Os preços da energia em Portugal continuam muito acima da média europeia, mas são sobretudo as famílias e empresas mais pequenas que pagam a maior diferença. Esta conclusão, tirada a partir dos últimos dados do Eurostat para as tarifas do primeiro semestre de gás e electricidade (com IVA), é sobretudo válida para o gás natural, do qual as grandes indústrias gozam em Portugal de preços melhores que a média da UE e que a própria Espanha. Energia mais cara em Portugal que na UE penaliza domésticos
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Os preços da energia em Portugal continuam muito acima da média europeia, mas são sobretudo as famílias e empresas mais pequenas que pagam a maior diferença. Esta conclusão, tirada a partir dos últimos dados do Eurostat para as tarifas do primeiro semestre de gás e electricidade (com IVA), é sobretudo válida para o gás natural, do qual as grandes indústrias gozam em Portugal de preços melhores que a média da UE e que a própria Espanha. Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, outubro 26, 2007
ERSE consulta mercado sobre contadores
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A Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) lançou uma consulta pública junto de fabricantes de contadores de energia eléctrica para definir, até ao final de Outubro, as especificações dos futuros aparelhos de telecontagem para o segmento doméstico e pequenas empresas, e o calendário da sua implementação.A substituição dos actuais contadores por aparelhos digitais é um dos passos decisivos para a implementação do Mercado Ibérico de Electricidade e foi já acordada pelos governos português e espanhol.
Em Espanha, o Governo está em vias de aprovar o sistema, apesar da oposição da associação das eléctricas, que entende não dever ser o sector a suportar o custo (quatro mil milhões de euros) de substituição de quase 22 milhões de contadores. O Executivo, por ser turno, rejeita imputar esse valor à tarifa.
Em Portugal, a ERSE vai decidir até Outubro que sistema deve ser implementado, assim como a calendarização da colocação dos cerca de seis milhões de contadores em causa, cabendo depois ao Governo definir de que forma vão ser pagos. Em Julho, numa audição na Comissão Parlamentar de Economia, recorde-se, o presidente da ERSE, Vítor Santos, estimou que o custo atinja os 600 milhões de euros.
A colocação de contadores digitais para novos contratos está já em vigor desde Julho, tendo a EDP um projecto-piloto em curso para avaliar a melhor tecnologia. Ver notícia completa-->
Fonte:http://jn.sapo.pt
Publicada por Florindo Sousa a sexta-feira, agosto 24, 2007
EDP aumenta em 50 por cento a capacidade instalada na eólica
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O aumento de 50 por cento na capacidade instalada da energia eólica contribuiu para o endividamento da EDP na ordem dos 165 milhões de euros. A dívida liquida, que ficou nos 9,4 mil milhões de euros, deverá aumentar nos próximos trimestres, consequência da estratégia de expansão do grupo na área das energias renováveis. Nos primeiros seis meses do ano, a EDP investiu 554 milhões de euros nesta área, o que representa um crescimento de 15 por cento relativamente ao mesmo período de 2006.«A alteração significativa no perfil da companhia consolida-se com a compra da Horizon Energy, a terceira maior operadora de energia eólica dos Estados Unidos, num investimento da ordem dos dois mil milhões de euros, que será financiado com recurso a capitais allheios», disse ontem António Mexia, presidente da eléctrica, em conferência de imprensa.
«Foi um excelente semestre para o grupo EDP como um todo, em termos de crescimento operacional apenas por via orgânica. Sem aquisições, já que a compra da Horizon tem apenas impacto no segundo semestre», anunciou António Mexia na apresentação dos resultados do primeiro semestre.
Até o período pós-aquisição da Horizon, coincidente com o final de 2007, «será melhor do que o final de 2005», adiantou o gestor. Quanto aos valores de endividamento, só está prevista uma melhoria significativa em 2010, mas António Mexia garantiu que o grupo está «numa situação muito tranquila em termos de rácios». Ver resto da notícia-->
Fonte: http://www.ambienteonline.pt
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, agosto 13, 2007
Galp vai concorrer com a EDP
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A Galp Energia vai entrar na comercialização de electricidade no início de 2008, anunciou ontem o presidente executivo da empresa. O objectivo, disse Ferreira de Oliveira na apresentação dos resultados semestrais da petrolífera, é ser "uma alternativa real" à EDP.Este passo tornou-se possível porque, terça-feira, a Galp Power - "braço armado" da empresa para a electricidade, obteve "luz verde" do Estado para comercializar energia. Segundo Ferreira de Oliveira, a Galp vai começar a vender electricidade a partir de Janeiro ou Fevereiro, com a "obrigação" de desafiar a EDP. O responsável revelou ainda que Galp vai concorrer a "todos os concursos" para a construção e exploração de novas barragens, para ter "o máximo de produção" possível.
Entretanto, até explorar uma central a gás natural em Sines e construir o parque eólico de 480 megawatts (MW) - a que ganhou direito no âmbito do concurso lançado há dois anos pelo Governo -, terá de comprar energia por grosso para vender no retalho.Esta foi, aliás uma das soluções indicadas por Ferreira de Oliveira comprar electricidade nas bolsas portuguesa e espanhola e, depois, revendê-la.
A outra, que não quis detalhar, poderá passar por "alugar centrais", mecanismo que seria inédito em Portugal. Outra solução, ainda, que o responsável não quis confirmar, é chegar a acordo com a empresa que gere o Alqueva (EDIA) e a EDP para ganhar alguma produção dessa barragem. Ver resto da notícia-->
Publicada por Florindo Sousa a quinta-feira, agosto 09, 2007
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