Luz em casa.......sem lampadas

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Sistema de iluminação híbrido solar-elétrico

Engenheiros norte-americanos apresentaram um sistema híbrido de iluminação que aproveita a luz solar para iluminar directamente o interior de residências e prédios comerciais, sem necessidade de conversão da luz em electricidade. Em dias nublados, o equipamento controla automaticamente a intensidade das lâmpadas normais, mantendo sempre o mesmo nível de iluminação no ambiente.

Iluminação com luz solar

A técnica de iluminação híbrida solar-eléctrica utiliza um colector de luz solar instalado no telhado, medindo 1,2 metro de diâmetro e um espelho secundário que rastreia a posição do sol ao longo do dia. O colector concentra a luz solar em 127 fibras ópticas que vão até o interior da construcção, onde são conectadas a cilindros difusores de luz, parecidos com lâmpadas fluorescentes. São esses cilindros que espalham a luz por todo o ambiente.

Um único colector actualmente consegue abastecer de oito a 10 cilindros difusores, que são capazes de iluminar uma área de quase 100 metros quadrados. Um sensor detecta quando cai o nível de iluminação - o que ocorre quando o sol se esconde por detrás das nuvens ou em dias nublados - e acciona automaticamente a intensidade das lâmpadas fluorescentes normais que completam o sistema híbrido.

Tecto de vidro

O sistema é mais eficiente do que um simples teto de vidro por vários motivos. O primeiro é que a luz ultravioleta é bloqueada, assim como o calor representado pelos raios infravermelhos. Além do que a luz é distribuída de maneira uniforme e suave.

Os pesquisadores estimam que o sistema híbrido solar-eléctrico pode representar uma economia de 6.000 kilowatts/hora por ano em iluminação e outros 2.000 kilowatts/hora na redução no uso do ar-condicionado.--> Ver noticia original

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Células solares duplas são as mais eficientes já fabricadas

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Cientistas norte-americanos e coreanos, trabalhando conjuntamente, conseguiram desenvolver uma nova técnica de fabricação de células solares plásticas que poderá dar um verdadeiro impulso no aproveitamento da energia solar para a geração de eletricidade, graças à diminuição dos custos dos painéis solares.

Células solares em série

No novo processo, ao invés de utilizar uma única célula solar como bloco básico, os pesquisadores descobriram como fabricar uma célula solar dupla, ligando as duas em série (in tandem), um esquema no qual as duas células funcionam de forma cooperativa, capturando maior quantidade de energia do Sol.

Todos os painéis solares fotovoltaicos são formados por ligações em série e em paralelo de inúmeras células solares individuais. A diferença agora é que cada "célula solar individual" é, na verdade, uma célula solar dupla.

As novas células solares em série são formadas por duas células solares multicamadas, cada uma com diferentes características de absorção da luz, o que permite que o conjunto aproveite uma faixa maior do espectro da luz que incide sobre elas.

O processo de fabricação gera cada uma das camadas das células a partir de uma solução de materiais semicondutores normais, sem tratamento especial e em larga escala. A solução é formada por polímeros e derivativos de fulerenos. --> Ver notícia completa

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Futebol de nano-robôs precisa de microscópio para ser visto

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Imagine um Pelé robótico. Mas apague de sua imaginação tudo que se pareça com um "robozão" meio desengoçado, correndo por um campo de futebol sem achar a bola. Os pesquisadores do Instituto NIST, dos Estados Unidos, foram bem mais modestos: eles criaram jogadores de futebol seis vezes menores do que uma ameba, chutando uma bola cujo diâmetro é menor do que a espessura de um fio de cabelo humano.

Futebol de robôs

Os nano-jogadores de futebol, rolando sua nano-bola em um campo que cabe em cima de um grão de arroz foram apresentados pelos cientistas durante a 2007 Robocup, um evento mundial de robótica que ocorreu na semana passada em Atlanta. A foto mostra um chip de 3 centímetros de largura, sobre o qual estão construídos 16 campos de futebol, cada um medindo 2,5 x 2,5 mm.

A Copa de Robôs é um evento anual que utiliza a criação de robôs jogadores de futebol para incentivar o desenvolvimento de pesquisas nas áreas de robótica e inteligência artificial, entre outras. Os nano-jogadores de futebol, por exemplo, estão ajudando os engenheiros a otimizar as técnicas para a fabricação de minúsculos dispositivos chamados MEMS ("MicroElectroMechanical Systems"). --> Ver resto da notícia

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Gerador de eletricidade a partir da biomassa leva luz a comunidades carentes

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Célula a combustível em miniaturaCientistas do Instituto de Pesquisas Industriais Avançadas, no Japão, conseguiram fabricar uma célula a combustível do tamanho de um cubo de açúcar. A mini-célula a combustível deverá permitir a construção de fontes de geração de energia limpa super-compactas e com variadas capacidades de tensão e corrente.

Pilhas e baterias

Embora haja muita confusão na utilização dos termos pilha e bateria, elas são coisas diferentes. A unidade básica de geração de energia eletroquímica é chamada de célula. Uma pilha nada mais é do que uma única célula dessas. Já uma bateria resulta da união de diversas pilhas, o que permitiu que se dispusesse de fontes portáteis de energia de variadas tensões e capacidades de corrente.

A nova mini-célula agora lançada deverá ter sobre o campo das células a combustível o mesmo impacto representado pela possibilidade da união das pilhas eletroquímicas para formar baterias.

Célula a combustível miniatura

A célula a combustível em miniatura é do tipo SOFC ("Solid Oxide Fuel Cell"), inteiramente contida em uma estrutura de um centímetro cúbico de volume. As células tubulares individuais têm diâmetros entre 0,8 e 2 milímetros. Os testes confirmaram a geração de 2 watts de potência por centímetro cúbico, com uma corrente de 4,5 A. Ver resto da notícia-->

Energia a partir das ondas do mar será gerada por bóias submarinas

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Elas se parecem um pouco com minas submarinas, mas têm um objectivo bem menos sinistro - os primeiros desses equipamentos geradores de energia a partir das ondas do mar deverá emergir das profundezas do oceano na costa do Reino Unido em 2008.

Energia das ondas

A empresa AWS Ocean Energy desenvolveu a bóia submarina que retira energia das ondas a 50 metros abaixo da superfície. Segundo a empresa, como o equipamento é inteiramente subaquático, ele não sofre danos causados pelas tempestades como acontece com outros equipamentos que geram energia a partir das ondas, além de não interferir com a navegação.

As primeiras cinco bóias de teste serão ancoradas no fundo do mar no próximo ano, na costa da Escócia. A energia é gerada pela alteração na pressão que as ondas causam ao fazer subir e descer a coluna de água no interior das bóias.

Bóias submarinas

As bóias são ocas e cheias de um gás de alta compressão, que permite que a metade superior da bóia se mova para cima e para baixo. Quando uma onda passa sobre ela, na superfície, a água adicional armazenada no topo da bóia aumenta a pressão da água e a metade superior da bóia é pressionada para baixo.

Quando a onda se vai, a coluna de água é menor, baixando a pressão e fazendo com que a metade superior suba. É esse balanço de sobe-desce que movimenta o gerador no interior da bóia.

Segunda a empresa, a energia elétrica para abastecer uma cidade de 55.000 habitantes precisará de meio quilômetro quadrado de área do fundo do mar, coberta por 100 bóias submarinas.

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Pesquisadores conseguem filmar um único elétron em movimento

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Os electrões deram nome à Electrónica. E a electrónica é a base de toda a revolução tecnológica que vivemos. E, até agora, os cientistas imaginavam ser impossível visualizar o movimento de um único eléctron. Afinal, sua massa é de apenas 1 bilionésimo de bilionésimo de bilionésimo de grama.

Filmando um eléctron

Mas Humphrey Maris e Wei Guo, da Universidade Brown, nos Estados Unidos, resolveram desafiar esse desânimo geral. E o resultado não poderia ser melhor. Utilizando pulsos de som de alta intensidade, os pesquisadores conseguiram filmar o movimento de um único eléctron.

"Nós ficamos impressionados quando vimos um eléctron se movendo ao longo da tela," conta Maris. "Mas, depois que tivemos a ideia, realizá-la foi surpreendentemente fácil."

Para fazer seu filme, os pesquisadores se valeram das pequenas bolhas que se formam ao redor dos elétrons quando eles viajam através de hélio líquido. Utilizando ondas sonoras para expandir as bolhas e uma luz estroboscópica coordenada, eles foram capazes de fazer as imagens utilizando uma câmara digital comum. Ver resto da notícia-->

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Hidrogênio é produzido a partir de liga de alumínio e água

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Engenheiros da Universidade Purdue, Estados Unidos, desenvolveram uma técnica que utiliza uma liga de alumínio para extrair hidrogênio da água. O hidrogênio pode então ser utilizado para abastecer células a combustível e até mesmo motores de combustão, em substituição à gasolina.

O método elimina a necessidade de se armazenar e transportar o gás - dois grandes desafios no caminho da criação da economia do hidrogênio, quando se espera que a economia poderá deixar de lado os combustíveis fósseis e queimar hidrogênio, que produz apenas água como sub-produto.

Extração de hidrogênio

"O hidrogênio é gerado sob demanda, de forma que você somente produz a quantidade que você necessita," diz o professor Jerry Woodall, inventor do novo processo de extração do hidrogênio.

O hidrogênio é produzido espontaneamente quando a água é adicionada a pedaços de uma liga de alumínio e gálio. "Quando a água é adicionada, o alumínio na liga sólida reage porque ele tem uma forte atração com o oxigênio da água," diz Woodall. A reação quebra a molécula de água - o oxigênio reage com o alumínio, gerando um óxido e o hidrogênio é liberado.

O gálio é um elemento crítico no processo porque ele impede a formação de uma camada de óxido na superfície da liga de alumínio, como acontece normalmente. Essa camada, que acaba por revestir o material, impedindo que o oxigênio da água continue reagindo com o alumínio, parando o processo de geração de hidrogênio. Ver resto da noticia

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Novo decreto-lei pode impulsionar a microgeração

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A microgeração, produção descentralizada de energia em pequenas potências, tem-se desenvolvido lentamente em Portugal. Mas um novo decreto-lei previsto para Junho poderá colocar o País na rota da democratização da produção de energia.

Até lá, ser consumidor e produtor, usando as renováveis, é ainda uma raridade. De acordo com estimativas do INESC Porto - Instituto de Engenharia de Sistemas e Computadores do Porto, no cenário mais favorável, a microgeração a partir de energias renováveis poderá chegar aos 30 por cento da energia consumida em baixa tensão, atingindo 1 700 MW de potência instalada correspondente à produção anual de 4 900 GWh.
Tomando como referência o cenário menos optimista, e a utilização de tecnologias fotovoltaicas consideradas as mais maduras, o mercado da microgeração pode render 560 milhões de euros anuais, a somar ao potencial no fornecimento de equipamentos e prestação de serviços. As contas são fáceis de fazer. Basta multiplicar a tarifa de remuneração de electricidade prevista para as centrais fotovoltaica entre 5 e 150 kW (350 euros/MWh) pela potência instalada (1 600 000 MWh). Se optarmos pelo cenário mais favorável, o mercado da microgeração pode atingir os 1 715 milhões de euros por ano.

Com a penetração de dez por cento da microgeração no mercado português, o principal benefício é a redução de perdas na rede eléctrica. O estudo sobre o impacto da microgeração na rede eléctrica coordenado por João Peças Lopes, investigador do INESC Porto, revela que é possível evitar anualmente a perda de 3437 GWh, o que equivale a 370 toneladas de CO2 evitadas e 22 milhões de euros.Este cenário mais realista poderá ser atingido em Portugal no prazo de uma década. «Ainda assim, a legislação teria de ser ainda mais ambiciosa», sustenta João Peças Lopes, que há mais de um ano deu parecer ao Governo sobre o esboço do novo decreto-lei para este sector. «Há aspectos que têm de ser mais aprofundados, nomeadamente a regulamentação, o processo de licenciamento, a credenciação de instaladores e a homologação de equipamentos».

Fonte:http://www.ambienteonline.pt

Painéis solares residenciais economizam energia, mas não dinheiro

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Custo da energia solar

Para se tornarem uma opção economicamente viável, seria necessária uma queda substancial no preço dos painéis solares. Ou, menos desejável, um aumento no custo da energia elétrica de pelo menos três vezes.

Mas nem tudo são considerações econômicas. Ao se avalir o impacto geral de uma fonte alternativa de energia, é preciso levar em conta também a energia total e a poluição envolvida na extração das matérias-primas, na fabricação, instalação e manutenção dos sistemas energéticos.

Nesse caso os resultados mudam bastante. Segundo os pesquisadores, a energia produzida pelos painéis solares durante sua vida útil ultrapassa consideravelmente a energia necessária para sua fabricação, sendo possível recuperar o investimento em apenas dois anos.

As emissões de dióxido de carbono são significativamente menores ao longo da vida útil dos painéis solares, quando a energia solar é comparada com outras formas de geração de eletricidade.

Já os custos econômicos - o dinheiro que sairá do seu bolso para comprar e instalar os painéis solares - somente será recuperado se eles durarem bem mais do que 20 anos. Ver notícia completa-->

Fonte:www.inovacaotecnologica.com.br

Super-circuito elétrico é passo importante rumo à fusão nuclear

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"Este é o mais significativo avanço na geração primária de energia em muitas décadas," afirma o pesquisador Keith Matzen. A incapacidade de manter as reações de fusão nuclear de forma sustentada fez com que a tecnologia adotada na Máquina Z perdesse terreno para os tokamaks como a técnica mais promissora para se atingir a geração ilimitada de energia.

O equipamento agora desenvolvido é chamado LTD ("Linear Transformer Driver") e foi criado por engenheiros russos do Instituto de Eletrônica de Altas Correntes. O LTD consiste em um conjunto circular de 20 blocos básicos, cada um deles formado por um comutador acoplado a dois capacitores.

O conjunto circular é chamado de "cavidade" e consegue transmitir uma corrente de 0,5 milhão de Amperes a 100.000 Volts. Durante os testes, o LTD disparou 11.000 vezes sem apresentar qualquer falha.

Como as cavidades são modulares elas podem ser empilhadas, alcançando até 60 milhões de Amperes e seis milhões de Volts. Teoricamente, essa potência será suficiente para a geração de fusão nuclear suficiente para fazer funcionar uma usina de geração de eletricidade.

Ainda não é possível afirmar se algum dos dois enfoques - os tokamks ou a Máquina Z - conseguirá um dia atingir o sonho da fusão nuclear. Mas o avanço agora obtido pelo menos recoloca as duas técnicas como teoricamente viáveis.Ver notícia completa-->

Fonte:http:www.inovacaotecnologica.com.br