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Home Energy lança serviço de monitorização de consumos

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A Home Energy e a ZON lançaram um serviço de eficiência energética, o WATT, que permite aos clientes acompanhar o consumo de electricidade da sua casa na sua televisão ou através da internet, utilizando um PC, tablet ou até o telemóvel. 
 
O serviço regista o histórico dos consumos e recomenda a melhor potência contratada e sistema tarifário. Adicionalmente, o cliente passa a conhecer o seu consumo instantâneo, o que lhe permite reduzir os consumos de stand-by e substituir ou desligar os equipamentos mais ineficientes, poupando até 25 por cento nos custos de electricidade.
Os clientes ZON irão ficar ainda a conhecer a pegada de carbono da sua casa e, no futuro, poderão compensar as suas emissões através de um simples comando na sua televisão. O serviço será lançado em 2011.
Fonte: Ambiente Online

ISA lança nova solução de eficiência energética

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A empresa portuguesa ISA vai lançar publicamente, amanhã, a solução iMeter, que permite monitorizar em tempo real o consumo de electricidade, gás e água de uma habitação, de forma a fomentar a eficiência energética.

Constituído por sensores de consumo, por um display que permite a visualização de informação em tempo real e por um concentrador que recolhe toda a informação possibilitando o acesso através da Internet, o iMeter é lançado publicamente pela ISA como forma de assinalar o final da Cimeira de Copenhaga. A solução tecnológica permite uma redução nas facturas das famílias de 15 a 20 por cento.

«O objectivo da ISA é reduzir a emissão de pelo menos 1,6 milhões de toneladas de CO2 até 2015, evitando danos ambientais muito sérios que construiriam uma injusta herança para os nossos filhos e netos», comenta José Basílio Simões, CEO da ISA.

Através dos consumos globais de de electricidade, gás e água, é possível a cada morador traçar o seu perfil de consumo, fazendo um “Electrocardiograma da Casa”. O iMeter vai ser também instalado nas escolas, ao abrigo do programa EnerEscolas, que pretende optimizar recursos energéticos e diminuir emissões de CO2 nos estabelecimentos de ensino.

A nova solução, já instalada em casa de mais de 100 famílias portuguesas, vai estar disponível para comercialização durante o primeiro trimestre de 2010. O iMeter engloba ainda um portal web, Enerbook, onde os consumidores poderão integrar uma comunidade de utilizadores e partilhar a sua experiência através de redes sociais
 

Surge uma alternativa às baterias: Nanocapacitores eletrostáticos

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Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova tecnologia para armazenar energia elétrica que, em alguns casos, chega a ser 10 vezes mais eficiente dos que as melhores alternativas disponíveis hoje.

O professor Sang Bok Lee e sua equipe criou milhões de nanoestruturas idênticas com formatos ajustados para a melhor eficiência na transferência de elétrons das grandes áreas superficiais onde eles são armazenados.


Combinações únicas de materiais


Os materiais sempre se comportam segundo as leis básicas da natureza. O que os pesquisadores fizeram foi explorar combinações pouco usuais desses comportamentos para construir as suas nanoestruturas.

"Esses dispositivos exploram combinações únicas de materiais, processos e estruturas para otimizar combinações de potência e densidade de energia que, tomadas em conjunto, representam uma promessa real para a construção da próxima de geração da tecnologia de armazenamento de eletricidade e de todo um novo setor da indústria de tecnologia," diz o professor Gary Rubloff, outro participante da pesquisa. Ver notícia completa-->

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br

Plano de eficiência energética com «boas ideias» para explorar

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Mais do que o impacto que possam ter na redução do consumo de energia, muitas das medidas previstas no Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética têm de ser encaradas do ponto de vista da sua capacidade para induzir comportamentos. Quem o diz é António Sá da Costa, presidente da Associação Portuguesa das Energias Renováveis (Apren).

Por exemplo, o plano pretende que 75 mil lares sejam electroprodutores, atingindo uma potência instalada de 165 MW. Ora, «esta meta é interessante, mas não representará mais do que 3 por cento da potência instalada na eólica. De qualquer modo, uma pessoa que instale painéis solares na sua casa pode tentar aproveitar as receitas que obtiver para aplicar em medidas de eficiência energética», salienta Sá da Costa, para quem o plano apresenta boas ideias para serem exploradas.

Para Luís Ribeiro, director comercial da Ewen, o documento «demonstra a vontade do poder político em se manter na vanguarda europeia da eficiência energética». No entanto, medidas como o cheque eficiência (prémio por redução efectiva do consumo de electricidade) ou o Programa Renove +, que é aplicado na troca de um electrodoméstico mais antigo por outro mais eficiente, poderão não ser suficientes para estimular a mudança de comportamentos. «As alterações comportamentais terão reflexo apenas num prazo bastante dilatado e de difícil quantificação», refere o responsável da Ewen, empresa que promove a redução dos custos energéticos em instalações industriais, comerciais ou residenciais.

Do seu ponto de vista, a área industrial tem um efeito de escala «que permitiria atingir os objectivos estipulados de uma forma mais rápida, mas nesse caso seria necessário apresentar às empresas condições de financiamento orientadas para projectos de eficiência e racionalização energética mais atraentes, por forma a permitir reduzir os prazos de retorno desses investimentos».

Fonte: Ambiente Online

Instalações mais consumidoras de energia sujeitas a plano de racionalização

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As entidades exploradoras de instalações com consumos intensivos de energia, ou seja, que tenham tido um consumo anual superior a 500 toneladas equivalentes de petróleo (tep), vão ser obrigadas a realizarem, periodicamente, auditorias energéticas de verificação das condições de funcionamento e a encetar acordos com a Direcção Geral de Energia e Geologia de racionalização desses consumos.

Este novo decreto-lei, aprovado ontem em Conselho de Ministros, vem revogar o Decreto-Lei n.º 58/82, de 26 de Novembro e o Decreto-Lei n.º 428/83, de 9 de Dezembro. Anteriormente, apenas as instalações que consumiam mais de 1000 tep eram obrigadas a fazer auditorias. Por outro lado, todas as empresas abaixo do limiar das 500 tep podem aderir voluntariamente ao sistema.

A nova legislação vem, assim, rever o Regulamento Geral dos Consumos de Energia na indústria, datado de 1982, à luz das orientações e medidas preconizadas no Programa Nacional para as Alterações Climáticas, refere uma nota do Conselho de Ministros.

«A preocupação ao nível da eficiência e racionalização de consumos deverá ser uma questão a ser levada em conta por qualquer unidade industrial ou grande edifício. Sendo assim, a "baliza" dos 500 tep é aceitável», refere Luís Ribeiro, director comercial da Ewen, empresa que promove a redução dos custos energéticos em instalações industriais, comerciais ou residenciais.
Fonte: AmbienteOnline

Energia: Utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 M€ em Portugal, diz estudo da Union Fenosa

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A Union Fenosa elaborou um índice de eficiência energética para o sector doméstico em Portugal que constata que uma utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 milhões de euros por ano.

Segundo este índice, que foi elaborado pela primeira vez em Portugal, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC) lançado pela ERSE, os lares portugueses atingiram um valor de 6 pontos num máximo de 10.

Isto significa que os clientes domésticos portugueses podem poupar cerca de 10 por cento da energia que consomem, ou seja, 1.857 gigawatts/hora, o que daria para iluminar 714 mil casas durante um ano.

Em Espanha, a Union Fenosa realizou um estudo semelhante, tendo os clientes domésticos obtido uma pontuação de 6,3 pontos, o que permitiria uma poupança de 1.600 milhões de euros.

O estudo da Fenosa, que quer também apostar em Portugal na prestação de serviços de consultadoria de eficiência energética, conclui que com a adopção de melhores hábitos de consumo, se poderia evitar em Portugal a emissão para a atmosfera de 700 mil toneladas de dióxido de carbono.

Os pontos a melhorar por parte dos portugueses são a utilização de lâmpadas de baixo consumo e a utilização das panelas de pressão em vez das panelas tradicionais.

O estudo conclui que são os casais mais jovens e sem filhos ou com filhos com menos de 10 anos que têm lares mais eficientes e que essa eficiência sobe em relação directa com o nível socioeconómico.

Lisboa e Vila Real são os distritos que apresentam lares mais eficientes (6,2 pontos) e Leiria é o que tem lares menos eficientes com uma pontuação de 5,6, abaixo da média nacional.

A Union Fenosa elaborou este índice com base em 1.800 entrevistas telefónicas nos 18 distritos de Portugal continental.

A empresa afirma que vai elaborar o índice de eficiência no sector doméstico para este ano e alargar esse índice ao sector industrial.

"Queremos ser uma empresa diferente, que tenha a eficiência energética como motor de desenvolvimento das suas actividades", afirmou o administrador Comercial da Fenosa, Alfonso Gonzalez Heredia.


Fonte: Lusa

Plano de eficiência energética poupa 10 por cento no consumo de energia

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Até dia 21 de Março, estará em consulta pública o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética. Foram criados 12 programas, que procuram incentivar a utilização de novas tecnologias, a melhoria de processos organizativos e a mudança de comportamentos e de valores que conduzam a hábitos de consumo mais sustentáveis.

Estes programas, além de permitirem uma redução do consumo de energia em 10 por cento, permitirão ainda «mitigar em cerca de um por cento ao ano o crescimento esperado da factura energética até 2015», salientou o ministro da Economia, Manuel Pinho, durante a apresentação do documento.

O plano vai permitir uma redução de 2,5 por cento na tarifa de electricidade aos consumidores com menores consumos de energia e um incentivo tarifário aos usos menos eficientes. Está prevista a atribuição de um cheque eficiência, durante dois anos, no valor de 10 por cento ou 20 por cento dos gastos anuais de electricidade aos consumidores com reduções verificadas de 10 por cento ou 20 por cento, respectivamente, para investimentos em eficiência energética. A criação de uma linha de crédito bonificado com 250 milhões de euros anuais para investimentos em medidas de eficiência energética, com forte enfoque na reabilitação urbana, é outra das iniciativas que o plano prevê. Ver notícia completa-->
Fonte:Ambiente Online

Taxa sobre lâmpadas incandescentes «não é suficiente»

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Para Francisco Ferreira, da Quercus, a taxa de 0,41 euros nas lâmpadas incandescentes não é suficiente para que sirva de desincentivo à compra das mesmas, e um incentivo à compra de lâmpadas economizadoras. «Apesar de parecer muito em termos relativos, é pequena em termos absolutos. As pessoas não vão dar por ela», diz o responsável em declarações ao AmbienteOnline.

Segundo o ambientalista, «as lâmpadas incandescentes continuam a ser uma tentação», pelo que a taxa deveria ser mais alta. A medida proposta, diz, poderá revelar-se apenas uma forma de angariar dinheiro para o Fundo de Carbono. Como solução, Francisco Ferreira aconselha: «o Governo devia, à semelhança de outros países, como a Irlanda, promover o phase-out tão rapidamente quanto possível de forma a garantir que há efectivamente poupanças».

A informação ao público deveria, para o dirigente, fazer parte de uma política mais activa do Governo. «As pessoas deveriam ser informadas das questões relacionadas com as lâmpadas economizadoras, tais como: como utilizar a garantia, como recolher os seus resíduos quando se partem, que devem ser obrigatoriamente recicladas, e como escolher uma lâmpada».

A Osram, uma das principais fabricantes de lâmpadas para o mercado português, está também na expectativa quanto às novas portarias. «Se a taxa vai ajudar à aquisição de lâmpadas mais eficientes, só o futuro o dirá», refere Antonieta Loureiro, directora-geral da empresa.

De qualquer modo, salienta, dos planos da Osram já fazia parte, no curto/médio prazo, o phase out das lâmpadas incandescentes. «No ano passado já tínhamos criado lâmpadas da família do halogéneo que permitiam uma economia de energia até 30 por cento», acrescenta. Antonieta Loureiro reconhece, contudo, que este ainda é um valor longe dos 80 por cento de poupança que se pode atingir com as lâmpadas fluorescentes compactas.

Fonte: Ambiente Online

Philips encara «com naturalidade» nova taxa das lâmpadas

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«Com naturalidade». É desta forma que a Philips, uma das principais fabricantes de lâmpadas do mercado nacional e internacional, encara a taxa sobre as lâmpadas que começará a ser aplicada a partir de Março.

«Em termos de fabrico, os produtos abrangidos pela nova legislação estão obsoletos», salienta José Ferreira, responsável de marketing de lâmpadas profissionais da marca. Apesar da Philips ainda ser fabricante destes produtos, «já estava definido, a nível mundial, que este tipo de lâmpadas deixaria de ser fabricado até 2010», conclui. É neste sentido que as portarias agora publicadas «permitirão o aparecimento de produtos mais eficientes e inovadores, contribuindo para que não haja uma diferença tão grande ao nível de preços como sucede actualmente», acrescenta.

A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros. As lâmpadas de vapor de mercúrio de alta pressão sem iodetos, geralmente utilizadas na iluminação urbana e industrial, com potência entre 50 W e 1000 W também estão abrangidas. Para estes casos a taxa é de 6,77 euros.Ver notícia completa-->

Fonte: Ambiente Online

Lâmpadas de baixa eficiência custam mais a partir de Março

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A taxa sobre as lâmpadas, uma das que vão reverter para o Fundo de Carbono, vai começar a ser aplicada a partir de Março. O Ministério da Economia e da Inovação já publicou em Diário da República a portaria nº 54/2008, que vem operacionalizar o Decreto-Lei nº 108/2007, de 12 de Abril, que determina a aplicação de uma taxa sobre lâmpadas de baixa eficiência energética, com o objectivo de compensar os custos ambientais decorrentes da sua utilização.

A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V, ainda que incluídas em luminárias. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros.
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Mercúrio perigoso na luz económica

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A agência governamental para o Ambiente (Department of Environment), no Reino Unido, está preocupada com os potenciais riscos para a saúde e para o ambiente colocados pelas lâmpadas de baixo consumo.

Em causa, segundo a BBC, está a presença de mercúrio neste tipo de iluminação, que implica cautelas adicionais que actualmente não estarão a ser tomadas.


O mercúrio, que no corpo humano tende a acumular-se sobretudo nos tecidos do cérebro, é altamente nocivo a partir de determinadas quantidades. No entanto, de acordo com o governo londrino, a generalidade dos fabricantes ainda não avisam os consumidores sobre os riscos.

Segundo toxicologistas citados pela cadeia televisiva britânica, uma lâmpada de baixo consumo normal contém entre seis a oito miligramas de mercúrio, uma quantidade considerada "bastante baixa" e não passível de colocar em risco os consumidores. Mas se, por exemplo, seis destas lâmpadas fossem partidas numa divisão pequena e sem ventilação, a quantidade da substância libertada já significaria que os utentes se encontravam numa situação de "risco a curto prazo".
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Fonte: DN

Bush vê energia nuclear a melhor solução contra efeito estufa

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O presidente norte-americano, George W. Bush, garantiu hoje que leva a sério o efeito estufa e considera a energia nuclear a «melhor solução», ao mesmo tempo que cobre as crescentes necessidades energéticas.

Em conferência de imprensa na Casa Branca para fazer um balanço do ano, Bush declarou ter dito ao Prémio Nobel da Paz e ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore que leva «a sério» a questão das emissões de gases de efeito estufa e que o seu governo está a desenvolver uma estratégia para abordar o problema.

Acrescentou que a Administração norte-americana está a trabalhar numa forma de tornar os carros mais eficientes em termos de consumo de combustível, mas que a energia nuclear é uma peça fundamental.

«Se alguém é verdadeiramente sério sobre como enfrentar os gases de efeito estufa, deveria ser um maior simpatizante da energia nuclear», assinalou.

«Eu, por certo, sou, e aplaudo os esforços dos membros do Congresso para dar incentivos para a construção de novas centrais. É a melhor solução para assegurar que tenhamos crescimento económico e, ao mesmo tempo, sejamos bons administradores do ambiente», disse.

Fonte: Diário Digital

Recet lança guia de boas práticas de utilização de energia

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A RECET – Associação dos Centros Tecnológicos de Portugal, lança, amanhã, o Guia de Boas Práticas de Medidas de Utilização Racional de Energia e Energias Renováveis. O lançamento decorrerá no Auditório do Pavilhão de Portugal, em Coimbra, e será apresentado por Francisco Van Zeller, presidente da Confederação das Indústria Portuguesa.


O guia nasceu do projecto Renovare, que decorreu no âmbito da iniciativa Interreg II. O projecto foi executado em conjunto com três centros tecnológicos da região Centro, CTCV, CITEVE e CTIC, e com um parceiro espanhol: CARTIF - Centro de Automatización, Robótica y Tecnologías de la Información y de la Fabricación.

Segundo a RECET, «o guia é um dos resultados visíveis do projecto que, para além de ser editado em Portugal e em Espanha, se reveste de uma grande importância para as empresas e para os comuns utilizadores de energia».

Fonte: http://www.ambienteonline.pt


Pinho congela contadores de electricidade e recua na subida de preços

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Ministro diz que ERSE apontava para resultados incertos
«Palavra de ministro», garante o responsável pela pasta da Economia, Manuel Pinho. Vai ser adiada a polémica mudança dos contadores de electricidade, prevista para arrancar em 2010 e que deverá custar cerca de mil milhões de euros, a reflectir na tarifa paga pelos consumidores.
Manuel Pinho reage assim às críticas de vários deputados socialistas, e da DECO, que ontem se manifestaram contra a telecontagem, uma medida que foi acordada precisamente pelo Governo de Sócrates e Zapatero, no início deste ano.

EDP paga indemnizações de um milhão por falhas de luz

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A EDP Distribuição pagou, em 2006, mais de um milhão de euros aos clientes em compensações por interrupções no abastecimento de electricidade superiores a seis horas, refere um relatório elaborado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), e citado pela «Lusa».

De acordo com o relatório de Qualidade de Serviço de 2006, relativo ao transporte e distribuição de energia eléctrica em Portugal, ocorreram 115.429 incumprimentos, pelos quais a EDP teve de pagar cerca de um milhão de euros aos clientes.

Dentro destes incumprimentos, situam-se todos os clientes que durante o ano passado sofreram interrupções de abastecimento superiores a seis horas, valor a partir do qual os consumidores têm de ser compensados pela empresa fornecedora de electricidade.

Os dados do relatório da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apontam para interrupções médias muito inferiores aos 360 minutos (seis horas) para a generalidade dos consumidores que vivem nas várias zonas do País.

Contudo, estes valores, que variam entre os 98,03 minutos dos clientes residentes nas grandes zonas urbanas e os 205,59 minutos dos clientes que vivem em zonas mais pequenas, com menos de 2.500 habitantes, cumprem os padrões de qualidade definidos pela ERSE. Ver notícia completa-->

Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

Renováveis custam este ano perto de cem euros a cada consumidor

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As energias renováveis vão custar, este ano, a cada consumidor de baixa tensão em Portugal, cerca de 100 euros, segundo as contas do Água&Ambiente. Isto significa que os consumidores vão pagar perto de o triplo do montante pago em 2006, que ascendia a 38 euros. Esta subida exponencial do sobrecusto das energias renováveis deve-se à alteração da legislação que entrou em vigor a partir de 1 Julho de 2006, que penaliza os consumidores de baixa tensão em detrimento dos de alta tensão, que ficaram praticamente isentos desta contribuição.

Na globalidade, o sobrecusto com as renováveis – co-geração, eólica, biogás, outros, fotovoltaica, hídrica, biomassa, resíduos sólidos urbanos, e ondas - ascendeu a cerca de 510 milhões de euros em 2007, de acordo com informação da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Deste montante, cerca de 269 milhões de euros será pago pelos consumidores de baixa tensão (5, 4 milhões) que têm a seu cargo 99,05 por cento dos custos que os subsídios das energias renováveis representam. Os restantes 241 milhões de euros, correspondentes aos subsídios pagos à co-geração, e que não é abrangida pela nova legislação, são repercutidos por todos os consumidores nacionais (5,9 milhões).Ver notícia completa-->

Cascais monitoriza consumos de energia em edifícios municipais

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O Municí­pio de Cascais, através da Agência Cascais Energia, está actualmente a identificar, com recurso à Internet e em tempo real, os padrões de consumo de energia em 20 edifí­cios municipais numa área monitorizada superior a 10 000 metros quadrados de área edificada.

O projecto, que teve iní­cio em Julho de 2007, permite uma leitura dos consumos de electricidade, por edifí­cio, de forma a ser identificado o padrão de consumo real, o desejado e os desperdí­cios existentes. A iniciativa visa a implantação eficaz e localizada de medidas correctivas, bem como de programas de boas práticas na utilização de energia nos locais de trabalho, com recurso ou não a tecnologias que melhorem a eficiência energética, na utilização dos edifí­cios.

Numa segunda fase, o projecto envolverá a gestão do consumo de energia em cada um dos centros de consumo, controlado por um gestor de energia e apoiado por um sistema de alarme que notificará, via SMS e correio electrónico, qualquer ocorrência de consumo excessivo.
Estas e outras iniciativas e projectos da Agência Cascais Energia visam de uma forma paralela a preparação dos edifí­cios para o novo Sistema de Certificação Energética. O municí­pio prepara-se para certificar o seu primeiro edifí­cio público, já no iní­cio de 2008. Esta iniciativa será, segundo a autarquia, um passo no sentido de familiarizar a população com o sistema e com o significado das classes energéticas nos edifí­cios.

A implementação de medidas de optimização energética nos edifí­cios municipais poderá evitar a emissão de cerca de 1700 toneladas nos próximos cinco anos. Até 2012 a Agência Cascais Energia espera ajudar o Municí­pio de Cascais a reduzir cerca de 8820 toneladas de CO2 resultantes da implantação de projectos iniciados em 2007.

Fonte: Ambiente Online

Portgás investe 2,3 milhões para levar gás natural a Ponte de Lima

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A Portgás vai investir 2,3 milhões de euros até 2010 para levar a rede de gás natural a Ponte de Lima. Até agora já foram construídos 40 quilómetros de rede primária e 5562 quilómetros de rede secundária, o que permitirá abastecer, numa primeira fase, as freguesias de Arca, Feitosa, Ponte de Lima e Ribeira.

Até ao final de 2007, a empresa do grupo EDP disponibilizará mais 550 mil euros para investir no prolongamento da rede secundária do concelho, o que representa a construção de 21 quilómetros. No final de 2008 ficarão instalados 31 quilómetros de rede secundária de abastecimento, num investimento global que rondará os 5,5 milhões de euros.

«A Portgás dá, assim, continuidade à expansão da rede pública de distribuição de gás natural e contribui para o desenvolvimento dos concelhos, para a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes e para o reforço da competitividade das empresas da região», sublinha a EDP.
Dos 29 concelhos pertencentes aos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, que constituem a área de concessão da Portgás, 21 já são abastecidos com gás natural.

Energia mais cara em Portugal que na UE penaliza domésticos

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Os preços da energia em Portugal continuam muito acima da média europeia, mas são sobretudo as famílias e empresas mais pequenas que pagam a maior diferença. Esta conclusão, tirada a partir dos últimos dados do Eurostat para as tarifas do primeiro semestre de gás e electricidade (com IVA), é sobretudo válida para o gás natural, do qual as grandes indústrias gozam em Portugal de preços melhores que a média da UE e que a própria Espanha.

Segundo os dados revelados pela Direcção-Geral de Energia, os domésticos portugueses pagavam valores 26% a 27% acima da média europeia na electricidade. Esta média refere-se a dois tipos de clientes, um com um consumo anual de 1200 kilowatt/hora (kWh) e outro com 3500 kWh. Já para os clientes industriais, a diferença de preços continua a penalizar Portugal, mas menos. Um cliente-tipo com consumo anual de 1,25 gigawatt por hora (GWh) tem uma tarifa que era na primeira metade do ano 4,4% acima da média da União Europeia. Ver notícia completa-->

EDP aposta em redes inteligentes

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A EDP Distribuição lançou, ontem, o projecto InovGrid, que vai permitir, numa primeira fase, com um investimento de 70 milhões de euros, investir em redes de distribuição inteligentes e instalar 200 mil Energy Box com funcionalidades de telecontagem, até 2009. A EDP é, assim, a primeira empresa em Portugal a apresentar um projecto de investimento nas redes de distribuição de electricidade inteligentes ("smarts grids"), associada à instalação de Energy Box na casa dos clientes.
Com este projecto, a eléctrica nacional procura responder a um novo paradigma energético que passa pela aposta nas renováveis, pela microgeração e pela procura de um uso mais eficiente da energia. O projecto InovGrid, cujo de-senvolvimento vai ser feito em parceria com o INESC Porto, a Efacec, a Janz e a Edinfor, vai obrigar a uma forte intervenção na rede de distribuição de electricidade, introduzindo-lhe funcionalidades avançadas de telegestão de energia, capacidade de integração da microgeração e mecanismos inteligentes que vão permitir uma nova forma de gerir e controlar a rede. Ver notícia completa-->