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55 países já apresentaram os seus objectivos para 2020

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Ao todo foram 55 os países que apresentaram os objectivos de redução das suas emissões de gases com efeito de estufa, no âmbito do acordo de Copenhaga. De acordo com as Nações Unidas, estes países representam quase 80% das emissões mundiais de gases com efeito de estufa, mas o esforço ainda não é dificiente para limitar o aumento da temperatura a 2ºC. 

"Uma ambição mais forte é necessária para ultrapassar este desafio. Mas considero que estes compromissos testemunham claramente uma vontade de fazer evoluir as negociações", afirmou ontem Yvo de Boer, secretário executivo da Convenção Quadro das Nações Unidas para as Alterações Climáticas (UNFCC).

No entanto, o UNFCCC, que conta 194 membros, não deu qualquer indicação sobre o número total de países que manifestaram a sua intenção de aderir ao acordo firmado em Copenhaga a 19 de Dezembro.

Além de países industrializados como os Estados Unidos, União Europeia, Canadá, Japão ou Austrália, também os países emergentes, nomeadamente o Brasil, a China, a Índia e a África do Sul, dirigiram à ONU os seus objectivos de redução de emissões de gás com efeito de estufa até 2010.

Ainda assim, o esforço agora tornado público não é suficiente para conseguir alcançar um dos principais objectivos de Copenhaga: limitar o aquecimento médio do planeta a dois graus Celsius.

Siemens fornecerá 175 turbinas para construção do maior parque eólico offshore do mundo.

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O maior parque eólico offshore do mundo vai operar com equipamentos Siemens. A empresa vai fornecer e instalar 175 turbinas SWT de 3.6 MW da usina London Array, na Inglaterra – propriedade da Dong Energy, E.On e Masdar. Após sua finalização, o London Array será capaz de gerar inicialmente 630 megawatts (MW) e possibilidade, no futuro, de chegar a mil megawatts. Localizada a 20km da costa inglesa de Kent e Essex, a nova usina será capaz de gerar energia para abastecer cerca de 750 mil casas – ou um quarto da Grande Londres. Além disso, poderá reduzir 1,9 milhão de emissões de CO² por ano, graças a viabilização dessa nova fonte de energia renovável.

(Fonte: Brasil/Portal Fator/09-V-28).

Governos europeus levantam objecções no arranque das negociações climáticas

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Os secretários de Estado europeus para a Energia levantaram hoje em Bruxelas uma série de objecções no arranque das negociações do plano climático da União Europeia, deixando antever um processo complicado sobre o acordo quanto à redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE, sigla em inglês) e à promoção das energias renováveis.

A maioria dos Estados membros da União Europeia considera que o plano apresentado pela Comissão Europeia a 23 de Janeiro para uma economia de “baixo carbono” é um bom começo para as negociações. Os problemas chegaram com as medidas específicas, como as alterações ao comércio europeu de emissões e as metas nacionais para a energia produzida a partir de fontes renováveis.

No ano passado, os líderes europeus definiram como metas uma redução das emissões de dióxido de carbono em, pelo menos, um quinto em 2020, a níveis de 1990, um aumento da produção de renováveis em 20 por cento e a integração de dez por cento de biocombustíveis nos transportes. “As propostas da Comissão são um bom começo para o nosso debate... Mas é essencial que o custo-eficiência esteja no centro das nossas discussões”, comentou Shriti Vedera, secretária de Estado britânica para a Competitividade.

Marco Stradiotto, secretário de Estado italiano para a Energia, considera que “a proposta da Comissão não deu à eficiência energética a relevância devida”. Ver notícia completa-->
Fonte: Público

Neo Energia adquire 222 aerogeradores para países europeus

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A Neo Energia assinou com a Gamesa um contrato para o fornecimento de 60 aerogeradores que serão instalados em parques eólicos na Polónia, numa potência total de 120 megawatts (MW). Esta operação do grupo EDP, responsável pelo crescimento do mercado eólico na Europa, ascende aos 130 milhões de euros, e surge na sequência de um conjunto de projectos eólicos desenvolvidos em 2007 na Polónia, num total de 1022 MW de capacidade eólica instalada.
«Este é um dos países da Europa central e de leste com grande potencial de crescimento no sector das energias renováveis», explica a EDP em comunicado. O objectivo da Neo Energia é alcançar a fasquia de 10,4 por cento de energia consumida entre 2010 e 2014 com base em fontes de energias renováveis, o que representa cerca de 4000 MW de capacidade eólica instalada em 2014. Para Espanha o fornecimento da Gamesa à Neo Energia é de 46 aerogeradores, cuja potência total é de 92 MW e o investimento ascenderá aos 80 milhões de euros. A França vai contar com 16 aerogeradores, que totalizam 19 MW e representam um investimento de 18 milhões de euros.
«No total, os 122 aerogeradores contratados representam uma economia em emissões de CO2 de 346 500 toneladas por ano, cerca de 180 mil toneladas na Polónia, 138 mil toneladas em Espanha e 28 500 toneladas em França», conclui a EDP.

Fonte: Ambiente Online

Toshiba reduz 57,6 milhões de toneladas de CO2 até 2025

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O recurso a energias limpas, especialmente à energia nuclear, e o desenvolvimento de novas e mais eficientes estações de energia termal e de plantações de filtragem de carbono são as principais medidas que a Toshiba vai implantar para reduzir as suas emissões. Até 2025, a empresa quer reduzir as suas emissões anuais de CO2 para 57,6 milhões de toneladas.


Com esta estratégia, a Toshiba procura, assim, consolidar práticas de eficiência tanto ao nível produtivo, como energético.


No ranking das empresas fabricantes de produtos electrónicos mais amigas do ambiente, recentemente divulgado pela Greenpeace, a Toshiba destacou-se positivamente pelo compromisso assumido no sentido da erradicação total de substâncias químicas e da eliminação progressiva do PVC (policloreto de vinila) de todos os produtos até 2009, e pelas directrizes de Compra Verde que a empresa criou para fornecedores.


Fonte: Ambiente Online

3M associa-se à Clinton Climate Initiative

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3M acaba de se associar ao acordo de abastecimento global da Clinton Climate Initiative.

Segundo o acordo, a 3M vai passar a comercializar películas para janelas que permitem uma poupança de energia, em 40 das maiores cidades do mundo, em grandes volumes e a preços reduzidos, ajudando os edifícios a minimizar a energia que consomem, a qual está associada às emissões de dióxido de carbono. (CCI) para reduzir as emissões de dióxido de carbono, tornando as tecnologias de poupança de energia viáveis e acessíveis às cidades de todo o mundo.
Cinco tipos de películas 3M entram nesta iniciativa, bloqueando o calor que entra pelas janelas, sem prejudicar os sistemas de ar condicionado, e diminuindo os custos gerais de energia durante os meses de Verão ou em países com climas mais quentes. Entre estes materiais estão duas películas da gama Prestige, as primeiras translúcidas e sem metal, que reduzem o calor e impedem que os raios UV entrem em edifícios comerciais, permitindo todavia que a luz natural passe.

Bill Clinton, ex-presidente norte-americano e fundador da Clinton Climate Initiative, afirmou que «Ao disponibilizar estes produtos a uma taxa mais baixa podemos garantir que mais cidades e cidadãos têm acesso a eles e que o mercado para a tecnologia de energia limpa cresça. Em conjunto, espero que possamos ter impacto na redução de emissões de gases com efeito estufa em todo o mundo».

Fonte: Ambiente Online