Super turbina eólica utiliza levitação magnética para produzir até 1 GW

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A energia eólica é vista de forma muito simpática por todos aqueles que se preocupam com o meio ambiente. Os especialistas em energia, contudo, afirmam que a electricidade produzida pelo vento necessitará de mais tecnologia e menos custos se quiser entrar para valer como uma fonte de geração definitiva.

Turbina com levitação magnética

Nesta semana, a empresa MagLev apresentou na China aquela que poderá ser a solução tecnológica que faltava para a viabilização económica da energia eólica. Com um design totalmente diferente dos tradicionais cataventos, a turbina MagLev utiliza levitação magnética para oferecer um desempenho muito superior em relação às turbinas tradicionais.

As pás verticais da turbina de vento são suspensas no ar acima da base do equipamento. Ao invés se sustentarem e de girarem sobre rolamentos, essas pás ficam suspensas, sem contacto com outras partes mecânicas - e, portanto, podem girar sem atrito, o que aumenta exponencialmente seu rendimento.

Viabilização económica da energia eólica

Segundo a empresa, a turbina MagLev consegue gerar energia a partir de brisas de apenas 1,5 metros por segundo e consegue suportar até vendavais de até 40 metros por segundo - o equivalente a 144 km/h.

As maiores turbinas eólicas actuais geram 5 MW de potência. Já uma única MagLev gigantesca poderia gerar 1 GW, suficiente para abastecer 750.000 residências. Isso acontece porque a nova turbina pode ser construída em dimensões muito grandes, o que não acontece com os tradicionais cataventos.

Segundo a empresa, a nova turbina gera 20% a mais de energia em relação à turbinas convencionais e tem um custo de manutenção 50% menor. Ainda segundo as estimativas do seu fabricante, uma super-turbina eólica que utiliza levitação magnética poderá funcionar continuamente por... 500 anos. Ver notícia completa -->

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br/

Montagem de um gerador eólico Vestas V90

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Redes ibéricas de energia procuram mais interligações

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Governo espanhol já solicitou investigação


As redes ibéricas de electricidade estão à procura de uma solução para evitar a redução da capacidade de interligações entre os dois países, como recentemente se verificaram. Nesse sentido, o Comité Técnico do Conselho de Reguladores do MIBEL (mercado ibérico de electricidade) esteve esta quarta-feira reunido em Lisboa, para debater esta, entre outras matérias.

«A título excepcional, o Comité Técnico do Conselho de Reguladores do MIBEL, contou com a presença dos dois operadores de sistema ibéricos (REN e REE) que, apresentaram informação justificativa para as ocorrências verificadas e as medidas adoptadas», refere a Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) em comunicado.

O regulador adianta ainda que este comité «solicitou aos dois operadores de sistema ibéricos uma proposta consensualizada para identificação de medidas de harmonização adicionais tendentes a evitar que tais ocorrências possam vir a repetir-se».

E terminam: «O Comité Técnico do Conselho de Reguladores do MIBEL foi informado pelo Regulador Sectorial Espanhol (CNE) de que o Governo Espanhol tomou, já, a iniciativa de lhe solicitar uma investigação tendente a analisar a conjugação desfavorável de indisponibilidades verificadas no parque electroprodutor espanhol».

Fonte:http://www.agenciafinanceira.iol.pt

Burocracia e tarifas travam renováveis

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Vários projectos de pequenas centrais hídricas (PCH) e de energia solar termoeléctrica podem ser iniviabilizados graças à redução das tarifas pagas aos promotores e à lentidão dos processos de licenciamento, denunciou ontem a Associação de Renováveis (APREN). No caso das chamadas mini-hídricas (até 20 MW de potência), alerta o presidente da APREN, estão em causa investimentos de 400 a 450 milhões de euros.

Em declarações ao JN, António Sá da Costa lembra que o Executivo baixou em 6% a tarifa das PCH depois de, no Governo anterior, se ter já reduzido de 35 para 15 anos o período em que estava garantida a remuneração destes projectos. E desde 2005, adianta, a tarifa deixou de ser actualizada com base na inflação, pelo que "o seu valor cai 2,5% ao ano".

Também o licenciamento destes projectos continua "muito moroso" e "burocrático", levando alguns a não sair do papel, apesar de as renováveis - e as hídricas em especial - estarem no topo das prioridades do Governo para as energias renováveis. Nalguns casos, conforme o JN noticiou recentemente, o licenciamento arrasta-se durante mais de 10 anos, graças à burocracia e, por vezes, porque há câmaras que recusam licenciar projectos, apesar de haver "luz verde" do Ministério do Ambiente. Ver notícia completa-->

Fonte:http://jn.sapo.pt

Osmose será utilizada para geração de energia limpa

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As ondas, as marés, a luz do Sol e o vento são todos fenômenos facilmente observáveis e que estão na crista da onda quando o assunto são fontes alternativas de energia. Mas existe uma outra fonte nesta mesma categoria que pode ser aproveitada e que não é tão fácil de se entender - quando um rio desagoa no oceano, há uma libertação gigantesca de energia, que tem todo o potencial para ser aproveitada para geração de eletricidade.

Energia da osmose

Osmose será utilizada para geração de energia limpaPara verificar a existência dessa energia - chamada de energia da osmose - basta colocar uma membrana capaz de reter íons de sal entre dois reservatórios, o primeiro contendo água doce e o segundo água do mar. Será imediatamente gerado um fluxo de água em direção à água salgada.

Se o compartimento que contém a água do mar estiver selado, a pressão no seu interior irá aumentar gradativamente até um máximo teórico de 26 bars, o equivalente a uma coluna de água de 270 metros de altura. Essa pressão pode ser então utilizada para a geração de electricidade de forma limpa.--> Ver notícia original e completa

Fonte: www.inovacaotecnologica.com.br


Microgeração pode poupar 6 milhões de euros por ano

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A microgeração pode permitir poupar cerca de 6 milhões de euros por ano em electricidade. A conclusão foi apresentada esta manhã por Ana Estanqueiro, directora da unidade de energia eólica e dos oceanos do INETI, no 2º Fórum para a Energia, organizado pelo jornal Água&Ambiente.

Para a especialista, as vantagens da microgeração são evidentes: diminui perdas de transmissão e distribuição de electricidade, reduz a sobrecarga da Rede Nacional de Transporte (RNT) e a necessidade de novos investimentos e, aliada à eficiência energética, reduz a necessidade de novas centrais.

«Ao preço actual de 500 euros por megawatt, as potenciais 1 500 instalações ficariam gratuitas para o sistema electroprodutor», explica Ana Estanqueiro, acrescentando que a microgeração irá empurrar temporalmente a necessidade de novas centrais». Para o cumprimento desse objectivo falta, segundo a especialista, o desenvolvimento de equipamentos e de sistemas de gestão e integração.

A responsável alertou ainda para a necessidade de sistemas de gestão de consumo, «unidades descentralizadas que fazem a gestão de produção e consumo da electricidade», isto no âmbito de uma produção distribuída, em oposição ao actual sistema centralizado.


Fonte: Ambiente Online

Barragem Ribeiradio - Ermida adjudicada à Eviva Energy e EDP

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A adjudicação da concessão do aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio - Ermida vai ser feita hoje ao agrupamento composto pela Eviva Energy e pela EDP – Gestão de Produção de Energia, para a concepção, construção e exploração daquela unidade.

A iniciativa será presidida pelo ministro do Ambiente, Francisco Nunes Correia, no Instituto Politécnico de Viseu. Esta adjudicação resulta da aplicação de todos os procedimentos previstos na Lei nº58/2005, de 29 de Dezembro e no Decreto-Lei nº 226-A/2007, de 31 de Maio desencadeados por um pedido de implantação e captação de água para a produção energia hidroeléctrica, no local de Ribeiradio-Ermida, informa o ministério do Ambiente.

O aproveitamento hidroeléctrico de Ribeiradio – Ermida terá como finalidade principal a produção de energia hidroeléctrica, com uma potência total instalada de 78,1 MW. Garantirá ainda os volumes necessários para o abastecimento público, industrial e rega, tanto a jusante do aproveitamento como a partir das albufeiras que serão criadas (Ribeiradio e Ermida). Decorrida a fase de Avaliação de Impacte Ambiental e aprovação do projecto, prevê-se que a construção do aproveitamento, cujo custo estimado é da ordem dos 122,9 milhões de euros, fique concluída em 47 meses.
Fonte: www.ambienteonline.pt

EDP paga indemnizações de um milhão por falhas de luz

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A EDP Distribuição pagou, em 2006, mais de um milhão de euros aos clientes em compensações por interrupções no abastecimento de electricidade superiores a seis horas, refere um relatório elaborado pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE), e citado pela «Lusa».

De acordo com o relatório de Qualidade de Serviço de 2006, relativo ao transporte e distribuição de energia eléctrica em Portugal, ocorreram 115.429 incumprimentos, pelos quais a EDP teve de pagar cerca de um milhão de euros aos clientes.

Dentro destes incumprimentos, situam-se todos os clientes que durante o ano passado sofreram interrupções de abastecimento superiores a seis horas, valor a partir do qual os consumidores têm de ser compensados pela empresa fornecedora de electricidade.

Os dados do relatório da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) apontam para interrupções médias muito inferiores aos 360 minutos (seis horas) para a generalidade dos consumidores que vivem nas várias zonas do País.

Contudo, estes valores, que variam entre os 98,03 minutos dos clientes residentes nas grandes zonas urbanas e os 205,59 minutos dos clientes que vivem em zonas mais pequenas, com menos de 2.500 habitantes, cumprem os padrões de qualidade definidos pela ERSE. Ver notícia completa-->

Fonte:www.agenciafinanceira.iol.pt

Zona piloto para projectos de energia das ondas privilegia tecnologia Pelamis

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Apesar de o Governo ter aprovado, em Conselho de Ministros, o decreto-lei que estabelece o regime jurídico de acesso e exercício das actividades de produção de energia eléctrica a partir da energia das ondas, essa decisão poderá não ser suficiente para impulsionar esta fonte de energia renovável. «A definição de uma zona-piloto é meritória, no entanto, essa zona tem características de ondulação boas para quando as tecnologias tiverem atingido outra fase de evolução», lembra João Bártolo, presidente da comissão executiva da Generg, empresa que tem atribuída uma potência de 3 MW para a instalação de equipamentos para aproveitamento da energia das ondas.

Situada a oeste de São Pedro de Moel, «para uma fase preliminar a zona piloto definida tem uma ondulação excessivamente forte. Apesar do empenho do Governo, se não forem criadas condições para acolher equipamentos de escalas mais pequenas, corremos o risco de perder a fase de maior criatividade no desenvolvimento das tecnologias. Neste momento há uma sensibilização para esta questão, mas até se passar à criação das condições necessárias ainda vai uma grande diferença». Ver notícia completa-->

Fonte: http://www.ambienteonline.pt

3M associa-se à Clinton Climate Initiative

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3M acaba de se associar ao acordo de abastecimento global da Clinton Climate Initiative.

Segundo o acordo, a 3M vai passar a comercializar películas para janelas que permitem uma poupança de energia, em 40 das maiores cidades do mundo, em grandes volumes e a preços reduzidos, ajudando os edifícios a minimizar a energia que consomem, a qual está associada às emissões de dióxido de carbono. (CCI) para reduzir as emissões de dióxido de carbono, tornando as tecnologias de poupança de energia viáveis e acessíveis às cidades de todo o mundo.
Cinco tipos de películas 3M entram nesta iniciativa, bloqueando o calor que entra pelas janelas, sem prejudicar os sistemas de ar condicionado, e diminuindo os custos gerais de energia durante os meses de Verão ou em países com climas mais quentes. Entre estes materiais estão duas películas da gama Prestige, as primeiras translúcidas e sem metal, que reduzem o calor e impedem que os raios UV entrem em edifícios comerciais, permitindo todavia que a luz natural passe.

Bill Clinton, ex-presidente norte-americano e fundador da Clinton Climate Initiative, afirmou que «Ao disponibilizar estes produtos a uma taxa mais baixa podemos garantir que mais cidades e cidadãos têm acesso a eles e que o mercado para a tecnologia de energia limpa cresça. Em conjunto, espero que possamos ter impacto na redução de emissões de gases com efeito estufa em todo o mundo».

Fonte: Ambiente Online