A Confederação da Indústria Portuguesa (CIP) considera que as fontes de energia renováveis em Portugal devem ser exploradas, mas alerta para a competitividade das tarifas de electricidade pagas pelos consumidores e volta a falar na energia nuclear, segundo noticia a Lusa.
Tiago Figueiredo Silva
Num documento enviado à Confederação Europeia de Empresas (BusinessEurope), citada pela agência, sobre o papel das energias renováveis em Portugal, a CIP mostra-se preocupada com as consequências do crescimento das renováveis no aumento das tarifas e voltou a afirmar que o carvão e o nuclear "são essenciais", numa perspectiva ibérica, na satisfação do crescente consumo e a "chave para a competitividade das tarifas".
A CIP diz ainda que os objectivos nacionais relativamente à biomassa são excessivos e que se deve explorar o potencial hidroeléctrico das bacias hidrográficas do Douro e Mondego.
A confederação considera que o objectivo de 250 megawatts (MW)de capacidade instalada em biomassa para a produção de electricidade é excessivo, devendo ser privilegiada a utilização das matérias lenhosas e da restante biomassa florestal como matéria-prima, ou, de preferência utilizada como combustível na cogeração.
A CIP aconselha igualmente prudência no que diz respeito aos objectivos nacionais de biocombustíveis, de modo a evitar a "subida descontrolada dos preços dos bens alimentares" e acrescenta que o objectivo de redução do consumo a nível nacional deve ser conseguido através da promoção da eficiência energética.
Fonte:http://diarioeconomico.sapo.pt
Tiago Figueiredo Silva
Num documento enviado à Confederação Europeia de Empresas (BusinessEurope), citada pela agência, sobre o papel das energias renováveis em Portugal, a CIP mostra-se preocupada com as consequências do crescimento das renováveis no aumento das tarifas e voltou a afirmar que o carvão e o nuclear "são essenciais", numa perspectiva ibérica, na satisfação do crescente consumo e a "chave para a competitividade das tarifas".
A CIP diz ainda que os objectivos nacionais relativamente à biomassa são excessivos e que se deve explorar o potencial hidroeléctrico das bacias hidrográficas do Douro e Mondego.
A confederação considera que o objectivo de 250 megawatts (MW)de capacidade instalada em biomassa para a produção de electricidade é excessivo, devendo ser privilegiada a utilização das matérias lenhosas e da restante biomassa florestal como matéria-prima, ou, de preferência utilizada como combustível na cogeração.
A CIP aconselha igualmente prudência no que diz respeito aos objectivos nacionais de biocombustíveis, de modo a evitar a "subida descontrolada dos preços dos bens alimentares" e acrescenta que o objectivo de redução do consumo a nível nacional deve ser conseguido através da promoção da eficiência energética.
Fonte:http://diarioeconomico.sapo.pt
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