REN lucra 144,8 M€ até Setembro

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A REN- Rede Eléctrica Nacional registou 144,8 milhões de euros de lucro nos primeiros nove meses deste ano, anunciou esta terça-feira a empresa.

A empresa refere que os resultados não são comparáveis com os do ano passado devido à integração do negócio do gás, ocorrida no terceiro trimestre de 2006.

As receitas operacionais ascenderam a 404,9 M€, enquanto o EBITDA ajustado se cifrou em 294,6 M€.

Os números divulgados superaram as previsões dos analistas, que apontavam para lucros na ordem dos 119 M€.

Fonte:http://diariodigital.sapo.pt

Material magnético moldável simplifica fabricação de motores elétricos

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Fabricação de motores eléctricos

Calcula-se que em uma residência típica existam cerca de 60 motores eléctricos. Um automóvel moderno, por sua vez, possui mais de 100. A construção da maioria deles utiliza como elemento magnético uma série de placas metálicas montadas umas sobre as outras, com bobinas de fios de cobre enroladas ao seu redor.

A montagem dessa estrutura é tecnicamente simples, mas trabalhosa - o processo de fabricação de um motor eléctrico desses possui cerca de 60 etapas.


Material magnético moldável

O que os engenheiros desenvolveram agora foi um novo tipo de material magnético que pode ser moldado em qualquer formato, eliminando a necessidade da montagem das placas e enrolamento dos fios, reduzindo o processo de fabricação de um motor para poucas etapas.

O material magnético é uma mistura de uma liga de ferro em pó com um polímero - cuja composição não foi divulgada pelos cientistas - que demonstrou uma excelente rendimento energético. Mantendo as dimensões dos motores, a substituição das tradicionais bobinas enroladas sobre chapas metálicas pelo novo material mais do que dobrou o rendimento do motor.

"A técnica não é adequada para motores de alto desempenho, como servo-motores. Mas para ventiladores, bombas, aplicações domésticas e automóveis ela é uma solução perfeita," diz Alküla.

Fonte:http://www.inovacaotecnologica.com.br

Portgás investe 2,3 milhões para levar gás natural a Ponte de Lima

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A Portgás vai investir 2,3 milhões de euros até 2010 para levar a rede de gás natural a Ponte de Lima. Até agora já foram construídos 40 quilómetros de rede primária e 5562 quilómetros de rede secundária, o que permitirá abastecer, numa primeira fase, as freguesias de Arca, Feitosa, Ponte de Lima e Ribeira.

Até ao final de 2007, a empresa do grupo EDP disponibilizará mais 550 mil euros para investir no prolongamento da rede secundária do concelho, o que representa a construção de 21 quilómetros. No final de 2008 ficarão instalados 31 quilómetros de rede secundária de abastecimento, num investimento global que rondará os 5,5 milhões de euros.

«A Portgás dá, assim, continuidade à expansão da rede pública de distribuição de gás natural e contribui para o desenvolvimento dos concelhos, para a melhoria da qualidade de vida dos seus habitantes e para o reforço da competitividade das empresas da região», sublinha a EDP.
Dos 29 concelhos pertencentes aos distritos do Porto, Braga e Viana do Castelo, que constituem a área de concessão da Portgás, 21 já são abastecidos com gás natural.

Energia mais cara em Portugal que na UE penaliza domésticos

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Os preços da energia em Portugal continuam muito acima da média europeia, mas são sobretudo as famílias e empresas mais pequenas que pagam a maior diferença. Esta conclusão, tirada a partir dos últimos dados do Eurostat para as tarifas do primeiro semestre de gás e electricidade (com IVA), é sobretudo válida para o gás natural, do qual as grandes indústrias gozam em Portugal de preços melhores que a média da UE e que a própria Espanha.

Segundo os dados revelados pela Direcção-Geral de Energia, os domésticos portugueses pagavam valores 26% a 27% acima da média europeia na electricidade. Esta média refere-se a dois tipos de clientes, um com um consumo anual de 1200 kilowatt/hora (kWh) e outro com 3500 kWh. Já para os clientes industriais, a diferença de preços continua a penalizar Portugal, mas menos. Um cliente-tipo com consumo anual de 1,25 gigawatt por hora (GWh) tem uma tarifa que era na primeira metade do ano 4,4% acima da média da União Europeia. Ver notícia completa-->

EDP aposta em redes inteligentes

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A EDP Distribuição lançou, ontem, o projecto InovGrid, que vai permitir, numa primeira fase, com um investimento de 70 milhões de euros, investir em redes de distribuição inteligentes e instalar 200 mil Energy Box com funcionalidades de telecontagem, até 2009. A EDP é, assim, a primeira empresa em Portugal a apresentar um projecto de investimento nas redes de distribuição de electricidade inteligentes ("smarts grids"), associada à instalação de Energy Box na casa dos clientes.
Com este projecto, a eléctrica nacional procura responder a um novo paradigma energético que passa pela aposta nas renováveis, pela microgeração e pela procura de um uso mais eficiente da energia. O projecto InovGrid, cujo de-senvolvimento vai ser feito em parceria com o INESC Porto, a Efacec, a Janz e a Edinfor, vai obrigar a uma forte intervenção na rede de distribuição de electricidade, introduzindo-lhe funcionalidades avançadas de telegestão de energia, capacidade de integração da microgeração e mecanismos inteligentes que vão permitir uma nova forma de gerir e controlar a rede. Ver notícia completa-->

Novo LED de luz branca é esperança promissora para revolução na iluminação

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Cientistas indianos anunciaram um feito longamente esperado e que poderá revolucionar o mundo da iluminação. Eles produziram um LED capaz de emitir luz branca, o elo que faltava para que essas lâmpadas de estado sólido venham a substituir de vez as lâmpadas fluorescentes e as incandescentes que ainda restam.
LED de luz branca
Os cientistas anunciaram ter conseguido fabricar um LED baseado em um novo composto de fósforo utilizando nanocristais do semicondutor sulfeto de cádmio misturado com manganês. Ele produz uma tênue luz branca estável que se mantém constante ao longo do tempo e apresenta um desempenho geral superior à das gerações anteriores de LEDs.
O novo LED de luz branca está no primeiro estágio de desenvolvimento e, mesmo sendo promissor, ele deverá ser aprimorado para que possa vir a ser utilizado em aplicações práticas.
Luz de estado sólido
Os LEDs são muito mais eficientes do que as lâmpadas fluorescentes e incandescentes e poderão representar um corte substancial no consumo de eletricidade para iluminação. Para isso, entretanto, é necessário que os cientistas consigam produzir um LED capaz de emitir luz branca pura, e não como fruto da mistura de LEDs vermelho, azul e verde.
Cientistas japoneses recentemente relataram progressos nesse mesmo sentido, embora não tenham divulgado maiores detalhes sobre seu LED de luz branca. Para outros avanços na área, veja Criado material fosforescente capaz de emitir luz branca e Luz branca emitida por dispositivo sólido.

Política fiscal promete incentivar renováveis em 2008

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O Orçamento de Estado (OE) para 2008 veio dar um novo empurrão às energias renováveis, ao alterar o actual panorama fiscal que permite que apenas os contribuintes sem empréstimo à habitação possam deduzir à colecta (IRS) os investimentos feitos em equipamentos de energias renováveis.

A proposta de OE possibilita que qualquer pessoa possa agora fazer uma dedução à colecta de 30 por cento do custo do equipamento e até 777 euros, quando a actual legislação não permitia que esta dedução fosse cumulável com a do empréstimo de habitação. Abrangidos são todos os equipamentos novos para utilização de energias renováveis e, de equipamentos para a produção de energia eléctrica e ou térmica (com potência até 100 kW), que consumam gás natural, incluindo equipamentos complementares indispensáveis ao seu funcionamento.

A alteração responde, assim, às mais diversas críticas de personalidades do sector e não só, que alertaram para o facto da legislação desincentivar a proliferação de equipamentos de energias renováveis pelo consumidor final, contrariamente ao que o Governo anunciava como seu propósito, nomeadamente com a publicação da legislação relativa à microgeração.

O produto da venda de electricidade feita pelos microgeradores, ou seja os consumidores que produzam electricidade em suas casas, passa a estar isenta de IRS, o que vem simplificar o sistema e representa uma situação incentivadora da instalação deste tipo de aparelhos.

No entanto, uma das críticas que também se têm vindo a fazer sentir, mas que não foram acatadas neste OE, respeita à redução de 12 para 5 por cento da taxa de IVA aplicada a equipamentos de energias renováveis.

Fonte:
Ambiente Online

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O projecto social do Rock in Rio – Lisboa, dedicado este ano ao ambiente, lançou a sua primeira grande acção: o concurso «Rock in Rio Escola Solar». O concurso é um desafio às escolas do 2º e 3º ciclos do ensino básico e do ensino secundário de todo o País que deverão apresentar projectos que conjuguem benefícios de carácter ambiental e social. As 20 escolas vencedoras receberão os painéis fotovoltaicos, sendo que terão de vender parte da energia produzida à rede eléctrica. As receitas provenientes desta venda deverão reverter para outros projectos sociais, através da SIC Esperança, bem como para os três melhores projectos. Os sistemas fotovoltaicos, com uma capacidade de até 3,5 kWp cada, vão permitir, ainda, divulgar a temática das energias renováveis e das alterações climáticas junto do público jovem.
Os sistemas instalados serão complementados com terminais informáticos para que possam monitorizar online os resultados de produção de energia dos sistemas de cada escola e, ao mesmo tempo, aceder a informação útil sobre questões relacionadas com a utilização racional de energia e com as alterações climáticas.

As inscrições dos projectos a concurso decorrem até 30 de Outubro e deverão ser efectuadas através do site oficial do Rock in Rio, em www.rockinrio-lisboa.sapo.pt - , até ao final do corrente ano. Os projectos apresentados deverão poder ser implementados até ao final do ano lectivo 2007/ 2008.

Electricidade sem concorrência em 2008

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Ainda não deverá ser em 2008 que haverá concorrência no mercado eléctrico para os clientes domésticos. Pelo menos foi esse o sinal deixado ontem pelos potenciais competidores da EDP durante o Fórum da Energia promovido pelo Diário Económico, um dia depois da ERSE (Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos) ter anunciado uma subida das tarifas de 2,9% para 2008, abaixo das expectativas. Galp, Unión Fenosa, Endesa e Iberdrola foram claras quanto à inexistência de condições no mercado eléctrico português para avançar com novas ofertas ou reforçar as já existentes para o segmento empresarial. O baixo nível das tarifas reguladas e a insuficiente capacidade de interligação de Espanha são os argumentos dos potenciais concorrentes da EDP que só deverão avançar quando tiverem produção própria em Portugal. Ou seja, a partir de 2009, quando estiverem a operar as primeiras centrais a gás.

Depois de ter anunciado, na apresentação dos resultados semestrais, o objectivo de entrar no mercado de venda final de electricidade em 2008, o presidente da Galp Energia veio ontem dizer que, afinal, não entrará nesta actividade enquanto não tiver produção própria. Ferreira de Oliveira tinha revelado em Agosto a intenção de comprar energia a terceiros, através de leilões de capacidade, em Portugal ou Espanha, para a venda. Ontem realçou que não existe um mercado grossista que permita abastecer o retalhista (consumidor final). No último leilão, a REN só vendeu um terço da energia porque o preço era alto. Por outro lado, não há entre Portugal e Espanha interligações físicas suficientes para haver concorrência. A Galp só vai comercializar electricidade "quando existirem condições para operar sem perder dinheiro" e quando for possível ter uma oferta integrada da produção à venda.

E foi de prejuízos que falou o administrador da Unión Fenosa, Luis Díaz Lopez. Apesar de "estar para ficar" no mercado português, a eléctrica galega diz que as comercializadoras, onde se inclui a EDP e a Endesa, perderam entre Julho e Setembro 18 milhões de euros, por não conseguirem aceder à energia mais barata, do lado espanhol, para abastecer os seus clientes em Portugal. Para além das tarifas a clientes finais, Díaz Lopez queixa-se das elevadas tarifas de acesso às redes de distribuição, que servem as pequenas e médias empresas, e que diz "são 80% superiores às de Espanha".

O presidente da Iberdrola Portugal, Pina Moura, insistiu que enquanto a escassez da oferta e distribuição não se reflectir nas tarifas - que por imperativos políticos não cobrem os custos da energia - continuará a haver distorções na eficiência e no mercado. Já o presidente da Endesa Portugal, que na semana passada tinha ameaçado abandonar o mercado de venda nacional, diz que a eléctrica vai manter a estratégia para Portugal, apesar de ter novos accionistas. "Mas é preciso que nos deixem actuar". Aos jornalistas, Nuno Ribeiro da Silva, não quis falar da proposta de aumento da electricidade: "o ministro da Economia não quer que as empresas espanholas falem das tarifas portuguesas". Não deixou contudo de comentar, ironicamente, as contas da ERSE sobre a subida de um euro, ou duas bicas por mês na factura mensal, dizendo que são "bicas fiadas", ou seja, vão custar mais a prazo.

Fonte: DN Online

Energy Bus promove eficiência energética de norte a sul de Portugal

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A EDP apresentou hoje o Energy Bus, um autocarro temático, dirigido para a utilização racional da electricidade. A meta final deste veículo será a de informar, sensibilizar e promover o consumo eficiente da energia eléctrica em Portugal. Até ao final de 2008, o autocarro e uma equipa qualificada irão percorrer o País de norte a sul.

O Energy Bus terá Lisboa como ponto de partida, proporcionando a todos os visitantes uma viagem interactiva, com equipamentos de demonstração de novas tecnologias, experiências, painéis informativos, folhetos e conselhos úteis, com o objectivo de incentivar os portugueses a adoptarem comportamentos mais eficientes e amigos do ambiente.

Esta iniciativa foi desenvolvida pela EDP, em parceria com o Instituto Superior Técnico – IDMEC, e a TerraSystemics, no âmbito do Plano de Promoção de Eficiência no Consumo de Energia Eléctrica, aprovada pela ERSE – Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos.


Fonte: Ambiente Online