Lâmpadas de baixa eficiência custam mais a partir de Março

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A taxa sobre as lâmpadas, uma das que vão reverter para o Fundo de Carbono, vai começar a ser aplicada a partir de Março. O Ministério da Economia e da Inovação já publicou em Diário da República a portaria nº 54/2008, que vem operacionalizar o Decreto-Lei nº 108/2007, de 12 de Abril, que determina a aplicação de uma taxa sobre lâmpadas de baixa eficiência energética, com o objectivo de compensar os custos ambientais decorrentes da sua utilização.

A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V, ainda que incluídas em luminárias. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros.
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Células solares feitas de nanofios de silício são eficientes e baratas

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Há poucos dias atrás, um grupo de pesquisadores demonstrou que nanofios de silício podem aumentar a capacidade das baterias de lítio em até 10 vezes. Agora, uma outra equipe, que trabalha para a empresa GE, demonstrou que esse mesmo material pode ser utilizado para a fabricação de células solares.

Células solares de nanofios


A célula solar construída com nanofios de silício alcançou uma eficiência de 18% na conversão da luz solar em eletricidade, o que é superior a várias outras tecnologias atualmente sendo consideradas para a geração de eletricidade de forma inteiramente renovável.

Barata e escalável


O que é mais interessante na descoberta é que tecnologia é escalável - a técnica utilizada para a construção das células solares em laboratório pode ser transferida para a indústria, para a produção em larga escala. Além disso, as células solares de nanofios de silício têm um custo de produção que é apenas uma fracção do custo das caras células solares fotovoltaicas. Ver notícia completa-->

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A Comissão Europeia colocou hoje no Youtube um vídeo de três minutos para ajudar a compreender o que são as energias renováveis, porque são tão importantes e quais os objectivos globais da União Europeia neste domínio. O Mundo das Energias dá-lho a conhecer:

Durão Barroso anuncia "plano histórico" para combater alterações climáticas

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A Comissão Europeia chegou hoje a acordo sobre o "pacote de medidas mais completo do mundo" para lutar contra as alterações climáticas, por um custo estimado em "três euros por semana" e por cidadão europeu até 2020. O presidente da Comissão, José Manuel Durão Barroso, apresentou aquilo que considera um "plano histórico".

Barroso anunciou as medidas esta manhã numa sessão plenária extraordinária do Parlamento Europeu, imediatamente depois da reunião da Comissão que aprovou o pacote.

O custo assumido por Barroso com este plano é de "menos de 0,5 por cento do PIB até 2020", o que "corresponde a cerca de três euros por semana e por pessoa" na União Europeia.

Uma das novidades refere-se ao sistema europeu de comércio de emissões, em funcionamento há quatro anos. Este mecanismo ajuda as indústrias mais poluentes a cumprir as metas de redução de emissões de gases com efeito de estufa (GEE, sigla em inglês).

Este sistema sai reforçado porque passa a incluir as emissões de outros dois GEE - actualmente apenas estava abrangido o dióxido de carbono - e de outro tipo de indústrias. Com as alterações introduzidas, o sistema vai cobrir mais de 40 por cento das emissões totais.

Uma das medidas mais importantes consiste em fazer pagar, a partir de 2013, às indústrias mais poluentes da União Europeia licenças de emissão, até agora gratuitas.

O sector de electricidade, responsável por grande parte das emissões de dióxido de carbono, deverá pagar integralmente para obter os direitos a poluir, a contar desta data. Os outros sectores de actividade -como as indústrias de alumínio e os produtores de amoníaco, bem como o transporte aéreo - vão entrar neste sistema a pagar gradualmente, salientou a Comissão em comunicado.

"Todos os Estados membros devem começar, urgentemente, a mudar a estrutura do seu consumo energético", refere a Comissão. Hoje, as renováveis representam 8,5 por cento dos consumos; para 2020, a meta é de 20 por cento. Para atingir este objectivo cada Estado membro terá a sua própria meta, através de planos de acção nacionais.

O pacote de medidas refere ainda a meta mínima de dez por cento na utilização dos biocombustíveis na União Europeia, até 2020.

Para o comissário europeu do Ambiente, Stavros Dimas, este plano "dá à Europa um avanço na corrida à criação de uma economia global de baixas emissões de carbono, que vai levar a uma vaga de inovações e criação de postos de trabalho em tecnologias limpas".

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Fonte: Publico Online

Grandes obras são "incompatíveis" com Protocolo de Quioto, diz a Quercus

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As grandes obras públicas vão provocar volumes acrescidos de emissões
As grandes obras públicas anunciadas pelo Governo são incompatíveis com o cumprimento do protocolo de Quioto e Portugal ver-se-á obrigado a comprar créditos de poluição para atingir aquele objectivo até 2012.

A denúncia é da associação ambientalista Quercus, que considera haver uma contradição entre o discurso oficial a favor de uma gestão racional dos recursos energéticos e os planos no sector dos transportes que constituem uma fonte de elevadas emissões de dióxido de carbono. "Não conseguimos perceber o que quer o Governo fazer para lidar com o aquecimento global e o efeito de estufa", disse ao PÚBLICO Francisco Ferreira, dirigente da Quercus.

O novo aeroporto, o comboio de alta velocidade, a terceira travessia do Tejo em Chelas e as novas auto-estradas são grandes obras que, na opinião da Quercus, irão incrementar consumos energéticos e, consequentemente, provocar volumes acrescidos de emissões poluentes. Esta realidade, diz Francisco Ferreira, é "incompatível" com a redução do volume de gases com efeito de estufa que Portugal será autorizado a emitir até 2020, que será divulgada amanhã pela Comissão Europeia.

O que preocupa mais a Quercus é que, mesmo sem esta última medida, a execução das medidas sectoriais destinadas a assegurar o cumprimento do Protocolo já era avaliada há um ano de forma muito crítica:

"Há uma derrapagem média de 5,8 milhões de toneladas por ano de CO2 equivalente (unidade que integra os diferentes gases considerados no Protocolo) entre 2008 e 2012. Tal significa cerca de 6 por cento acima dos 27 por cento permitidos e obrigará a medidas internas extraordinárias (...) ou ao recurso aos mecanismos previstos no Protocolo de Quioto de compra de emissões ou de desenvolvimento de projectos associados à redução de emissões noutros países."

Fonte: Publico Online

Neo Energia adquire 222 aerogeradores para países europeus

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A Neo Energia assinou com a Gamesa um contrato para o fornecimento de 60 aerogeradores que serão instalados em parques eólicos na Polónia, numa potência total de 120 megawatts (MW). Esta operação do grupo EDP, responsável pelo crescimento do mercado eólico na Europa, ascende aos 130 milhões de euros, e surge na sequência de um conjunto de projectos eólicos desenvolvidos em 2007 na Polónia, num total de 1022 MW de capacidade eólica instalada.
«Este é um dos países da Europa central e de leste com grande potencial de crescimento no sector das energias renováveis», explica a EDP em comunicado. O objectivo da Neo Energia é alcançar a fasquia de 10,4 por cento de energia consumida entre 2010 e 2014 com base em fontes de energias renováveis, o que representa cerca de 4000 MW de capacidade eólica instalada em 2014. Para Espanha o fornecimento da Gamesa à Neo Energia é de 46 aerogeradores, cuja potência total é de 92 MW e o investimento ascenderá aos 80 milhões de euros. A França vai contar com 16 aerogeradores, que totalizam 19 MW e representam um investimento de 18 milhões de euros.
«No total, os 122 aerogeradores contratados representam uma economia em emissões de CO2 de 346 500 toneladas por ano, cerca de 180 mil toneladas na Polónia, 138 mil toneladas em Espanha e 28 500 toneladas em França», conclui a EDP.

Fonte: Ambiente Online

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Aprovada estratégia para cumprimento das metas de biocombustíveis

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Governo decidiu aumentar incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis de 5,75%, para 10%, em 2010.

O Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira a resolução que aprova a estratégia para o cumprimento das metas nacionais de incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis.
«Esta resolução vem estabelecer a estratégia para o cumprimento das metas nacionais de incorporação de biocombustíveis (combustíveis com origem em fontes renováveis) nos combustíveis fósseis (petróleo, gás natural e outros)», revela em comunicado.
Recorde-se que , os outros países da UE estão a adoptar medidas semelhantes, de forma a reduzir a dependência de combustíveis fósseis e reduzir as emissões de CO2.

O Governo decidiu aumentar o objectivo existente de incorporação de biocombustíveis nos combustíveis fósseis de 5,75%, para 10%, em 2010. Esta medida vem antecipar o objectivo da União Europeia para os biocombustíveis em dez anos, ou seja atingir os 10%, em 2010, quando a UE prevê esta meta para 2020.

Portugal tem de cumprir metas europeias
«Esta medida, conjuntamente com o relançamento do hídrico e a forte aposta na energia eólica e outras formas de renováveis constituem os pilares fundamentais para colocar Portugal em boas condições para cumprir as metas europeias», salienta. Ver resto da notícia-->

Electricidade colocada em leilão foi totalmente vendida

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A electricidade hoje oferecida pela EDP e pela Ren Trading no terceiro leilão de capacidade virtual organizado pelo Operador do Mercado Ibérico de Energia foi totalmente vendida, afirmou à Lusa fonte oficial do Ministério da Economia.

«A potência foi toda comprada, o leilão foi um sucesso», afirmou a mesma fonte.


«No fundo, as empresas compraram uma central de produção virtual com uma capacidade de 300 MW«, afirmou.


Isto representa, por exemplo, para Fevereiro, que as empresas podem vender um total de energia de 208 gigawatts/hora.

Os preços de venda variaram entre os 57 e os 69 euros por megawatt/hora (MWh).

O preço de exercício foi fixado em 56 euros por MWh, tendo o preço de reserva variado entre os 1,05 e os 12,69 euros.

No caso de Fevereiro, o preço pago foi de 68,69 euros por megawatt/hora, o que representa um contrato no valor de 14 milhões de euros.


Participaram nos leilões 10 empresas: Galp Power, Iberdrola, Unión Fenosa, Gas Natural, Endesa, Enel Viesgo, EDF Trading, Centrica Energia, Sempra Energy e EGL.

A REN Trading e a EDP colocaram em leilão uma capacidade de 300 MW, repartidos em 150 MW cada, para cada uma das maturidades: Fevereiro, Março, 2º trimestre de 2008, 3º trimestre de 2008 e 4ºtrimestre de 2008.

Os leilões de capacidade virtual de produção são mecanismos destinados a transaccionar opções de compra de energia eléctrica, através dos quais se disponibiliza aos comercializadores ou grandes consumidores a utilização da capacidade de produção de centrais existentes, contribuindo, assim, para a dinamização do mercado.

Fazem parte do acordo estabelecido entre Portugal e Espanha, a 8 de Março, no sentido de aprofundar o MIBEL.

Esta é a primeira vez que a EDP participa nos leilões, uma obrigação que decorre da sua posição de operador dominante no mercado eléctrico português.


Algumas noções sobre a Energia Solar..

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