O regime jurídico da microprodução dá hoje a este tipo de instalações uma tarifa inicial que se reduz ao longo do tempo. A cada 10 megawatts (MW) de potência solar licenciada a tarifa de venda à rede desce 5%. Isso significa que um proprietário que agora instale um painel solar recebe 55,7 cêntimos por cada kilowatt-hora (kWh) produzido, mas se daqui a um ano o País já tiver mais 10 MW licenciados ele passará a receber 52,94 cêntimos.
Indústria solar propõe tarifa fixa por 15 anos para a microprodução
Assunto: Energia Solar, Energias Renováveis, Sistemas Fotovoltaicos, Tarifas 0 comentáriosO regime jurídico da microprodução dá hoje a este tipo de instalações uma tarifa inicial que se reduz ao longo do tempo. A cada 10 megawatts (MW) de potência solar licenciada a tarifa de venda à rede desce 5%. Isso significa que um proprietário que agora instale um painel solar recebe 55,7 cêntimos por cada kilowatt-hora (kWh) produzido, mas se daqui a um ano o País já tiver mais 10 MW licenciados ele passará a receber 52,94 cêntimos.
Publicada por Florindo Sousa a segunda-feira, maio 24, 2010
Célula solar de nanotubo de carbono aproxima-se da eficiência máxima
Assunto: Energia Solar, Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Sistemas Fotovoltaicos 0 comentários
Pesquisadores da Universidade de Cornell, nos Estados Unidos, demonstraram o princípio de funcionamento de um novo tipo de célula solar que substitui o silício por nanotubos de carbono.Em teoria, estas células solares de nanotubos poderão ser mais eficientes do que as células solares actuais, podendo superar não apenas as células solares orgânicas - que possuem carbono em sua composição em moléculas que não são nanotubos - mas também as células solares tradicionais à base de silício.
Fotodíodo
Os cientistas construíram um fotodíodo, um tipo extremamente simples de célula solar que converte a luz em electricidade de forma extremamente eficiente graças à excepcional condutividade eléctrica do nanotubo de carbono e à forma como ele conduz os electrões.
O nanotubo de carbono utilizado é do tipo de parede única, o que significa que ele é basicamente uma folha de grafeno enrolada, constituindo um tubo cujas paredes são formadas por uma única camada de átomos de carbono.
O nanotubo, com a dimensão aproximada de uma molécula de DNA, foi preso entre dois contactos eléctricos e posto próximo a duas portas eléctricas, uma com carga positiva e outra com carga negativa.
Eléctrons em fila indiana
Dirigindo feixes de raios laser de diversas cores ao longo do nanotubo, os cientistas descobriram que altos níveis de incidência de fotões têm um efeito multiplicador sobre a quantidade de electricidade que é produzida pelo fotodíodo.
Como o nanotubo é muito estreito, ele praticamente força os elétrons a andarem em fila indiana. Nessa situação, os electrões atingem um estado denominado "excitado", o que lhes permite gerar novos electrões a partir dos fotões da luz incidente que seriam desperdiçados em uma célula solar convencional. Isto faz com que a célula solar de nanotubo de carbono funcione em um regime praticamente ideal, convertendo quase toda a radiação da luz em electricidade.
A elevada taxa de conversão significa que a nova célula solar não perde quase nenhuma energia na forma de calor, eliminando o problema do super aquecimento. Contudo, o próprio experimento foi feito em uma temperatura extremamente baixa. Ver notícia completa-->
Fonte: Inovação Tecnológica
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, setembro 22, 2009
Célula solar plástica tem aumento de eficiência de 30%
Assunto: Energias Renováveis, Inovação tecnológica, Sistemas Fotovoltaicos 1 comentáriosCélulas solares orgânicas e flexíveis
Pesquisadores canadenses descobriram uma nova forma de unir as diversas partes de uma célula solar orgânica, o que fez seu rendimento aumentar em 30%.
Estas células solares flexíveis ainda têm uma eficiência baixa, mas o ritmo de descobertas e avanços na área torna possível prever que elas logo se tornarão superiores às células solares fotovoltaicas tradicionais.
O desenvolvimento de células solares plásticas - também chamadas de orgânicas, flexíveis ou híbridas - que possam ser produzidas em massa a baixo custo, tem atraído a atenção de pesquisadores do mundo todo, o que pode explicar o ritmo de desenvolvimento que vem marcando esta área de pesquisas nos últimos anos.
Sanduíche solar
As células solares plásticas são feitas de camadas de diferentes materiais, cada uma delas com uma função específica, em uma estrutura parecida com um sanduíche.
"Uma camada absorve a luz, outra ajuda a gerar a eletricidade, enquanto outras ajudam a levar a eletricidade para fora da célula. Normalmente as camadas não grudam bem umas nas outras e, desta forma, a eletricidade acaba presa dentro do dispositivo e não fica disponível para uso, levando a dispositivos ineficientes," explica a Dra. Jillian Buriak, da Universidade de Alberta.
"Nós estamos trabalhando na maionese, na mostarda, na manteiga e em outros 'molhos especiais' capazes de manter esse sanduíche unido e fazer todas as camadas funcionarem bem em conjunto. Isto está fazendo um sanduíche melhor, no nosso caso, uma célula solar melhor," diz a pesquisadora.
O futuro pertence ao plástico
A receita de uma célula solar melhor, que agora demonstrou um aumento de eficiência de 30%, já consumiu dois anos de trabalho de uma equipe interdisciplinar que reúne engenheiros, físicos e químicos.
A Dra. Buriak estima que ainda serão necessários de 5 a 7 anos de pesquisas para que os painéis solares plásticos possam ser produzidos em massa a custos competitivos.
Mas, quando isso acontecer, diz a pesquisadora, a energia solar estará disponível para todo o mundo. "A próxima geração da energia solar pertence ao plástico," conclui ela.
Fonte: Inovação Tecnológica
Publicada por Florindo Sousa a terça-feira, março 17, 2009
Batido recorde mundial de eficiência na conversão energia solar-eletricidade
Assunto: Eficiência Energética, Energia Solar, Inovação tecnológica, Sistemas Fotovoltaicos 0 comentários
Engenheiros do laboratório Sandia, nos Estados Unidos, bateram um novo recorde mundial na eficiência da conversão de energia solar para electricidade fornecida directamente à rede de distribuição. A eficiência do sistema alcançou 31,25%.Gerando electricidade com calor
O recorde foi alcançado no prato número 3 da estação geradora que está sendo construída no estado do Novo México. A energia solar é capturada na forma de calor, que movimenta um motor Stirling para a geração da electricidade. Conheça o projecto completo na reportagem Sistema parabólico utiliza espelhos na geração de energia solar.
Eficiência na conversão
A eficiência da conversão energia solar-energia eléctrica é calculada medindo-se a energia líquida enviada para a rede de distribuição e dividindo-a pela energia solar que atinge os espelhos parabólicos. O recorde anterior havia sido estabelecido em 1984, e era de 29,4%.
"Ganhar dois pontos inteiros de eficiência de conversão neste tipo de sistema é fenomenal," afirmou Bruce Osborn, presidente da Stirling Energy. "Este é um avanço significativo que coloca nosso sistema parabólico-motor bem acima da capacidade de qualquer outro coletor parabólico-solar e um passo mais próximo de comercializarmos um sistema economicamente viável." Ver notícia completa-->
Fonte: Inovação tecnológica
Publicada por Florindo Sousa a quarta-feira, fevereiro 20, 2008
O projecto social do Rock in Rio – Lisboa, dedicado este ano ao ambiente, lançou a sua primeira grande acção: o concurso «Rock in Rio Escola Solar». O concurso é um desafio às escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário de todo o País que deverão apresentar projectos que conjuguem benefícios de carácter ambiental e social. As 20 escolas vencedoras receberão os painéis fotovoltaicos, sendo que terão de vender parte da energia produzida à rede eléctrica. As receitas provenientes desta venda deverão reverter para outros projectos sociais, através da SIC Esperança, bem como para os três melhores projectos. Os sistemas fotovoltaicos, com uma capacidade de até 3,5 kWp cada, vão permitir, ainda, divulgar a temática das energias renováveis e das alterações climáticas junto do público jovem. As inscrições dos projectos a concurso decorrem até 30 de Outubro e deverão ser efectuadas através do site oficial do Rock in Rio, em www.rockinrio-lisboa.sapo.pt - , até ao final do corrente ano. Os projectos apresentados deverão poder ser implementados até ao final do ano lectivo 2007/ 2008.
Publicada por Bruno Bernardo a domingo, outubro 21, 2007
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