Como é a sua relação com as energias renováveis

0 comentários


Estudo analisa imagem que os portugueses têm em relação às energias renováveis e aos equipamentos que as produzemOs portugueses são unânimes na forma como liga as energias renováveis às preocupações ambientais. A preocupação ecológica é a principal razão apresentada pelos inquiridos para explicar a valorização de um imóvel com equipamentos para produção de energia renovável. Mas no que se refere a conforto e a custos de manutenção as opiniões divergem entre sexos, de acordo com o estudo «As Energias Renováveis» que integra o Observador Cetelem.

Assim, se por um lado os homens apreciam o aumento dos níveis de conforto associados à utilização dos equipamentos (2,4% em comparação com 0,8% dos inquiridos do sexo feminino), por outro as mulheres apontam a redução de custos como razão para valorização dos equipamentos (3,5% em comparação dos 1,7% de inquiridos do sexo masculino).

De referir que este estudo do Cetelem, do Grupo BNP Paribas, analisou a imagem que os portugueses têm em relação às energias renováveis e aos equipamentos que as produzem.

Fonte: Agência Finenceira

Nanomaterial transforma radiação diretamente em eletricidade

0 comentários

Há pouco mais de uma semana, cientistas alcançaram o maior avanço nos materiais termoeléctricos nos últimos 50 anos. Esses materiais são capazes de transformar directamente o calor em electricidade.

Radioatividade em eletricidade

Agora, pesquisadores de outros dois laboratórios, anunciaram ter descoberto uma forma de aumentar drasticamente o rendimento de materiais capazes de transformar radioactividade - e não calor - directamente em electricidade.

A descoberta poderá alterar totalmente o projecto das centrais nucleares, tornando-as menores, mais simples e mais baratas. Segundo os pesquisadores Liviu Popa-Simil e Claudiu Muntele, os materiais que eles estão desenvolvendo são capazes de gerar 20 vezes mais energia a partir do decaimento radioactivo do que os materiais termoeléctricos.

Nanomaterial

Materiais capazes de converter radioactividade em electricidade já foram utilizados em várias sondas espaciais nos anos 1960 e 1970. Contudo, esses materiais nunca foram eficientes o suficiente para aplicações em larga escala, principalmente em reactores nucleares.

O advento da nanotecnologia permitiu que os pesquisadores desenvolvessem um nanomaterial à base de nanotubos de carbono. Fatias de nanotubos são recobertas com uma película de ouro e circundadas com hidreto de lítio, um material largamente utilizado em baterias recarregáveis.

As partículas radioactivas que atingem a camada de ouro empurram uma grande quantidade de eléctrons em direção à camada de nanotubos de carbono, que os colecta e transporta com grande eficiência. A seguir, os eléctrons atingem a camada de hidreto de lítio, de onde se dirigem aos eléctrodos, permitindo que a corrente eléctrica flua.Ver notícia completa-->

Fonte:Inovação tecnológica

EUA: Califórnia terá a maior instalação de painéis solares do país

0 comentários


A companhia eléctrica Southern California Edison anunciou hoje o maior projecto de instalação de painéis solares nos Estados Unidos, que implicará a colocação de células fotovoltaicas em mais de 600 hectares de telhados de edifícios comerciais.

Os mais recentes painéis solares têm 250 megawatts de potência, o que produzirá energia suficiente na Califórnia para cobrir as necessidades de 162 mil lares, segundo a empresa, que vai investir 875 milhões de dólares (cerca de 555 milhões de euros) no projecto, cuja conclusão está prevista para 2013.


"É deste tipo de grandes ideias que necessitamos para cumprir o objectivo energético e de mundança do clima", afirmou o governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger.


"Se os edifícios comerciais do Estado colocarem esta tecnologia solar nos seus terraços, ocorrerá uma crescimento esmagador das energias renováveis", afirmou Schwarzenegger.


Já o presidente da companhia Edison International, John E. Bryson, declarou que a instalação dos painéis converterá imensos telhados sem uso em "estações avançadas de produção de energia solar".


A empresa espera que a instalação comece a gerar energia em Agosto, ajudando a "dar resposta às exigências que se fazem sentir nos dias mais quentes", devido à necessidade de refrigeração do ar, entre outras.


A companhia defende que o seu programa vai impulsionar as medidas ambientais na Califórnia, onde o objectivo é ter 20 por cento da energia gerada por fontes renováveis até 2010 e um milhão de "telhados solares" até 2017.


Fonte: Lusa

Iberdrola investe 225 milhões em I&D

0 comentários

A espanhola Iberdrola anunciou hoje que estima investir, nos próximos 3 anos, 225 milhões de euros em iniciativas de investigação, desenvolvimento e inovação. Do montante a investir entre 2008 e 2010, 140 milhões destinam-se às áreas das energias renováveis e do negócio liberalizado. A vertente de redes levará 50 milhões de euros, enquanto que os restantes 35 milhões de euros serão aplicados, por exemplo, nas tecnologias de informação.

Os investimentos previstos para as renováveis vão centrar-se na optimização das tecnologias menos desenvolvidas, nomeadamente, no solar térmico, biomassa e energia das ondas. A companhia espanhola também prevê estudar, nos próximos três anos, novas formas de controlar os impactos ambientais das suas centrais.
Fonte: Ambiente Online

Quercus aponta "deficiências graves" no Plano de Acção do Governo

0 comentários



A associação ambientalista Quercus defende que o Plano Nacional de Acção para a Eficiência Energética (PNAEE), que esteve em discussão pública até sexta-feira, apresenta "deficiências graves", nomeadamente por conter medidas pouco claras e estruturadas.

Num comunicado enviado à agência Lusa, a associação ressalva que o PNAEE integra um "conjunto de ideias relevantes" e é "fundamental" para uma política energética mais sustentável, mas afirma que o documento é "demasiado sintético", "não se percebendo algumas das medidas apresentadas", nem quais as que já estão em vigor ou que são novidade.

A Quercus considera ainda que as verbas afectas pelo Governo a este Plano de Acção ficam "muito aquém" do que seria possível, defendendo que o diploma poderia ser "mais ambicioso".

Apresentado pelo ministro da Economia no final de Fevereiro, o PNAEE prevê uma redução do consumo de energia em 10 por cento até 2015, o que permitirá baixar em cerca de 1 por cento o crescimento esperado da factura energética.

Para alcançar essa meta, o Governo criou um conjunto de 12 programas abrangentes a vários sectores - transportes, indústria, residencial, serviços e Estado - para os quais prevê um investimento anual de 30 milhões de euros.

No âmbito deste Plano, serão atribuídos incentivos financeiros às famílias que gastarem menos energia, nomeadamente uma redução em 2,5 por cento da tarifa de electricidade para os clientes que consumirem menos do que dois megawatts por ano.

Considerando que "a componente de apoio financeiro tem um peso excessivo", a Quercus defende que os incentivos deveriam ser atribuídos em função do rendimento das famílias para promover a equidade social.

A associação refere, por outro lado, que o documento não esclarece a forma como os agregados familiares vão comprovar que a redução do consumo de electricidade ficou a dever-se a um aumento da eficiência energética e não a outras circunstâncias.

Outra das medidas questionadas pelos ambientalistas é a distribuição de cheques de desconto na aquisição de frigoríficos de classe de eficiência energética A+ ou A++, uma vez que, sustenta, a aquisição desses electrodomésticos já é "custo-eficiente" para os consumidores.

"Antes de se propor esta medida deveria perceber-se quais as razões para os electrodomésticos mais eficientes representarem ainda uma percentagem pequena de vendas no mercado português. Um eventual estudo poderia chegar inclusive à conclusão de que não será necessário um apoio financeiro, mas apenas mais informação ao consumidor", adianta a Quercus.

No parecer relativo ao PNAEE, a associação propõe a antecipação do fim da venda de lâmpadas incandescentes de 2015 para 2011, assim como a proibição de comercialização de todos os electrodomésticos a partir da classe C e inferiores.

"A Quercus espera que o Governo, com base nos contributos recebidos, faça os ajustamentos necessários para tornar melhor o PNAEE", conclui.


Fonte: Lusa

Estudo avalia impacto dos veículos híbridos sobre a rede eléctrica

0 comentários

A tecnologia de veículos híbridos mais promissora e com maior penetração no mercado até agora exige que suas baterias sejam recarregadas a partir da rede eléctrica tradicional.

Impacto variável

Preocupados com o impacto que essa demanda adicional terá sobre a geração e a distribuição de energia, pesquisadores do Laboratório Oak Ridge fizeram detalhadas estimativas para o caso específico dos Estados Unidos, onde se espera que os veículos híbridos cheguem a representar 25% da frota nacional em 2020.

O impacto varia de quase nenhum a muito forte, dependendo de um factor de difícil controle: o horário no qual os usuários colocarão seus carros para recarregar.

Necessidade de novas centrais eléctricas

O processo de recarga das baterias de um carro híbrido actual consome cerca de seis kilowatts/hora. Se todos os usuários resolverem plugar seus carros na tomada ao chegar em casa, por volta das 17:00 horas, os Estados Unidos precisarão de nada menos do que 160 novas usinas nucleares ou termoeléctricas.

Em um cenário de total comprometimento com o bem-estar geral, no qual todos os consumidores coloquem seus veículos para recarregar a partir das 22:00 horas, apenas seis novas usinas serão suficientes para dar conta da demanda adicional.

Carregadores inteligentes

"A inclinação dos consumidores será plugar quando lhes for conveniente, e não no momento preferido pelas distribuidoras. As distribuidoras terão que criar incentivos para encorajar as pessoas a esperar," afirma Stan Hadley, um dos autores do estudo.

A pesquisa também não leva em conta a existência de carregadores inteligentes, já disponíveis hoje, que têm em sua memória a informação sobre o custo da energia eléctrica em cada horário, desligando-se automaticamente nos horários de energia mais cara. Esses aparelhos também conseguem calcular o limite de horário para se ligarem, dependendo do padrão de uso do veículo.

Fonte: Inovação tecnológica

eMonitor ganha concurso da EDP sobre eficiência energética

0 comentários


Um grupo de alunos finalistas do curso de Engenharia Electrotécnica e de Computadores, da Faculdade de Ciências e Tecnologia, da Universidade de Coimbra (FCTUC), venceu o Concurso Nacional Ideias Luminosas - Eficiência Energética. A iniciativa foi promovida pela EDP, no âmbito do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo, da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.

A apresentação do eMonitor, projecto sob orientação de Humberto Jorge, que valeu um prémio no valor de 50 mil euros, está agora em fase final de implantação no edifício de electrotécnica da FCTUC e já «é um dos edifícios com melhores índices de eficiência energética», salienta a faculdade em comunicado. Numa fase seguinte, será comercializado pela EnerEfficiency, uma nova empresa da FCTUC, que vai apostar também na manutenção remota de edifícios, um serviço que permitirá analisar e interpretar todos os dados monitorizados, enviando aos clientes relatórios com resultados da análise e sugestões para racionalização de consumos.

O eMonitor é um sistema de monitorização flexível na sua aplicação e permite manter um histórico dos consumos do edifício (electricidade, gás e água), dos respectivos custos associados e de variáveis ambientais, como, por exemplo, a temperatura. «Caracteriza-se, essencialmente, pela sua flexibilidade de instalação, adaptando-se facilmente ao edifício e aos requisitos pretendidos pelo cliente, e pelos custos moderados de instalação, possibilitando a interligação a diversos equipamentos já instalados no edifício, bem como a outros existentes no mercado», completa a mesma fonte.

Segundo o orientador do projecto, Humberto Jorge, o eMonitor «permite à manutenção da instalação definir alertas automáticos, através de envio de mensagens de correio electrónico ou de SMS, informando sobre a detecção de consumos anómalos ou sensibilizando os utentes do edifício». Com este sistema é ainda possível o armazenamento contínuo de dados relativos aos consumos totais do edifício, desagregados por secções ou até por equipamentos, criando-se um histórico de consumos que poderá ser utilizado nas auditorias e inspecções periódicas a que os edifícios estarão sujeitos, ao abrigo do novo diploma de certificação energética.

Fonte: Ambiente Online

EDP apoia projecto de valorização de Picote

0 comentários


A EDP vai apoiar o projecto de valorização do ambiente e do património rural de Picote, promovido pela Frauga – Associação para o Desenvolvimento Integrado de Picote.

A acção de intervenção na aldeia de Picote, tem como objectivo a recuperação e valorização do património natural, da paisagem e dos núcleos populacionais em meio rural, contemplando um conjunto de acções que visam a recuperação e a valorização do núcleo tradicional da aldeia, tais como a recuperação de fontes, requalificação de fachadas e requalificação de espaços públicos.

O projecto dará também inicio à constituição de um eco-museu, que pretende dar continuidade a estas intervenções, assim como ao trabalho desenvolvido pela associação ao longo da última década. Este apoio por parte do grupo EDP surge no âmbito do reforço da barragem do Picote e vai permitir uma maior ligação entre a população local e a eléctrica nacional, cujo relacionamento surgiu nos anos 50, aquando da construção da barragem.
Fonte: Ambiente Online

Energia: REN garante empenho em minimizar impacto das novas linhas previstas até 2014

0 comentários

O presidente da REN garantiu hoje que os 400 quilómetros de linhas eléctricas a construir entre 2009 e 2014 em Portugal ficarão tão distantes quanto possível dos aglomerados populacionais, para minimizar qualquer impacte negativo.

"A REN - Redes Energéticas Nacionais não anda a perseguir as pessoas. A REN respeita-as, assim como respeita o ordenamento do território e a sustentabilidade", afirmou José Penedos, apelando a um "sentimento de segurança no convívio" com a empresa.

Falando no Porto durante a apresentação do Plano de Desenvolvimento e Investimento da Rede de Transporte de Electricidade (PDIRT) da REN, o presidente da empresa destacou que o processo de consulta pública que decorrerá antes do arranque deste plano visa, precisamente, "fazer a erosão o mais profundamente possível de qualquer oposição às novas linhas".

A decorrer durante o próximo mês, esta consulta pública dirige-se a todas as instituições e cidadãos interessados em participar no processo, desde entidades instituições com responsabilidades na área do ambiente a associações ambientais, comissões regionais de coordenação e autarquias.

Depois de fechado o período de consulta - que inclui duas sessões públicas de discussão no Porto (hoje) e em Lisboa (sexta-feira) - a REN analisará os contributos apresentados de forma a entregar, até final de Julho, a versão definitiva do PDIRT à Direcção Geral de Energia.

Orçado em 1.434 milhões de euros, a aplicar entre 2009 e 2014 a um ritmo médio de 240 milhões de euros/ano, o plano de desenvolvimento da REN irá, segundo José Penedos, traduzir-se numa "alteração significativa da composição espectral da rede". Ver notícia completa--->

Fonte: RTP

Bioetanol pode ser produzido de nova variedade de mandioca doce

0 comentários

Mandioca com açúcar

Durante uma viagem de colecta de plantas na Amazónia o pesquisador Luiz Joaquim Castelo Branco Carvalho, da Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, de Brasília, conheceu uma variedade de mandioca que em vez de amido tem grande quantidade de açúcares na raiz.

Mutação genética

Esses açúcares são, em sua maior parte, glicose, que é o substrato utilizado no processo de fermentação para a produção do etanol. A variedade descoberta pelo pesquisador é na realidade uma mutação genética, guardada e usada pelos índios brasileiros antes mesmo de os portugueses chegarem ao Brasil, para obtenção de bebida alcoólica. "Eles usavam a bebida, chamada caxirim, nas cerimonias religiosas e nas celebrações", diz o pesquisador.

Dispensa do processo de hidrólise

A planta mutante, após um processo tradicional de seleção de variedades e cruzamento com plantas adaptadas a algumas regiões escolhidas para futuros plantios, resultou em uma variedade que dispensa o processo de hidrólise do amido da mandioca para transformação em açúcar e conversão em álcoois, inclusive o carburante para o combustível. "A eliminação da hidrólise do amido reduz em torno de 30% o consumo de energia no processo de produção de etanol de mandioca", diz Carvalho. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação tecnológica