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Produção de biodiesel a partir de algas marinhas

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Biodiesel de algas marinhas

A empresa emergente Solazyme, dos Estados Unidos, apresentou a primeira versão operacional do seu sistema de biologia sintética capaz de gerar biodiesel a partir do processamento de algas marinhas.

Segundo nota da empresa, o seu biodiesel derivado de algas passou nos testes iniciais de avaliação, alimentando um veículo comercial em condições reais de tráfego.


Óleos customizados

A produção do biodiesel utiliza um processo proprietário, patenteado pela empresa, para retirar óleos das algas. Esses óleos podem ser produzidos com as características funcionais desejadas, a partir da variação dos componentes do processo produtivo.


Motor diesel sem modificações

Esse processo utiliza um equipamento de fermentação padrão da indústria, o que significa que ele é escalável, podendo produzir o biodiesel em larga escala.

O veículo de testes rodou com o seu motor diesel original, sem modificações. Ele foi abastecido com uma mistura do diesel tradicional com o novo biodiesel. A tecnologia está sendo avaliada em conjunto com a empresa Chevron.
Fonte: Inovação tecnológica

Cumprimento das novas metas energéticas dividem especialistas

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«Para atingir, e se possível ultrapassar, os objectivos para 2020, é necessário fomentar a produção de biocombustíveis e aumentar o número de sistemas de aquecimento e arrefecimento ambiente, alimentados com energia solar». A opinião é de Armando Oliveira, director da Unidade de Novas Tecnologias Energéticas da Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, em relação à nova meta europeia de 20 por cento da energia consumida em 2020 ser renovável.

Para o professor, apesar dos sistemas de climatização a partir de energia solar ainda não estarem abrangidos pela legislação existente, «poderão ter um peso significativo no balanço energético e ambiental final».

A eficiência energética poderá, segundo Armando Oliveira, contribuir, mas não de uma forma decisiva. A solução para as metas fixadas está, sim, «na conversão gradual de processos e equipamentos energéticos. O desenvolvimento das tecnologias energéticas renováveis é essencial para atingir as metas, não tanto de novas tecnologias, mas sobretudo a disseminação das tecnologias já existentes e demonstradas».

No entanto, na opinião de Ana Estanqueiro, directora da Unidade de Energia Eólica e dos Oceanos do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), a meta não vai ter tanto impacto na electricidade. Onde serão necessários maiores esforços, diz, «será na eficiência energética e nos transportes. Estes últimos poderão mesmo comprometer o cumprimento das metas. Ainda há muito a fazer na mudança de hábitos enraizados».

Já para António Sarmento, presidente do Centro de Energia das Ondas, as novas metas europeias «vêm basicamente dizer que todas as fontes renováveis têm que ser utilizadas, mesmo as que sejam economicamente menos competitivas». Também vêm permitir, segundo o responsável, «criar uma maior consciencialização na população, a geral e a de grupos específicos (gestores, ambientalistas, empresários, administração pública, pescadores – no caso da energia das ondas), para a necessidade de valorizar e facilitar a introdução de novas energias renováveis».


Fonte: Ambiente Online

Aprovada estratégia para cumprimento das metas de biocombustíveis

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Governo decidiu aumentar incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis de 5,75%, para 10%, em 2010.

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a resolução que aprova a estratégia para o cumprimento das metas nacionais de incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis.
«Esta resolução vem estabelecer a estratégia para o cumprimento das metas nacionais de incorporação de biocombustíveis (combustíveis com origem em fontes renováveis) nos combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e outros)», revela em comunicado.
Recorde-se que , os outros países da UE estão a adoptar medidas semelhantes, de forma a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e reduzir as emissões de CO2.

O Governo decidiu aumentar o objectivo existente de incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis de 5,75%, para 10%, em 2010. Esta medida vem antecipar o objectivo da União Europeia para os biocombustíveis em dez anos, ou seja atingir os 10%, em 2010, quando a UE prevê esta meta para 2020.

Portugal tem de cumprir metas europeias
«Esta medida, conjuntamente com o relançamento do hídrico e a forte aposta na energia eólica e outras formas de renováveis constituem os pilares fundamentais para colocar Portugal em boas condições para cumprir as metas europeias», salienta. Ver resto da notícia-->