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A Martifer Solar, detida pela Martifer SGPS, assinou um acordo com uma empresa gerida pela BNP Paribas Clean Energy Partners para a construção de uma instalação solar fotovoltaica de 22 MWp em Portugal.

Além da implementação técnica do projecto, a Martifer Solar será também responsável pelo fornecimento e instalação chave-na-mão de todo o equipamento necessário. O parque fotovoltaico deverá estar concluído no primeiro semestre de 2012.

O parque deverá produzir 37,4 GWh/ano, o equivalente ao consumo médio de mais de 10 000 famílias portuguesas, o que evitará a emissão de cerca de 15 200 toneladas de CO2 por ano para a atmosfera.

Em comunicado, Henrique Rodrigues, CEO da Martifer Solar, diz este projecto mostra a capacidade da Martifer Solar «para atrair investimento estrangeiro para o sector das energias renováveis em Portugal, apesar da actual conjuntura económica difícil».

Fonte: ambienteonline

Schneider Electric constrói projecto solar de referência em Itália

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A Schneider Electric foi seleccionada pela AES SOLE Italia para ser a principal fornecedora de EPC (Engineering, Procurement and Construction) para a construção, operacionalização e manutenção de um projecto de energia solar na região de Puglia (Itália).

A central fotovoltaica terá uma capacidade anual de 56GWh, o que satisfaz as exigências energéticas de uma cidade de 40 000 habitantes. Com uma capacidade máxima de produção de 43MW, o parque é constituído por 600 000 painéis solares que ocupam um total de 250 hectares.

«Com o seu portfólio de gestão de energia abrangente e integrado, a Schneider Electric é o único operador no mercado a fornecer uma oferta na área das renováveis que está de acordo com os requisitos especiais e as necessidades do consumidor» referiu Julio Rodriguez, vice-presidente executivo, Power Global & EMEAS Business, da Schneider Electric.

Os produtos e serviços do grupo abrangem todos os requisitos, desde a produção de energia até à distribuição, incluindo: estudos de engenharia, gestão de projectos e construção; estruturas mecânicas; subestações de inversores e de ligação à rede; sistemas de monitorização geral para a central energética; vedações, controlo de acesso, videovigilância, serviços de operacionalização e de manutenção. 
Fonte: Portal Ambiente

Películas ferroelétricas oferecem nova rota para a energia solar

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Filmes ferroelétricos

O Sol parece ser a nossa única fonte realmente confiável de energia renovável. Sabendo disso, os cientistas estão constantemente em busca de formas inovadoras para converter a luz solar em eletricidade.

Apenas nos últimos dias, foram relatados dois recordes mundiais e duas novas células solares uma biocélula, um circuito molecular capaz de transformar luz em eletricidade e até um passo importante rumo à fotossíntese artificial.

Agora foi a vez dos cientistas de Cingapura demonstrarem o potencial dos filmes finos ferroelétricos para captarem a energia do Sol e gerarem energia limpa.

Junção p-n

Os dispositivos fotovoltaicos, incluindo as células solares, produzem eletricidade quando a absorção de luz fornece elétrons com energia suficiente para atravessar uma barreira, chamada de bandgap.

Para gerar uma corrente elétrica útil, porém, esses portadores de carga devem ser guiados em uma direção determinada, não podendo fluir de forma aleatória.

Na maioria dos materiais fotovoltaicos utilizados hoje, como o silício, os cientistas conseguem dirigir os elétrons construindo a célula solar com uma interface conhecida com junção p-n.

Na junção p-n, dois materiais com naturezas diferentes - positivo-negativo ou doador de elétrons e receptor de elétrons - se juntam, facilitando a difusão dos elétrons do material n em direção ao material p. ver notícia completa-->

Fonte:  Inovação tecnológica

Mitsubishi compra participação de 34 por cento na Central Fotovoltaica da Amareleja

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A Mitsubishi adquiriu à Acciona uma participação na Central Fotovoltaica da Amareleja (Moura), projecto que representou um investimento de 261 milhões de euros. A companhia nipónica assumirá uma participação de 34 por cento na Amper Central Solar, sociedade promotora da Central Fotovoltaica da Amareleja e detida a 100 por cento pela Acciona.

Os valores do negócio não foram revelados.
Este acordo é, segundo as duas empresas, um primeiro passo na concretização da vontade dos dois grupos empresariais em explorarem projectos conjuntos na área das energias renováveis e do desenvolvimento sustentável.

O acordo foi assinado na presença dos presidentes das duas empresas: José Manuel Entrecanales e Mikio Sasaki.
A unidade, de 45,8 MWp, tem uma produção anual estimada em 93 milhões de kWh, o suficiente para suprir o consumo de mais de 30 mil lares. Evitará a emissão de cerca de 90 mil toneladas anuais de CO2.

Painéis solares acompanham Sol sem uso de motores usando liga bimetálica

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Um grupo de estudantes do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveu um equipamento de automação para painéis solares que faz com que os painéis acompanhem o movimento do Sol sem a necessidade de motores e nem de sistemas de controle.
Acompanhamento do movimento do Sol
O dispositivo foi inspirado na forma como as plantas acompanham o movimento do Sol ao longo do dia. Sensores detectam a variação de temperatura entre as áreas de sol e sombreadas do painel solar para verificar a necessidade de movimentação. O próprio calor altera as propriedades do material de suporte dos painéis solares, fazendo com eles se movimentem.Depois de pronto, o equipamento é totalmente passivo, não exigindo nenhuma fonte de energia, ou sequer consumindo energia gerada pelo painel solar, e nem mesmo um equipamento de controle eletrônico.
Painéis solares mais eficientes
Os estudantes testaram diversos materiais, entre eles vários polímeros e fitas bimetálicas, até descobrir o que melhor servia à tarefa. O conjunto que se mostrou mais promissor tem a forma de um arco feito de dois tipos diferentes de metais, como o aço e o alumínio. Os painéis solares são montados no topo desse arco.O calor do Sol aquece mais um lado do arco do que o outro, fazendo com que ele se curve, virando os painéis solares na direção do Sol. Segundo testes feitos pelos estudantes, os painéis que acompanham o Sol chegam a ser 38% mais eficientes do que os painéis solares fixos.
Liga bimetálica
"Nossos protótipos são mais baratos do que os sistemas existentes de rastreamento do Sol," afirmou o estudante George Whitfield, que ajudou a construir o aparelho. Além disso, a utilização da liga bimetálica de aço e alumínio garante que o equipamento poderá funcionar por muito tempo sem desgaste ou necessidade de manutenção.

Painéis solares acompanham Sol sem uso de motores usando liga bimetálica

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Um grupo de estudantes do MIT, nos Estados Unidos, desenvolveu um equipamento de automação para painéis solares que faz com que os painéis acompanhem o movimento do Sol sem a necessidade de motores e nem de sistemas de controle.Acompanhamento do movimento do SolO dispositivo foi inspirado na forma como as plantas acompanham o movimento do Sol ao longo do dia. Sensores detectam a variação de temperatura entre as áreas de sol e sombreadas do painel solar para verificar a necessidade de movimentação. O próprio calor altera as propriedades do material de suporte dos painéis solares, fazendo com eles se movimentem.Depois de pronto, o equipamento é totalmente passivo, não exigindo nenhuma fonte de energia, ou sequer consumindo energia gerada pelo painel solar, e nem mesmo um equipamento de controle eletrônico.Painéis solares mais eficientesOs estudantes testaram diversos materiais, entre eles vários polímeros e fitas bimetálicas, até descobrir o que melhor servia à tarefa. O conjunto que se mostrou mais promissor tem a forma de um arco feito de dois tipos diferentes de metais, como o aço e o alumínio. Os painéis solares são montados no topo desse arco.O calor do Sol aquece mais um lado do arco do que o outro, fazendo com que ele se curve, virando os painéis solares na direção do Sol. Segundo testes feitos pelos estudantes, os painéis que acompanham o Sol chegam a ser 38% mais eficientes do que os painéis solares fixos.Liga bimetálica"Nossos protótipos são mais baratos do que os sistemas existentes de rastreamento do Sol," afirmou o estudante George Whitfield, que ajudou a construir o aparelho.Além disso, a utilização da liga bimetálica de aço e alumínio garante que o equipamento poderá funcionar por muito tempo sem desgaste ou necessidade de manutenção.

Generg instala central solar no valor de 51 milhões de euros

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Cerca de 51 milhões de euros é quanto a Generg vai investir numa central solar, em Ferreira do Alentejo. Para esta unidade prevê-se a instalação de 63 360 módulos fotovoltaicos, abrangendo uma área de cerca de 60 hectares. O projecto é apresentado hoje, pelas 16h30, no Auditório da Feira Nacional da Água e do Regadio de Ferreira do Alentejo.

O início da construção desta central está previsto para este mês, prevendo-se que o projecto fique concluído no primeiro semestre de 2009.

A unidade contará com uma potência instalada de 12 MW e com uma produção estimada de 21,3 GWh, tratando-se do maior investimento (em energias renováveis) feito naquela região, com uma produção de energia eléctrica suficiente para suprir as necessidades do concelho, sublinha a Generg.

Fonte: Ambiente Online

Moura financia microgeração

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A Câmara Municipal de Moura, a partir do fundo social disponibilizado pela instalação da central fotovoltaica da Amareleja, financia em 70 por cento, sem juros, a instalação de sistemas de microgeração de energia eléctrica, em edifícios particulares, de empresas ou instituições.

As vantagens deste novo regime de microprodução traduzem-se no facto dos micro produtores passarem a dispor de uma tarifa bonificada, de 0,65 euros por kWh produzido.

Para instalações fotovoltaicas a implantar na região, esta situação pode traduzir-se no retorno do investimento inicial num espaço de tempo reduzido, na ordem dos 5 anos, face ao tempo útil de duração dos equipamentos, acima de 25 anos, explica a autarquia em comunicado.
Recorde-se que a microgeração consiste num novo regime de produção de electricidade em que qualquer pessoa ou entidade, desde que seja consumidor de energia eléctrica, passa a ter o direito a ser também produtor.
Fonte: AmbienteOnline

Solar fotovoltaico: o dilema da escala de produção

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Portugal é um dos países mais ricos da Europa em termos de energia solar. A insolação em Portugal Continental varia entre 1800 e 3100 horas de sol por ano. Para aproveitar este recurso estão a ser investidos, por exemplo, quase 600 milhões de euros no solar fotovoltaico.

A central de Serpa, com 11 MW de capacidade, e a de Moura, na qual vão ser instalados 46,41 MW de pico e 35 MW de potência de injecção na rede, são dois dos projectos mais emblemáticos do País, figurando entre os maiores do mundo. No entanto, a escala de produção é um dos dilemas que se colocam relativamente a este tipo de investimentos. Para António Sá da Costa, presidente da Associação de Energias Renováveis (Apren), «a aposta na vertente fotovoltaica não deve ser feita em projectos de grande escala, da mesma maneira que a bicicleta não dá para ser um transporte de massas», afirma.

Muito pequena, pequena e média dimensão. É nesta escala que Nuno Ribeiro da Silva, presidente da Sociedade Portuguesa de Energia Solar (SPES), também vê o futuro da fotovoltaica. «É negativo e contraproducente investirmos em projectos megacentralistas. Não faz sentido praticar uma cultura intensiva de painéis solares. É como termos um mono, um elefante perdido num monte alentejano», compara. A solução passa por diversificar as utilizações dos painéis, em explorações agrícolas, hotéis, escolas, e outros edifícios públicos.

A Associação Portuguesa da Indústria Solar (Apisolar) é outra entidade contra os projectos de grande dimensão. «Uma potência de 62 MW é megalómana. No máximo aprovaríamos três centrais de 5 MW e repartidas pelo País», defende o presidente da associação, Carlos Campos. «A conta é muito simples: 62 MW equivalem a 24 800 pequenos sistemas de 2500 W, o que daria para 248 empresas se criarem e instalar cada uma delas 100 sistemas de 2500 W, o que é muito», enfatiza.

No mesmo sentido, Sá da Costa lembra que existem perto de 3 milhões de casas em Portugal. «Se em 10 por cento for instalada essa potência, teremos 800 MW, disseminados em 300 mil projectos, ou seja, uma potência 12 vezes superior à que será instalada em Moura», reflecte. «Ao contrário da centralização da potência, é preciso descentralizar», conclui Carlos Campos.

Fonte: Ambiente Online

Central termo-solar será a maior do mundo com 280 MW

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O título de "maior central de energia solar do mundo" não parece fadado a permanecer por muito tempo nas mesmas mãos.


Central solar fotovoltaica

A central de Serpa, em Portugal, está em vias de começar a operar em escala industrial. Mas a vizinha Moura logo a superará, com seus 62 MW de energia gerada a partir de módulos fotovoltaicos.

Agora, a empresa espanhola Abengoa Solar anunciou que começará a construir uma central de energia solar capaz de gerar 280 megawatts de electricidade. A usina de Solana será instalada próxima à cidade de Phoenix, no estado norte-americano do Arizona.


Central termo-solar

Ao contrário das maiores centrais solares actuais, a central de Solana não utilizará módulos fotovoltaicos, mas um sistema de espelhos parabólicos que acompanham o movimento do Sol.

O recorde mundial de eficiência de conversão energia solar-electricidade pertence a uma central que utiliza um método semelhante (veja Batido recorde mundial de eficiência na conversão energia solar-electricidade).


Espelhos parabólicos

A luz do Sol captada pelos espelhos parabólicos é focalizada num encanamento no interior do qual um fluido atinge uma temperatura de quase 400º C. Esse vapor é então utilizado para movimentar turbinas que accionam os geradores que produzirão a electricidade.

A Abengoa já possui uma central solar com a mesma tecnologia em operação na Espanha, país no qual a empresa está actualmente construíndo outras três centrais termo-solares.


Solana

A central de Solana irá utilizar uma tecnologia proprietária chamada CSP ("Concentrating Solar Power": concentração de potência solar). Os espelhos parabólicos de captação da energia solar ficarão espalhados por uma área de quase 8.000 metros quadrados. A central está prevista para entrar em operação em 2011.


Fonte: Inovação Tecnológica

Martifer fornece centrais solares fotovoltaicas na Bélgica

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Martifer Solar assinou um contrato programa para o fornecimento de painéis solares fotovoltaicos até 30MWp, na Bélgica. O acordo foi assinado com a Enfinity, com a qual a Martifer já tem um contrato para a entrega de um conjunto de parques solares em Espanha, totalizando 8MWp.

Este segundo contrato vem reforçar as relações entre as duas empresas, abrindo perspectivas para novos contratos no futuro, segundo informação da Martifer. Os parques solares serão instalados este ano sobre edifícios industriais e comerciais, e deverão ter dimensões entre os 100kWp e os 2MWp. Este tipo de central tem grande expressão em países como Alemanha, França, Espanha e Itália, e, acredita a Martifer, em Portugal, num futuro próximo, fruto da nova legislação sobre a microgeração.

Para acompanhar este negócio será constituída uma sociedade de direito belga, alargando assim a presença do grupo Martifer a um total de 17 países. Com a entrada em funcionamento da fábrica de módulos fotovoltaicos em Portugal, prevista para Outubro deste ano, o grupo de capitais portugueses contará mais 50 MW/ano. Durante 2009, a capacidade instalada será duplicada, pelo que a produção de 2010 deverá atingir 100MW.

Maior central solar do mundo deverá começar a produzir electricidade em Março no Alentejo

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Moura -- A maior central solar do mundo, em construção no concelho de Moura, deverá começar a funcionar em Março, num investimento de 237,6 milhões de euros para produzir energia «limpa» para a rede eléctrica nacional durante 25 anos, avançou hoje a agência Lusa.
A Central Solar Fotovoltaica de Amareleja, com uma capacidade instalada de 46,41 megawatts (MW) pico e 35 MW de potência de injecção na rede, está a ser construída num terreno de 250 hectares, perto daquela vila do concelho de Moura (Beja) e considerada a «terra mais quente de Portugal», devido aos recordes de temperatura máxima no Verão.

«Numa primeira fase, a central deverá começar a produzir e injectar energia na rede durante a primeira quinzena de Março, quando estiverem instalados os primeiros 2,5 MW», adiantou hoje à agência Lusa Francisco Aleixo, director-geral da Amper Central Solar, empresa criada para construir e gerir a central e propriedade da Acciona, líder do mercado espanhol de energias renováveis.

Segue-se a instalação dos restantes MW «até ao final deste ano», altura em que a central deverá começar a funcionar em pleno, para produzir cerca de 93 mil MW de energia por ano, o suficiente para abastecer 30 mil habitações, acrescentou o responsável.

A energia vai ser injectada na subestação de Amareleja, na primeira fase, e, posteriormente, na subestação de Alqueva, quando a central estiver a produzir em pleno, precisou Francisco Aleixo.

Com 2.520 seguidores solares azimutais, equipados com 104 painéis solares cada um, a central será a maior do mundo, em potência total instalada e capacidade de produção, mais do quádruplo do que o actual maior complexo do género, situado no concelho vizinho de Serpa, com 11 MW de potência instalada e que começou a produzir energia em pleno no final de Março de 2007. Ver notícia completa-->
Fonte:JornalDigital

Sistema de registo de microprodução inicia-se este mês

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Tem início, no próximo dia 27 de Fevereiro, às 12 horas, o processo de registo no Sistema de Registo de Microprodução (SRM), anunciou a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).


Até à data de entrada em funcionamento do SRM, as sociedades comerciais ou empresários em nome individual que pretendam exercer a actividade de “entidade instaladora de unidades de microprodução”, poderão remeter para a DGEG os elementos necessários para proceder à sua inscrição.


No que respeita à certificação de inversores, podem as entidades apresentar junto da DGEG os certificados de conformidade, comprovando o cumprimento do prEN 50438. Enquanto não estiver definido o procedimento para auditoria energética, serão aceites termos de responsabilidade de peritos qualificados.


Na mesma instalação de produção só pode existir, segundo despacho do director-geral de Energia e Geologia, Miguel Barreto, um dos dois regimes previstos no diploma, ou o geral, ou o bonificado, correspondendo a uma instalação de consumo uma e só uma instalação de produção.


Ainda segundo o despacho, sempre que no período de um mês de aplicação do diploma, o somatório da potência dos pré-registos atingir 20 por cento do limite anual de potência de ligação, o SRM apenas aceitará novos registos para o regime bonificado, um mês após a data em que se atingiu o montante referido.


Fonte: Ambiente Online

Martifer Solar formaliza contrato de fornecimento de centrais fotovoltaicas para Espanha

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A Martifer Solar, a subsidiária do grupo Martifer para a energia solar inserida na área de negócios de equipamentos para energia, formalizou, através da sua subsidiária detida a 50 por cento pela Solar Parks, o contrato de fornecimento chave-na-mão de parques solares fotovoltaicos em Espanha, para o promotor Enerland.


As centrais fotovoltaicas serão construídas perto de Teruel, na comunidade de Aragón, com uma capacidade instalada de 8,736 megawatts (MW). A construção estará finalizada em Setembro de 2008. O valor do contrato é de 58,7 milhões de euros.


A Martifer Solar está ainda a construir uma fábrica de módulos fotovoltaicos em Portugal com capacidade instalada de 50MW/ano, que entrará em produção em Outubro deste ano. Durante 2009, a capacidade instalada será duplicada, pelo que a produção de 2010 deverá atingir 100MW.


Fonte: Ambiente Online

Células solares feitas de nanofios de silício são eficientes e baratas

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Há poucos dias atrás, um grupo de pesquisadores demonstrou que nanofios de silício podem aumentar a capacidade das baterias de lítio em até 10 vezes. Agora, uma outra equipe, que trabalha para a empresa GE, demonstrou que esse mesmo material pode ser utilizado para a fabricação de células solares.

Células solares de nanofios


A célula solar construída com nanofios de silício alcançou uma eficiência de 18% na conversão da luz solar em eletricidade, o que é superior a várias outras tecnologias atualmente sendo consideradas para a geração de eletricidade de forma inteiramente renovável.

Barata e escalável


O que é mais interessante na descoberta é que tecnologia é escalável - a técnica utilizada para a construção das células solares em laboratório pode ser transferida para a indústria, para a produção em larga escala. Além disso, as células solares de nanofios de silício têm um custo de produção que é apenas uma fracção do custo das caras células solares fotovoltaicas. Ver notícia completa-->

Burocracia e tarifas travam renováveis

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Vários projectos de pequenas centrais hídricas (PCH) e de energia solar termoeléctrica podem ser iniviabilizados graças à redução das tarifas pagas aos promotores e à lentidão dos processos de licenciamento, denunciou ontem a Associação de Renováveis (APREN). No caso das chamadas mini-hídricas (até 20 MW de potência), alerta o presidente da APREN, estão em causa investimentos de 400 a 450 milhões de euros.

Em declarações ao JN, António Sá da Costa lembra que o Executivo baixou em 6% a tarifa das PCH depois de, no Governo anterior, se ter já reduzido de 35 para 15 anos o período em que estava garantida a remuneração destes projectos. E desde 2005, adianta, a tarifa deixou de ser actualizada com base na inflação, pelo que "o seu valor cai 2,5% ao ano".

Também o licenciamento destes projectos continua "muito moroso" e "burocrático", levando alguns a não sair do papel, apesar de as renováveis - e as hídricas em especial - estarem no topo das prioridades do Governo para as energias renováveis. Nalguns casos, conforme o JN noticiou recentemente, o licenciamento arrasta-se durante mais de 10 anos, graças à burocracia e, por vezes, porque há câmaras que recusam licenciar projectos, apesar de haver "luz verde" do Ministério do Ambiente. Ver notícia completa-->

Fonte:http://jn.sapo.pt

Três entidades disputam construção da central solar fotovoltaica no MARL

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Até ao final de 2007, a entidade gestora do MARL – Mercado Abastecedor da Região de Lisboa vai anunciar o resultado do concurso para atribuição de licença para a construção e exploração de uma central solar fotovoltaica.


A entidade seleccionou três das nove propostas inicialmente apresentadas por cinco concorrentes. À segunda fase do concurso passaram as empresas Earthlife, Dalkia/Edifer/FDO/Rui Ribeiro e Fomentinvest/Caixa Capital/Global Solar Fund.

O contrato a celebrar prevê a venda de participação qualificada na sociedade MARL Eneregia, mantendo-se cinco por cento na posse da MARL, a entidade gestora do mercado. A concessão da exploração corresponde a um período de 25 anos.

De acordo com a empresa, a unidade a instalar «será a maior do mundo em ambiente urbano e a terceira maior Em Portugal». Terá uma potência instalada de 6 MW, o que se pode traduzir pelo abastecimento em energia solar a mais de três mil lares, cerca de 12 mil pessoas.
O investimento no projecto ronda os 30 milhões de euros, devendo este estar concretizado até ao final de 2008.

Fonte: Ambiente Online