estado do Novo México. A energia solar é capturada na forma de calor, que movimenta um motor Stirling para a geração da electricidade. Conheça o projecto completo na reportagem Sistema parabólico utiliza espelhos na geração de energia solar.

Eficiência na conversão

A eficiência da conversão energia solar-energia eléctrica é calculada medindo-se a energia líquida enviada para a rede de distribuição e dividindo-a pela energia solar que atinge os espelhos parabólicos. O recorde anterior havia sido estabelecido em 1984, e era de 29,4%.

"Ganhar dois pontos inteiros de eficiência de conversão neste tipo de sistema é fenomenal," afirmou Bruce Osborn, presidente da Stirling Energy. "Este é um avanço significativo que coloca nosso sistema parabólico-motor bem acima da capacidade de qualquer outro coletor parabólico-solar e um passo mais próximo de comercializarmos um sistema economicamente viável." Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação tecnológica

Cumprimento das novas metas energéticas dividem especialistas

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«Para atingir, e se possível ultrapassar, os objectivos para 2020, é necessário fomentar a produção de biocombustíveis e aumentar o número de sistemas de aquecimento e arrefecimento ambiente, alimentados com energia solar». A opinião é de Armando Oliveira, director da Unidade de Novas Tecnologias Energéticas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em relação à nova meta europeia de 20 por cento da energia consumida em 2020 ser renovável.

Para o professor, apesar dos sistemas de climatização a partir de energia solar ainda não estarem abrangidos pela legislação existente, «poderão ter um peso significativo no balanço energético e ambiental final».

A eficiência energética poderá, segundo Armando Oliveira, contribuir, mas não de uma forma decisiva. A solução para as metas fixadas está, sim, «na conversão gradual de processos e equipamentos energéticos. O desenvolvimento das tecnologias energéticas renováveis é essencial para atingir as metas, não tanto de novas tecnologias, mas sobretudo a disseminação das tecnologias já existentes e demonstradas».

No entanto, na opinião de Ana Estanqueiro, directora da Unidade de Energia Eólica e dos Oceanos do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), a meta não vai ter tanto impacto na electricidade. Onde serão necessários maiores esforços, diz, «será na eficiência energética e nos transportes. Estes últimos poderão mesmo comprometer o cumprimento das metas. Ainda há muito a fazer na mudança de hábitos enraizados».

Já para António Sarmento, presidente do Centro de Energia das Ondas, as novas metas europeias «vêm basicamente dizer que todas as fontes renováveis têm que ser utilizadas, mesmo as que sejam economicamente menos competitivas». Também vêm permitir, segundo o responsável, «criar uma maior consciencialização na população, a geral e a de grupos específicos (gestores, ambientalistas, empresários, administração pública, pescadores – no caso da energia das ondas), para a necessidade de valorizar e facilitar a introdução de novas energias renováveis».


Fonte: Ambiente Online

Taxa sobre lâmpadas incandescentes «não é suficiente»

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Para Francisco Ferreira, da Quercus, a taxa de 0,41 euros nas lâmpadas incandescentes não é suficiente para que sirva de desincentivo à compra das mesmas, e um incentivo à compra de lâmpadas economizadoras. «Apesar de parecer muito em termos relativos, é pequena em termos absolutos. As pessoas não vão dar por ela», diz o responsável em declarações ao AmbienteOnline.

Segundo o ambientalista, «as lâmpadas incandescentes continuam a ser uma tentação», pelo que a taxa deveria ser mais alta. A medida proposta, diz, poderá revelar-se apenas uma forma de angariar dinheiro para o Fundo de Carbono. Como solução, Francisco Ferreira aconselha: «o Governo devia, à semelhança de outros países, como a Irlanda, promover o phase-out tão rapidamente quanto possível de forma a garantir que há efectivamente poupanças».

A informação ao público deveria, para o dirigente, fazer parte de uma política mais activa do Governo. «As pessoas deveriam ser informadas das questões relacionadas com as lâmpadas economizadoras, tais como: como utilizar a garantia, como recolher os seus resíduos quando se partem, que devem ser obrigatoriamente recicladas, e como escolher uma lâmpada».

A Osram, uma das principais fabricantes de lâmpadas para o mercado português, está também na expectativa quanto às novas portarias. «Se a taxa vai ajudar à aquisição de lâmpadas mais eficientes, só o futuro o dirá», refere Antonieta Loureiro, directora-geral da empresa.

De qualquer modo, salienta, dos planos da Osram já fazia parte, no curto/médio prazo, o phase out das lâmpadas incandescentes. «No ano passado já tínhamos criado lâmpadas da família do halogéneo que permitiam uma economia de energia até 30 por cento», acrescenta. Antonieta Loureiro reconhece, contudo, que este ainda é um valor longe dos 80 por cento de poupança que se pode atingir com as lâmpadas fluorescentes compactas.

Fonte: Ambiente Online

Philips encara «com naturalidade» nova taxa das lâmpadas

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«Com naturalidade». É desta forma que a Philips, uma das principais fabricantes de lâmpadas do mercado nacional e internacional, encara a taxa sobre as lâmpadas que começará a ser aplicada a partir de Março.

«Em termos de fabrico, os produtos abrangidos pela nova legislação estão obsoletos», salienta José Ferreira, responsável de marketing de lâmpadas profissionais da marca. Apesar da Philips ainda ser fabricante destes produtos, «já estava definido, a nível mundial, que este tipo de lâmpadas deixaria de ser fabricado até 2010», conclui. É neste sentido que as portarias agora publicadas «permitirão o aparecimento de produtos mais eficientes e inovadores, contribuindo para que não haja uma diferença tão grande ao nível de preços como sucede actualmente», acrescenta.

A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros. As lâmpadas de vapor de mercúrio de alta pressão sem iodetos, geralmente utilizadas na iluminação urbana e industrial, com potência entre 50 W e 1000 W também estão abrangidas. Para estes casos a taxa é de 6,77 euros.Ver notícia completa-->

Fonte: Ambiente Online

Lâmpadas de baixa eficiência custam mais a partir de Março

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A taxa sobre as lâmpadas, uma das que vão reverter para o Fundo de Carbono, vai começar a ser aplicada a partir de Março. O Ministério da Economia e da Inovação já publicou em Diário da República a portaria nº 54/2008, que vem operacionalizar o Decreto-Lei nº 108/2007, de 12 de Abril, que determina a aplicação de uma taxa sobre lâmpadas de baixa eficiência energética, com o objectivo de compensar os custos ambientais decorrentes da sua utilização.

A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V, ainda que incluídas em luminárias. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros.
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Energia: Portugal baixou pela primeira vez em 2007 a intensidade energética no consumo de electricidade

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Portugal reduziu o ano passado, pela primeira vez em cinco anos, a intensidade energética no consumo de electricidade, que cresceu menos que o Produto Interno Bruto (PIB), afirma hoje a Quercus em comunicado.

O consumo de electricidade subiu 2,6 por cento, entre 2005 e 2006, enquanto que entre 2006 e 2007 o aumento foi apenas de 1,8 por cento, refere a associação ambientalista com base nos dados da REN-Redes Enegéticas Nacionais.


A Quercus afirma que pela primeira vez nos últimos cinco anos, o consumo de electricidade em 2007 cresceu menos que o PIB, que subiu 1,9 por cento, tendo-se verificado uma redução do valor de intensidade energética, ou seja, a electricidade que é necessária para produzir uma unidade de riqueza.


Em Portugal, o valor da intensidade energética é ainda um dos mais elevados a nível europeu, sendo um indicador de desperdício de energia.


Segundo a Quercus, a redução deste valor é bastante positiva, mas parece estar mais relacionada com questões conjunturais, como o clima ameno, do que com questões estruturais, como a melhoria da eficiência energética.


O facto do consumo continuar a crescer, mas a um ritmo muito mais lento em 2007 que em 2006, deve-se, segundo a Quercus, a um conjunto de factores como o clima ameno, poupança de energia motivada por questões económicas e uma maior sensibilidade ambiental e a maior eficiência energética dos novos equipamentos.



Fonte: Lusa

Recet lança guia de boas práticas de utilização de energia

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A RECET – Associação dos Centros Tecnológicos de Portugal, lança, amanhã, o Guia de Boas Práticas de Medidas de Utilização Racional de Energia e Energias Renováveis. O lançamento decorrerá no Auditório do Pavilhão de Portugal, em Coimbra, e será apresentado por Francisco Van Zeller, presidente da Confederação das Indústria Portuguesa.


O guia nasceu do projecto Renovare, que decorreu no âmbito da iniciativa Interreg II. O projecto foi executado em conjunto com três centros tecnológicos da região Centro, CTCV, CITEVE e CTIC, e com um parceiro espanhol: CARTIF - Centro de Automatización, Robótica y Tecnologías de la Información y de la Fabricación.

Segundo a RECET, «o guia é um dos resultados visíveis do projecto que, para além de ser editado em Portugal e em Espanha, se reveste de uma grande importância para as empresas e para os comuns utilizadores de energia».

Fonte: http://www.ambienteonline.pt