José Penedos defendeu renováveis

0 comentários

O presidente da Rede Eléctrica Nacional (REN), José Penedos, defendeu ontem que "as energias renováveis podem assegurar metade das necessidades energéticas" de Portugal.

No âmbito de uma conferência realizada em Seia, sobre o tema "A água e o homem", promovida pelos Clubes Rotários da região da Beira Serra, José Penedos admitiu que as restantes necessidades terão ainda de ser cobertas com as energias térmicas (carvão, petróleo, gás e nuclear).

Para o responsável pela distribuição energética em Portugal, o país tem sido "descuidado" relativamente à instalação de painéis solares térmicos nas habitações, área em que se poderia dar um grande contributo para a poupança energética, "sobretudo no aquecimento de águas".

Referindo-se à instabilidade vivida na maioria dos países produtores de petróleo, Penedos salientou a vantagem geopolítica do carvão "que tem uma distribuição mais harmónica e uma produção e comercialização mais fiáveis", o que, defendeu, "justifica o investimento no aprofundamento das tecnologias de redução de emissões de CO2". Relativamente à energia nuclear, José Penedos manifestou-se céptico quanto ao seu desenvolvimento em Portugal.

Fonte: JN 24/3/2007

AeroTurbine - Combinação Darrieus e Savonius

0 comentários

EDP oferece 600 mil lâmpadas

0 comentários

A EDP vai distribuir mais de 600 mil lâmpadas eficientes (uma por família) aos seus clientes. A entrega será feita porta a porta, por troca com lâmpadas incandescentes, e os funcionários da EDP vão começar a contactar as famílias já a partir de segunda-feira. Esta iniciativa integra-se no programa ECO e tem por objectivo conseguir uma poupança energética de 400 000 MW em três anos, o que equivale a 150 000 toneladas de CO2.

Conjugada com esta acção está o facto de a eléctrica portuguesa comparticipar a compra de 6500 frigoríficos da classe A (os que consomem menos) ou outros menos eficientes, através de um subsídio de 34,6 euros à família compradora (o vale poderá ser imediatamente descontado nas grandes superfícies comerciais aderentes a esta iniciativa). Esta campanha de electrodomésticos eficientes tem início no segundo semestre de 2007.

António Mexia, presidente da EDP, anunciou ontem um investimento de 10 milhões de euros (dois milhões da EDP e 8,1 oriundos do Plano de Promoção da Eficiência no Consumo – PPEC, promovido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos), para fomentar a poupança de energia.

“Se as famílias utilizarem durante três horas uma só lâmpada eficiente conseguem uma poupança de dois por cento no seu consumo anual de energia. Se utilizarem cinco lâmpadas, a sua poupança energética sobe para cinco por cento ao ano”, afirmaram os responsáveis da EDP.
Também integrado no programa ECO, a EDP vai lançar um projecto em 1900 escolas básicas do País, para ensinar noções essenciais de eficiência energética a um universo de 300 mil alunos.
Um autocarro – Energybus – irá também percorrer o País, durante dois anos, com o objectivo de promover medidas de eficiência energética junto da população.
Para os clientes empresariais, a EDP disponibilizou 32 mil conjuntos de balastros electrónicos e lâmpadas eficientes a instalar nos sectores do comércio e serviços com o objectivo de reduzir os consumos.

Fonte: Correio da Manhã de 24/3/2007

Mexia: renováveis é único caminho para estabilização preços

0 comentários

O presidente-executivo da EDP - Energias de Portugal defendeu esta sexta-feira que a grande aposta nas energias renováveis é o único caminho para conseguir, a longo prazo, uma estabilidade das tarifas eléctricas.
«Estruturalmente tenho a certeza que esta é a única condição para ter no mundo preços que não subam», afirmou António Mexia, sublinhando que «a estabilização dos preços da energia está associada a uma maior responsabilidade e a uma estabilidade estrutural», usando os próprios recursos. O presidente da EDP respondia assim, quando questionado pelos jornalistas, ao alerta de Vítor Santos, presidente da Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos de que a aposta nas renováveis terá impactos negativos nas tarifas eléctricas levando ao seu encarecimento, a curto prazo.

No entanto, António Mexia não afastou a necessidade de um maior investimento em energias que estão em fase inicial, como a solar, dizendo que esses custos estão quantificados.

Para contrapor, o presidente da EDP deu o exemplo da energia hídrica que, tendo «um custo marginal baixo terá um efeito estrutural positivo no sentido da diminuição das tarifas eléctricas».

António Mexia falava depois da apresentação do Programa de Eficiência Energética que começa a partir de hoje junto dos clientes residenciais, comércio, serviços e indústria.

O investimento será de mais de 10 milhões de euros, dois deles investidos directamente pela EDP e o restante pelo Plano de Promoção da Eficiência no Consumo promovido pela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE).

Um dos 12 programas - Ecofamílias - a levar a cabo pela EDP pode ajudar as famílias a reduzir entre cinco e dez euros numa factura, por exemplo, de 40 euros, explicou o presidente da Quercus, associação ambientalista que vai cooperar com a eléctrica nacional em algumas das acções.

A Quercus vai acompanhar durante um ano 225 famílias espalhadas pelo país de forma a fazer um levantamento dos hábitos errados ao nível da eficiência energética e contribuir para a sua mudança. Ver resto da notícia-->

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Renováveis vão fazer subir preço da electricidade

0 comentários

O crescimento das energias renováveis deverá conduzir, no curto-prazo, ao aumento das tarifas eléctricas, admitiu ontem o presidente da Entidade Reguladoras dos Serviços Energéticos (ERSE). Vítor Santos, que falava aos jornalistas à margem de uma conferência do "Diário Económico" sobre ro assunto. Sublinhou contudo, que, a médio e longo prazos, o aumento da potência instalada destas energias terá efeitos benéficos na tarifa, já que o país ficará menos dependente de recursos fósseis para a produção eléctrica e emitirá menos dióxido de carbono. A redução de preços, após uma fase inicial em que o impacto das renováveis - sobretudo eólica, onde há mais projectos - será "negativo", vai dar-se de forma "progressiva", disse o responsável, para quem existe "predisposição dos portugueses para, no momento presente pagar um pouco mais", tendo em conta que no futuro os efeitos serão positivos. As renováveis são subsidiadas através da tarifa, pelo que, à medida que entrarem em operação mais projectos, mair será o impacto. Actualmente estão em operação cerca de 1600 mega watts (MW) de eólicas, mas as metas do Governo apontam para os 5100 MW em 2012. Vítor Santos não quantificou o impacto no futuro mas, actualmente, as renováveis pesam cerca de 4% na tarifa final. Na conferência, o secretário de Estado Castro Guerra anunciou que, até 2012, há projectos de renováveis na ordem dos 8,1 mil milhões que de euros, que deverão criar cerca de 10 mil empregos directos. As eólicas representam a maior parte do investimento (1,7 mil milhões), mas o Governo também aposta em mais grandes barragens, solar, ondas e biomassa. Ver resto da Noticia-->

Aprovada versão final da Estratégia Nacional para a Energia

0 comentários

O Governo aprovou hoje, em reunião do Conselho de Ministros, a versão final da Estratégia Nacional para a Energia, decreto que define os critérios de remuneração da electricidade proveniente da generalidade das energias renováveis.
Em conferência de imprensa, o secretário de Estado do Comércio, Fernando Serrasqueiro, referiu que o diploma incide sobre as centrais hídricas, o biogás, a micro-geração, a energia solar fotovoltaica, a biomassa e a energia das ondas.
«O decreto fixa critérios de remuneração e, desta forma, torna-se mais previsível, através dos concursos, a possibilidade de qualquer promotor saber as regras com que conta, designadamente em termos de preço», apontou o secretário de Estado.
Fernando Serrasqueiro adiantou que o decreto viabiliza também «a possibilidade de instalação de sobre-equipamentos nas centrais eólicas com licença ou em licenciamento, evitando-se que haja impactos ambientais na criação de novas centrais».

«Evitam-se assim novas construções quando as existentes podem estimular mais produção de energia», acrescentou o secretário de Estado do Comércio, adiantando que o processo de licenciamento «é agilizado» com a aprovação do decreto.
Também presente na conferência de imprensa, o secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, afirmou que, apesar das energias renováveis serem benéficas para o ambiente, «tal não dispensa que cada central em concreto seja avaliada do ponto de vista ambiental».Ver resto da notícia-->

Fonte: http: //diariodigital.sapo.pt

Biomassa vai receber 500 milhões de euros de investimentos até 2010

0 comentários

O Governo, através do ministro da Economia, Manuel Pinho, apresenta hoje a estratégia nacional para a biomassa, uma das fontes de energia renovável disponível no País.

A meta é chegar a 2010 com uma potência instalada de 250 megawatts em centrais termoeléctricas a biomassa (resíduos florestais), mais 100 MW do que o estabelecido até ao final da década. Segundo as estimativas do Ministério da Economia, isto significa um investimento global de 500 milhões de euros no sector e a criação de 500 a 1000 empregos directos.
Esta capacidade instalada permite reduzir em 700 milhões de toneladas as emissões de CO2 para a atmosfera. Assim, a contribuição da biomassa florestal para o total da produção a partir de fontes de energia renovável ascenderá a 5%.
A atribuição de licenças para a construção de cinco novas centrais, relativas a pedidos antigos da EDP, que o ministro anuncia hoje, contribuirá já para um aumento da potência instalada de 57 MW. Um dos novos projectos é o reforço de potência da central a biomassa já existente em Mortágua e os restantes quatro são unidades a construir de raiz e a localizar em Cabeceiras de Basto, Oleiro, Monchique e Gondomar, que representam um investimento total da ordem dos 150 milhões de euros.

As novas metas do Governo contam também com a entrada em funcionamento das 15 novas centrais a adjudicar por concurso, lançado pelo Executivo no ano passado, que representam cerca de 100 MW de nova potência e um investimento da ordem dos 200 milhões de euros. Ver resto da Notícia-->

Fonte: Diário de Notícias de 21/3/2007

Vêm aí as transmissões de TV pela rede eléctrica

0 comentários

A Devolo, uma empresa de tecnologias alemã, deu a conhecer um dispositivo que actua como um pequeno hub e permite descodificar o sinal de TV transmitido numa rede eléctrica.Para funcionar, o dispositivo apenas tem de ser conectado a uma tomada.
A nova solução descodifica o sinal de TV em formato digital e segue a mesma lógica da tecnologia Powerline, que permite transmitir dados em protocolo IP através da rede eléctrica.
Uma vez acoplado o hub numa tomada eléctrica, o dispositivo da Devolo pode retransmitir o sinal de TV para vários receptores que se encontrem num raio de 200 metros, informa a BBC.
Esta primeira versão apenas permite transmitir um único canal em formato digital.
A Devolo, empresa alemã, prevê que durante o próximo seja lançada uma solução que permite a descodificação de vários canais transmitidos por cabo e satélite.A CeBit é a maior feira de tecnologias do mundo, que está a decorrer actualmente em Hanôver, Alemanha.

Fonte:http://exameinformatica.clix.pt

Energia: Governo lança concurso para 15 centrais a biomassa

0 comentários

O secretário de Estado do Desenvolvimento Rural e das Florestas anunciou hoje, na Póvoa de Lanhoso, que o Governo lançou já os concursos públicos para a construção de 15 centrais de produção eléctrica de biomassa. Rui Nobre Gonçalves adiantou que as centrais serão construídas em vários locais, nomeadamente em zonas florestais do interior, e disse que se desloca quinta-feira à Sertã para ali anunciar a instalação de uma das centrais. (...) Rui Nobre Gonçalves sublinhou que os concursos para as centrais de produção de electricidade, a partir de biomassa florestal, se inserem na Estratégia Nacional para a Energia e no Plano Tecnológico. Frisou que «as regiões de implantação para as centrais foram pré- seleccionadas tendo em conta a disponibilidade de biomassa florestal e o risco estrutural de incêndio». O secretário de estado disse ainda que se pretende criar uma rede de centrais que reduza o risco estrutural de incêndio (retirando até um milhão de toneladas de biomassa das florestas portuguesas) e criar emprego local na recolha de biomassa das florestas (estimando-se a criação de 500 a 800 novos postos de trabalho). Salientou que a medida vai contribuir, ainda, para a «criação de dinâmicas de inovação na gestão e exploração florestal». Ver resto da notícia-->

Fonte: http://diariodigital.sapo.pt

Acciona Energía aumenta 5000 MW nas renováveis

0 comentários

A espanhola Acciona Energía, empresa que integra o grupo responsável pela construção da central solar de Moura em Portugal, prevê investir mais de 7400 milhões de euros em novas instalações que lhe permitirão alcançar 8400 MW de potência acumulada, nos próximos três anos, através da instalação de 5000 MW nos próximos três anos em energias renováveis, ou seja 150 por cento mais do que a potência que o grupo actualmente detém. A capacidade eólica da Acciona Energía multiplicar-se-á 2,5 vezes até atingir os 7800 MW, dos quais 40 por cento fora de Espanha. A empresa projecta triplicar a sua produção de aerogeradores no período em causa – dos 7400 milhões de euros de investimento seis mil milhões destinam-se à eólica (o equivalente a mais 4668 MW) – e ainda liderar mundialmente o sector dos activos solares termoeléctricos e fotovoltaicos, bem como consolidar a posição da empresa no sector dos biocombustíveis. No que respeita à eólica, afirma a empresa invocando as previsões da consultora BTM, o reforço da aposta a fazer no próximo triénio equivale a 9 por cento de toda a potência eólica que se instalará no mundo no mesmo período (51 815 MW). Ver resto da notícia-->

Fonte: www.ambienteonline.pt