Sistema de registo de microprodução inicia-se este mês

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Tem início, no próximo dia 27 de Fevereiro, às 12 horas, o processo de registo no Sistema de Registo de Microprodução (SRM), anunciou a Direcção-Geral de Energia e Geologia (DGEG).


Até à data de entrada em funcionamento do SRM, as sociedades comerciais ou empresários em nome individual que pretendam exercer a actividade de “entidade instaladora de unidades de microprodução”, poderão remeter para a DGEG os elementos necessários para proceder à sua inscrição.


No que respeita à certificação de inversores, podem as entidades apresentar junto da DGEG os certificados de conformidade, comprovando o cumprimento do prEN 50438. Enquanto não estiver definido o procedimento para auditoria energética, serão aceites termos de responsabilidade de peritos qualificados.


Na mesma instalação de produção só pode existir, segundo despacho do director-geral de Energia e Geologia, Miguel Barreto, um dos dois regimes previstos no diploma, ou o geral, ou o bonificado, correspondendo a uma instalação de consumo uma e só uma instalação de produção.


Ainda segundo o despacho, sempre que no período de um mês de aplicação do diploma, o somatório da potência dos pré-registos atingir 20 por cento do limite anual de potência de ligação, o SRM apenas aceitará novos registos para o regime bonificado, um mês após a data em que se atingiu o montante referido.


Fonte: Ambiente Online

Painel solar de nanoantenas gera energia mesmo depois do pôr-do-sol

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Painéis de energia solar que conseguem capturar a energia do Sol mesmo depois que o Sol já se pôs. E não se trata de uma central solar espacial, mas de painéis solares que funcionam aqui mesmo na Terra.

Nanoantenas de infravermelho

É uma tecnologia assim que acaba de ser apresentada por cientistas do Laboratório Nacional de Idaho, nos Estados Unidos. Ao invés de células solares tradicionais, feitas de silício ou de materiais orgânicos, os novos painéis solares utilizam nanoantenas minúsculas, capazes de captar energia na faixa do infravermelho.

Energia solar depois do pôr-do-sol

O Sol irradia uma grande quantidade de energia infravermelha, uma parte da qual é absorvida pela Terra e liberada mais tarde como radiação. Essa libertação acontece depois do pôr-do-sol e normalmente dura várias horas. Como são antenas, as unidades básicas desse painel solar inovador poderão continuar captando essa radiação liberada pelo nosso planeta, gerando energia mesmo depois que o Sol já se pôs.

Antenas solares

As nanoantenas são construídas por uma técnica de impressão de tintas metálicas, que pode ser feita sobre vários tipos de substratos plásticos flexíveis, como o polietileno. Esse método produtivo é adequado para fabricação em larga escala, o que significa que os painéis solares de nanoantenas poderão ser produzidos a um custo muito baixo.

Cada um dos painéis construídos para os testes iniciais, medindo pouco menos de um metro quadrado, contém cerca de 260 milhões de nanoantenas, cujas dimensões individuais são determinantes para que elas capturem o comprimento de onda correcto do espectro electromagnético.

80% de eficiência

As nanoantenas absorvem energia da mesma forma que a antena de um rádio ou de uma TV. Antenas de rádios e TVs precisam ser grandes devido ao tamanho do comprimento de onda da energia que elas precisam capturar.

Enquanto as células solares tradicionais capturam menos de 20 por cento da luz solar na faixa visível do espectro, os painéis de nanoantenas conseguem capturar até 80 por cento da radiação infravermelha. As nanoantenas podem ser feitas de vários metais diferentes, variando ligeiramente o seu rendimento. Ver notícia completa-->

Fonte: Inovação tecnológica

Martifer Solar formaliza contrato de fornecimento de centrais fotovoltaicas para Espanha

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A Martifer Solar, a subsidiária do grupo Martifer para a energia solar inserida na área de negócios de equipamentos para energia, formalizou, através da sua subsidiária detida a 50 por cento pela Solar Parks, o contrato de fornecimento chave-na-mão de parques solares fotovoltaicos em Espanha, para o promotor Enerland.


As centrais fotovoltaicas serão construídas perto de Teruel, na comunidade de Aragón, com uma capacidade instalada de 8,736 megawatts (MW). A construção estará finalizada em Setembro de 2008. O valor do contrato é de 58,7 milhões de euros.


A Martifer Solar está ainda a construir uma fábrica de módulos fotovoltaicos em Portugal com capacidade instalada de 50MW/ano, que entrará em produção em Outubro deste ano. Durante 2009, a capacidade instalada será duplicada, pelo que a produção de 2010 deverá atingir 100MW.


Fonte: Ambiente Online

Taxa sobre lâmpadas incandescentes «não é suficiente»

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Para Francisco Ferreira, da Quercus, a taxa de 0,41 euros nas lâmpadas incandescentes não é suficiente para que sirva de desincentivo à compra das mesmas, e um incentivo à compra de lâmpadas economizadoras. «Apesar de parecer muito em termos relativos, é pequena em termos absolutos. As pessoas não vão dar por ela», diz o responsável em declarações ao AmbienteOnline.

Segundo o ambientalista, «as lâmpadas incandescentes continuam a ser uma tentação», pelo que a taxa deveria ser mais alta. A medida proposta, diz, poderá revelar-se apenas uma forma de angariar dinheiro para o Fundo de Carbono. Como solução, Francisco Ferreira aconselha: «o Governo devia, à semelhança de outros países, como a Irlanda, promover o phase-out tão rapidamente quanto possível de forma a garantir que há efectivamente poupanças».

A informação ao público deveria, para o dirigente, fazer parte de uma política mais activa do Governo. «As pessoas deveriam ser informadas das questões relacionadas com as lâmpadas economizadoras, tais como: como utilizar a garantia, como recolher os seus resíduos quando se partem, que devem ser obrigatoriamente recicladas, e como escolher uma lâmpada».

A Osram, uma das principais fabricantes de lâmpadas para o mercado português, está também na expectativa quanto às novas portarias. «Se a taxa vai ajudar à aquisição de lâmpadas mais eficientes, só o futuro o dirá», refere Antonieta Loureiro, directora-geral da empresa.

De qualquer modo, salienta, dos planos da Osram já fazia parte, no curto/médio prazo, o phase out das lâmpadas incandescentes. «No ano passado já tínhamos criado lâmpadas da família do halogéneo que permitiam uma economia de energia até 30 por cento», acrescenta. Antonieta Loureiro reconhece, contudo, que este ainda é um valor longe dos 80 por cento de poupança que se pode atingir com as lâmpadas fluorescentes compactas.

Fonte: Ambiente Online

Até 2010 dois terços dos investimentos da EDP vão ser em energias renováveis

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Dois terços dos investimentos da Energias de Portugal (EDP), entre 2008 e 2010, vão ser em energias renováveis, anunciou, esta manhã, o presidente executivo da empresa, António Mexia. Os activos eólicos e hídricos serão o "factor chave" para o crescimento da eléctrica nos próximos cinco anos.

"Os activos eólicos e hídricos vão representar cerca de 68% dos investimentos operacionais entre 2008 e 2010, sendo o factor chave para o crescimento da EDP nos próximos cinco anos", revelou o CEO da eléctrica.

Cerca de 31% deste investimento vai ser realizado nos Estados Unidos, na área da energia eólica, 27% na Europa, também no sector eólico. Do restante, 6% vai ser aplicado na Península Ibérica e 4% no Brasil no desenvolvimento de centrais hídricas.

De acordo com o plano estratégico da EDP, vão ser desenvolvidos parques eólicos nos Estados Unidos, Espanha, Portugal, França, Bélgica e Polónia.

Na área da energia hídrica, a EDP vai realizar três repotenciações em Portugal, construir 24 centrais minihídricas no Brasil. Em Portugal, o investimento será canalizado para o desenvolvimento das centrais de Baixo Sabro e Riberadio.

"A EDP tem a possibilidade única de aumentar a sua capacidade hídrica em 50% entre 2007 e 2015, suportado no potencial hídrico não desenvolvido", revela o plano estratégico da empresa.

A eléctrica prevê que em 2010, os activos eólicos e hídricos representem 45% do EBITDA consolidado e 70% do EBITDA por tecnologia. Em 2005, estes activos representaram 30% do EBITDA consolidado e 43% do EBITDA por tecnologia.

Em 2010, as energias renováveis vão representar, aproximadamente, 54% do "mix" de produção da Energias de Portugal, o que irá permitir reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) em 35%.

A eléctrica prevê que em 2010 a EDP Renováveis atinja uma capacidade instalada de 7.600 mega watts. "Entre 2011 e 2013 espera construir 1.200 mega watts por ano", de acordo com o plano estratégico.

Fonte: Jornal de Negócios Online

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Palácio de Belém poupa 62 mil euros em energia

O Palácio de Belém vai reduzir a factura energética em 62 mil euros, menos 40 por cento em relação a 2007, concluiu o relatório da auditoria energética, cuja realização esteve a cargo da EDP, Galp Energia e do Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação.

Essa poupança energética também irá traduzir-se na redução das emissões de gases com efeito de estufa (GEE) em 228 toneladas de CO2, menos 30 por cento comparativamente com 2007. A meta a alcançar já em 2008 implica a aplicação de um conjunto de medidas de optimização energética, entre as quais, a redução dos consumos residuais nas impressoras, computadores, fotocopiadoras e scanners, a afinação das caldeiras a gás natural, o isolamento da tubagem da central das caldeiras, e a substituição e alteração do modo de funcionamento dos sistemas de aquecimento, ventilação e ar condicionado.

Ainda fazem parte do pacote de medidas a instalação de sombreamentos nas superfícies transparentes demasiado expostas à radiação solar, a colocação de isolamento térmico na cobertura dos edifícios, a alteração da caixilharia das janelas e a instalação de vidros duplos, e a substituição dos equipamentos de iluminação interior e exterior por outros mais eficientes. A instalação de um novo sistema solar térmico, de 50 metros quadrados, para aquecimento de água, e de outro solar fotovoltaico, de 5 kWp, para produção de electricidade são as medidas que acompanham a conversão dos consumos de gasóleo para gás natural.

Segundo o relatório, disponibilizado pela Presidência da República Portuguesa, «algumas destas medidas já foram concretizadas nas últimas semanas, sendo que as restantes serão concretizadas até ao final do corrente ano, de acordo com as verbas já inscritas no Orçamento da Secretaria-Geral da Presidência da República para 2008», que totalizam 176 mil euros. Em menos de três anos, afirma o relatório, este investimento «será amortizável pelas poupanças alcançadas».

Recorde-se que os 18 mil m2 do Palácio de Belém consomem anualmente 471 toneladas
equivalentes de petróleo em energia térmica e eléctrica, emitindo 771 toneladas de CO2. A factura anual de energia a pagar é de 156,9 mil euros.

Fonte: Portal Ambiente Online

Galp vai desenvolver pequenas centrais hídricas em Portugal

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A Galp Energia continua a apostar no mercado eléctrico nacional, nomeadamente na área das energias renováveis. A petrolífera acaba de assinar um acordo para o desenvolvimento de negócio de pequenas centrais hídricas para a produção de energia eléctrica.


A empresa adiantou em comunicado que o acordo foi assinado entre a Galp Energia e a CasaisInvest, a Conduril, a Sofomil e a Coba, através da SDMH – Sociedade de Desenvolvimento de Mini-Hídricas.

Numa primeira fase vai ser feita a análise da viabilidade do licenciamento, construção e exploração.

A petrolífera nacional, que entrou no mercado da electricidade no ano passado, continua atenta a novas oportunidades de produção no mercado.

Fonte: Jornal de Negócios Online

Cavaco promove racionalização da energia

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O Presidente da República (PR) pretende obter uma maior racionalização e optimização da energia nos edifícios do Palácio de Belém. Para isso, Cavaco Silva pediu uma auditoria energética ao complexo presidencial, que terá sido apresentada hoje, quarta-feira.

A auditoria surgiu por ocasião das II Jornadas do Roteiro para a Ciência, em Março último, numa altura em que o PR visitou alguns exemplos na área das energias limpas e renováveis. O Instituto Nacional de Engenharia, Tecnologia e Inovação (INETI), a EDP e a Galp aceitaram a proposta e apresentaram medidas para melhorar o desempenho energético do Palácio de Belém.

Uma fonte presidencial explicou que o objectivo do Presidente da República foi o de dar o exemplo e conseguir ao mesmo tempo obter uma redução efectiva e significativa da factura energética e das emissões de CO2.

Entre as medidas que poderão ser adoptadas destacam-se as alterações de funcionamento e de comportamento, racionalidade e optimização de consumo e novos equipamentos.

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Fonte: Correio da Manhã Online

Comissário defende equilíbrio entre energias limpas e ambiente

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Bruxelas apoia Plano Nacional de Barragens português

A Comissão Europeia apoia o Plano Nacional de Barragens português que prevê a construção de pelo menos dez novas barragens nos próximos anos, na medida em que promove a produção de energias limpas.

Para o comissário europeu da Energia, Andris Piebalgs, é necessário encontrar o equilíbrio entre a produção de energias limpas e o respeito pelo ambiente. Aproveitando a presença dos jornalistas portugueses, presentes na semana europeia da energia sustentável, que decorre em Bruxelas, Andris Piebalgs negou que a Comissão tenha mudado a sua orientação política relativamente à construção de barragens – Bruxelas é tradicionalmente crítica em relação a grandes projectos, como foi o exemplo português da barragem de Alqueva, no Alentejo.

“Não mudamos. Precisamos de baixar as emissões de CO2 e por isso precisamos de projectos limpos. É preciso um equilíbrio. Caberá ao Governo português encontrar o equilíbrio entre o investimento e as medidas compensatórios”, avisou o comissário.


Fonte: Publico Online

Philips encara «com naturalidade» nova taxa das lâmpadas

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«Com naturalidade». É desta forma que a Philips, uma das principais fabricantes de lâmpadas do mercado nacional e internacional, encara a taxa sobre as lâmpadas que começará a ser aplicada a partir de Março.

«Em termos de fabrico, os produtos abrangidos pela nova legislação estão obsoletos», salienta José Ferreira, responsável de marketing de lâmpadas profissionais da marca. Apesar da Philips ainda ser fabricante destes produtos, «já estava definido, a nível mundial, que este tipo de lâmpadas deixaria de ser fabricado até 2010», conclui. É neste sentido que as portarias agora publicadas «permitirão o aparecimento de produtos mais eficientes e inovadores, contribuindo para que não haja uma diferença tão grande ao nível de preços como sucede actualmente», acrescenta.

A taxa sobre as lâmpadas de baixa eficiência energética incide sobre lâmpadas incandescentes de utilização genérica, sem halogéneo, de qualquer formato ou tipo de acabamento (claras, foscas e opalinas), com casquilho E14, E27 e B22, de potência entre 15 W e 200 W e tensão de funcionamento entre 220 V e 240 V. O valor da taxa para estas unidades assume o valor de 0,41 euros. As lâmpadas de vapor de mercúrio de alta pressão sem iodetos, geralmente utilizadas na iluminação urbana e industrial, com potência entre 50 W e 1000 W também estão abrangidas. Para estes casos a taxa é de 6,77 euros.Ver notícia completa-->

Fonte: Ambiente Online