Concha de 19 milhões

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A EDP vai construir um novo edifício em forma de "concha" na frente ribeirinha, no prolongamento das instalações do Museu da Electricidade. 
O imóvel, um investimento de 19 milhões de euros, que será financiado através da alienação de vários prédios que a EDP tem espalhados por Lisboa, já tem todas as autorizações (da Câmara de Lisboa e do Instituto de Gestão do Património Arquitectónico) e o concurso público para a sua construção deverá ser lançado ainda este ano. A arquitecta responsável pelo projecto é a inglesa Amanda Levete e, de acordo com os responsáveis da EDP, "terá um espaço livre para exposições de 1600 m2".
A Fundação EDP vai ainda remodelar o pequeno cais de embarque de Belém, de modo a criar uma ligação turística entre o Museu da Electricidade e o Terreiro do Paço.
A eléctrica espera também lançar, ainda este ano, o concurso para a sua nova sede na avenida 24 de Julho, em Lisboa. Um projecto da autoria de Manuel e Francisco Aires Mateus.
Na apresentação das contas da Fundação EDP, o presidente da eléctrica, António Mexia, anunciou que a EDP espera uma autorização do regulador para colocar na factura de electricidade um pedido de doação voluntário aos clientes de 30 a 50 cêntimos por mês para projectos de mecenato social.

Fonte:Correio da Manhã

REN investe 1 600 milhões de euros no sector da electricidade

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O presidente da Rede Eléctrica Nacional (REN) Rui Cartaxo revelou esta segunda-feira que a empresa vai investir 1 600 milhões de euros no sector da electricidade em Portugal até 2016.


Rui Cartaxo disse que "há condições" para que a REN possa "financiar" o plano de investimento de 1 600 milhões de euros no sector da electricidade em Portugal até 2016.
"A REN é uma empresa muito sólida do ponto de vista financeiro" e consegue financiar-se "independentemente da situação que o país atravessa", garantiu ainda Cartaxo. 

Fonte:Portugalmail

Rumo aos ciborgues: componente eletrônico é feito com sangue humano

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A interligação de componentes eletrônicos ao corpo humano é um trabalho em andamento - ainda não é uma realidade prática, mas tampouco pode ser classificada como um sonho.
Os chips neurais representam a face mais avançada desse conceito, que também já conta com próteses biônicas e com todos os avanços da biomecatrônica.
Agora, um grupo de cientistas indianos acaba de dar um verdadeiro salto nesse campo florescente de pesquisas: eles descobriram como fabricar um memristor usando células do sangue humano.

Memristor
Um memristor é uma espécie de elo perdido da eletrônica, um quarto componente que possui características que não podem ser reproduzidas com os três componentes tradicionais - resistores, capacitores e indutores.
Um memristor é um componente passivo de dois terminais. Ele funciona de forma parecida com um resistor mas, em vez de ter uma resistência fixa à passagem da corrente elétrica, sua capacidade de conduzir corrente depende da tensão que lhe foi aplicada anteriormente - em outras palavras, ele retém uma memória da corrente que circulou por ele previamente.

Como seu funcionamento lembra muito o comportamento de organismos vivos muito simples, os cientistas comparam os memristores a "sinapses artificiais", que poderão ser usadas para criar computadores capazes de aprender: eles já o estão utilizando para tentar reproduzir o cérebro de um gato.
Contudo, apesar de todas as comparações, um memristor tradicional continua sendo um componente inorgânico, feito com nanofios de dióxido de titânio.

Componente eletrônico biológico
Agora, S.P. Kosta e seus colegas do Education Campus Changa, na Índia, criaram um memristor líquido a partir do sangue humano - e eles já estão estudando a viabilidade de construírem diodos e capacitores também a partir de outros fluidos orgânicos humanos.
Eles construíram o memristor biológico usando um tubo de ensaio de 10 mililitros cheio de sangue humano, mantido a 37 graus Celsius. Dois eletrodos foram inseridos no tubo de ensaio e devidamente ligados a equipamentos de controle e medição.
O bio-memristor mostrou uma variação na sua resistência elétrica em função da magnitude e da polaridade de uma tensão aplicada previamente - seu efeito memória foi mantido por até cinco minutos.
Depois de demonstrar o funcionamento do memristor no tubo de ensaio, os cientistas queriam saber se o mesmo comportamento poderia ser observado em um dispositivo no qual o sangue estivesse fluindo, e não parado.
E a resposta foi positiva: o memristor funcionou no fluxo de sangue.

Lógica biológica
O próximo passo da pesquisa será desenvolver uma versão miniaturizada do memristor biológico, usando um chip microfluídico onde uma quantidade ínfima de sangue percorra microcanais escavados em uma pastilha de vidro.
Isto permitirá a conexão de vários memristores para formar um circuito lógico, capaz de processar informações.
Mais no futuro, o desafio será conectar o biochip ao corpo de um animal para que as computações possam ser feitas usando os fluidos orgânicos que mantêm o animal vivo.

Fonte: Inovação Tecnológica

Portugal constroi eólica flutuante

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É um protótipo inovador a nível mundial. Já existem eólicas no mar, mas alicerçadas no fundo. A que a EDP vai lançar flutua e é ideal para águas profundas.



O projeto conta ainda com os parceiros A. Silva Matos, que tratará da parte metalomecânica, a canadiana Principle Power, que inventou o conceito e o fundo Inovcapital. A maioria do capital deste consórcio (41,6%) é controlado pela EDP.
Até junho as peças serão levadas de Sever do Vouga (instalações da A. Silva Matos) para os estaleiros da Lisnave, em Setúbal, onde se procederá à montagem final da estrutura. A torre eólica será fornecida pela dinamarquesa Vestas.
Em agosto ou setembro será rebocada por mar até a Aguçadoura, na Póvoa de Varzim. É ai, a cinco quilómetros da costa, que ficará em experiência pelo menos durante um ano. Em 2012 a EDP espera montar o primeiro parque eólico offshore do mundo em águas profundas.

 Fonte: Expresso

Trabalho em conjunto nas renováveis pode poupar 10 mil milhões por ano

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O apelo aos Estados-membros consta de uma comunicação apresentada hoje em Bruxelas relativa aos progressos realizados pela União Europeia para promover as energias renováveis, e que aponta para que os objetivos fixados para 2020 (de 20 por cento de energias renováveis) sejam provavelmente alcançados, ou mesmo ultrapassados, o que não impede a Comissão de pedir uma intensificação dos esforços.

Reforçando que a probabilidade de os objetivos serem alcançados aumenta “se os Estados-Membros puserem totalmente em prática os respetivos planos de ação nacionais e se os instrumentos de financiamento forem melhorados”, a Comissão sublinha igualmente “a necessidade de reforçar a cooperação entre os Estados-Membros e de integrar melhor a energia produzida a partir de fontes renováveis no mercado único europeu”.
“Segundo as estimativas, estas medidas poderão permitir realizar 10 mil milhões de euros de economias por ano”, enfatiza o executivo comunitário, tendo o comissário europeu responsável pela Energia, Günther Oettinger, comentado que “se os Estados-membros trabalharem em conjunto e produzirem energia renovável onde ela custa menos, as empresas, os consumidores e os contribuintes irão beneficiar”.

A nível da cooperação entre os Estados-membros, a Comissão aponta três mecanismos que a podem favorecer, designadamente as “transferências estatísticas” (através das quais um Estado-membro com um excesso de energia renovável a pode “vender” estatisticamente a outro Estado-membro cujas fontes de energia renováveis sejam mais caras), projetos conjuntos de cofinanciamento (e consequente partilha estatística), e ainda planos de apoio conjuntos (de harmonização integral ou parcial dos mesmos).
Destak/Lusa 

Célula termossolar capta energia da luz e do calor simultaneamente

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A empresa japonesa Fujitsu anunciou a criação de uma célula termossolar - um componente híbrido de uma célula solar e de um gerador termoelétrico, capaz de gerar energia elétrica tanto a partir da luz do Sol quanto do calor presente no ambiente.

Célula termossolar

A célula híbrida, que consiste em um dispositivo único, permite a captura simultânea de energia de duas fontes separadas, o que até agora só era possível combinando sistemas separados, como células solares e materiais termoelétricos.
O dispositivo pode ser o primeiro passo para viabilizar a chamada "colheita de energia", um conceito que vem ganhando espaço entre cientistas e ambientalistas, e que visa converter várias formas de energia disponíveis no meio ambiente em eletricidade.
A célula termossolar é feita de materiais orgânicos, com baixo custo de fabricação e processamento.

Alterando os circuitos elétricos que conectam dois tipos de materiais semicondutores - tipo P e tipo N, referindo-se a positivo e negativo - o dispositivo pode funcionar como uma célula fotovoltaica ou como um gerador termoelétrico.
O segredo do avanço está em um novo material orgânico, que é adequado para operar nos dois modos, solar e termoelétrico.

Sensores sem baterias

Segundo a empresa, o material é capaz de gerar eletricidade até mesmo a partir da luz presente em um ambiente interno, sem necessidade de exposição direta ao Sol.
Até agora, células fotovoltaicas - que geram eletricidade a partir da luz - e geradores termoelétricos - que geram eletricidade a partir de diferenciais de temperatura - só existiam como dispositivos separados.
Colocar tudo em um componente único pode ser importante, por exemplo, no campo médico, em sensores capazes de monitorar a temperatura corporal, a pressão sanguínea, os batimentos cardíacos etc., sem precisar de baterias ou ligações elétricas.

A tecnologia também poderá ser usada no monitoramento ambiental em áreas remotas, onde seria problemático ir periodicamente para trocar as baterias dos sensores.
A Fujitsu afirma que seus cientistas vão se concentrar agora no aumento do desempenho da célula termossolar, que deverá estar no mercado por volta de 2015. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação Tecnológica

Sector da energia com nova regulamentação

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Foi publicado em Diário da República o Regulamento de Gestão do Fundo de Eficiência Energética, que tinha sido criado em Maio de 2010. O regulamento destina -se a coordenar os processos de financiamento e apoio a projectos que visem a implantação de medidas de redução da procura de energia final de uma forma eficiente e optimizada, contribuindo para o cumprimento dos objectivos nacionais em matéria de metas de eficiência energética.

De acordo com este regulamento as candidaturas formalizam-se junto da comissão executiva, em três avisos anuais, a realizar até 28 de Fevereiro, 30 de Junho e 30 de Outubro de cada ano civil.
Também foi publicado um decreto -lei que estabelece as medidas destinadas a promover a produção e o aproveitamento de biomassa, para garantir o abastecimento das centrais dedicadas de biomassa florestal, fixando o incentivo à venda da electricidade associado ao cumprimento dessas medidas.

O diploma estipula a apresentação de um plano de acção para 10 anos, a presentar pelo promotores, visando a sustentabilidade a prazo do aprovisionamento das centrais, que deve ser desenvolvido em estreita articulação com as organizações de produtores florestais e com as autarquias locais.

Home Energy lança serviço de monitorização de consumos

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A Home Energy e a ZON lançaram um serviço de eficiência energética, o WATT, que permite aos clientes acompanhar o consumo de electricidade da sua casa na sua televisão ou através da internet, utilizando um PC, tablet ou até o telemóvel. 
 
O serviço regista o histórico dos consumos e recomenda a melhor potência contratada e sistema tarifário. Adicionalmente, o cliente passa a conhecer o seu consumo instantâneo, o que lhe permite reduzir os consumos de stand-by e substituir ou desligar os equipamentos mais ineficientes, poupando até 25 por cento nos custos de electricidade.
Os clientes ZON irão ficar ainda a conhecer a pegada de carbono da sua casa e, no futuro, poderão compensar as suas emissões através de um simples comando na sua televisão. O serviço será lançado em 2011.
Fonte: Ambiente Online

Governo cria nova tarifa social para electricidade

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Clientes que usufruam da nova tarifa não verão a sua factura aumentada além de 1% em 2011.

Mais de 670 mil famílias deverão passar a usufruir de uma tarifa social de electricidade, cujo aumento em 2011 não poderá passar de 1%, segundo aprovou hoje o Conselho de Ministros.

De acordo com o comunicado divulgado no final da reunião, a tarifa social de fornecimento de energia eléctrica destina-se "a clientes finais que se encontrem numa situação de carência sócio-económica", entre os quais: os beneficiários do complemento solidário para idosos, do rendimento social de inserção, do subsídio social de desemprego, do primeiro escalão do abono de família e da pensão social de invalidez.

Com a tarifa social, o Governo diz que "passa a ter um instrumento que permite limitar a variação da tarifa para os clientes finais que se encontrem numa situação de carência sócio-económica, independentemente do seu comercializador, através de um desconto nas tarifas de acesso às redes", que resulta num desconto na factura final destes consumidores. 

Fonte: RR

Schneider Electric constrói projecto solar de referência em Itália

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A Schneider Electric foi seleccionada pela AES SOLE Italia para ser a principal fornecedora de EPC (Engineering, Procurement and Construction) para a construção, operacionalização e manutenção de um projecto de energia solar na região de Puglia (Itália).

A central fotovoltaica terá uma capacidade anual de 56GWh, o que satisfaz as exigências energéticas de uma cidade de 40 000 habitantes. Com uma capacidade máxima de produção de 43MW, o parque é constituído por 600 000 painéis solares que ocupam um total de 250 hectares.

«Com o seu portfólio de gestão de energia abrangente e integrado, a Schneider Electric é o único operador no mercado a fornecer uma oferta na área das renováveis que está de acordo com os requisitos especiais e as necessidades do consumidor» referiu Julio Rodriguez, vice-presidente executivo, Power Global & EMEAS Business, da Schneider Electric.

Os produtos e serviços do grupo abrangem todos os requisitos, desde a produção de energia até à distribuição, incluindo: estudos de engenharia, gestão de projectos e construção; estruturas mecânicas; subestações de inversores e de ligação à rede; sistemas de monitorização geral para a central energética; vedações, controlo de acesso, videovigilância, serviços de operacionalização e de manutenção. 
Fonte: Portal Ambiente