Home Energy lança serviço de monitorização de consumos
Assunto: Consumos de Energia, Electricidade, Energia 0 comentáriosPublicada por Florindo Sousa a quarta-feira, novembro 17, 2010
ISA lança nova solução de eficiência energética
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética, tecnologias 0 comentários
A empresa portuguesa ISA vai lançar publicamente, amanhã, a solução iMeter, que permite monitorizar em tempo real o consumo de electricidade, gás e água de uma habitação, de forma a fomentar a eficiência energética.Constituído por sensores de consumo, por um display que permite a visualização de informação em tempo real e por um concentrador que recolhe toda a informação possibilitando o acesso através da Internet, o iMeter é lançado publicamente pela ISA como forma de assinalar o final da Cimeira de Copenhaga. A solução tecnológica permite uma redução nas facturas das famílias de 15 a 20 por cento.
«O objectivo da ISA é reduzir a emissão de pelo menos 1,6 milhões de toneladas de CO2 até 2015, evitando danos ambientais muito sérios que construiriam uma injusta herança para os nossos filhos e netos», comenta José Basílio Simões, CEO da ISA.
Através dos consumos globais de de electricidade, gás e água, é possível a cada morador traçar o seu perfil de consumo, fazendo um “Electrocardiograma da Casa”. O iMeter vai ser também instalado nas escolas, ao abrigo do programa EnerEscolas, que pretende optimizar recursos energéticos e diminuir emissões de CO2 nos estabelecimentos de ensino.
A nova solução, já instalada em casa de mais de 100 famílias portuguesas, vai estar disponível para comercialização durante o primeiro trimestre de 2010. O iMeter engloba ainda um portal web, Enerbook, onde os consumidores poderão integrar uma comunidade de utilizadores e partilhar a sua experiência através de redes sociais
Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, dezembro 18, 2009
Surge uma alternativa às baterias: Nanocapacitores eletrostáticos
Assunto: Consumos de Energia, Inovação tecnológica 0 comentários
Pesquisadores da Universidade de Maryland, nos Estados Unidos, desenvolveram uma nova tecnologia para armazenar energia elétrica que, em alguns casos, chega a ser 10 vezes mais eficiente dos que as melhores alternativas disponíveis hoje.O professor Sang Bok Lee e sua equipe criou milhões de nanoestruturas idênticas com formatos ajustados para a melhor eficiência na transferência de elétrons das grandes áreas superficiais onde eles são armazenados.
Combinações únicas de materiais
Os materiais sempre se comportam segundo as leis básicas da natureza. O que os pesquisadores fizeram foi explorar combinações pouco usuais desses comportamentos para construir as suas nanoestruturas.
"Esses dispositivos exploram combinações únicas de materiais, processos e estruturas para otimizar combinações de potência e densidade de energia que, tomadas em conjunto, representam uma promessa real para a construção da próxima de geração da tecnologia de armazenamento de eletricidade e de todo um novo setor da indústria de tecnologia," diz o professor Gary Rubloff, outro participante da pesquisa. Ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a quinta-feira, abril 02, 2009
Plano de eficiência energética com «boas ideias» para explorar
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética 0 comentáriosFonte: Ambiente Online
Publicada por Bruno Bernardo a segunda-feira, março 03, 2008
Instalações mais consumidoras de energia sujeitas a plano de racionalização
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética, Racionalização de Energia 0 comentários
As entidades exploradoras de instalações com consumos intensivos de energia, ou seja, que tenham tido um consumo anual superior a 500 toneladas equivalentes de petróleo (tep), vão ser obrigadas a realizarem, periodicamente, auditorias energéticas de verificação das condições de funcionamento e a encetar acordos com a Direcção Geral de Energia e Geologia de racionalização desses consumos.Este novo decreto-lei, aprovado ontem em Conselho de Ministros, vem revogar o Decreto-Lei n.º 58/82, de 26 de Novembro e o Decreto-Lei n.º 428/83, de 9 de Dezembro. Anteriormente, apenas as instalações que consumiam mais de 1000 tep eram obrigadas a fazer auditorias. Por outro lado, todas as empresas abaixo do limiar das 500 tep podem aderir voluntariamente ao sistema.
A nova legislação vem, assim, rever o Regulamento Geral dos Consumos de Energia na indústria, datado de 1982, à luz das orientações e medidas preconizadas no Programa Nacional para as Alterações Climáticas, refere uma nota do Conselho de Ministros.
«A preocupação ao nível da eficiência e racionalização de consumos deverá ser uma questão a ser levada em conta por qualquer unidade industrial ou grande edifício. Sendo assim, a "baliza" dos 500 tep é aceitável», refere Luís Ribeiro, director comercial da Ewen, empresa que promove a redução dos custos energéticos em instalações industriais, comerciais ou residenciais.
Fonte: AmbienteOnline
Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, fevereiro 29, 2008
Energia: Utilização mais racional da energia permitiria poupar 178 M€ em Portugal, diz estudo da Union Fenosa
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética, Energia, Portugal 0 comentáriosSegundo este índice, que foi elaborado pela primeira vez em Portugal, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica (PPEC) lançado pela ERSE, os lares portugueses atingiram um valor de 6 pontos num máximo de 10.
Isto significa que os clientes domésticos portugueses podem poupar cerca de 10 por cento da energia que consomem, ou seja, 1.857 gigawatts/hora, o que daria para iluminar 714 mil casas durante um ano.
Em Espanha, a Union Fenosa realizou um estudo semelhante, tendo os clientes domésticos obtido uma pontuação de 6,3 pontos, o que permitiria uma poupança de 1.600 milhões de euros.
O estudo da Fenosa, que quer também apostar em Portugal na prestação de serviços de consultadoria de eficiência energética, conclui que com a adopção de melhores hábitos de consumo, se poderia evitar em Portugal a emissão para a atmosfera de 700 mil toneladas de dióxido de carbono.
Os pontos a melhorar por parte dos portugueses são a utilização de lâmpadas de baixo consumo e a utilização das panelas de pressão em vez das panelas tradicionais.
O estudo conclui que são os casais mais jovens e sem filhos ou com filhos com menos de 10 anos que têm lares mais eficientes e que essa eficiência sobe em relação directa com o nível socioeconómico.
Lisboa e Vila Real são os distritos que apresentam lares mais eficientes (6,2 pontos) e Leiria é o que tem lares menos eficientes com uma pontuação de 5,6, abaixo da média nacional.
A Union Fenosa elaborou este índice com base em 1.800 entrevistas telefónicas nos 18 distritos de Portugal continental.
A empresa afirma que vai elaborar o índice de eficiência no sector doméstico para este ano e alargar esse índice ao sector industrial.
"Queremos ser uma empresa diferente, que tenha a eficiência energética como motor de desenvolvimento das suas actividades", afirmou o administrador Comercial da Fenosa, Alfonso Gonzalez Heredia.
Fonte: Lusa
Publicada por Bruno Bernardo a terça-feira, fevereiro 26, 2008
Plano de eficiência energética poupa 10 por cento no consumo de energia
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética, Investimentos 0 comentários
Até dia 21 de Março, estará em consulta pública o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética. Foram criados 12 programas, que procuram incentivar a utilização de novas tecnologias, a melhoria de processos organizativos e a mudança de comportamentos e de valores que conduzam a hábitos de consumo mais sustentáveis.Estes programas, além de permitirem uma redução do consumo de energia em 10 por cento, permitirão ainda «mitigar em cerca de um por cento ao ano o crescimento esperado da factura energética até 2015», salientou o ministro da Economia, Manuel Pinho, durante a apresentação do documento.
O plano vai permitir uma redução de 2,5 por cento na tarifa de electricidade aos consumidores com menores consumos de energia e um incentivo tarifário aos usos menos eficientes. Está prevista a atribuição de um cheque eficiência, durante dois anos, no valor de 10 por cento ou 20 por cento dos gastos anuais de electricidade aos consumidores com reduções verificadas de 10 por cento ou 20 por cento, respectivamente, para investimentos em eficiência energética. A criação de uma linha de crédito bonificado com 250 milhões de euros anuais para investimentos em medidas de eficiência energética, com forte enfoque na reabilitação urbana, é outra das iniciativas que o plano prevê. Ver notícia completa-->
Fonte:Ambiente Online
Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, fevereiro 22, 2008
Taxa sobre lâmpadas incandescentes «não é suficiente»
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética 0 comentáriosFonte: Ambiente Online
Publicada por Bruno Bernardo a sexta-feira, fevereiro 01, 2008
Philips encara «com naturalidade» nova taxa das lâmpadas
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética 0 comentários
«Com naturalidade». É desta forma que a Philips, uma das principais fabricantes de lâmpadas do mercado nacional e internacional, encara a taxa sobre as lâmpadas que começará a ser aplicada a partir de Março.«Em termos de fabrico, os produtos abrangidos pela nova legislação estão obsoletos», salienta José Ferreira, responsável de marketing de lâmpadas profissionais da marca. Apesar da Philips ainda ser fabricante destes produtos, «já estava definido, a nível mundial, que este tipo de lâmpadas deixaria de ser fabricado até 2010», conclui. É neste sentido que as portarias agora publicadas «permitirão o aparecimento de produtos mais eficientes e inovadores, contribuindo para que não haja uma diferença tão grande ao nível de preços como sucede actualmente», acrescenta.
A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros. As lâmpadas de vapor de mercúrio de alta pressão sem iodetos, geralmente utilizadas na iluminação urbana e industrial, com potência entre 50 W e 1000 W também estão abrangidas. Para estes casos a taxa é de 6,77 euros.Ver notícia completa-->
Fonte: Ambiente Online
Publicada por Florindo Sousa a quarta-feira, janeiro 30, 2008
Lâmpadas de baixa eficiência custam mais a partir de Março
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética 0 comentários
A taxa sobre as lâmpadas, uma das que vão reverter para o Fundo de Carbono, vai começar a ser aplicada a partir de Março. O Ministério da Economia e da Inovação já publicou em Diário da República a portaria nº 54/2008, que vem operacionalizar o Decreto-Lei nº 108/2007, de 12 de Abril, que determina a aplicação de uma taxa sobre lâmpadas de baixa eficiência energética, com o objectivo de compensar os custos ambientais decorrentes da sua utilização. A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V, ainda que incluídas em luminárias. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros. Ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, janeiro 28, 2008
Mercúrio perigoso na luz económica
Assunto: Consumos de Energia, Electricidade 0 comentários
A agência governamental para o Ambiente (Department of Environment), no Reino Unido, está preocupada com os potenciais riscos para a saúde e para o ambiente colocados pelas lâmpadas de baixo consumo.Em causa, segundo a BBC, está a presença de mercúrio neste tipo de iluminação, que implica cautelas adicionais que actualmente não estarão a ser tomadas.
O mercúrio, que no corpo humano tende a acumular-se sobretudo nos tecidos do cérebro, é altamente nocivo a partir de determinadas quantidades. No entanto, de acordo com o governo londrino, a generalidade dos fabricantes ainda não avisam os consumidores sobre os riscos.
Segundo toxicologistas citados pela cadeia televisiva britânica, uma lâmpada de baixo consumo normal contém entre seis a oito miligramas de mercúrio, uma quantidade considerada "bastante baixa" e não passível de colocar em risco os consumidores. Mas se, por exemplo, seis destas lâmpadas fossem partidas numa divisão pequena e sem ventilação, a quantidade da substância libertada já significaria que os utentes se encontravam numa situação de "risco a curto prazo". Ver notícia competa-->
Fonte: DN
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, janeiro 08, 2008
Bush vê energia nuclear a melhor solução contra efeito estufa
Assunto: Consumos de Energia, Energia 0 comentáriosEm conferência de imprensa na Casa Branca para fazer um balanço do ano, Bush declarou ter dito ao Prémio Nobel da Paz e ex-vice-presidente dos Estados Unidos Al Gore que leva «a sério» a questão das emissões de gases de efeito estufa e que o seu governo está a desenvolver uma estratégia para abordar o problema.
Acrescentou que a Administração norte-americana está a trabalhar numa forma de tornar os carros mais eficientes em termos de consumo de combustível, mas que a energia nuclear é uma peça fundamental.
«Se alguém é verdadeiramente sério sobre como enfrentar os gases de efeito estufa, deveria ser um maior simpatizante da energia nuclear», assinalou.
Fonte: Diário Digital
Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, dezembro 21, 2007
Recet lança guia de boas práticas de utilização de energia
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética, Energias Renováveis 0 comentários
A RECET – Associação dos Centros Tecnológicos de Portugal, lança, amanhã, o Guia de Boas Práticas de Medidas de Utilização Racional de Energia e Energias Renováveis. O lançamento decorrerá no Auditório do Pavilhão de Portugal, em Coimbra, e será apresentado por Francisco Van Zeller, presidente da Confederação das Indústria Portuguesa.
O guia nasceu do projecto Renovare, que decorreu no âmbito da iniciativa Interreg II. O projecto foi executado em conjunto com três centros tecnológicos da região Centro, CTCV, CITEVE e CTIC, e com um parceiro espanhol: CARTIF - Centro de Automatización, Robótica y Tecnologías de la Información y de la Fabricación.
Segundo a RECET, «o guia é um dos resultados visíveis do projecto que, para além de ser editado em Portugal e em Espanha, se reveste de uma grande importância para as empresas e para os comuns utilizadores de energia».
Fonte: http://www.ambienteonline.pt
Publicada por Florindo Sousa a quarta-feira, dezembro 12, 2007
Pinho congela contadores de electricidade e recua na subida de preços
Assunto: Consumos de Energia, EDP, Electricidade 0 comentáriosManuel Pinho reage assim às críticas de vários deputados socialistas, e da DECO, que ontem se manifestaram contra a telecontagem, uma medida que foi acordada precisamente pelo Governo de Sócrates e Zapatero, no início deste ano.
Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, dezembro 07, 2007
EDP paga indemnizações de um milhão por falhas de luz
Assunto: Consumos de Energia, EDP, Electricidade 0 comentários
A EDP Distribuição pagou, em 2006, mais de um milhão de euros aos clientes em compensações por interrupções no abastecimento de electricidade superiores a seis horas, refere um relatório elaborado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), e citado pela «Lusa». De acordo com o relatório de Qualidade de Serviço de 2006, relativo ao transporte e distribuição de energia eléctrica em Portugal, ocorreram 115.429 incumprimentos, pelos quais a EDP teve de pagar cerca de um milhão de euros aos clientes.
Dentro destes incumprimentos, situam-se todos os clientes que durante o ano passado sofreram interrupções de abastecimento superiores a seis horas, valor a partir do qual os consumidores têm de ser compensados pela empresa fornecedora de electricidade.
Os dados do relatório da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apontam para interrupções médias muito inferiores aos 360 minutos (seis horas) para a generalidade dos consumidores que vivem nas várias zonas do País.
Contudo, estes valores, que variam entre os 98,03 minutos dos clientes residentes nas grandes zonas urbanas e os 205,59 minutos dos clientes que vivem em zonas mais pequenas, com menos de 2.500 habitantes, cumprem os padrões de qualidade definidos pela ERSE. Ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a quinta-feira, novembro 22, 2007
Renováveis custam este ano perto de cem euros a cada consumidor
Assunto: Consumos de Energia, Energias Renováveis 0 comentários
As energias renováveis vão custar, este ano, a cada consumidor de baixa tensão em Portugal, cerca de 100 euros, segundo as contas do Água&Ambiente. Isto significa que os consumidores vão pagar perto de o triplo do montante pago em 2006, que ascendia a 38 euros. Esta subida exponencial do sobrecusto das energias renováveis deve-se à alteração da legislação que entrou em vigor a partir de 1 Julho de 2006, que penaliza os consumidores de baixa tensão em detrimento dos de alta tensão, que ficaram praticamente isentos desta contribuição.Na globalidade, o sobrecusto com as renováveis – co-geração, eólica, biogás, outros, fotovoltaica, hídrica, biomassa, resíduos sólidos urbanos, e ondas - ascendeu a cerca de 510 milhões de euros em 2007, de acordo com informação da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE). Deste montante, cerca de 269 milhões de euros será pago pelos consumidores de baixa tensão (5, 4 milhões) que têm a seu cargo 99,05 por cento dos custos que os subsídios das energias renováveis representam. Os restantes 241 milhões de euros, correspondentes aos subsídios pagos à co-geração, e que não é abrangida pela nova legislação, são repercutidos por todos os consumidores nacionais (5,9 milhões).Ver notícia completa-->
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, novembro 13, 2007
Cascais monitoriza consumos de energia em edifícios municipais
Assunto: Consumos de Energia, Eficiência Energética 0 comentáriosFonte: Ambiente Online
Publicada por Bruno Bernardo a quinta-feira, novembro 08, 2007
Portgás investe 2,3 milhões para levar gás natural a Ponte de Lima
Assunto: Consumos de Energia, Energia, Gas Natural 0 comentários
A Portgás vai investir 2,3 milhões de euros até 2010 para levar a rede de gás natural a Ponte de Lima. Até agora já foram construídos 40 quilómetros de rede primária e 5562 quilómetros de rede secundária, o que permitirá abastecer, numa primeira fase, as freguesias de Arca, Feitosa, Ponte de Lima e Ribeira. Até ao final de 2007, a empresa do grupo EDP disponibilizará mais 550 mil euros para investir no prolongamento da rede secundária do concelho, o que representa a construção de 21 quilómetros. No final de 2008 ficarão instalados 31 quilómetros de rede secundária de abastecimento, num investimento global que rondará os 5,5 milhões de euros.
«A Portgás dá, assim, continuidade à expansão da rede pública de distribuição de gás natural e contribui para o desenvolvimento dos concelhos, para a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes e para o reforço da competitividade das empresas da região», sublinha a EDP.
Dos 29 concelhos pertencentes aos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, que constituem a área de concessão da Portgás, 21 já são abastecidos com gás natural.
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, outubro 30, 2007
Energia mais cara em Portugal que na UE penaliza domésticos
Assunto: Consumos de Energia, Electricidade, mercado eléctrico 0 comentários
Os preços da energia em Portugal continuam muito acima da média europeia, mas são sobretudo as famílias e empresas mais pequenas que pagam a maior diferença. Esta conclusão, tirada a partir dos últimos dados do Eurostat para as tarifas do primeiro semestre de gás e electricidade (com IVA), é sobretudo válida para o gás natural, do qual as grandes indústrias gozam em Portugal de preços melhores que a média da UE e que a própria Espanha. Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, outubro 26, 2007
EDP aposta em redes inteligentes
Assunto: Consumos de Energia, EDP, Eficiência Energética, Energia Eléctrica 0 comentários
A EDP Distribuição lançou, ontem, o projecto InovGrid, que vai permitir, numa primeira fase, com um investimento de 70 milhões de euros, investir em redes de distribuição inteligentes e instalar 200 mil Energy Box com funcionalidades de telecontagem, até 2009. A EDP é, assim, a primeira empresa em Portugal a apresentar um projecto de investimento nas redes de distribuição de electricidade inteligentes ("smarts grids"), associada à instalação de Energy Box na casa dos clientes. Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, outubro 23, 2007
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